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segunda-feira, 1 de agosto de 2011

A emboscada de Obama contra os direitos sociais

Você sabe que a outra face da dívida está tão melodramaticamente encenada como uma exibição da Federação Mundial de Luta-Livre quando Obama faz a sua flagrantemente vazia ameaça ao Congresso, de que se não “atacar os desafios mais difíceis dos direitos sociais e da reforma tributária” não haverá dinheiro para pagar o Social Security no próximo mês. Nessa fala sobre o déficit, na noite de 25 de julho, ele ameaçou que “se nos declararmos inadimplentes, não teremos dinheiro suficiente para pagar todas as nossas contas – as quais incluem os pagamentos mensais do Social Security, as pensões dos veteranos de guerra e os contratos do governo que assinamos com milhares de empresas”.

Isso não é verdade nem de longe. Mas se tornou o tema mais assustador há mais de uma semana, desde que o presidente usou quase as mesmas palavras nas suas entrevistas ao âncora do jornal da noite da CBS, Scott Pelley.





Leia mais na Agência Carta Maior

terça-feira, 22 de março de 2011

WikiObama: como é conduzido o governo dos EUA

Em documentos revelados pelo WikiLeaks tomamos conhecimento de ações do governo norte-americano e seus lobbies para combater a lei do pré-sal e que a Casa Branca pressionou autoridades ucranianas para obstaculizar o desenvolvimento do projeto conjunto Brasil-Ucrânia de implantação da plataforma de lançamento dos foguetes. Portanto, já é hora pararmos com essa ladainha de visita simbólica ou de início de uma nova parceria estratégica. O artigo é de Reginaldo Nasser.


Vejam o texto completo em CARTA MAIOR

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

EEUU trabalhará no desenvolvimento de um sistema de identidade digital

Obama planeja utilizar um ID na internet para os cidadãos ianques

Segundo declarações da Casa Branca, a administração Obama planeja apresentar uma proposta ao Departamento de Comércio, a respeito da criaão de um identificador digital para os cidadãos ianques.

Esta proposta foi anunciada durante um evento celebrado no Instituto Stanford para a Investigação de Políticas Econômicas.

Segundo Howard Schmidt, Coordenador de Segurança Cibernética, o governo dos Estados Unidos vai centralizar seus esforços na criação de um ecosistema de identidade para a internet.


Vejam mais detalhes em REBELION.ORG

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

A campanha permanente: como Obama perdeu o controle da Câmara

por Luiz Carlos Azenha

Não vou entrar no campo da opinião sobre os motivos que levaram Barack Obama a perder o controle da Câmara dos Deputados na eleição americana de 2010, comprometendo as chances de sua reeleição em 2012. Quem sabe mais tarde. No entanto, pretendo ressaltar alguns aspectos que, ainda que indireta e remotamente, nos dizem respeito.

Como vocês sabem, o voto nos Estados Unidos não é obrigatório.

De certa maneira, ganha o partido que consegue mobilizar o maior número de eleitores para ir às urnas.

Foi aí que Barack Obama perdeu. O analista de pesquisas Mark Penn escreveu, no Huffington Post: apenas 11% dos eleitores que compareceram para votar nos Estados Unidos tinham entre 18 e 29 anos de idade; em 2008, quando Obama se elegeu, foram 18%. O voto dos hispânicos e dos negros também caiu de forma dramática. E o conservadores compareceram em peso: foram 41% agora, contra 34% em 2008.

Vejam o texto completo no blog do AZENHA

sábado, 31 de julho de 2010

Obama pode bater recorde de deportação

Enquanto critica a nova lei de imigração do Arizona, o governo do presidente Barack Obama se move a passos largos para bater um recorde de deportações de imigrantes ilegais em 2010, com estimadas 400 mil pessoas forçadas a deixar os EUA.

Continue AQUI.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Deportação de imigrantes aumenta no governo Obama, diz "Washington Post"

Numa tentativa de reforçar o cumprimento das leis de imigração -- em meio às discussões sobre a reforma migratória e a polêmica lei do Arizona -- o governo do presidente dos EUA Barack Obama vem aumentando o número de deportações e auditorias em empresas em busca de imigrantes ilegais.

As informações são do jornal americano "Washington Post" que publicou reportagem especial sobre o tema em sua edição desta segunda-feira.

De acordo com o diário a agência de Imigração e Alfândega espera deportar cerca de 400 mil pessoas neste ano fiscal, cerca de 10% a mais do que o total de imigrantes expulsos do país em 2008 e 25% mais do que em 2007, ainda no governo de George W. Bush.


A notícia continua na Folha.com .

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Onda crescente de censura na Internet

Os êxitos recentes nos combates contra o controle da Internet serão suficientes para impedir a tirania?

O foco das atenções voltou-se para a censura da Internet esta semana, quando artigos foram publicados simultaneamente no Time Magazine e no The New York Times, defendendo a obrigatoriedade de licença para operar sítios na Internet. Esses artigos foram devidamente criticados por Paul Joseph Watson como uma tentativa coxa de apoiar o monopólio da mídia hoje em desintegração em face de uma blogosfera que está rapidamente a substituí-lo.

Vejam o texto completo em RESISTIR.INFO

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Os EUA e a "pacificação presidencial" na América Latina

Barack Obama é o quarto presidente estadunidense a ganhar o Prêmio Nobel da Paz, unindo-se a outros dentro de uma longa tradição de pacificação que desde sempre serviu aos interesses dos EUA. Os quatro presidentes deixaram sua marca em nossa “pequena região” ("nosso quintal"), que "nunca incomodou ninguém", como caracterizou o secretário de Guerra, Henry L. Stimson, em 1945. Dada a postura do governo de Obama diante das eleições em Honduras, em novembro último, vale a pena examinar esse histórico.

Vejam o texto completo com o histórico preparado pelo Chomsky na AGÊNCIA CARTA MAIOR

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Obama contra América Latina

El panorama político regional comienza a despejarse cuando aún no se ha cumplido el primer año de la llegada de Barack Obama a la Casa Blanca. Las bases militares en Colombia, el golpe de Estado en Honduras y la legitimación de las elecciones por Obama, la amenaza de bajar a Fernando Lugo de la presidencia en Paraguay y el posible triunfo de la derecha en Chile son apenas los reveladores de un profundo viraje en una región que había visto un avance de las fuerzas de izquierda desde el comienzo del nuevo siglo.
(...)

En segundo lugar, la región es con mucho el lugar del planeta donde han surgido los mayores desafíos tanto al dominio imperial como al del capital, doble desafío que no encuentra en otra parte. Los procesos de cambios en Venezuela y Bolivia, sumados a las coyunturas de reformas abiertas en Paraguay y Ecuador, y a gobiernos que rechazan el Consenso de Washington en Brasil y Argentina, pero también en El Salvador y Nicaragua, dibujan un escenario preocupante para Estados Unidos.

Finalmente, la existencia de Brasil, una de los dos o tres potencias emergentes cuya influencia se expande en su ex patio trasero, supone un problema de gran envergadura, como demuestra la reacción a la visita del presidente de Irán, Mahmud Ahmadinejad, a Brasilia. El reciente cruce de cartas entre Obama y Lula revela que el principal conflicto en la región no es entre la Casa Blanca y Chávez, sino con Brasil. Los puntos de fricción son demasiados: conferencia del clima en Copenhague, ronda de Doha, Honduras, Irán, Medio Oriente y Haití. Obama dijo que legitima las elecciones de Micheletti y Lula habló de decepción; Obama se permitió hacer sugerencias sobre el programa nuclear iraní, y Lula se enojó y apoyó sin vueltas a Ahmadinejad.

Vejam o texto completo em KAOSENLARED.NET


segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Da audácia de Obama ao pós-americanismo

José de Souza Castro

Ganhei de presente e estou lendo The Audacity of Hope, de Barack Obama. Na semana passada, concluí a leitura de The Post-American World, de Fareed Zakaria. Os dois livros, de certa forma, se completam. Pena que no segundo o Brasil tenha sido citado apenas 16 vezes e o único brasileiro presente ali seja Fernando Henrique Cardoso, a dizer que o mundo realmente só quer dos Estados Unidos uma coisa, que afirme seus próprios ideais. Acho que Lula teria mais coisas a dizer, se ele tivesse sido considerado relevante pelo autor, um indiano que imigrou adolescente para os Estados Unidos e hoje é editor da Newsweek International. No livro de Obama, até a página 60, o presidente brasileiro não aparece – e nem seu grande e bobo país –, mas faltam ainda mais de 300 páginas...

Obama deveria prestar atenção a Lula e ao Brasil, e não poderia ter desprezado um conselho de Zakaria, sobre o qual falarei mais à frente, pois assim não estaria vendo seu governo envolto em mais um episódio constrangedor – o acordo com Álvaro Uribe, para que os Estados Unidos utilizem sete bases militares colombianas a pretexto de combater o narcotráfico. Com isso, Obama não ficou bem entre os associados da União de Nações Sul-Americanas (Unasul), criada há um ano e meio por inspiração do governo brasileiro. A Unasul, ameaçada já de divisão, discutiu na semana passada, na Argentina, a crise entre dois de seus membros, Colômbia e Venezuela, provocada pelo acordo, considerado uma declaração de guerra pelo presidente Hugo Chávez.

Vejam mais em NOVAE

sábado, 15 de agosto de 2009

A eutanásia republicana

Alguns de nós viram essa declaração com ceticismo. Alguns meses depois de Obama dar o discurso, eu observei que a sua visão de "um tipo diferente de política" era uma esperança vã, que qualquer democrata que chegasse à Casa Branca teria de enfrentar "uma sucessão de acusações jocosas e escândalos fabricados, viabilizados pelos maiores veículos da mídia que não têm coragem de fazer diretamente tantas acusações falsas".

O texto completo, de Paul Krugmann, no Terra Magazine.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Golpe Militar em Honduras: Foi também contra Obama?

Dois fatos, três cenários, a resposta, duas premissas, duas perguntas, duas consequências e cinco conclusões.
OBSERVATÓRIO INTERNACIONAL DA CRISE*

Fatos: Honduras, 7.5 milhões de habitantes, um dos menores e mais pobres países da América Latina (com 60% de pobreza), chamada “Banana Republic” pelo controle absoluto que exerceu a United Fruit Company dos EUA. Base de lançamento de operações militares abertas e encobertas dos Estados Unidos contra outros países, sede da base militar estadunidense “Soto Cano” (em Palmerola) (nota 1), com uma história de golpes militares apoiados pelos EUA.

Manuel Zelaya, o presidente democraticamente eleito, teve sua casa assaltada por militares na madrugada de 28 de junho de 2009. O presidente foi sequestrado pelos militares, retirado violentamente, vestindo em pijamas, colocado em um avião, levado à Costa Rica e deixado na pista. Instala-se um governo de fato, cortam a energia, as comunicações, o rádio e a televisão da população, impõem restrições à livre mobilização e demais liberdades. A população desarmada se movimenta em oposição ao golpe, o exército reprime, dispara, assassina e fere a muitos cidadãos em protestos pacíficos e desarmados. Múltiplas violações de direitos humanos.Meus “delitos”, diz o presidente derrubado:

a.- Propor uma consulta à população sobre se ela deseja incluir uma urna nas próximas eleições presidenciais e perguntar ao povo se deseja ou não revisar a constituição da República e

b.- Promover tímidas reformas sociais. A posteriori lhe acusaram os golpistas de outros delitos, nunca apresentados como deveria ser nos marcos do estado de direito desse país. Os cúmplices imediatos, um grupo de políticos e ricos empresários. O país paralisado pela mobilização popular, os golpistas isolados pela comunidade internacional.

Vejam mais em KAOSENLARED.NET




quarta-feira, 22 de julho de 2009

Cómo EE.UU. financia las desestabilizaciones en América Latina vía Colombia y Panamá

ALAI AMLATINA, 21/07/2009.- Investigadores de las instituciones universitarias estadounidenses han detectado en el marco del proceso que culminó con el derrocamiento del gobierno constitucional de Honduras, la participación de empresas y fundaciones vinculadas a bancos que se han involucrado en actividades desestabilizadoras en Venezuela, como el manejo de transferencias de dinero usando la vía de Panamá y de Colombia.

Los recursos para adelantar esa actividad salen a través de canales del sistema financiero y también mediante el envío en físico de fuertes sumas de dinero en moneda estadounidense. Los recursos se envían por intermedio de la fundación de un banco actualmente con graves problemas, y luego son distribuidos entre los beneficiarios “luchadores pro la libertad y la democracia”.

Las nuevas formas de financiamiento a la desestabilización del continente tienen como objetivo burlar los controles instalados no solo por el gobierno venezolano, sino también por los de Bolivia, Ecuador y Brasil. Hoy,
se tiene absoluta certeza de que la National Endowment for Democracy (NED) está utilizando suelo panameño y colombiano.

Vejam o texto completo em KAOSENLARED.NET

terça-feira, 23 de junho de 2009

Afeganistão: A guerra de Obama

Enquanto Barack Obama fez campanha à presidência dos EUA sobre uma base contra a guerra no Iraque, sua administração vem realizando uma grande escalada de operações militares no Afeganistão.

Acompanhe a Guerra de Obama no Democracy Now!.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Guantánamo tem a primeira audiência no governo Obama

Militares americanos realizaram nesta segunda-feira a primeira audiência da era Barack Obama, na prisão da base de Guantánamo (Cuba), no caso de um canadense acusado de matar um soldado americano.

A sessão provavelmente servirá para destacar os desafios de Obama para mudar o sistema de comissões militares e fechar, como prometeu fazer, a prisão de Guantánamo, onde há 240 prisioneiros da chamada "guerra ao terrorismo".

O juiz Patrick Parish, coronel do exército, decidiu examinar publicamente os argumentos das duas partes no caso do prisioneiro Omar Khadr, nascido em Toronto e detido pelo exército americano no Afeganistão quando tinha 15 anos de idade.

Segundo o exército, Khadr matou um soldado americano.

Notícia continua no UOL Notícias.