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segunda-feira, 25 de novembro de 2013

O horrível segredo por trás dos novos estádios do Catar: violação de direitos humanos

Não odeie o estádio de Zaha Hadid para a Copa do Mundo de 2022, no Catar, só porque ele parece uma vagina. Odeie porque provavelmente ele será construído com “escravidão moderna”, de acordo com um novo relatório da Anistia Internacional.
A internet ficou inflamada nos últimos dias por causa de algumas renderizações do Estádio Al Wakrah, uma arena de 45.000 lugares que ficará no deserto próximo a Doha, capital do Catar. Projetado por Zaha Hadid e AECOM, a estrutura do telhado é um pouco, digamos, anatômica. E, mesmo que as renderizações sejam bastante estranhas e divertidas, e de certa forma sensacionais (confira a foto que ilustra opost), há um lado muito mais sombrio por trás desta história.
O Catar planeja gastar US$ 140 bilhões para se preparar para a Copa do Mundo – e o Al Wakrah é apenas um dos nove estádios planejados pelo governo local para serem construídos durante os preparativos para o evento. E eles podem muito bem pagar por isso, já que o Catar é o país com maior riqueza per-capita do mundo. Mas o fato deles perpetuarem condições de trabalho extremamente abusivas fez com que o país entrasse no radar de organizações anti-exploração.

Leia mais no Gizmodo Brasil

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Joana “Festeira” Havelange


Joana Teixeira Havelange, 36 anos, que entre salários e bônus ganha mais de 100 mil reais mensais como segunda executiva do COL, tirou alguns dias, agora em meados de abril, para curtir o Coachella Valley Music and Arts Festival, na Califórnia.
Trata-se, como se diz, do Festival de Woodstock do século 21.
Nada contra que ela, e mais duas funcionárias do COL, Anna Silveira, Gerente Geral de Eventos, e Keli Kanashiro, Gerente Geral Administrativa, se ausentem juntas, mesmo que às vésperas de um teste no Mineirão, como o da última quarta-feira.
Afinal, o ex-goleiro Baka está aí para isso mesmo, para segurar todas como principal executivo do órgão.
Ocorre que o COL vem repassando para as 12 sedes da Copa do Mundo obrigações que eram dele e que superam os 50 milhões de reais.

Continue lendo no Blog do Juca Kfouri.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Exigências da Fifa para a Copa violam direitos do consumidor brasileiro

A polêmica começou quando se descobriu que o projeto de lei e as exigências feitas pela Fifa entram em conflito com dispositivos já vigentes no Brasil, como o direito à meia-entrada, o Código de Defesa do Consumidor, os Estatutos do Idoso e do Torcedor e leis adotadas por alguns Estados para questões específicas, como a venda de bebidas alcoólicas.

A organização presidida pelo suíço Joseph Blatter já disse, por exemplo, que não quer que estudantes e idosos tenham direito a pagar meia-entrada para assistir às partidas. Além disso, não abre mão da venda de bebidas alcoólicas nos estádios, o que é proibido por leis estaduais, e pretende elevar a pena para quem piratear produtos esportivos.

Acontece que o maior fornecedor desses produtos é a própria Fifa, que também faz a intermediação da maioria das relações comerciais nos jogos. De acordo com o advogado do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec),Guilherme Varella, se aprovada, a lei fará da entidade uma “superfornecedora”. "A Fifa tem exclusividade na venda de todos os produtos e serviços cuja marca seja a Copa do Mundo, desde a negociação de transmissão das imagens até a venda de ingressos e de produtos básicos, como camisetas e canecas.

Ele diz que, como fornecedora, a Fifa deveria se sujeitar à legislação brasileira. A Fifa não pode ser uma exceção sob o pretexto da excepcionalidade do evento. A Lei da Copa permite que ela entre no território nacional como uma superfornecedora. Nenhum outro fornecedor terá as mesmas condições durante o torneio. 





Confira o texto completo no Correio do Povo

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

"Faltou sinceridade da Fifa", diz secretário sobre escolha do estádio do Corinthians

A novela para definição do estádio da cidade de São Paulo na Copa do Mundo de 2014 fez com que a cidade atrasasse os planos e ficasse fora da Copa das Confederações de 2013. Na opinião do atual Secretário Especial de Articulação para Grandes Eventos em São Paulo, Walter Feldman, a Fifa não foi sincera com o comitê organizador local na hora de desaprovar o Morumbi como a arena da capital paulista. A declaração foi dada durante o seminário “Um olhar para a Zona Leste”, nessa terça-feira. As informações são do portal R7.

"Faltou sinceridade. Tivemos muitos contatos com os comitês e nas reuniões eles eram profundamente reticentes, não definiam, não deixavam nada claro. Havia um esforço da diretoria do São Paulo para apresentar alternativas, mas todas as respostas eram negativas. Se houvesse sinceridade, nós já teríamos resolvido isso há muito tempo. O estádio provavelmente já estaria com a construção mais avançada, seja o Itaquerão, o Pacaembu ou qualquer outro. Mas a Fifa, na minha avaliação, nos prejudicou", explicou.


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quinta-feira, 28 de julho de 2011

Governo destina R$ 30 milhões sem concorrênca para Globo/RBS

Não se trata de nenhuma partida válida pelo Mundial. Mas, assim mesmo, os governos estadual e municipal do Rio de Janeiro destinaram, sem concorrência pública, R$ 30 milhões ao Comitê Organizador Local da Copa do Mundo, que por sua vez repassou para a empresa Geo Eventos, que tem entre os principais sócios a Globo (57%) e a RBS (38%), para um só evento ligado à Copa de 2014, a ser realizado no próximo sábado, no Rio de Janeiro.

Sem nenhuma garantia de que o sorteio dos grupos das Eliminatórias vá ter uma grande audiência, nenhum dos habituais patrocinadores da Fifa candidatou-se a bancar a atração. No entanto, através de dois contratos - cada um deles de R$ 15 milhões -, a Secretaria de Estado de Esporte e Lazer do Governo do Estado do Rio de Janeiro e a Riotur - Empresa de Turismo do Município do Rio de Janeiro viabilizaram os custos.

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Marcadores: "Copa do Mundo", "CBF", "FIFA"

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Uma possibilidade: Quatro sul-americanos no final da Copa.

Pela primeira vez, a América do Sul ocupa a metade das oito vagas das quartas-de-final de uma Copa do Mundo. Mais: as circunstâncias nos colocaram de tal forma que existe a possibilidade de que Brasil, Uruguai, Argentina e Paraguai participem de semifinais exclusivas, com múltiplas possibilidades de guerras e provocações fronteiriças, pois, excetuando-se o Uruguai e o Paraguai, todos são vizinhos. Só para conferir que não estamos delirando, as semifinais poderão ocorrer assim: Brasil (vencendo a Holanda) x Uruguai (vencendo Gana) e Argentina (vencendo a Alemanha) x Paraguai (vencendo a Espanha).


Nenhuma tensão bélica existe entre os países, mas nosso continente já registrou uma página curiosíssima: a da Guerra do Futebol (ou Guerra das 100 Horas, sem trocadilho) entre Honduras e El Salvador. Em junho de 1969, uma série de três partidas decidiria uma vaga à primeira Copa do México. A tensão degenerou numa guerra em que morreram mais de seis mil pessoas em quatro dias de conflito. Leia o artigo de Milton Ribeiro no jornal Sul21.