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quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Os problemas do bolsa-família americano


A direita brasileira adora falar mal do Bolsa-Família.
Tenta fazer crer que é uma invenção do populismo e do assistencialismo tipicamente latino-americanos. Sempre vem com aquela conversa mole:
– Só no Brasil mesmo!
Viaja, mas não aprende.
Todo país com alguma seriedade e certo grau de riqueza tem Bolsa-Família.
A Europa desenvolvida tem diversas modalidades de ajuda social.
Nem a liberal Inglaterra escapa.
Os Estados Unidos, apesar da oposição ferrenha do direitismo republicano, seguem a mesma balada. Distribuem bolsa-família, enfrentam os efeitos perversos produzidos por esse mecanismo, convivem com a crítica fácil ao assistencialismo, não sabem como inserir os beneficiados no mundo do trabalho – pois falta emprego – e tocam em frente do jeito que dá.
Podiam aprender com o Brasil cujo modelo é mais avançado.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Tema de debate no Brasil, benefícios sociais foram fundamentais para desenvolvimento da Suécia

Kenneth Nelson não esquece sua viagem ao Brasil em novembro do ano passado. Sociólogo sueco especialista em políticas de proteção social, ele foi convidado para um seminário em Belo Horizonte onde falou sobre o modelo nórdico de redução da pobreza e desigualdade. Saiu de lá espantado com a desconfiança de que as ideias que apresentou pudessem ser aplicadas à realidade brasileira.


Vejam mais detalhes em PATRIA LATINA

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Brasil vem dando exemplo ao mundo, diz James Galbraith

“A desigualdade social no Brasil está sendo reduzida nos últimos anos porque o país gasta menos dinheiro para ajudar o setor financeiro e mais dinheiro para ajudar o próprio Brasil”, disse o economista norte-americano James Galbraith no seminário internacional sobre governança global promovido pelo Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES). Para Galbraith, Brasil atravessa um período de “estado de bem-estar democrático” que revela aos países mais desenvolvidos um caminho diferente daquele proposto pelos dogmas neoliberais.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Para FGV, gastos sociais explicam aumento das despesas

Segundo a Carta do Ibre, o aumento dos gastos do governo, de 1999 até 2009, se deve basicamente à ampliação das despesas para a área social, assim como para educação e saúde.

De acordo com texto, “a análise da evolução da despesa desde 1999 mostra que o grosso do crescimento deveu-se ao mandato político democraticamente conferido pela população aos governantes, ao longo de dois governos situados no eixo do centro à centro-esquerda, para que expandissem e fortalecessem o estado de bem-estar social brasileiro”.

E prossegue: “Alguns dos itens que explicam esse crescimento são quase que unanimidades, como os gastos sociais, que mais do que duplicaram, saindo de 0,6% para 1,3% do PIB; ou o custeio de educação e saúde, que dobraram, de 0,7% para 1,4% do PIB. Outros podem ser mais polêmicos, como o salto das despesas do INSS de 5,5% para 7,2% do PIB, mas sem dúvida nenhuma correspondem ao anseio popular por transferências e garantias de rendas bancadas pelo Estado”.

Texto completo no blog de Guilherme Barros, no IG.

Ainda sobre este assunto:

- "Não há gastança desenfreada e descontrolada do Estado", diz a FGV;

- FGV diz que excesso de gastos públicos e baixo investimento são mitos que devem ser revistos.



domingo, 31 de maio de 2009

Adiós, clase media, adiós

La recesión golpea con dureza al principal sustento del Estado de bienestar  

Ridiculizada por poetas y libertinos; idolatrada por moralistas; destinataria de los discursos de políticos, papas, popes y cuantos se suben alguna vez a un púlpito en busca de votantes o de adeptos; adulada por anunciantes; recelosa de heterodoxias y huidiza de revoluciones; pilar de familias y comunidades; principal sustento de las Haciendas públicas y garante del Estado de bienestar. La clase media es el verdadero rostro de la sociedad occidental. En un mundo globalizado, en el que hasta en el más mísero país siempre se puede encontrar a alguien con suficientes medios para darse un paseo espacial, sólo la preeminencia de la clase media distingue los Estados llamados desarrollados del resto. Los países dejan de ser pobres no por el puesto que ocupan sus millonarios en el ranking de los más ricos -de ser así, México o la India estarían a la cabeza del mundo dada la fortuna de sus potentados-, sino por la extensión de su clase media.  
 
Vejam mais no EL PAIS.COM

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Noruega prospera e oferece lição de economia

Com uma espécie de resistência profundamente entalhada no caráter nacional, da mesma forma que os fiordes esculpem a paisagem acidentada do país, a Noruega prosperou ao trilhar seu próprio caminho. Enquanto outros ostentavam, o país economizava. Enquanto outros limitavam o papel do governo, a Noruega fortalecia seu Estado de bem-estar social com benefícios desde o berço até o túmulo.

Texto sobre a Noruega, do The New York Times, no UOL Notícias.