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domingo, 29 de setembro de 2013

Conheça o homem que pode ter salvado o mundo de uma guerra atômica

Há trinta anos, no dia 26 de setembro de 1983, o mundo escapou de um possível desastre nuclear.

Nas primeiras horas do dia, os sistemas de alerta balístico da União Soviética detectaram mísseis vindo em direção à região. Leituras de dados de computador sugeriam que havia sido lançado um ataque dos Estados Unidos. O protocolo soviético determinava que a atitude a ser tomada em casos como esse seria o lançamento imediato de um ataque nuclear de retaliação.

Mas Stanislav Petrov --cujo trabalho era monitorar lançamentos de mísseis em países inimigos-- decidiu não relatar o ataque a seus superiores, apostando na interpretação de que se tratava de um alerta falso.



O texto da BBC Brasil está disponível no UOL Notícias

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Coreia do Norte anuncia realização de terceiro teste nuclear

A Coreia do Norte disse que irá realizar um terceiro teste nuclear em resposta ao endurecimento de sanções por parte da ONU e testar também foguetes com capacidade para atingir o que chamou de seu ''inimigo'', os Estados Unidos.


Confira na BBC Brasil.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

ONU pede a Israel para abrir instalações nucleares e aderir ao TNP

A Assembleia-geral das Nações Unidas aprovou, por 174 votos a favor, seis contra e seis abstenções, uma resolução que apela a Israel para abrir seu programa nuclear a inspeções da AIEA (Agência Internacional de Energia Atômica) e a aderir “o mais rápido possível” ao TNP (Tratado de Não Proliferação Nuclear).

A resolução não obriga Israel a cumpri-la, mas reflete a opinião da comunidade internacional e tem peso político.

Israel se recusa a confirmar ou negar a posse de armas nucleares, embora haja consenso internacional de que o país as tenha. Por isso, recusa-se a assinar o TNP, ao lado de outros três países que produzem esses artefatos: Índia, Paquistão e Coreia do Norte. Israel justifica a não assinatura do tratado dizendo que seria necessário um tratado de paz geral no Oriente Médio antes de se estabelecer uma zona livre de armas nucleares.

Os EUA votaram contra a resolução, mas apoiaram dois parágrafos: o apoio à aderência universal do TNP e a convocação aos países que não aderiram ainda ao tratado para “fazê-lo o mais rápido possível”.


Leia mais no Opera Mundi.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

O primeiro milissegundo de uma explosão nuclear é a real face da morte atômica





A fascinante foto acima saiu de testes de explosão nuclear feitos em Nevada, nos EUA, em 1952. Ela é bem diferente de todas as explosões nucleares que você já viu porque é assim que ela é no primeiro milissegundo após a detonação. Parece uma caveira feita por Tim Burton.
É a face da morte um segundo antes de liberar toda sua destruição.

Confira no Gizmodo Brasil

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Programa secreto de armamento na instalação nuclear de Fukushima?

Yoichi Shimatsu
New America Media

Os confusos e inclusive contraditórios informes sobre a instalação nuclear de Fukushima I não podem ser unicamente consequencia dos desastres causados pelo tsunami, a torpeza ou a falta de informação. Os inexplicáveis atrasos e as incompreensíveis explicações da Tokio Electric Power Company (TEPCO) e do Ministerio da Economia, Comércio e Indústria (MECI) parecem ser fruto de algum fator que se tem tentado esguelhar.

A cortina de fumo sobre Fukushima 1 parece ocultar um firme propósito, uma vontade de ferro e uma tarefa sombria desconhecida para os de fora. A explicação mais lógica poderia ser quea indústria nuclear e as instancias governamentais estão lutando para evitar que se descubram umas instalações dedicadas à investigação de bombas atômicas escondidas dentro das instalações de energia nuclear civil do Japão.

Um programa secrecto de armas nucleares é como uma espécie de fantasma no maquinário, detectável tão somente quando o sistema de controle da informação falha ou se rompe. É necessário que dirijamos um olhar cuidadoso às disparidades entre o relato oficial e os inesperados sucessos.


Vejam o texto completo (em castelhano) em REBELION.ORG

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

WikiLeaks revela que EUA mantêm arsenal nuclear da Guerra Fria na Europa

Documentos diplomáticos americanos vazados pelo site WikiLeaks nesta semana revelaram que os Estados Unidos ainda mantêm um arsenal de armas nucleares táticas da época da Guerra Fria na Europa, além de sua localização detalhada. A Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) condenou o vazamento como "irresponsável e perigoso", mas não confirmou diretamente a existência das armas.

Segundo os telegramas diplomáticos, a maioria das bombas nucleares táticas dos EUA estão na Bélgica, Alemanha, Holanda e Turquia. Apesar da suspeita sempre ter existido, Otan e outros governos se recusavam a confirmar formalmente a existência das armas. A lista incluiria ainda a Itália e o Reino Unido, países não citados nos documentos do WikiLeaks.


Continue lendo na Folha.com

sábado, 4 de setembro de 2010

Qual é o mistério em uma fábrica de bombas nucleares da Califórnia?

Os vizinhos da área sequer conhecem o movimento secreto de armas nucleares que se leva a cabo nessa base e nem estão conscientes do grave perigo que os ameaça.
Antes de entrar no caso da fábrica, vejamos algumas questões que incidem neste assunto.

1-. O que permite e proibe o Tratado de Não Proliferação Nuclear

Em primeiro de julio de 1968, delegados de 189 paises assinaram, em Nova York, o Tratado de Não Proliferação Nuclear, conhecido por sua sigla em inglês, NPT - Nuclear Non-Proliferation Treaty - , ainda que este não tenha entrado em vigor até 5 de março de 1970. Dos assinantes, somente cinco paises possuiam bombas nucleares: União Soviética, Estados Unidos, França, Grã Bretanha e China.

A partir de então, outros paises as tem fabricado: Israel, India, Paquistão e Coréia do Norte.


Vejam mais detalhes em KAOSENLARED.NET


quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Os reatores nucleares de Israel

Israel foge de 'vistoria' da AIEA acusando programa nuclear do Irã

O diretor da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) da ONU chegou na última segunda-feira a Israel com a missão de discutir com o governo local uma resolução, tomada por países árabes, que coloca o reator nuclear de Dimona sob inspeção internacional.

Para escapar da pressão internacional, o governo israelense evitou ao máximo a incômoda visita, além de pressionar para que a Agência apontasse o Irã como "ameaça" à não proliferação de armas nucleares no Oriente Médio.

O Estado judeu está na mira da organização chefiada por Yukiya Amano por causa do seu arsenal atômico. A resolução deverá ser debatida novamente no mês que vem na assembleia da AIEA em Viena.

Nestes três dias de visita os israelenses não fizeram menções à capacidade nuclear do país, procurando evadir-se da questão acusando o Irã.


Texto originalmente do Vermelho, mas vindo do blog do Luís Nassif.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Os 65 anos de Nagasaki

Nagasaki lembrou nesta segunda-feira (horário local) o 65º aniversário do bombardeio atômico da cidade por parte dos Estados Unidos com representantes do Reino Unido e França, que participam pela primeira vez da homenagem às vítimas.

Representantes de 32 países estiveram presentes na cerimônia, que aconteceu três dias depois do aniversário do bombardeio nuclear de Hiroshima do qual participou pela primeira vez um enviado oficial dos EUA e no qual esteve presente o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon.

Às 11h02 (23h02 de Brasília deste domingo), o horário no qual a bomba, conhecida como "Fat Man", foi detonada, há 65 anos, foi realizado um momento de silêncio em memória das cerca de 74 mil pessoas que se estima terem sido mortas pela explosão até o final de 1945.


Texto completo no blog do Luís Nassif.

sábado, 7 de agosto de 2010

O 65o. aniversário do bombardeio nuclear de Hiroshima

HIROSHIMA- A cidade de Hiroshima iniciou uma cerimônia nesta quinta-feira, 5, (sexta de manhã, pelo horário local) em memória do aniversário de 65 anos dos ataques nucleares de Hiroshima e Nagasaki.

países estão representados na homenagem, que começou com uma simulação de entrega de água aos feridos. O destaque, no entanto, é a participação dos Estados Unidos, que pela primeira vez enviaram um embaixador para a cidade japonesa. Também é a primeira vez que o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, comparece à homenagem.

Continua no blog do Luís Nassif.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Ban pede fim das armas nucleares em visita a Nagasaki

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, defendeu hoje um mundo livre de armas nucleares durante sua primeira visita a Nagasaki (Japão), poucos dias do aniversário de 65 anos do lançamento da bomba atômica pelos Estados Unidos que desencadeou o fim da Segunda Guerra Mundial.

"A única maneira de garantir que as armas nucleares não serão usadas é eliminando-as totalmente", indicou Ban em pronunciamento, segundo a agência "Kyodo".


Notícia da EFE, disponível no UOL.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Faluja: anatomia de uma atrocidade

David Rothscum
DavidRothscum.blogspot.com

Hoje, 6 de julho de 2010, é o dia em que Chris Busby, Malak Hamdan e Entesar Ariabi publicou seu estudo epidemiológico sobre os problemas sanitários que estão padecendo os habitantes de Faluja. O estudo completo pode ser descarregado grátis em http://www.mdpi.com/1660-4601/7/7/2828/. Pode ser que você nunca tenha ouvido falar dessas pessoas, mas estou seguro de que seus nomes entrarão para os livros de história. A razão deles é que reunirão provas científicas do genocídio que está sofrendo o povo de Faluja em mãos dos imperialistas que invadiram o Iraque. Por desgraça, ainda não se conseguiu muita atenção pelos seus descobrimentos e por isso me sito obrigado a ajuda-los.


Vejam o texto completo em REBELION.ORG

sábado, 17 de abril de 2010

Chomsky: o que está em jogo na questão do Irã

Em entrevista à publicação alemã Freitag, Noam Chomsky fala da pressão dos EUA e de Israel sobre o Irã e seu significado geopolítico. "O Irã é percebido como uma ameaça porque não obedeceu às ordens dos Estados Unidos. Militarmente essa ameaça é irrelevante. Esse país não se comportou agressivamente fora de suas fronteiras durante séculos. Israel invadiu o Líbano, com o beneplácito e a ajuda dos EUA, até cinco vezes em trinta anos. O Irã não fez nada parecido", afirma.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Despropósitos imperialistas, ou advertencias inter-imperialistas?

O Governo dos Estados Unidos(EEUU) dizem que não farão um ataque nuclear contra paises que não possuam armas atomicas e tenham ratificado o Tratado de não Proliferação Nuclear, mas não descarta agredi-los de maneira convencional. Que piedosos são os senhores da Casa Branca! Semelhante gesto vai provocar aqueles que não tem bomba a correrem para fabrica-la.

O Secretário de Defesa, Robert Gates acrescentou também que "todas as opções estão sobre a mesa frente ao Irã e a Coréia do Norte". Somente frente a esses dois Estados?

A mim me parece que os EEUU estão dando um toque a todo o mundo, incluindo algum "aliado" como Alemanha, se por acaso Berlim pretender ficar sob o guarda-chuvas nuclear da Rússia, país com o qual mantem laços estreitos. Essa é a causa pela qual os EEUU não abandonam a instalação do escudo antimíssil na Europa.


Vejam mais no texto original em LA HAINE.ORG

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Cinco paises da OTAN pedirão a eliminação do arsenal nuclear na Europa

Cinco paises da OTAN, Alemanha, os três do Benelux e Noruega, vão pedir a retirada das bombas nucleares que ficaram na Europa como restos da Guerra Fria, uns duzentos artefatos para ser lançados de aviões da Aliança ou dos Estados Unidos. O primeiro ministro belga anunciou hoje a iniciativa com intenção de que seja registrada na elaboração do novo conceito estratégico que a OTAN deve adotar ao final do ano.


Vejam mais em EL PAIS.COM

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Israel prende delator de programa nuclear por falar com estrangeiros

O dissidente israelense Mordechai Vanunu foi preso, nesta terça-feira, acusado de falar com "vários estrangeiros", o que constituiria uma violação das condições sob as quais foi liberado da prisão em 2004, de acordo com a polícia de Israel.

Continua na Folha Online.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Rússia anuncia bem sucedido teste de míssil intercontinental

A Rússia anunciou nesta quinta-feira o lançamento bem-sucedido de um míssil terrestre intercontinental RS-20B, após uma série de testes fracassados do novo míssil Bulava, que planeja instalar em seus submarinos nucleares de última geração.

O foguete foi lançado de uma unidade situada na região de Orenburgo, na parte europeia do país, às 09h30 (04h30 no horário de Brasília), segundo disse à agência oficial Itar-Tass o porta-voz das Forças Estratégicas da Rússia, coronel Vadim Koval.

Continua no Folha Online.

Confira também: "Rússia traalhará em novos mísseis nucleares, diz Medvedev", em despacho da Reuters no, UOL.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Século explosivo: mapa mostra todas as detonações nucleares desde 1945

Todo mundo tem uma noção de como foi o século passado em termos de explosões nucleares. Houve Hiroshima e Nagasaki. Alguns testes nucleares em desertos e em oceanos. Mas você sabia que houve mais de 2.000?

Confira o texto completo no Gizmodo Brasil. Aproveite para conferir também o mapa-múndi com os sítios das explosões atômicas.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

As horríveis e emocionantes faces da era nuclear

Às vezes eu escrevo sobre armas high-tech. Há algo de fascinante nos terrores tecnológicos que os homens constróem para matar a si mesmos, então é fácil esquecer das reais consequências desta corrida de loucos. [IMAGENS FORTES A SEGUIR]

Alguns anos depois que os Estadus Unidos soltaram o terror sobre Hiroshima e Nagasaki, a União Soviética testou a sua primeira ogiva nuclear. Eles a chamaram, apropriadamente, de "Primeiro Raio" -- já que foi o primeiro de uma série de 456 testes atômicos que trouxeram o inferno à Terra sessenta anos depois. Para muitos de nós, isso remete a imagens tão terríveis quanto lindas:


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Confira no Gizmodo Brasil.

Mais imagens podem ser conferidas no Big Picture do The Boston Globe.