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sexta-feira, 12 de junho de 2015

Bombardeio atinge capital do Iêmen e deixa cinco mortos

Um bombardeio aéreo da coalizão árabe liderada pela Arábia Saudita atingiu nesta sexta-feira a cidade antiga de Sanaa, matando cinco pessoas e destruindo três casas na parte histórica, classificada pela Unesco como patrimônio mundial. O ataque, lançado antes do amanhecer, é o primeiro bombardeio direto neste bairro desde o início, em 26 de março, da campanha aérea da coalizão contra os rebeldes xiitas huthis e seus aliados, segundo habitantes da região.

Um míssil caiu sem explodir no bairro de Qasimi, localizado em uma área que compreende milhares de casas de vários séculos de idade, de acordo com testemunhas. O projétil demoliu várias casas e matou cinco pessoas, incluindo uma criança, indicaram fontes médicas e testemunhas.


Confira no Correio do Povo.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Ulemá saudita emite lei que proíbe mulheres de irem sozinhas ao médico

O membro da Organização de Grandes Ulemás da Arábia Saudita - uma instituição oficial -, Qais al Mubarak, proibiu que as mulheres sejam atendidas por médicos homens, a não ser que estajam acompanhadas por um homem da família.

O jornal saudita Al-Hayat publicou nesta quinta-feira que a "fatwa" (lei islâmica) emitida por Mubarak torna "ilícito que uma mulher mostre seu corpo perante um médico, e o assunto é mais grave no caso da exposição de partes íntimas".

O xeque advertiu que a proibição inclui os partos e a intervenções cirúrgicas na região pélvica porque "cobrir as partes íntimas do corpo é um dever religioso".


Confira a notícia da EFE no UOL

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Arábia Saudita se nega a entrar para o Conselho de Segurança da ONU

A Arábia Saudita disse nesta sexta-feira (18) que não vai aceitar um assento rotativo no Conselho de Segurança da ONU, citando "padrões duplos" que prejudicam a capacidade do órgão de encerrar conflitos.
Essa é a segunda vez este mês que a Arábia Saudita expressa publicamente descontentamento com o que considera uma falha do Conselho de Segurança em tomar medidas para encerrar a guerra civil na Síria, que já deixou mais de 100 mil mortos.

terça-feira, 5 de março de 2013

Ativistas pedem que seja suspensa crucificação de jovem na Arábia Saudita


Los activistas de derechos humanos saudíes se han movilizado para intentar salvar a siete jóvenes que, si una intervención de última hora no lo remedia, van a ser ejecutados este martes por un delito que presuntamente cometieron cuando eran menores de edad. Su condena es aún más problemática porque el proceso ha estado plagado de irregularidades y los jóvenes aseguran que fueron torturados para confesar. El supuesto cabecilla del grupo, Sarhan al Mashayekh, será además crucificado, uno de los crueles castigos físicos que aún contempla el sistema penal saudí.
“Vivimos en una sociedad medieval, aunque estemos en los albores del tercer milenio”, lamenta Mohammad al Qahtani, el director de la Asociación por los Derechos Civiles y Políticos en Arabia Saudí (ACPRA), en conversación telefónica. Este activista explica que la crucifixión “se reserva para los crímenes más odiosos y que crean alarma social”. No dispone de cifras. “Es infrecuente, pero se dicta, aunque a veces el Gobierno, consciente de la degradación del sistema judicial, conmuta ese tipo de condenas”, añade.

Confira no El País.
Ou a tradução providenciada pelo Google Tradutor.

EUA têm base de drones na Arábia Saudita desde 2011


Era um segredo guardado pelos media norte-americanos há quase dois anos, mas o prazo de validade expirou esta semana, com a revelação de um documento confidencial do Departamento de Justiça que justifica o assassínio de cidadãos dos EUA suspeitos de serem "líderes operacionais da Al-Qaeda".
Na sequência da divulgação deste memorando de 16 páginas, pela NBC, o jornal The New York Times decidiu tornar público que os EUA mantêm uma base para o lançamento de ataques com drones (aviões não tripulados) na Arábia Saudita desde 2011.
Num artigo sobre a audição no Senado, esta quinta-feira, do principal conselheiro da Casa Branca para o contraterrorismo, John Brennan – indigitado pelo Presidente Obama para o cargo de director da CIA –, o New York Times revelou que "a CIA começou a construir em segredo uma base dedrones na Arábia Saudita para lançar ataques no Iémen". O primeiro ataque, segundo o jornal, aconteceu a 30 de Setembro de 2011 e teve como alvo Anwar al-Awlaki, um norte-americano nascido no Novo México, formado nas universidades do Colorado e de George Washington, e tido pelos serviços secretos dos EUA como um importante membro da organização terrorista Al-Qaeda. O seu filho de 16 anos de idade e outros dois norte-americanos foram também mortos em ataques distintos, mas as autoridades dos EUA classificam-nos como "baixas resultantes de ataques contra operacionais da Al-Qaeda".
Washington Post confirmou também a existência de uma base de dronesna Arábia Saudita, mas esclareceu que se "absteve de revelar a localização a pedido da Administração", que era conhecida por vários media: "O Postficou a saber na terça-feira à noite que uma outra empresa de notícias estava a planear revelar a localização da base, pondo fim a um acordo informal entre várias empresas de notícias, que tinham conhecimento da localização há mais de um ano."
A revelação de que os EUA têm uma base de drones na Arábia Saudita é particularmente preocupante para a Adminstração Obama. 

Confira no Público.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Federação de Sindicatos da Síria denuncia atentado de terroristas pagos pelos EUA



Imagem com milhares na capital síria
 em manifestação a favor do presidente Al Assad  

O companheiro Adnan Azzouz, presidente da Federação Geral dos Sindicatos da República Árabe Síria, enviou para a CGTB a Declaração do Birô Executivo dessa entidade irmã, denunciando “a agressão das gangues armadas pelos países colonialistas”; os atos terroristas cometidos contra o povo sírio, em particular trabalhadores e estudantes, e destacando as duas bombas que causaram a morte de 55 pessoas e centenas de feridos em Damasco no dia 10 de maio.   

Vejam mais em PATRIA LATINA

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Irã convoca protesto contra união da Arábia Saudita com o Bahrein

As autoridades iranianas convocaram manifestações na próxima sexta-feira em todo o país contra o projeto previsto de união entre Arábia Saudita e Bahrein, chamando os regimes dos dois países de "lacaios" dos Estados Unidos.




A notícia da France Presse está disponível na Folha.com

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Australiano é condenado a 500 chibatadas na Arábia Saudita

Um australiano de 45 anos foi condenado a receber 500 chibatadas e a um ano de prisão pela justiça da Arábia Saudita por blasfêmia, informou o governo de Canberra. Mansor Almaribe foi detido na cidade de Medina em 14 de novembro, quando participava da peregrinação anual muçulmana, o "hajj". A polícia o acusa de ter insultado companheiros do profeta Maomé, segundo a imprensa australiana.

Segundo o ministério das Relações Exteriores australiano, Almaribe foi condenado nessa terça-feira. "O embaixador da Austrália está em contato com as autoridades sauditas depois que um australiano de 45 anos foi condenado por um tribunal da Arábia Saudita a um ano de prisão e 500 chicotadas", afirmou um porta-voz.





Mais no Correio do Povo

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Mulher será processada na Arábia Saudita por dirigir um carro

No mesmo dia em que o Rei Abdullah anunciou a permissão para que mulheres votem e sejam votadas na Arábia Saudita, as autoridades do país denunciaram uma mulher à Justiça por violar uma proibição que impede pessoas do sexo feminino de dirigir. De acordo com o advogado de Najalaa Harrir, sua cliente participa do grupo "Meu direito, minha dignidade", que luta pelo fim da discriminação contra mulheres no país e já dirigiu algumas vezes pela cidade Jeddah.


Waleed Aboul Khair afirmou neste domingo (25/09) que Harrir foi chamada para depor no mesmo dia e enfrentará o processo em liberdade. Ao contrário do que é frequentemente noticiado, não há nenhuma lei que explicite a proibição para mulheres dirigirem na Arábia Saudita. Mas o reino se recusa a emitir carteiras de motorista para mulheres, temendo que a ampliação dos direitos civis leve a "problemas sociais". A Arábia Saudita é o único país do mundo onde as mulheres são proibidas de dirigir. 




Continue lendo no Opera Mundi

terça-feira, 15 de março de 2011

Bahrein é ocupado por forças sauditas

Numa manobra vista pela oposição bareinita como uma invasão que pode levar a uma "guerra não declarada", mais de mil soldados da Arábia Saudita e 500 policiais dos Emirados Árabes Unidos entraram ontem no território do Bahrein.

Com mais de 150 veículos blindados, a ação ocorreu a pedido da família real do Bahrein, de origem sunita, como reforço à repressão dos protestos da maioria xiita por democracia e pela saída do rei Hamad bin Isa al Khalifa.

Na praça Pérola, no centro da capital Manama, milhares gritavam "não à ocupação", enquanto as tropas cruzavam a ponte que liga a Arábia Saudita ao Bahrein.


Confira o texto completo, das agências de notícias com a Folha de São Paulo, disponível em Colagens do Umbigo e da Mosca Azul

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Arábia Saudita: governo vai exigir autorização para blogs e fóruns

Já imaginou ter de pedir permissão ao governo para fazer um blog? É mais ou menos isso que o governo da Arábia Saudita está anunciando, de acordo com o periódico árabe "The Media Note". Segundo o veículo, um porta-voz do Ministro da Cultura e Informação da Arábia Saudita anunciou que mídias online e qualquer conteúdo publicado na web, incluindo blogs e fóruns, precisarão ser registrados no governo.

A medida, de acordo com o porta-voz, pretende reduzir calúnia e difamação presentes na internet e não se trata de censura à liberdade de expressão.


Continua no Olhar Digital.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

A última guerra árabe: Arábia Saudita bombardeia rebeldes xiitas no Iêmen

Segundo Riad, a aviação saudita só operou dentro de seu território, mas os rebeldes denunciam que também foram bombardeados no Iêmen e que capturaram soldados sauditas em seu território. O governo do Iêmen não permite o acesso à região dos combates, de onde se diz que 150 mil civis tiveram de fugir.

A notícia está no El País, reproduzido no UOL.


quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Saudita é condenado a mil chicotadas e prisão por falar de sexo na TV

Um cidadão saudita que em julho narrou em um canal de televisão internacional árabe suas aventuras sexuais, na ultraconservadora Arábia Saudita, foi condenado a mil chicotadas e a cinco anos de prisão, segundo o jornal "Al-Riadh".

O diário informa hoje que um tribunal de Jidá, no Mar Vermelho, cidade natal do acusado, identificado como Mazan Abdel Jawad, o declarou culpado de "estender o vício" através de um meio de comunicação.

O texto da EFE, continua no UOL Notícias.

domingo, 17 de maio de 2009

Lula amplia acordos estratégicos com Arábia Saudita

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou na noite deste sábado em Riad novos acordos com o rei da Arábia Saudita, Abdullah Bin Abdulaziz Al Saud, que abrangem "todos os setores econômicos como o petrolífero, industrial, de investimentos e turismo".

Os acordos foram assinados a portas fechadas no Palácio Real, residência do rei, e abrem a possibilidade de amplos investimentos mútuos nos próximos anos.  

  

Vejam mais na BBC Brasil


quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Médico é chicoteado por viciar princesa em morfina

A condenação de um médico egípcio acusado de viciar uma princesa em morfina na Arábia Saudita tem sido alvo de críticas no Egito.

Manifestantes se reuniram na terça-feira no prédio do sindicato dos médicos do Cairo para protestar contra a sentença de 15 anos de prisão e 1,5 mil chicotadas imposta ao médico Raouf Amin, de 53 anos de idade.

Amin trabalhava como médico-chefe de um hospital na cidade saudita de Jedá, em 2001, quando foi convidado a atender a esposa de um príncipe do país, que havia sofrido uma queda de cavalo e machucado a coluna.

O texto continua no Terra.


quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Arábia Saudita julgará 991 acusados de ligação com Al-Qaeda

A Arábia Saudita anunciou nesta terça-feira que vai julgar 991 suspeitos de ligação com a rede extremista Al-Qaeda, segundo fontes do Ministério do Interior.

O príncipe Nayef bin Abdul Aziz disse que as autoridades começaram a "levar os suspeitos ao Judiciário", mas não informou detalhes sobre as acusações, datas dos julgamentos ou a identidade dos suspeitos.

Mais na BBC Brasil.


quarta-feira, 5 de março de 2008

Arábia Saudita condena à morte mulher acusada de bruxaria

A organização de defesa dos direitos humanos Human Rights Watch (HRW) pediu ao rei saudita Abdullah que suspenda a execução de Fawza Falih, uma mulher analfabeta condenada à morte por bruxaria.

A organização afirma que os juízes que a julgaram não lhe deram a possibilidade de provar sua inocência contra acusações absurdas. A HRW afirma que ela foi golpeada e obrigada a firma com seus digitais uma confissão que não pode ler e da qual se retratou.

Fawza foi presa em maio de 2005 e condenada à morte em abril de 2006, por "suposto crime de bruxaria, recurso ao demônio e sacrifício" de animais, segundo informou a Human Rights Watch. Em 2 de novembro de 2007 um farmacêutico egípcio, Mustafa Ibrahim, que trabalhava na Arábia Saudita, foi decapitado após ser considerado culpado de práticas de bruxaria.

Visto na Periferia do Império.