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sábado, 31 de julho de 2010

Relatório conclui que aquecimento global é um fato

Mais de 300 cientistas de 48 países contribuíram para o State of Climate 2009, que analisou 10 indicadores climáticos e comprovou que o planeta está sem dúvida esquentando e que a atual década será a mais quente já registrada desde 1870

Derretimento de geleiras, temperaturas mais altas em terra e nos oceanos, aumento dos níveis dos mares e menor cobertura de neve foram alguns dos indicadores estudados por mais de 160 grupos de pesquisa ao redor do mundo para chegar a uma única conclusão: o planeta está aquecendo.

Os autores do State of Climate 2009, coordenado pela Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA), não entraram no mérito se o aquecimento é devido à ação humana ou não, mas são enfáticos ao dizer que não há mais dúvidas de que o fenômeno está acontecendo e em ritmo acelerado.

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quinta-feira, 22 de abril de 2010

Conferência de Cochabamba: Soluções de países ricos não resolvem mudança climática e prejudicam mais pobres

As soluções propostas pelos países ricos para combater o aquecimento global, como os mecanismos de comércio de cotas de emissão de carbono, são paliativas e vão prejudicar as nações mais pobres, segundo cientistas reunidos na Conferência Mundial dos Povos para a Mudança Climática, em Cochabamba, na Bolívia. A ciência do clima ocupou o centro de metade dos painéis realizados no primeiro dia do evento, na terça-feira (20/4).

Continua no Operamundi.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Cientista russo minimiza o perigo de iceberg gigante à deriva na Antártida

Moscou, 26 de fevereiro, RIA NOVOSTI.
A preocupação em torno ao iceberg do tamanho de Luxemburgo que se desprendeu do glaciar Mertz na Antártida carece de fundamento, assegurou hoje o expert do Instituto de Investigações Cientificas do Ártico e Antártida (IICAA), Lev Savatyugin.

Anteriormente, o investigador australiano Neal Young informou que a massa de gelo desprendida de Mertz poderia afetar o comportamento das correntes oceanicas e influir no clima.

Vejam mais em RIA NOVOSTI

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Dilma afirma que países ricos querem se igualar a emergentes na Conferência do Clima

Copenhague (Dinamarca) - A chefe da delegação brasileira na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-15), em Copenhague, ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, revelou hoje (16) que os países ricos desejam repartir em fatias praticamente iguais as contribuições de países ricos e de nações em desenvolvimento para o fundo de combate ao aquecimento global.

A ministra informou que os países ricos tentam aprovar uma proposta que fixa a participação dos emergentes em 20% do total dos recursos e a das nações desenvolvidas, em 25%. A parcela restante seria preenchida com dinheiro privado.

Vejam mais na AGÊNCIA BRASIL

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Diário de Copenhaga: o conceito de "viver bem"

(...)

As intervenções mais apaixonadas vêm dos bolivianos. Do governo de Evo Morales vem a mensagem de que há duas visões possíveis perante a nossa posição neste planeta: ser dono dele ou pertencer a ele. É a segunda visão que este governo vem defender a Copenhaga, apoiando-se no conceito indígena de “viver bem”, ou seja, ter uma boa qualidade de vida e respeitar os limites da Pachamama (Mãe Terra). Um ponto muito focado pelos povos da América Latina, aliás, foi que, embora pretendam desenvolver-se, não pretendem seguir o nosso modelo de vida insustentável.

O “viver bem” não é meramente um conceito esotérico, mas toda uma forma de defender o imperativo da superação do sistema capitalista. Articula-se perfeitamente com as exigências básicas defendidas pelo representante da Rede Pela Justiça Económica, da África do Sul: acabar com o uso de combustíveis fósseis, defender o clima como bem público e não mercantilizável, reduzir emissões de acordo com o princípio de responsabilidades comuns mas diferenciadas e reconhecer a responsabilidade histórica do Norte pelas alterações climáticas.

Vejam o texto completo em ESQUERDA.NET


sábado, 13 de junho de 2009

AMBIENTE: Se acaba el tiempo para mitigar cambio climático

Por Julio Godoy

ROMA, 13 jun (IPS) - Nuevas investigaciones científicas sugieren que el cambio climático tiene lugar a un ritmo superior al previsto hasta ahora, alertaron expertos reunidos hasta este sábado en la capital italiana en el foro de la Organización Global de Legisladores para el Equilibrio Ambiental (Globe).

"Nos hemos quedado sin tiempo", dijo a IPS Ashok Khosla, presidente de la Unión Internacional para la Conservación de la Naturaleza (UICN).


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terça-feira, 10 de março de 2009

Brasil fica em 8º lugar em índice de mudança climática


O Brasil ficou em oitavo lugar no “Índice de Desempenho em Mudanças Climáticas” – um levantamento realizado por organizações ambientais e divulgado nesta quarta-feira em Poznan, na Polônia, durante a reunião da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre o tema.

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quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Aquecimento global pode ser irreversível, diz estudo


Mesmo sem emissões, temperaturas seriam altas por mil anos
Uma equipe de cientistas especializados em meio ambiente nos Estados Unidos fez um alerta de que muitos dos efeitos das mudanças climáticas podem ser irreversíveis.

Em artigo publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences, os cientistas afirmam que as temperaturas na Terra podem se manter altas por até mil anos, mesmo se as emissões de gás carbônico (CO2) fossem eliminadas hoje.

Segundo os pesquisadores, se o nível de CO2 na atmosfera continuar a subir, vai chover menos em áreas que já são secas no sul da Europa, na América do Norte e em partes da Ásia e da Austrália.


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segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Mudança climática: Outro ano de fenómenos extremos

As temperaturas médias registadas este ano fazem de 2008 um dos anos mais quentes desde 1850, quando os cientistas começaram a registá-las, afirmou a Organização Meteorológica Mundial (OMM) no seu último estudo sobre a mudança climática. A ocorrência de fenómenos meteorológicos extremos, como inundações devastadoras, secas severas e persistentes, tempestades de neve e ondas de calor, registou-se em vários países, segundo esta agência da Organização das Nações Unidas.
Artigo de Haider Rizvi da IPS.


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