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sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Para chefe da CGU, ninguém deve se 'iludir' com julgamento do mensalão


O ministro-chefe da Controladoria-Geral da União (CGU), Jorge Hage, afirmou nesta sexta-feira (7) que o julgamento do processo do mensalão pelo Supremo Tribunal Federal (STF) não garante que irão ocorrer novas punições judiciais contra suspeitos de cometer atos de corrupção.
Hage participou nesta manhã da abertura de evento da CGU que marca o Dia Internacional de Combate à Corrupção, que será comemorado no próximo domingo (9).
“Não há que se iludir, ninguém, com o recente e badalado julgamento da ação penal 470 [mensalão]. Isso não garante nada, em termos de ter a punibilidade, pela via judicial, para melhorar nosso país . Não se alterou uma vírgula do regramento processual. Os milhares de processos que tramitam hoje em todas as instâncias da justiça brasileira continuam regidos pela mesma regra. O ritmo continuará o mesmo”, disse o ministro.

Confira no G1

domingo, 25 de dezembro de 2011

Deputados 'anônimos' conseguem jogar lei anticorruptor para 2012

Comissão especial da Câmara planejava votar em dezembro projeto que pune empresa que suborna agente público, mas tentativas de mudar texto forçam relator a negociar. Deputados do PMDB de Roraima e Rondônia tentam descaraterizar lei. Lobbies gostam de usar parlamentares de estados distantes, cujos eleitores são menos influenciados pela mídia do centro-sul.

BRASÍLIA – Ao contrário do que planejara uma comissão especial, a Câmara dos Deputados entrou em recesso nesta sexta-feira (23) sem votar projeto que muda a legislação para tentar efetivamente punir, e com mais rigor, empresas corruptoras. Os planos do relator, Carlos Zarattini (PT-SP), foram atropelados por uma enxurrada de tentativas de mudar a proposta, entre as quais se destacam as de dois deputados do PMDB, eleitos em estados longínquos, que lutam para aliviar para quem suborna.

Vejam o texto completo em CARTA MAIOR

terça-feira, 29 de novembro de 2011

EEUU: A corrupção inunda o Congresso

Nos EEUU alguns congressistas teriam se aproveitado das medidas de resgate financeiro para seu lucro pessoal, segundo um centro que vigia as relações entre políticos e interesses financeiros.

Sua investigação põe a descoberto vários parlamentares que inicialmente se apresentaram contra salvar os bancos e empresas importantes, mais tarde, de forma inesperada, mudaram de opinião e investiram nas empresas que iam receber ajuda financeira de bilhões de dólares dos fundos mantidos pelos contribuintes.

Vejam o texto original em PRAVDA LIBERATION-Paris 1871 ou uma tradução livre no blog NEBULOSA.DE.ÓRION

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Os crimes corporativos globais

O mundo está se afogando em fraude corporativa, e os problemas provavelmente são maiores nos países ricos – aqueles com suposta “boa governança”.
Os governos de países pobres provavelmente aceitam mais subornos e cometem mais crimes, mas são os países ricos que detêm as companhias globais que executam as maiores infrações. O dinheiro fala todas as línguas, e está corrompendo a política e mercados por todo o mundo.
Quase todo dia, há uma nova história sobre algum ato ilícito. Todas as empresas de Wall Street pagaram multas volumosas na década passada por contabilidade falsa, informação privilegiada, fraude de títulos, esquemas Ponzi, ou por simples desfalque de seus diretores. Um grande círculo de informação privilegiada está em julgamento em Nova York, envolvendo figuras influentes da indústria financeira. O que vem em seguida é uma série de multas pagas pelos maiores bancos de investimento dos Estados Unidos para retirar acusações de numerosas envolvendo títulos imobiliários.



Continue lendo no Blog do Luís Nassif.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Operação Solidária: pivôs e operadores

A presidente da CPI da Corrupção apresentou também nesta segunda-feira uma lista com alguns dos principais envolvidos nas fraudes investigadas no curso da Operação Solidária. São eles:

Eliseu Padilha – Deputado federal do PMDB, apontado como o n° 1 do esquema e como sócio oculto de uma das empresas acusadas de participação nas fraudes. Acusado de envolvimento no direcionamento de licitações.

Chico Fraga – Ex-secretário de governo de Canoas na gestão Marcos Ronchetti (PSDB), apontado como elo entre a Mac Engenharia e a Magna Engenharia. Acusado de corrupção, formação de quadrilha e enriquecimento ilícito.

Veja quem são os demais PIVÔS E OPERADORES no RS URGENTE.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Em dez anos, Brasil não avançou em combate à corrupção, diz Bird

Em dez anos de medição, os indicadores brasileiros de combate à corrupção não tiveram "mudança significativa", de acordo com um relatório divulgado nesta segunda-feira pelo Banco Mundial.

Embora tenha havido uma leve melhora nas estatísticas entre 2007 e 2008, a pequena variação dentro da margem de erro significou que este avanço foi "estatisticamente insignificante", de acordo com o critério do banco.

Mais no UOL Notícias.

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Justiça condena Daniel Dantas a 10 anos de prisao e multa de 12 milhoes

A Justiça de Sao Paulo condenou hoje o banqueiro Daniel Dantas a 10 anos de prisao por corrupçao ativa. Foi ainda multado em R$ 12 milhoes. O juiz Fausto de Sanctis, no entanto, nao decretou a prisao imediata de Dantas em sua sentença. Dantas é acusado de tentar subornar um agente policial com US$ 1 milhao para se livrar das investigaçoes da Operaçao Satiagraha. A defesa do banqueiro nega as acusaçoes.

LEIA MAIS AQUI.

MPF analisa pedir pena maior para Daniel Dantas

O Ministério Público Federal afirmou em nota que analisa se recorrerá da decisão do juiz federal Fausto de Sanctis que condenou o banqueiro Daniel Dantas a 10 anos de reclusão por corrupção ativa e a pagar uma multa de R$ 1,4 milhão. Segundo o órgão, o procurador Rodrigo de Grandis discorda da decisão e pode apresentar o pedido para o aumento da pena.

LEIA MAIS AQUI.

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

OCDE critica Grã-Bretanha por falta de ação anti-suborno

A Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) criticou a Grã-Bretanha pela falta de ação no combate a subornos em um relatório divulgado nesta sexta-feira em Paris.

O documento foi elaborado pelo grupo de trabalho que estuda o arquivamento, por parte do governo britânico, de uma investigação sobre o pagamento de subornos pela companhia de defesa britânica BAE Systems na Arábia Saudita.

O grupo afirma estar "decepcionado e seriamente preocupado" com o fracasso contínuo do país em aprimorar a legislação anti-suborno e alinhar suas leis de acordo com as obrigações internacionais estabelecidas pela OCDE.

Mais na BBC Brasil.