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terça-feira, 28 de agosto de 2012

Paraísos fiscais, um porto seguro para multimilionários


Seis coisas que devemos saber sobre os 21 trilhões de dólares que as pessoas mais ricas do mundo escondem em paraísos fiscais. Ao mesmo tempo em que os governos cortam o gasto público e demitem os trabalhadores, em prol de uma maior "austeridade" obrigada pela desaceleração da economia, os super-ricos - menos de 10 milhões de pessoas - esconderam longe do alcance do arrecadador de impostos uma quantidade igual às economias japonesa e estadunidense juntas.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Fundação Roberto Marinho é investigada por rombo de até R$ 13,8 milhões no Ministério do Turismo

A batata da ONG da Rede Globo está assando.

Uma solicitação de informações ao TCU (Tribunal de Contas da União) mostra que o Ministério Público Federal está investigando as relações da Fundação Roberto Marinho com os desvios de dinheiro público no Ministério Turismo, desbaratados na operação Voucher da Polícia Federal.


https://contas.tcu.gov.br/juris/AcompanharProcesso?p1=32398&p2=2011&p3=5
A operação Voucher, em agosto de 2011, prendeu diversos funcionários do ministério do Turismo, acusados de participarem de um esquema de fraudes envolvendo ONG's.



Vejam mais em OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA

sábado, 8 de outubro de 2011

Subfinanciamento do SUS começou com ‘garfada’ de 1994

Em entrevista à Carta Maior, o médico sanitarista Paulo Gadelha, presidente da Fiocruz, diz que, apesar da derrota no Congresso da proposta de criação de um imposto financeiro com destinação à Saúde, o reconhecimento de que o setor é subfinanciado é um avanço. Sem dinheiro novo, a imensa máquina de saúde pública brasileira, hoje referência mundial, continuará devendo qualidade de serviços ao seu usuário. O subfinanciamento, segundo Gadelha, começou com a primeira garfada dada na Saúde, em 1994, no governo de Fernando Henrique Cardoso.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Poder e Corrupção: Serra já foi condenado a devolver dinheiro aos cofres públicos. Gilmar Mendes engavetou.

José Serra tem 17 processos nas costas, pelo menos 3 deles por corrupção (improbidade administrativa), enquanto Dilma não tem nenhum.

O tucano já foi condenado na Justiça Federal do DF, por improbidade administrativa (Processo 96.00.01079-0 no TRF1), ao lado de outros ministros e diretores do Banco Central no governo FHC.


A ação movida por procuradores da República, denunciou o rombo de R$ 2,975 bilhões dos cofres públicos para socorrer o Banco Econômico S.A., na época do PROER.


A sentença condenou José Serra e os outros a devolverem o prejuízo causado aos cofres públicos.


Os réus entraram com uma declaração no STF (Reclamação 2.186), que ficou nas mãos de ... Gilmar Mendes, correndo o processo lentamente desde 2002 até abril de 2008.


Vejam o mais detalhes no blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA

sábado, 20 de março de 2010

MPs mandam Serra devolver R$ 2 bilhões que tirou da Saúde

O Ministério Público Federal (MPF) e o Ministério Público do Estado de São Paulo encaminharam recomendação conjunta ao Governo José Serra (PSDB) para que devolva ao Fundo Estadual de Saúde R$ 2 bilhões que deveriam ser aplicados em saúde pública, nos últimos dois anos, mas foram depositados indevidamente em conta única do governo estadual e usados, também indevidamente, para outras finalidades.

Por força de lei, o dinheiro do SUS teria que ser destinado a programas de assistência farmacêutica, vigilância epidemiológica e combate à Aids e DST. Mas, de acordo com relatório do Departamento Nacional de Auditoria do SUS (Denasus), do Ministério da Saúde, pelo menos R$ 78 milhões foram aplicados pelo Governo Serra no mercado financeiro, enquanto se agravava a crise de atendimento na saúde pública paulista.

GOVERNOS DO PSDB DESVIARAM R$ 6,5 BILHÕES

Vejam mais em BRASILIA CONFIDENCIAL

sábado, 4 de abril de 2009

O rival de Mendes é cassado

Na terça-feira 31, o prefeito de Diamantino (MT), o notário Erival Capistrano, do PDT, foi cassado pelo juiz Luiz Fernando Kirche, da 7ª Vara Eleitoral de Mato Grosso. Em outubro de 2008, Capistrano havia vencido um pleito disputadíssimo. Por pouco mais de 400 votos, bateu o candidato do PPS, Juviano Lincoln, e pôs fim a uma hegemonia política de quase duas décadas na região da família do ministro Gilmar Mendes, presidente do Supremo Tribunal Federal.

A primeira medida de Capistrano à frente do poder municipal foi realizar uma auditoria nas contas das gestões do prefeito anterior, Chico Mendes (PR), irmão mais novo de Gilmar. O relatório das irregularidades, recheado de compras superfaturadas e desvios de verbas, foi enviado, no início de março, ao Tribunal de Contas do Estado (TCE).



Vejam o texto completo na Carta Capital