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segunda-feira, 15 de junho de 2015

Serra e Renan querem implodir o pré-sal


Senadores prometem lutar para impedir a votação do projeto de José Serra que revoga a participação obrigatória da Petrobras na exploração do Pré-sal.


Confira na Carta Maior, via Jornal GGN.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Quem perdeu no pré-sal

Para quem avalia o sucesso e o fracasso de qualquer negócio pelo critério ideológico do privatômetro, o saldo é deprimente.
De cada 100 dólares extraídos do pré-Sal, a União irá receber, por caminhos diversos, um pouco mais do que 75%. É o caso de perguntar: os críticos estavam infelizes por que acham pouco? Ou acham que é muito?
Você decide.

Leia o texto de Paulo Moreira Leite

domingo, 8 de setembro de 2013

Os patriotas que aliviam para a CIA

O governo brasileiro deve um pronunciamento à Nação sobre as violações cometidas pelo serviço de espionagem dos EUA contra o país.

Não há motivo para subtrair à sociedade aquilo que já está em mãos indevidas, fervilha nos bastidores e é intuído do noticiário.

A CIA recolheu ilegalmente e compartilhou, para uso comercialmente desfrutável, dados reservados e informações estratégicas, estas sobretudo de natureza econômica, configurando-se um ato evidente de transgressão de soberania.

Ademais de roubo, puro e simples de segredos comerciais. 


Vejam mais no Blog das Frases - CARTA MAIOR

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Senado mantém 75% dos royalties a educação, mas texto prevê menos recursos

O Senado aprovou nesta terça-feira (2) o projeto de lei que prevê 75% dos royalties do petróleo para educação e 25% dos royalties para a saúde. No entanto, o texto foi alterado e agora prevê uma quantidade menor de recursos destinadas a essas áreas que o texto substitutivo aprovado pela Câmara dos Deputados. O projeto de lei terá de voltar para a Câmara dos Deputados.


Confira no UOL Educação

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Royalties do petróleo serão divididos entre educação e saúde

A Câmara dos Deputados aprovou já na madrugada desta quarta-feira o projeto de lei do Executivo que destina 75% dos recursos dos royalties do petróleo para a educação pública, com prioridade para a educação básica, e 25% para a saúde. O governo queria que todos os recursos fossem destinados à educação. Mas, para a aprovação do projeto, as lideranças partidárias fizeram um acordo destinando parte dos recursos para a saúde.

O texto aprovado estabelece que será obrigatória a aplicação dos recursos dos royalties na educação e na saúde pela União, estados e municípios. A proposta também determina que 50% dos recursos do Fundo Social do Pré-Sal sejam aplicados na educação até que se atinja o percentual de 10% do Produto Interno Bruto (PIB).


Leia mais no Correio do Povo

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

MARIA DA CONCEIÇÃO: 'JURO NO BRASIL SÓ SERVE AO RENTISTA. PODE BAIXAR O TANTO QUE QUISER'



"
Pode baixar os juros o tanto que você quiser. O juro não é para a poupança, mas para a especulação e para o rentismo. A poupança é para os pobres. Não é possível manter uma taxa de juros tão disparatada quanto a nossa.Assim é impraticável. Uma maneira de combater o déficit público é baixar os juros. Praticamente todo o déficit do Brasil é com juros. Nós temos superávit primário. O déficit nominal é todo resultante de juros. Tem que baixar" (Maria da Conceição Tavares; em entrevista a Maria Inês Nassif; nesta pág)

 
(Carta Maior; 6ª feira; 02/12/ 2011)

quinta-feira, 21 de julho de 2011

De olho no pré-sal

Alguém falou dia desses que o pré-sal poderá representar uma bênção ou uma maldição para o Brasil. HD cansado, ignorei solenemente aquela assertiva. Apenas retruquei a mim mesmo o que, na hora, me pareceu bastante óbvio.

Vejam mais detalhes no blog do ODENILDO SENA (D24am)

quinta-feira, 9 de junho de 2011

O HORIZONTE QUE NOS PROTEGE


Desde que o governo Lula consolidou a soberania brasileira na exploração das reservas do pré-sal, os rentistas da dívida pública e a coalizão demotucana sabem que história brasileira iniciou a contagem regressiva de um novo ciclo. Dois gargalos que constrangem o desenvolvimento do país e o combate a sua desigualdade --as contas externas e o déficit público que torna a economia refém da armadilha dos juros, como se viu de novo nesta semana-- ganham um notável contraponto emancipador. O Plano Decenal de Expansão de Energia 2020, divulgado agora, traz números que explicam esse horizonte alentador. Um deles resume todos os demais: em 2020 a produção brasileria de petróleo atingirá seis milhões de barris/dia. Três vezes superior a atual. O excedente de petróleo previsto em 2020 --que deverá ser exportado, preferencialmente com agregação de valor pelo refino-- será superior a 3 milhões de barris/dia. Ao preço de US$ 100 o barril, um cálculo moderado, significa uma receita de exportações superior a US$ 100 bilhões por ano. Ademais do gigantesco impulso industrializante que essa exploração vai desencadear, as receitas cambiais e fiscais inscritas nesses números permitirão ao Estado brasileiro: a) guarnecer-se de reservas soberanas efetivas, a salvo de fugas especulativas porque superiores aos ingressos de fluxos erráticos no país; b) formar um superávit fiscal e recomprar títulos da dívida pública hoje em mãos do mercado financeiro, libertando-se assim da dependência de se financiar junto aos rentistas que exploram essa subordinação impondo juros obscenos à sociedade. Não estranha, portanto, o empenho com o qual o dispositivo midiático conservador tentou impedir a regulação soberana das reservas do pré-sal.O que a ortodoxia e seus interesses temem, com razão, é a dinâmica abolicionista embutida nesse processo. Não deve estranhar, pelo mesmo motivo, o furor com o qual a oposição tentará abortar esse desfecho nos próximos anos. À medida em que o relógio anda e os investimentos da Petrobrás pavimentam esse futuro, a única chance que lhes resta é atalhar o percurso com uma cunha que derrote as bases políticas desse projeto, impedindo a sua continuidade em 2014 --ou antes, se o movimento social piscar e não construir uma agenda para a travessia dessa década.

(Carta Maior; 6º feira, 10/06/ 2011)


segunda-feira, 28 de março de 2011

Mercadante quer universidades nas discussões sobre royalties do Pré-Sal

De acordo com o novo projeto do pré-sal, o setor de C&T, que tinha 12,5% dos royalties, será incluído no Fundo Social, junto com educação, esporte, cultura e saúde.

O ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, pediu ontem (24) maior mobilização dos gestores das instituições de ensino a cerca das discussões sobre os royalties do petróleo. De acordo com o novo projeto do pré-sal, o setor de Ciência e Tecnologia, que tinha 12,5% dos royalties, será incluído no Fundo Social, junto com educação, esporte, cultura e saúde. Para o ministro, com esse modelo é impossível tirar os 12,5% dos royalties para C&T.


Vejam mais detalhes em JORNAL DA CIÊNCIA-SBPC

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Poço Lula é descoberto com petróleo em alta

Às vésperas de 2011, a Petrobras proclama a descoberta de 6,5 bilhões de barris de óleo e gás natural para a exploração comercial. Dessa forma, as reservas brasileiras do pré-sal alcançariam 8,3 bilhões de barris com a nova denominação de área Lula em homenagem ao ex-presidente da República.

A quantidade divulgada pela nossa principal estatal, caso concretizada, fará que o Brasil tenha 22 bilhões de barris viáveis de extração superando a China e ficando bem perto do Catar. A Arábia Saudita possui a maior reserva provada do universo (265 bilhões de barris) e, em seguida, temos a Venezuela (172), Irã (137), Iraque (115), Kuweit (101) e Emirados Árabes (98). O resto da produção mundial provém das regiões dispersas com pequena quantidade.


Vejam mais detalhes no blog OS AMIGOS DA PRESIDENTE DILMA

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Brasil terá laboratório em alto-mar para garantir direitos

O Brasil tem uma ambiciosa proposta de fincar um laboratório oceanográfico na mais remota fronteira marítima do país e, com isso, garantir o domínio territorial sobre uma área em que as riquezas naturais escondidas vão além do petróleo na camada do pré-sal. No limite da plataforma continental, a 350 milhas náuticas (648 quilômetros) da costa, o potencial de reservas minerais é imensurável
Com a implantação de um centro de pesquisas em alto-mar e o investimento em satélites, embarcações de patrulhamento e submarinos, a estratégia que vem sendo esboçada reservadamente pelo governo Dilma Rousseff é no sentido de afastar investidas de estrangeiros, como americanos, russos, alemães e japoneses, nos cobiçados mares do Atlântico Sul.

O instrumento de pesquisa, cujo projeto envolve os ministérios da Defesa, da Ciência e Tecnologia, do Meio Ambiente e investidores privados brasileiros, passará a ser usado para marcar a presença do Brasil dentro e fora das 200 milhas (370 quilômetros) hoje delimitadas. É o mesmo espírito que move a ocupação de pesquisadores do minúsculo arquipélago de São Pedro e São Paulo, a 1.010 quilômetros de Natal (RN). Os cientistas atualmente se revezam a cada 15 dias no arquipélago.

Vejam mais detalhes no blog OS AMIGOS DA PRESIDENTE DILMA

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

FECHO DE OURO: O PRÉ-SAL É NOSSO


"O que estamos sancionando é o maior avanço industrializante experimentado na história brasileira com lastro suficiente para elevar o patamar do parque produtivo nacional no século 21" (Presidente Lula, ontem,ao sancionar o novo marco soberano de exploração das reservas do pré-sal; 23/12)


CARTA MAIOR - 23.12.2010

sábado, 11 de dezembro de 2010

Wikileaks: Com ajuda de José Serra, americanos de olho no pré-sal

Petrolíferas estrangeiras temiam atraso na produção. Petrobras buscou adiar leilões da ANP

Telegramas sobre perspectivas de negócios no pré-sal, enviados ao governo americano por funcionários do Consulado dos EUA no Brasil, entre 2008 e 2009, revelam "uma aparente" estratégia da Petrobras de adiar os leilões da Agência Nacional do Petróleo (ANP) para assegurar a dianteira em futuras licitações de blocos do pré-sal e o receio de empresários americanos com eventuais atrasos na produção petrolífera dos novos campos. Segundo os executivos, isso poderia levar o governo a obrigá-los a vender sua produção à Petrobras para garantir a segurança energética do país. Os documentos, obtidos pelo GLOBO, mostram ainda que as descobertas de grandes reservas nessa região trariam ganhos políticos para a então provável candidata do governo à presidência, Dilma Rousseff.

"Se Dilma Rousseff de fato concorrer para a presidência em 2010, é possível que esses desenvolvimentos de (campos) de petróleo e gás, combinados com os projetos de infraestrutura planejados em larga escala pelo governo, estimulem sua candidatura", disse a então cônsul-geral dos EUA no Brasil, Elizabeth Lee Martinez, em documento escrito após a revelação, pelo diretor-geral da ANP, Haroldo Lima, de que a área de Carioca, no pré-sal da Bacia de Santos, tinha mais de 33 bilhões de barris de petróleo. A afirmação, feita em abril de 2008, causou desconforto entre executivos da Petrobras e na própria ANP na época, pois as estimativas não haviam sido certificadas.


Vejam mais detalhes no blog OS AMIGOS DA PRESIDENTE DILMA


quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Congresso conclui e aprova novo marco do petróleo

Por Leonardo Goy e Eduardo Simões

BRASÍLIA/SÃO PAULO (Reuters) - O Congresso brasileiro concluiu nas primeiras horas desta quinta-feira a votação do novo marco regulatório do setor de petróleo e gás, aprovando todas as propostas encaminhadas pelo governo, que trazem drásticas mudanças no modelo para a exploração das grandes reservas do pré-sal.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

FALTAM 24 HS: O QUE ESTÁ EM JOGO?
O aborto ou os 70 bilhões de barris do pré-sal; uns seis trilhões de dólares; o maior impulso industrializante do país desde Vargas? Quais valores, esses, confirmados hoje pela estimativa de 15 bilhões de barris somente no poço de Libra, ou os da falsa água benta de Serra? Se prevalecer o modelo tucano de exploração, o pré-sal vira remessa de lucros e exportação de óleo bruto nas mãos das petroleiras internacionais. Perde-se seu efeito multiplicador numa cadeia de suprimento industrial da ordem de 55 mil itens, desde plataformas e navios, a válvulas, aço e parafusos. Qual é a discussão mais relevante? É essa, por isso não sai no Jornal Nacional.

A BALA DE PRATA PÚRPURA TRAZ A MÁCULA DA PEDOFILIA
Complacência com pedófilos na alta cúpula da Igreja sonega ao Vaticano autoridade moral sobre o voto cristão: 55% dos católicos brasileiros votam em Dilma e ignoram a aliança entre a extrema direita religiosa e política travestida em pacto anti-aborto, envelopado hoje com ares de súmula do Santo Ofício na primeira página da Folha. Foi preciso Lula lembrar que o Estado brasileiro é laico, enquanto o coro tucano de falsos apóstolos exige genuflexão das urnas a um Vaticano encralacrado no celibato pedófilo que ainda não subscreveu a Carta dos Direitos Humanos da ONU --porque não faz nenhuma referência a Deus-- e retirou seu apoio à Unicef, que defende o uso de preservativo para combater a aids e o planejamento familiar. A mesma ala da Igreja encastelada na Opus Dei, que agora apoia Serra, abençoou Salazar, em Portugal; Franco, na Espanha; Pinochet, no Chile; Videla, na Argentina e o Golpe de 64.

"Peso Positivo" --para quem?
A empresa 'Peso Positivo', PP, não tem as mesmas iniciais de Paulo Preto por acaso. Ela é de propriedade da mãe do ex-todo poderoso manda chuva do Dersa, Maria Orminda Vieira de Souza, 85 anos, e de seu genro,Fernando Cremonini, casado com sua filha,Tatiana Arana Souza, que trabalhava no cerimonial de Serra, nos Bandeirantes. As coincidências não param por aí. A 'PP', a empresa, alugou para as obras do Rodoanel, gerenciadas pelo PP, o do caixa 2 --que teria sumido com R$ 4 milhões da arrecadação eleitoral de Serra-- guindastes e sabe-se lá mais o que. A prestação de serviços se deu via subcontratação da PP, a empresa, por parte de grandes empreiteiras que, como já se divulgou, contaram com a compreensão do PP, o do caixa 2, para aditivos sobre o valor original da obra de R$ 300 milhões (IstoÉ-Viomundo)

(Carta Maior; 30-10)

sábado, 9 de outubro de 2010

O projeto entreguista de Serra para o pré-sal

O assanhamento dos tucanos chega ao ponto de David Zylbersztajn, ex-genro de FHC que assessora ao mesmo tempo a campanha de José Serra e multinacionais de energia, inserir uma informação falsa no elogio ao regime das concessões, adotado quando era presidente da Agência Nacional do Petróleo. Os lobbies conservadores e anti-nacionais reunidos em torno da candidatura de José Serra à presidência já se atrevem a defender sem disfarces um retorno ao entreguismo que marcou a gestão do petróleo brasileiro nos oito anos do governo de Fernando Henrique Cardoso. O artigo é de Igor Fuser.

No embalo do segundo turno, os lobbies conservadores e anti-nacionais reunidos em torno da candidatura de José Serra à presidência já se atrevem a defender sem disfarces um retorno ao entreguismo que marcou a gestão do petróleo brasileiro nos oito anos do governo de Fernando Henrique Cardoso (FHC). Eles querem a abertura irrestrita das fabulosas reservas do pré-sal brasileiro, a maior descoberta petrolífera dos últimos trinta anos no mundo inteiro, à voracidade das empresas multinacionais. O assanhamento é tanto que, em entrevista ao jornal Valor, David Zylbersztajn, “assessor técnico” da campanha de Serra para a área de energia, distorceu completamente a realidade dos fatos com um grosseiro erro de informação ao defender que, num eventual governo demo-tucano, a exploração do pré-sal ocorra nos marcos do atual regime de concessões, em escandaloso benefício do capital transnacional.


Vejam o texto completo em CARTA MAIOR

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

CAMPANHA CONTRA A CAPITALIZAÇÃO DA PETROBRAS: ELES NÃO DESISTIRAM DE IMPEDIR A SOBERANIA NO PRÉ-SAL

"Desde a descoberta das jazidas do pré-sal, a coalizão eleitoral conservadora tentou barrar o debate e a aprovação dos marcos regulatórias que pudessem dificultar o avanço das petroleiras mundiais sobre essas riquezas. Serra mais de uma vez advogou o adiamento da discussão para 2011, na esperança de que sua eventual vitória fornecesse a margem de manobra ideológica para reverter a estratégia de soberania formulada pelo governo Lula. A ofensiva conservadora foi derrotada, primeiro, na Câmara e, no dia 10 de junho também no Senado. Com o voto contrário dos demotucanos, o poder Legislativo aprovou o projeto de lei que cria a Pré-Sal Petróleo S.A, a estatal que assumirá a gestão das maiores jazidas de petróleo descobertas no planeta nas últimas décadas. No último dia 2 de agosto, o Presidente Lula sancionou na criação da nova empresa. Mas eles não desistiram. O objetivo agora é sabotar a capitalização da Petrobras, passo financeiro indispensável para reunir os recursos que permitirão à empresa exercer o comando efetivo da pesquisa e exploração dos novos campo. Se a capitalização fracassar, a soberania aprovada democraticamente vira letra morta. Os interesses petroleiros, então, poderão alegar ‘incapacidade financeira’ da estatal brasileira para exercer suas atribuições. Contarão, naturalmente, com o amparo da mídia e dos consultores para ecoar os tambores da 'abertura eficiente e racional do setor'. Um aperitivo pode ser saboreado na manchete desta 5º feira da Folha de São Paulo, um jornalismo, como se sabe, 'a serviço do Brasil'. Aspas para o título garrafal da 1º página da Folha: "Procurador pede apuração que pode contestar o pré-sal ". No texto, a estratégia escancarada assinala: '(este é)... o primeiro sinal de que o pré-sal pode ir aos tribunais’. Resumindo, passo 1: tumultuar o mercado para inibir a capitalização através da emisssão de ações pela Petrobras --o que requer um ambiente de segurança para os investidores ; passo 2: requerer a anulação da soberania em tribunais aliados; passo 3: continuar bombando Serra; se ele vencer, tudo fica mais fácil... "

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Marinha brasileira começa Operação Atlântico II

Rio de Janeiro, 19 jul (Prensa Latina) A Marinha brasileira, em planejamento conjunto com as Forças Armadas e coordenada pelo Ministério de Defesa, inicia hoje a Operação Atlántico II como preparação para uma guerra moderna em defesa dos interesses nacionais.

O vice-chefe de operações navais da Marinha brasileira, contralmirante Paulo Ricardo Médici, assinalou que o exercício militar -a concluir no dia 30- prevê uma guerra moderna em defesa dos recursos naturais e econômicos nacionais.

A operação de treinamento será realizada principalmente na costa atlântica da Região Sudeste brasileira, devido à importância da infraestrutura de petróleo e gás e do valor econômico e estratégico dessa região em uma eventual disputa internacional pelos recursos do mar.

Vejam mais em PRENSA LATINA-Agencia Informativa Latinoamericana

segunda-feira, 19 de julho de 2010

O boicote brasileiro ao pré-sal

Ontem, o Financial Times – mais importante jornal de negócios do planeta – publicou ampla matéria sobre o início da produção do pré-sal.

O jornal estranhou o pouco destaque na mídia e no próprio Blog da Petrobras. Interpretou como cansaço do país pelo excesso de loas ao pré-sal.

(...)

Aí, se estende sobre a maneira como a grande imprensa praticamente ignorou o episódio. Alertou para a "complacência que ameaça o Brasil". Diz que, depois dos sucessos dos últimos anos, "muitos brasileiros dão a impressão que o trabalho já está feito. A colheita do pré-sal já está depositado. Mesmo a descoberta de 4,5 mil milhões de barris no campo de um novo chamado Franco maio foi recebida com indiferença".

Nada a ver com a opinião pública em geral e com a opinião dos especialistas em particular. Mas com um vício recorrente que tirou toda a objetividade de alguns grandes jornais.


O texto completo no blog do Luís Nassif.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

O início da produção do pré-sal no Espírito Santo

A Petrobras produz nesta quinta-feira (15/7) o primeiro óleo da camada pré-sal do Campo de Baleia Franca, localizado a cerca de 85 km da cidade de Anchieta (ES), no complexo denominado Parque das Baleias, na Bacia de Campos. As acumulações do pré-sal do Campo de Baleia Franca foram descobertas em dezembro de 2008.

A produção será iniciada através da conexão do FPSO Capixaba ao poço 6-BFR-1-ESS. O FPSO Capixaba é afretado para a Petrobras pela empresa SBM, e operava anteriormente no Campo de Golfinho. Para aproveitar a oportunidade de antecipação de produção dos Campos de Cachalote e Baleia Franca, foi realizada uma adaptação na planta de processo da plataforma, para viabilizar a instalação no Parque das Baleias.

O poço do pré-sal de Baleia Franca começará a produzir cerca de 13 mil barris de petróleo por dia (bpd) de petróleo leve, estimado em 29 graus API. A previsão é que atinja a capacidade máxima, de 20 mil bpd, ainda este ano.


Mais no blog do Luís Nassif.