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sábado, 14 de julho de 2007

Presidente operário a zelite não quer não

Um leitor anônimo deste blog matou a questão das vaias ao presidente Lula: o ingresso de arquibancada para a abertura do Pan não saia por menos de R$ 150, chegando a custar bem mais no câmbio negro... Claro que em ambientes assim, o presidente não vai ser aplaudido. Saguão de aeroportos, restaurante chiques, Jockeys clubes são outros locais em que Lula será sempre vaiado e Cesar Maia e José Serra, ovacionados. É do jogo.
Entrelinhas: A explicação das vaias

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sábado, 30 de junho de 2007

Racismo e inconsciência branca no Brasil

A professora Cláudia Fonseca, a partir do RS Urgente:
clipped from rsurgente.zip.net
"Brasil não é um país racista", ouvi na televisão ontem de um professor da UFRGS se manifestando contra cotas raciais. Que alívio, penso eu. Então o fato de brancos no Brasil viverem na média seis anos mais do que negros deve ser conseqüência de algum problema físico desses "outros".Brasil "não tem segregação racial", leio numa coluna de opinião contra as cotas. Que bom. Aquela porção (quase o dobro dos brancos) que vive amontoada nos aglomerado subnormais deve refletir um gosto cultural pela vida simples. "Não há prova estatística impedindo a ascensão social de negros", leio de outro autor escrevendo contra cotas. Que consolo pensar que aquele grande número de negros vivendo abaixo da linha de pobreza ( 46.8% contra 22,4% dos brancos) deve ser porque eles simplesmente não se esforçam mais!".
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quarta-feira, 10 de janeiro de 2007

Jornalões e (c)elite br(o)nca sufocam liberdade de imprensa

Para completar, vivemos num país onde a informação é controlada por meia dúzia de famílias. Essa concentração se torna ainda mais dramática pelo fato de que, segundo pesquisa divulgada pelo Ibope em setembro de 2005, 68% da população brasileira é considerada analfabeta funcional. E, se não bastasse, ainda temos um Poder Judiciário acostumado a separar a lei da justiça, a transformar vítimas em réus e vice-versa. A censura imposta à revista Observatório Social, a condenação do jornalista Lúcio Flávio Pinto e do cientista social Emir Sader mostram que ainda é muito arriscado contrariar, em alta voz, os interesses da nossa elite. Conforme estudo da organização Repórteres Sem Fronteira (RSF), "a imprensa brasileira, sobretudo a local, continua sofrendo graves represálias quando se mostra curiosa demais". É por isso que o Brasil ocupa a 75ª posição no ranking que mede a liberdade de imprensa. (Ainda a Mosca Azul)

sexta-feira, 5 de janeiro de 2007

Mais uma mentira de Yeda, os pobres pagam a conta

A governadora do RS, Yeda Crusius, está anunciando um corte linear (ou seja, um corte cego, burro, sem distinguir o fundamental do superficial) de 30% no custeio de cada secretaria do RS. Com isso, os serviços públicos do RS perderão qualidade. Por falta de serviços de saúde, gaúchos morrerão. Por falta de segurança, gaúchos morrerão. Por falta de educação, gaúchos não levarão o estado adiante.

Em campanha, a governadora prometeu melhorar os serviços à população. Ou seja, mais uma mentira. Além do sadismo. Além do horror ao povo típico do PSDB.

Ao mesmo tempo, a governadora pretende anistiar dívidas do ICMS de um pequeno grupo de empresas. É o velho amor à oligarquia e à (c)elite br(o)nca típicos do PSDB.

sexta-feira, 29 de dezembro de 2006

O Índice de Estupidez Local

O Índice de Estupidez Local (IEL) é uma maneira de se contabilizar o grau de estupidez de uma população. Sua regra é simples: divida o número de camionetes pelo número de habitantes de um local, e você saberá qual o IEL da região. Por exemplo: digamos que morem 100 pessoas em uma rua, e na mesma hajam 3 camionetes de propriedade dos moradores. Teríamos 0,03 IEL, algo assim não tão baixo.

O IEL também pode ser utilizado para se estimar a estupidez de locais públicos, como bares e restaurantes. Digamos que o restaurante tenha capacidade para 50 comensais, e ali estejam estacionadas 5 camionetes. Teríamos o altíssimo nível 0,1 IEL. Melhor cair fora.

O IEL costuma ser um medidor seguro de estupidez. Proprietários de camionetes (não estou falando de camionetes como placas "faço carreto", estou falando de ricaços que utilizam diesel subsidiado para ir ao xópim) tendem a ser mais arrogantes, mais autistas e quase-homicidas. Muitas vezes eles arriscam a vida alheia leviamante ao dirigirem como babacas, ao estilo sai-da-frente. Muitas vezes eles não se preocupam com o risco para si e para os outros, pois sabem que têm mais chances de sair vivos de um acidente do que os outros.

Enfim, muitas vezes os camioneteiros escolhem veículos poluidores e pesados porque os mesmos dão mais chances de matar os outros do que a si mesmos, o que é um alívio para quem não quer ou não gosta de dirigir com prudência.

Via Animot.