segunda-feira, 20 de junho de 2011
Henry Kissinger, o criminoso de guerra com sorte
Sección:EEUU
Miércoles 15 de junio de 2011 0 comentario(s) 135 visita(s)
Por David Jiménez
Não falta razão ao ativista Reed Brody ao descrever o final de muitos tiranos em termos matemáticos. Vai para o cárcere quem mata alguém. Acaba num psiquiatra quem fuzila 20 pessoas em um McDonald’s e recebe um asilo político quem elimina 20.000 inimigos políticos.
Está na hora de acrescentar um nível superior à escala. Que ocorre a quem fomenta golpes de Estado contra governos letítimos, conspira com ditadores para que eliminem aos que pensam diferente, bombardeia países em segredo...? Se seu nome é Henry Kissinger, pode cobrar uma fortuna por conferência, escrever colunas de opinião no The New York Times e inclusive se converter na última estrela contratada da FIFA.
O ex-secretario de Estado ianque forma parte da surrealista equipe -junto a Plácido Domingo ou diretor do FBI Louis Freeh- proposto por ’El Padrino’ da FIFA Sepp Blatter para limpar sua organização de malfeitores. «Se serve de ajuda, estou disposto a colaborar», tem dito Kissinger, aceitando com humildade.
Vejam o texto original em INSUMISSIA
sexta-feira, 18 de março de 2011
QUEM VEM LÁ, OBAMA OU O FINADO MR. KISSINGER?
SILENCIA SOBRE MASSACRES NO BAHREIN E IÊMEN.
"O cessar-fogo tem que ser implementado imediatamente e isto significa que todas os ataques contra civis têm que parar. (...) Esses termos não são negociáveis. (...) Se Kadafi não cooperar haverá consequências" (Barack Obama, horas antes de embarcar para o Brasil). Enquanto isso, no Bahrein, sob ocupação de tropas da Arábia Saudita e submetido à lei marcial, milhares de pessoas tomam as ruas da capital no enterro de líder oposicionista morto pelo regime, que destruiu inclusive a praça Pérola, ponto de encontro de manifestantes. Governado por uma autocracia sunita, o Bahrein, distante 25 quilômetros da Arábia Saudita, é uma espécie de guarita de segurança dos poços de petróleo do Golfo e serve como estacionamento para a V Frota norte-americana. No Iêmen pró-americano e aliado incondicional da Arábia Saudita, 41 civis foram mortos nas últimas horas. A ONU não autorizou uma zona de exclusão aérea contra o Iêmen e Bahrein; Kadafi não falou grosso com as autocracias amigas, tampouco considerou pertinente o uso de 'todas as medidas' para proteger os civis e os direitos humanos.
(Carta Maior; Sábado, 19/03/2011)
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Informe: EUA financiou golpe de Estado de 1971 na Bolívia
Segundo o documento, em 8 de julho de 1971, a administração de Nixon havia reunido-se para discutir uma proposta da Agência Central de Inteligência (CIA, por sua sigla em inglês) de dar 140 mil dólares a um grupo de políticos de oposição e líderes militares que seria usado para derrubar o presidente Juan José Torres.
Vejam mais em ADITAL
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
Documentário revela papel dos EUA na política latino-americana
Filme sobre Henry Kissinger, a "eterna eminência parda" da Casa Branca, desvenda papel ativo dos EUA no golpe de Estado que derrubou Allende no Chile. Também no Brasil os EUA teriam impedido "a ascensão dos comunistas".
Mesmo sem ter ocupado nenhum cargo público nos últimos 30 anos, o ex-conselheiro nacional de segurança e ex-secretário de Estado norte-americano Henry Kissinger continua sendo um homem muito próximo do poder. Hoje, aos 85 anos, é um dos principais conselheiros do presidente George W. Bush.
O canal de TV franco-alemão ARTE exibiu na última quarta-feira (15/10), dentro de uma série de documentários sobre os EUA em época de eleição, o longa-metragem Henry Kissinger – Segredos de uma Superpotência, do diretor alemão Stefan Lamby. Nos 90 minutos de filme, o "protagonista" Kissinger engasga duas vezes, tentando mudar de assunto.
Uma delas é quando o diretor fala de seus lendários casos com diversas mulheres. A outra é quando o assunto é o golpe militar no Chile e a participação dos EUA, ou melhor, a intervenção direta de Kissinger para que Salvador Allende fosse afastado do poder em 1973. "Se estivéssemos num estúdio de TV, Kissinger teria provavelmente levantado e ido embora, mas estávamos na casa dele em Nova York. Então ficou difícil", diz Lamby.
O texto continua na Deutsche Welle.