segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
Lula defende engajamento de trabalhadores
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
IV CONGRESSO OPERÁRIO BRASILEIRO: COB 105 ANOS DE SINDICALISMO REVOLUCIONÁRIO
A COB Confederação Operária Brasileira, em seus 105 anos de história nostraz como legado a maximização do caráter altamente desenvolvido do
sentido de livre organização dos trabalhadores claramente manifesta desde
a realização entre 15 a 22 de abril de 1906 no Rio de Janeiro do Primeiro
Congresso Operário Brasileiro onde nasce a COB, já no ano de 1913, a
despeito de uma tentativa no ano anterior de desviar os rumos do Anarco-
Sindicalismo no Brasil acontece de 8 a 13 de setembro o Segundo
Congresso Operário Brasileiro no Rio de Janeiro. Em 1920 ocorre de 23 a 30
de abril no Rio de Janeiro o Terceiro Congresso Operário Brasileiro.
Passados 91 anos sofrendo e suportando todas as formas de intervenção e
ataques de seus inimigos, desde a prisão, expulsão e assassinato de seus
membros em todo território nacional, até condenar a abstração e miséria
moral e material os trabalhadores, produtores de toda a riqueza social, a
COB comunica a todas as Seções da AIT a realização do Quarto
Congresso Operário Brasileiro em Porto Alegre atual sede do Secretariado
da COB/AIT no Brasil.
Vejam mais A-INFOS
terça-feira, 13 de julho de 2010
Greve geral no Panamá
Após um ano de governo, o presidente autoritário, Ricardo Martinelli, enfrenta esta terça-feira uma greve geral de 24h (renováveis), em todo o país, convocada pelos principais sindicatos que exigem a revogação da Lei 30, que inclui, entre outras, medidas anti-sindicais.À greve nacional juntaram-se trabalhadores da construção civil, educadores e professores das escolas públicas, funcionários dos supermercados e os trabalhadores do comércio, da indústria de lacticínios, dos têxteis, do metal e do papel, entre muitos outros sectores da economia. Os trabalhadores e os estudantes da Universidade do Panamá também se juntaram esta greve nacional.
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sábado, 31 de outubro de 2009
A direita e o ódio mórbido ao sindicalismo
A revista Veja desta semana voltou à carga contra o sindicalismo brasileiro. Depois de atacar a UNE, rotulando seus dirigentes de “juventude hitlerista”, e de satanizar os “bandidos” do MST, ela destila ódio contra as centrais sindicais. Em cinco páginas, ela desqualifica o sindicalismo e o governo Lula, relembrando o bordão fascista da “república sindical”, que ajudou a criar o clima para o golpe militar de 1964. A “reporcagem” evidencia que já passou da hora do sindicalismo deflagrar uma massiva campanha nacional de boicote às assinaturas desta publicação repugnante.
O texto é só adjetivação. A partir de alguns casos isolados, ela generaliza a crítica aos sindicatos, negando a necessidade da ação coletiva dos trabalhadores. Já na abertura, ele acusa: “De olho no dinheiro do imposto sindical, as centrais de trabalhadores contratam capangas armados a R$ 180 por cabeça para invadir territórios rivais e roubar filiados umas das outras. Poucos negócios no Brasil são tão lucrativos quanto montar um sindicato. Na república sindical instalada no país pelo governo petista, conseguir representar uma categoria de trabalhadores virou excelente negócio”.
A luta pelo horário sindical gratuito
Na pauta unitária definida pelas seis centrais sindicais legalizadas do país (CUT, FS, CTB, UGT, NCST e CGTB), que será apresentada na 1ª Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), uma novidade começa a incomodar os barões da mídia: a do horário sindical gratuito. A coluna Painel da Folha já registrou esta demanda, que se soma a outras nove reivindicações – veja artigo abaixo. O jornal da famíglia Frias, que faz um silêncio sepulcral sobre a intensa preparação da Confecom, mas que já publicou um editorial contra esta iniciativa democrática do governo Lula, parece que não gostou muito desta justa proposta do sindicalismo brasileiro.
Apesar do inevitável terrorismo da ditadura midiática, as centrais estão dispostas a peitar a briga pelo horário sindical gratuito. A idéia foi aprovada por consenso na reunião da semana passada e, inclusive, já começa a ganhar corpo. O deputado federal Vicente de Paula, ex-presidente da CUT, já apresentou projeto de lei com este nobre objetivo. Na sua justificativa, ele alega que “a liberdade de expressão só é plena se houver garantia de acesso igualitário aos meios de comunicação”. Por isso, ele defende o chamado direito de antena. “Trata-se de assegurar espaço na mídia convencional, sobretudo no rádio e na TV, aos legítimos representantes dos interesses da sociedade”.
Vejam os dois textos completos no blog do ALTAMIRO BORGES
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Nivaldo Santana: Tempos bicudos para o sindicalismo
Para Nivaldo, “a crise impõe pesadas derrotas aos assalariados, mas abre uma janela de oportunidades: nessa situação, os campos ficam mais claros, os interesses antagônicos das classes sociais mais nítidos e a luta pelo socialismo ganha um reforço no plano das ideias”. Confira abaixo a íntegra do artigo.
Vejam o texto completo no Vermelho
sábado, 30 de maio de 2009
Economistas dos EUA defendem resindicalização de trabalhadores
Um grupo de 40 importantes economistas dos Estados Unidos - incluindo, entre outros, Joseph Stiglitz, Jeffrey Sachs e James Galbraith - assinou uma declaração defendendo a importância de os trabalhadores voltarem a fazer parte de sindicatos para enfrentar a crise econômica. Só 7,5% dos trabalhadores do setor privado dos EUA estão neste momento representados por uma organização sindical. E, em todo ano de 2007, menos de 60 mil trabalhadores conseguiram ocupar uma posição sindical mediante eleições sancionadas pelo governo.
SinPermiso
Ainda que seu colapso tenha dominado a cobertura recente dos notícias nos meios de comunicação, o setor financeiro não é o único segmento da economia estadunidense que atravessa graves dificuldades. As instituições que governam o mercado de trabalho também fracassaram, gerando a insólita e insana situação atual, em que a remuneração dos trabalhadores norte-americanos estancou, apesar do aumento de sua produtividade.
Vejam mais em Carta Maior
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Entidades sindicais colocam campanha anti-Yeda nas ruas
Por volta das 17h de ontem, representantes de dez entidades sindicais do Estado apresentaram, enfim, o rosto que ilustra a campanha polêmica, veiculada em outdoors, que atraiu a atenção dos gaúchos: o da governadora do Estado, Yeda Crusius. A divulgação ocorreu no Centro de Eventos do Parque Harmonia, na Capital, e reuniu centenas de servidores estaduais, de diversas categorias. Quando a presidente do Cpers/Sindicato, Rejane de Oliveira, e o presidente do Sindicaixa, Érico Corrêa, apresentaram o banner com a face da governadora, a multidão passou a gritar: 'Fora, Yeda!'. A campanha liga a imagem de Yeda a seis fatores que, na opinião das entidades, justificariam sua saída do governo: autoritarismo, mentira, corrupção, arrocho, violência e destruição do Estado.
Logo depois, cerca de 500 manifestantes realizaram uma caminhada até a Esquina Democrática. Acompanhados de um carro de som, que tocava um samba criado para a campanha. O grupo de servidores portava faixas e cartazes, além de máscaras com o rosto de Yeda, e chamou a atenção dos frequentadores do Centro.
'Essa é uma campanha de denúncia de um governo que tem mais de 70% de rejeição por conta do desrespeito com que vem tratando o povo gaúcho e os servidores públicos', afirmou Rejane de Oliveira. Ela acrescentou que a atual administração está 'destruindo' o Estado. 'Um governo que não garante educação, saúde e segurança de qualidade não pode seguir adiante. A administração Yeda nunca optou pelo diálogo e pela negociação. Nossa iniciativa demonstra a coragem dos servidores em buscar um Estado melhor para todos', disse.
'O maior desafio é salvar o patrimônio do Estado. O atual governo relegou o povo ao abandono', disse Érico Corrêa. Os outros dirigentes sindicais também enfatizaram que o encontro representava um momento único, de união entre as principais categorias dos servidores.
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
Ocupação de fábrica nos EUA termina com vitória
Manifestação dos trabalhadores da Republic Windows frente ao Bank of America. Foto de Jobs with Justice, FlickR Os trabalhadores da Republic Windows and Doors, que ocupavam a fábrica há seis dias numa luta inédita nos Estados Unidos desde os anos 30, decidiram na quarta-feira pôr fim ao movimento, depois de obterem garantias de que lhes serão integralmente pagas as indemnizações, as férias e os seguros de saúde. "Isto mostra que se pode lutar - e que é preciso lutar", disse Melvin Maclin, vice-presidente do sindicato local.
Depois de se ter recusado a renovar o crédito à empresa, o Bank of America retrocedeu e decidiu emprestar à Republic Windows and Doors 1,35 milhão de dólares, a que se juntaram 400 mil dólares do JPMorgann Chase, que é proprietário de 40% da empresa, para que sejam integralmente pagas aos trabalhadores todas as dívidas e indemnizações pendentes.
"Yes we did!" (sim, conseguimos!), gritaram os trabalhadores, em assembleia, ao decidirem terminar a ocupação, inspirando-se no lema de Barack Obama "Yes we can".
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terça-feira, 28 de outubro de 2008
Legalização da terceirização é o mais novo golpe contra os trabalhadores
Continua no Correio da Cidadania.
sexta-feira, 4 de julho de 2008
Globalização leva britânicos e americanos a criar 'supersindicato'
A fusão, a ser assinada em Las Vegas, nos Estados Unidos, nesta quarta-feira, tem o objetivo de sincronizar negociações salariais com companhias multinacionais.
Notícia completa na BBC Brasil. Sindicato multinacional? Esperar e ver para crer.
quinta-feira, 5 de julho de 2007
Colômbia é um dos países mais perigosos para sindicalistas
Leia no Vermelho
terça-feira, 3 de julho de 2007
Altamiro Borges: As práticas anti-sindicais da Sadia
Leia no Vermelho.