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sábado, 16 de outubro de 2010

Serra causa tumulto em igreja e é desmascarado por padre

Terminou em tumulto uma missa neste sábado (16) na Basílica de São Francisco das Chagas, no município de Canindé (CE), que fez parte da agenda de compromissos da campanha eleitoral do candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra.

No final da celebração, o padre disse que eram mentirosos os panfletos que circulavam na igreja afirmando que a candidata da coligação Para o Brasil Seguir Mudando, Dilma Rousseff, era a favor do aborto e tinha envolvimento com a organização insurgente colombiana Farc.

O padre disse que aquelas mensagens estavam sendo atribuídas à igreja, mas que ela não autorizava esse tipo de publicação em seu nome.


Vejam mais detalhes no PORTAL VERMELHO

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Folha-Globo-Estadão: entenda a gangue dos coronéis

Mauro Carrara

Anote aí: os gordurosos oligarcas que dominaram boa parte da República Velha (1889 – 1930) nunca estiveram fora da cena política brasileira.

Na verdade, esses sesmeiros (ganhadores de terras) já conduziam pequenos reinados locais desde o Século 16, quando iniciaram no Brasil a instalação dos núcleos de produção açucareira.

Essa turma de monarcas tão poderosos quanto incultos obteve suas “patentes” de conveniência por meio da Guarda Nacional, criada em 1831.

A maioria colou no peito o título de "coronel" sem jamais ter movido um dedo em defesa da Constituição ou da integridade do território.

O embuste da Guarda Nacional, aliás, serviu para que esses micro-déspotas iletrados adquirissem autoridade para humilhar, prender, açoitar e matar, desde negros escravizados até filhos de inimigos políticos que ousassem flertar com suas filhas.


Vejam o texto completo no blog GRUPO BEATRICE

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Ataques a Dilma negam humanidade de ministra e protagonismo das mulheres

por Luiz Carlos Azenha

Eu acho que vocês, mulheres, poderiam montar um blog para colecionar os ataques com tons machistas e sexistas que os tucanos e o PSDB estão disparando contra a ministra Dilma Rousseff.

Não se trata apenas de uma crítica política a que Fernando Henrique Cardoso e o senador Tasso Jereissati estão fazendo à ministra. É uma tentativa mal disfarçada de desqualificar a pessoa, como se ela fosse apenas "reflexo" de um líder (nas palavras do ex-presidente) ou uma "candidata de silicone", nas palavras de Jereissati. As duas críticas negam humanidade à ministra. E negam também protagonismo. As duas críticas tentam pintar Dilma como um pedaço de geléia, inerte, sem vontade própria -- características que muitos homens brasileiros gostam de ver em "suas" mulheres, mas que não são boas em uma líder.

Vejam o texto completo em VI O MUNDO

domingo, 26 de abril de 2009

Os “capangas” do ministro Gilmar Mendes

No recente bate-boca no Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Joaquim Barbosa lavou a alma de muitos brasileiros indignados com a postura autoritária e elitista do presidente da casa, Gilmar Mendes. “Vossa Excelência está destruindo a Justiça deste país e vem agora dar lição de moral a mim. Saia à rua, saia à rua... Você Excelência não está na rua, não. Vossa Excelência está na mídia, destruindo a credibilidade do judiciário brasileiro... Vossa Excelência, quando se dirige a mim, não está falando com seus capangas do Mato Grosso, ministro Gilmar”, desabafou.

A atitude corajosa do ministro Joaquim Barbosa alegrou milhões de brasileiros que se revoltaram com o habeas-corpus, cedido em tempo recorde pelo presidente do STF, para libertar o banqueiro Daniel Dantas, acusado de inúmeros crimes financeiros. Ela também animou os lutadores sociais do MST, que sempre foram tratados como “bandidos” por Gilmar Mendes, e os sindicalistas, que até já protocolaram pedido de impeachment contra o ministro. Muitos juízes e agentes da Polícia Federal também deram gargalhadas. Afinal, alguns já foram taxados de “canalhas” e “gangsters” por Gilmar Mendes, na tentativa de desqualificar as investigações contra os crimes de ricaços.


Vejam o texto completo no blog do Altamiro Borges

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Manifestação em Brasilia nesta sexta-feira

Um grupo formado entre professores, alunos e ex-alunos da Universidade de Brasília (UnB) realizou na tarde desta sexta-feira, em Brasília, um protesto contra o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes. Os manifestantes levaram uma faixa com a inscrição "Miss Capanga" com a intenção de colocá-la na estátua que simboliza a Justiça em frente à sede do STF, mas foram impedidos por seguranças do local.

Usando chapéus e chicotes que, segundo eles, simbolizam o "coronelismo", os manifestantes estenderam faixas com as frases "Gilmar, saia às ruas e não volte ao STF" e "Gilmar Dantas, as ruas não têm medo de seus capangas". O grupo tentou ser recebido pelo presidente da Corte, mas não obteve sucesso. Apesar de os manifestantes estarem em pequeno número, a segurança do local foi reforçado com duas viaturas da Polícia Militar.


Vejam mais fotos e texto completo no blog dos Amigos do Presidente Lula

sábado, 21 de julho de 2007

Derrotado politicamente, ACM morre em São Paulo aos 79 anos — Agência Brasil de Fato

A morte do senador vem após um dos maiores reveses políticos da sua carreira. Em 2006, ACM apoiou a candidatura de Geraldo Alckmin (PSDB), para a Presidência, e a de seu correligionário Paulo Souto, para o Governo da Bahia. Ambos perderam, mas a eleição de Jacques Wagner (PT) para governador interrompeu uma hegemonia político-eleitoral que remonta à ditadura militar. ACM comandou a Bahia em duas ocasiões durante os anos de chumbo, entre 1971 e 1975 e de 1979 a 1983. Durante o governo Lula, ACM fez oposição a um governo federal pela primeira vez em sua carreira política, apesar de inicialmente ter se aproximado deste governo.
Derrotado politicamente, ACM morre em São Paulo aos 79 anos — Agência Brasil de Fato

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terça-feira, 26 de junho de 2007

RÁDIOS COMUNITÁRIAS -- O coronelismo eletrônico de novo tipo (1999-2004)

Pesquisa analisa influência política sobre rádios comunitárias no Brasil.
``As rádios comunitárias legalmente autorizadas, exploradas por associações e fundações, deveriam ser um dos mais importantes instrumentos para a efetiva democratização da comunicação no Brasil. Nelas deveria ser exercido o direito à comunicação por aqueles que, em geral, não o têm – até porque, muitas vezes, o desconhecem. Infelizmente, não é o que acontece.
O conjunto de resultados confirma a hipótese central da existência de um "coronelismo eletrônico de novo tipo" envolvendo as outorgas de rádios comunitárias.
Já no início do processo de obtenção da outorga no Ministério das Comunicações fica claro que a existência de um "padrinho político" é determinante não só para a aprovação do pedido como para a velocidade de sua tramitação.
Na etapa seguinte – o Palácio do Planalto – alguns processos foram acelerados enquanto outros foram retidos sem qualquer razão de ordem técnica que justificasse tal procedimento. Na prática, o resultado é a outorga de rádios comunitárias para algumas entidades e a não-concessão para outras.''
Leia o Artigo de Venício A. de Lima e Cristiano Aguiar Lopes
e também o Relatório da pesquisa Coronelismo eletrônico de novo tipo (1999-2004) – As autorizações de emissoras como moeda de barganha política