Mostrando postagens com marcador Ilhas Malvinas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ilhas Malvinas. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 7 de março de 2013

Argentina não reconhece legalidade de referendo nas Malvinas

A legalidade do referendo que os moradores das ilhas Malvinas realizarão nos próximos dias 10 e 11 de março não conta com o reconhecimento da Argentina, que, apesar desta consulta popular, continuará com a reivindicação da soberania sobre este estratégico arquipélago sob dominação britânica.

Após o anúncio da convocação deste referendo, em junho do ano passado, que coincidiu com o 30º aniversário do início guerra pela soberania das ilhas, a Argentina insistiu que a consulta não será válida.

"Não tem nenhum valor legal, como aconteceu com um referendo que foi realizado em Gibraltar, que não foi reconhecido", disse recentemente o chanceler argentino, Héctor Timerman.

Para a Argentina, um referendo sobre autodeterminação não pode aplicar-se a uma população que não foi colonizada e sim "implantada" pelo Reino Unido nas ilhas já que os antigos habitantes foram expulsos.


Continue lendo no Opera Mundi.

segunda-feira, 4 de março de 2013

Militarizando o Atlântico Sul a partir das Malvinas

COLÔMBIA SE UNE COMO ALIADO DA OTAN EM SUA AMEAÇA NUCLEAR CONTRA A AMÉRICA DO SUL

Cronicon.net


Enquanto o governo da presidenta argentina Cristina Fernández de Kirchner vem denunciando à comunidade internacional que a Grã Bretanha com o decidido respaldo da OTAN estabeleceu uma base militar nas Ilhas Malvinas (Mount Pleasent) ao sul do continente, da qual são operados aviões de caças supersônicos, submarinos atômicos, assim como foi instalado um arsenal de armas atômicas, a Colômbia é o único país latinoamericano a se unir a essa associação militar que está sob as rédeas do controle dos EEUU.
Com efeito, o governo colombiano enviou a sua vice-ministra de Defesa, Diana Quintero à reunião da OTAN realizada na cidade de Monterrey no Estado da Califórnia, entre 28 e 1° de março.
   
Segundo as informações da imprensa, a Colômbia é a única nação latinoamericana que esteve presente nesta reunião da OTAN. Este país andino segue de cabo a rabo os ditados de Washington  e não sai do libreto dos estrategas do Pentágono e do Departamento de Estado, e o qual está destinado a consolidar-se como a Israel da América do Sul, como bem assinalou o politólogo argentino Atilio Boron.  
Cabe anotar que os relatórios oficiais dão ênfase na "honra" pela Colômbia ter sido o único país da América Latina a ser convidado a participar deste encontro denominado "Construindo Integridade" que reuniu representantes de 138 países.  

  
Vejam a tradução completa no blog NEBULOSA.DE.ÓRION

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Argentina denuncia presença de armamento nuclear nas Malvinas perante a ONU

A Argentina acusou nesta segunda-feira (25/02) o Reino Unido de transportar, em submarinos, armamento nuclear às Ilhas Malvinas e violar, assim, os tratados internacionais que estabelecem que esta zona deveria estar desnuclearizada.

"Nos encontramos em uma etapa precária de implementação do tratado de Tlatelolco, que proíbe completamente o armamento nuclear na América Latina e no Caribe. Esta precária implementação é desafiada pelo Reino Unido", manifestou o secretário de Relações Exteriores da Argentina perante a Conferência de Desarmamento da ONU, Eduardo Zuain.

Além disso, Zuain responsabilizou o Reino Unido de uma injustificada e desproporcional presença militar no Atlântico Sul, "que inclui deslocamentos de submarinos com capacidade de levar armamento nucleares na zona desnuclearizada".



Leia no Opera Mundi.

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Argentina alerta navegantes de lançamento de mísseis britânicos na região das Malvinas


Desde 2010, o chanceler argentino Héctor Timerman denuncia à ONU (Organização das Nações Unidas) uma intensa militarização da região. A chancelaria britânica, porém, afirmou na ocasião que “os testes militares” realizados nas ilhas são “de rotina”. Um deputado malvinense garantiu que “não há nenhuma possibilidade de [os exercícios com mísseis] que causem danos a ninguém”.
Durante uma apresentação formal realizada no início deste ano, no entanto, Timerman afirmou que se o lançamento dos mísseis “Taurus” utilizados pelo Reino Unido nas Malvinas forem lançados pelo avião Typhoon II, estes teriam capacidade de atacar boa parte da Argentina, todo o território do Uruguai, parte do Chile e o sul do Brasil. 


Confira no Opera Mundi

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

El Reino Unido debería dar el ejemplo


El derecho a la libre autodeterminación de los pueblos es reconocido universalmente, pero sin que viole o contradiga el principio de integridad territorial de los países y las naciones.
El pretender que las Malvinas deban ser consideradas parte del Reino Unido por estar habitadas por ingleses –que hasta antes de 1982 ni siquiera tenían derechos ciudadanos plenos, asimilables a los de un habitante de Londres– tiene la misma consistencia legal y lógica que pretender que los habitantes del Barrio Chino de Belgrano, en Buenos Aires, quieran responder políticamente a Beijing o a Taiwan y no a la República Argentina. El derecho a la autodeterminación de los pueblos no fue inventado para grupos étnicos residiendo en un territorio determinado. Los malvinenses pueden seguir siendo ciudadanos ingleses, así como los del Barrio Chino de Buenos Aires seguir siendo chinos, ser respetados en sus culturas y valores, pero residen en un territorio soberano de la República Argentina. Inclusive se puede pensar en un estatuto especial, consensuado, pero que contemple, por sobre todo, la integridad territorial de la Argentina. La España moderna, democrática y del consenso consiguió estatutos autonómicos imaginativos e interesantes para vascos o catalanes, y mantuvo su unidad territorial y nacional.

O texto é do timorense José Ramos Horta, e está disponível no argentino Página 12.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Embargo imposto por Mercosul a Ilhas Malvinas preocupa Londres

Governo do Reino Unido protesta contra proibição de entrada de embarcações com bandeira das Ilhas Malvinas em portos do Mercosul. Londres ainda não sabe medir impacto concreto da medida punitiva.

Leia MAIS.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Argentina reafirma seus direitos de soberania sobre as Malvinas

A chancelaria argentina emitiu um comunicado, na noite de segunda-feira, onde assinala que o governo de Cristina Fernández de Kirchner “reafirma mais uma vez os imprescritíveis direitos de soberania da Argentina sobre as Ilhas Malvinas, Georgias do Sul e Sandwich do Sul, e os espaços marítimos circundantes, que são parte integrante de seu território nacional”. A declaração foi divulgada no momento em seu que se completam 179 anos desde que as Ilhas Malvinas foram ocupadas por forças britânicas (em 3 de janeiro de 1833).




Confira na Agência Carta Maior

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Reino Unido prepara plano de defesa para proteger Malvinas

O Reino Unido trabalha com a possibilidade de iniciar um novo conflito bélico com a Argentina para "defender" as ilhas Malvinas, no Atlântico Sul, em meio aos crescentes pedidos de militares para deslocar um submarino nuclear para a região, segundo informou hoje o jornal inglês Daily Mail.




A notícia da ANSA está disponível no UOL

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Britânicos pedem explicações ao Uruguai sobre proibição a navios das Malvinas

O embaixador do Reino unido no Uruguai, Patrick Mullee, pediu uma entrevista com o chanceler uruguaio, Luis Almagro. O objetivo da conversa é tratar da negativa à entrada de navios britânicos com bandeiras das Ilhas Malvinas no porto de Montevidéu. 

Porta-vozes da diplomacia britânica afirmaram em entrevista ao jornal uruguaio El País que está sendo discutida "de forma urgente com as autoridades uruguaias o significado" do anúncio feito ontem. 

A questão também é acompanhada pela embaixada da Espanha no Uruguai, uma vez que vários barcos pesqueiros que usam a bandeira das Ilhas Malvinas são de propriedade de empresários espanhóis.

Na quinta-feira, o presidente uruguaio, José Mujica, ordenou que se impedisse que embarcações pesqueiras britânicas vindas do arquipélago, cuja soberania é reivindicada pela Argentina, atracassem em seu país. Ele afirma cumprir acordo feito no ano passado durante encontro da Unasul (União das Nações Sul-americanas).




Cotinue lendo no Opera Mundi

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Argentina solicita à ONU expansão de seu território até as Malvinas

O governo da Argentina solicitou formalmente à Organização das Nações Unidas (ONU), nesta terça-feira, a ampliação de seu território marítimo em 1,7 milhão de quilômetros quadrados, em uma tentativa de aumentar o limite de 4,8 milhões de quilômetros quadrados de leito e subsolo oceânicos que já pertencem ao país, informou o Ministério das Relações Exteriores argentino.

O território requisitado pelo país inclui as ilhas Malvinas (Falkland, para a Grã-Bretanha), Georgia e Sandwich do Sul, pelas quais a Argentina mantém uma disputa com os britânicos por mais de 170 anos.

Notícia completa, vejam só, na BBC Brasil.