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sexta-feira, 5 de julho de 2013

Snowden, Evo Morales e adeus às ilusões

Recife (PE) - Os últimos acontecimentos na política internacional trazem uma luz didática para todas as pessoas que acreditam na liberdade e democracia do capitalismo. O mundo do capital, mais conhecido em propaganda e livros didáticos como o sistema de “livre mercado”, recebeu nestes dias uma clareza de desmonte. 
  
Para situar os fatos nos últimos 30 dias, primeiro Edward Snowden, um ex-técnico da CIA,  revelou para todo o planeta que o governo dos Estados Unidos espiona a vida íntima, pessoal de cidadãos não só no território norte-americano. Se ficasse somente entre os governados por Obama, a espionagem já seria um escândalo, uma prova hard e real do imaginado pelo escritor George Orwell, quando profetizou a existência do Big Brother. Mas o revelado pelo funcionário da CIA foi mais longe. Diplomatas e governos da União Europeia são também espionados. E mais: todos somos rastreados nos telefones celulares e nas informações da internet que passem pelo Google, Apple e o Facebook. E-mails, fotos e outros arquivos dos usuários em todo o mundo são aprisionados. O que é uma realização dos evangelhos: nada escapa aos olhos de Deus.  

Vejam mais em DIRETO DA REDAÇÃO

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

O início do fim da "República dos Procuradores Gerais"


O Congresso promete por fim ao uso indevido de falsas prerrogativas que alimentaram as crises, colocando em risco as instituições democráticas do País
Marco Aurélio Carone
A movimentação em Brasília, na Câmara dos Deputados  e no Senado Federal, no intuito de colocar fim a  anomalia existente, fruto do entendimento e interpretação da Lei de maneira equivocada por uma Corte contaminada pela cumplicidade e interesse no fato,  mostra que o Poder Legislativo Federal  finalmente acordou após 24 anos.
O comportamento de ex-procuradores da República e do atual expuseram finalmente o lado oculto e oportunista da instituição que, em alianças políticas-partidárias, vem neste período aumentando seu Poder através de crises por eles instaladas e exploradas como barganha por seus dirigentes. 

Vejam mais (não percam!!!) no blog O TERROR DO NORDESTE

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Divulguem a teoria política do Supremo

Wanderley Guilherme dos Santos

Diante de um Legislativo pusilânime, Odoricos Paraguassú sem voto revelam em dialeto de péssimo gosto e falsa cultura a raiva com que se vingam, intérpretes dos que pensam como eles, das sucessivas derrotas democráticas e do sucesso inaugural dos governos enraizados nas populações pobres ou solidárias destes. Usando de dogmática impune, celebram a recém descoberta da integridade de notório negocista, confesso sequestrador de recursos destinados a seu partido, avaliam as coalizões eleitorais ou parlamentares como operações de Fernandinhos Beira-mar, assemelhadas às de outros traficantes e assassinos e suas quadrilhas.

Os quase quarenta milhões de brasileiros arrancados à miséria são, segundo estes analfabetos funcionais em doutrina democrática, filhos da podridão, rebentos do submundo contaminado pelo vírus da tolerância doutrinária e pela insolência de submeter interesses partidariamente sectários ao serviço maior do bem público. Bastardos igualmente os universitários do Pró-Uni, aqueles que pela primeira vez se beneficiaram com os serviços de saúde, as mulheres ora começando a ser abrigadas por instituições de governo para proteção eficaz, os desvalidos que passaram a receber, ademais do retórico manual de pescaria, o anzol, a vara e a isca. Excomungados os que conheceram luz elétrica pela primeira vez, os empregados e empregadas que aceitaram colocações dignas no mercado formal de trabalho, com carteira assinada e previdência social assegurada. Estigmatizados aqueles que ascenderam na escala de renda, comparsas na distribuição do butim resultante de políticas negociadas por famigerados proxenetas da pobreza.

Degradados, senão drogados, os vitimados pelas doenças, dependentes das drogas medicinais gratuitas distribuídas por bordéis dissimulados em farmácias populares. Pretexto para usurpação de poder como se eleições fossem, maldigam-se as centenas de conferências locais e regionais de que participaram milhões de brasileiros e de brasileiras para discussão da agenda pública por aqueles de cujos problemas juízes anencéfalos sequer conhecem a existência.

O Legislativo está seriamente ameaçado pelo ressentimento senil da aposentadoria alheia. Em óbvia transgressão de competências, decisões penais lunáticas estupram a lógica, abolem o universo da contingência e fabricam novelas de horror para justificar o abuso de impor formas de organização política, violando o que a Constituição assegura aos que sob ela vivem. Declaram criminosa a decisão constituinte que consagra a liberdade de estruturação partidária. Vingam-se da brilhante estratégia política de José Dirceu, seus companheiros de direção partidária e do presidente Lula da Silva, que rompeu o isolamento ideológico-messiânico do Partido dos Trabalhadores e encetou com sucesso a transformação do partido de aristocracias sindicais em foco de atração de todos os segmentos desafortunados do país.

Licitamente derrotados, os conservadores e reacionários encontraram no Supremo Tribunal Federal o aval da revanche. O intérprete, contudo, como é comum em instituições transtornadas, virou o avesso do avesso, experimentou o prazer de supliciar e detonou as barreiras da conveniência. Ou o Legislativo reage ou representará o papel que sempre coube aos judiciários durante ditaduras: acoelhar-se.

Imprensa independente, analistas, professores universitários e blogueiros: comuniquem-se com seus colegas e amigos no Brasil e no exterior, traduzam se necessário e divulguem o discurso do ministro-presidente Carlos Ayres de Britto sobre a política, presidencialismo, coalizões e tudo mais que se considerou autorizado a fazer. Divulguem. Divulguem. Se possível, imprimam e distribuam democráticamente. É a fama que merece
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Visto no CONVERSA AFIADA

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Se fosse pobre a justiça não enxergava, mas.... como é deputado.....


Ex-deputado acusado de assassinato deixa prisão em AL
No ano passado, Tenório chegou a organizar uma festa de Natal na cadeia, com direito à presença da família e fotos postadas no Facebook
Um ano e 14 dias após ser preso por assassinato, logo após perder a imunidade parlamentar, o ex-deputado federal e delegado da Polícia Civil, Francisco Tenório (PMN), ganhou liberdade na quinta-feira. Ele conseguiu um habeas-corpus da 17ª Vara Criminal da Capital, que atua no combate ao crime organizado. Fora da cadeia, Tenório será obrigado a usar uma tornozeleira eletrônica.


Vejam mais detalhes no blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Madrid: a polícia fascista de Rajoy reprime brutalmente protesto de trabalhadores

 A polícia fascista da Espanha atacou nesta sexta-feira manifestantes que contestavam a reforma trabalhista aprovada hoje pelo governo atendendo as medidas de austeridades, segundo Telesur.

Uma multidão se concentrou na Porta do Sol desta capital em protesto contra a reforma, que concede facilidades às empresas para demitir trabalhadores.

Vejam o original em CONTRAINJERENCIA ou uma tradução livre no blog NEBULOSA.DE.ORION

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Mais um cientista do programa nuclear iraniano assassinado

* Mais um cientista do programa nuclear iraniano é assassinado num atentado a bomba, em Teerã, nesta 4ª feira**Mostafa Ahmadi Roshan é o 4º cientista do programa iraniano assassinado desde 2010** governo local atribui ações a serviços secretos de Israel e EUA** em recente anúncio de cortes de gastos militares, Obama adiantou que a nova doutrina de segurança dos EUA vai privilegiar ações 'pontuais' de eficiência imediata, espionagem e guerra cibernética**Guantánamo completa 10 anos** Obama engole promessas e  sanciona lei que permite aos EUA manterem 'suspeitos' em cárcere indefinidamente** 60% dos detidos no campo de concentração norte-americano foram presos sem provas** 


Vejam em CARTA MAIOR - Quarta-feira 10/01/2012

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Denuncia que abortou por causa da violência policial no Occupy Seattle

Uma mulher grávida que foi atacada com spray de pimenta durante os protestos do Occupy Seattle denuncia que perdeu o bebê cinco dias depois por causa da violência exercida pela polícia. Jennifer Fox, de 19 anos, alega também que além de ser literalmente ensopada por spray de pimenta, a polícia a golpeou no estômago duas vezes. Afirma que um policial deu-lhe um chute e um outro a empurrou com a roda de sua bicicleta, enquanto dispersavam os manifestantes em 15 de novembro passado.


Vejam o texto original e o vídeo em PÚBLICO.ES ou uma tradução livre no blog NEBULOSA.DE.ORION

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Repressão made in USA: "Estão utilizando as armas sônicas contra manifestantes em várias cidades"

As forças policiais de Nova York utilizaram nesta quinta-feira armas sônicas contra os manifestantes do movimento Ocupar Wall Street, durante uma nova marcha onde foram detidas pelo menos 200 pessoas.



“Estão usando as armas sônicas contra manifestantes Occupy em várias cidades USA incluindo NY e Dallas", alertou a escritora Eva Golinger em seu twitter.
A também analista internacional acrescentou que Nova York "parece um estado policial", onde milhares de uniformizados antimotins rondam a cidade. A Agencia Efe, por outro lado, confirmou que pelo menos 200 pessoas foram detidas enquanto resistiam à repressão policial e em Los Angeles outros 50 foram presos quando protestavam dentro de um Banco que ocuparam pacificamente. 

Vejam o texto original em CONTRAINJERENCIA ou uma tradução livre no blog NEBULOSA.DE.ORION

domingo, 12 de junho de 2011

Estranha parceria: os armamentistas lideram a "defesa da democracia"

Por: Manuel Freytas

Segundo o The Wall Street Journal o Pentágono o Departamento de Estado pedem agora ajuda aos contratistas da defesa para consolidar o “sistema democrático” e promover a estabilidade política em países de alto risco (países pobres em conflito). Desta maneira, os grandes contratistas do Pentágono, além de hegemonizar os contratos de vendas de armas a nível mundial, agora podem participar de projetos civis para desativar “potenciais crises” que afetem a “gobernabilidade democrática”, com programas tão simples como a assessoria de advogados ou aulas de conserto de automóveis.

(...)
Em resumo, a estranha associação entre as armas e a "democracia” implementada por Washington nos remete a uma parábola: Os “direitos humanos”, a “paz” e a “democracia” se impõe a ponta de baioneta.


Vejam o texto completo (castelhano) em CUBADEBATE

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Nicolelis: 'Crime contra a liberdade de expressão'

Um dos cientistas mais importantes do mundo diz que não lê mais Estadão nem a Folha e os chama de “democratas de meia tigela”.

São Paulo – “Um absurdo. Um crime contra a liberdade de expressão. É inconstitucional.” Esta é a opinião de Miguel Nicolelis sobre a censura à Revista do Brasil. Um dos cientistas mais importantes do mundo na atualidade, o neurocientista brasileiro, professor e diretor de um centro de pesquisas na universidade americana de Duke, na Carolina do Norte, se diz indignado com a liberdade de expressão que não vale para todos e não poupa críticas à conduta ética dos “grandes” jornais na abordagem jornalística.

“Como podem esses democratas de meia tigela, que reclamam estar sob censura, demitir uma articulista (a psicanalista Maria Rita Khel) por expressar a própria opinião num artigo assinado?”, questiona, emendando: “Embora eu tenha sido alfabetizado lendo a Folha (de S.Paulo), não a leio mais e praticamente não falo com gente de lá”, afirma.

Vejam mais detalhes em REDE BRASIL ATUAL

sexta-feira, 5 de março de 2010

Libelu, Rolando Lero e Gustavo Corção na "Confecom da direita"

A terceira mesa da "Confecom da direita", realizada na última segunda-feira, foi intitulada “Ameaças à democracia no Brasil” e foi a mais trepidante de todas. Contou com Demétrio Magnoli, o Gustavo Corção da Libelu, Denis Rosenfeld, o Rolando Lero na filosofia gaúcha, e Amauri de Souza, sociólogo. Na mediação, Tonico Ferreira (Globo).

Ferreira é mais um daqueles que um dia foram de esquerda e transitaram alegremente para a outra ponta do espectro político sem culpas. Chefe de redação do semanário Movimento, no final dos anos 1970, Ferreira, de saída, denuncia o caráter autoritário da lei eleitoral. “É censura”, diz ele, antes de passar a palavra a Magnoli.

Vejam o texto completo em OPERA MUNDI

A conferência de comunicação particular da direita

Gilberto Maringoni

“O Plano Nacional de Direitos Humanos [PNDH] é totalitário”, “o stalinismo predomina no PT”, “temos de ir para a ofensiva”, “vamos acabar com essa história de ouvir o outro lado na imprensa”, “governo cínico, cínico, cínico!”, “democracia não é só eleição”. Frases assim, proclamadas com ênfase quase raivosa, deram o tom no Fórum Democracia e Liberdade de Expressão, realizado na última segunda-feira, em São Paulo.
(...)
Pois o Instituto Millenium fez seu convescote para cerca de 180 participantes. Eram empresários, jornalistas e interessados, que desembolsaram R$ 500 cada um, por um dia de atividades. Na mira dos palestrantes, os governos de centro esquerda da América Latina, os movimentos sociais, o governo Lula e o PNDH. As intervenções mais moderadas foram as de Roberto Civita (Abril) e Otávio Frias Filho (Folha), que buscaram, de certa forma, situar seus interesses na cena política. Externaram o que se espera de proprietários de monopólios.


Vejam o texto completo em OPERA MUNDI

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

A apropriação da democracia dos EUA pelas empresas

Por Noam Chomsky [Quarta-Feira, 17 de Fevereiro de 2010 às 16:03hs] O dia 21 de janeiro de 2010 irá permanecer como um dia sombrio na história da democracia dos EUA e do seu declínio.

Nesse dia, a Suprema Corte dos EUA decidiu que o governo não poderá impedir as empresas de fazer gastos políticos nas eleições - uma decisão que afeta profundamente a política governamental, quer interna quer externa.

A decisão marca ainda mais a apropriação pelas empresas do sistema político dos EUA. Para os editores do The New York Times, a decisão "atinge o coração da democracia" tendo "aberto caminho para as empresas usarem as suas vastas tesourarias para dominar as eleições e pressionar os políticos eleitos a cumprir as suas ordens."


Vejam o texto completo na REVISTA FORUM

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Honduras: o império contra-ataca

Por Atilio Boron [Sexta-Feira, 13 de Novembro de 2009 às 16:33hs]

A crise hondurenha finalmente se resolveu “pelo lado mau”: a consolidação do regime golpista e a institucionalização das eleições ilegítimas que terão lugar no próximo dia 29 de novembro. Já a Casa Branca declarou que os resultados do pleito serão admitidos como válidos, comemorando-se assim a normalização da vida democrática e colocando fim ao “interinato” de Micheletti, eufemismo com o qual desde o início Washington caracterizou o golpe de Estado da oligarquia hondurenha.

Deste modo, as grosseiras violações aos direitos humanos e os atropelos às liberdades democráticas serão condenadas aos esquecimento. Este penoso desenlace havia sido antecipado por diversos representantes da direita republicana, que impôs como uma de suas condições para ratificar a designação de Arturo Valenzuela como secretário de estado adjunto para assuntos interamericanos o pleno reconhecimento de eleições que por suas insanáveis anomalias deveriam ser declaradas nulas e de nulidade absoluta. Tal como o reportara o Página/12 em sua edição de 7 de novembro, o senador republicano pela Carolina do Sul, Jim DeMint, retirou seu veto à candidatura de Valenzuela porque, segundo se encarregou de comunicar à imprensa, “a secretária de estado Hillary Clinton e o subsecretário, Thomas Shannon, me garantiram que os Estados Unidos reconhecerão o resultado das eleições hondurenhas, tenha sido restituído ou não Manuel Zelaya”.


Vejam o texto completo na REVISTA FÓRUM

sábado, 30 de maio de 2009

Economistas dos EUA defendem resindicalização de trabalhadores

Um grupo de 40 importantes economistas dos Estados Unidos - incluindo, entre outros, Joseph Stiglitz, Jeffrey Sachs e James Galbraith - assinou uma declaração defendendo a importância de os trabalhadores voltarem a fazer parte de sindicatos para enfrentar a crise econômica. Só 7,5% dos trabalhadores do setor privado dos EUA estão neste momento representados por uma organização sindical. E, em todo ano de 2007, menos de 60 mil trabalhadores conseguiram ocupar uma posição sindical mediante eleições sancionadas pelo governo.

Ainda que seu colapso tenha dominado a cobertura recente dos notícias nos meios de comunicação, o setor financeiro não é o único segmento da economia estadunidense que atravessa graves dificuldades. As instituições que governam o mercado de trabalho também fracassaram, gerando a insólita e insana situação atual, em que a remuneração dos trabalhadores norte-americanos estancou, apesar do aumento de sua produtividade.   

Vejam mais em Carta Maior