Mostrando postagens com marcador manipulação do pensamento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador manipulação do pensamento. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

As 10 técnicas do kit semiótico de manipulação das multidões



Chamado de “século das multidões”, o século XX nos deixou como legado um verdadeiro kit semiótico completo de ferramentas de gestão do comportamento de grupos e multidões. Esse kit composto por 10 ferramentas é aplicado na sua totalidade ou em fragmentos por políticos, agências governamentais, líderes de seitas, jornalistas e publicitários. Desde as manifestações de rua anti-globalização de Seattle em 1999, observa-se uma crescente importância na manipulação das multidões. A sequência atual de manifestações em diversos países como Brasil, Egito e Turquia nos faria questionar se estariam sendo aplicados nestes eventos ferramentas desse kit. Por isso, vamos entender cada uma dessas dez ferramentas para que possamos reconhecê-las nas ruas ou nas mídias.

O poder das multidões para determinar mudanças políticas é um dos temas mais significativos da História. Mas certamente as manifestações anti-globalização em Seattle em 1999 e em Londres em 2001 foram o ponto de viragem na maneira como os poderes estabelecidos viam os protestos. Os manifestantes utilizaram novas tecnologias de comunicação como laptops, Internet e mensagens em SMS por dispositivos móveis. A partir de então as agências governamentais responderam com suas próprias tecnologia invasivas: redes de monitoramento através de câmeras e sistemas de gestão das multidões.  
 
Vejam mais em CINEGNOSE

sábado, 10 de dezembro de 2011

A onda que destrói a democracia

A ascensão do fascismo na Europa e nos EUA, assim como a reprodução de comportamentos autoritários pelos governos que pretendem impor às populações medidas de austeridade, são sinais de alerta.

 Quem já se pôs a refletir sobre a ascensão do fascismo na Europa certamente já se indagou sobre como foi possível tantos milhões de pessoas na Europa terem apoiado o fascismo numa altura em que a democracia ainda dava os seus primeiros passos. Longe de ter sido um fenómeno isolado causado por meia dúzia de loucos que por mero acaso caíram do céu para a cadeira do poder, o fascismo foi um movimento com uma forte implementação popular. Por isso interessa tanto perceber como pode ser destruída a democracia, num momento em que está de novo a retroceder face ao “austeritarismo” neoliberal.

Vejam o texto completo em ESQUERDA.NET

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

A propósito das "dez estratégias de manipulação de massa", atribuída a Noam Chomsky

Por Jean Bricmont [*]

Um texto intitulado "As dez estratégias de manipulação de massas" (http://www.pressenza.com/npermalink...) atribuído a Noam Chomsky circula amplamente na net nestes últimos dias [NR]. Já se vê, igualmente, na "grande" imprensa, em resposta a este texto, críticas a Chomsky como "adepto da teoria da conspiração" [1].

O 10º princípio reflete bem os fantasmas, freqüentes na extrema esquerda, sobre o conhecimento que o "sistema" teria do indivíduo médio graças "à biologia, a neurobiologia e a psicologia aplicada", o que é muito diferente do que pensa Chomsky, o qual sabe que o conhecimento (verdadeiramente) científico do ser humano é extremamente limitado.

Como este texto me parecia ser uma simplificação e uma deformação do seu pensamento, e como não encontrei o seu equivalente em inglês, perguntei-lhe para tirar a limpo. Eis a sua resposta: "Não tenho nenhuma idéia de onde surge isso. Não fiz esta compilação, não a escrevi, não a coloquei na web. Suponho que aquele que o fez poderia pretender que são interpretações daquilo que escrevi aqui e ali mas certamente não sob esta forma nem como lista".

Vejam o texto completo em PATRIA LATINA

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Não deixe o spam ser um grande eleitor neste segundo turno

Paulo Sakamoto

http://blogdosakamoto.uol.com.br

Caro(a) amigo(a), se você decide seu voto por conta de uma das dezenas de correntes apócrifas que circulam pela internet, pró-Dilma e pró-Serra (ou anti-Dilma e anti-Serra), parabéns. Você é, oficialmente, uma pessoa manipulável.

Nunca entendi muito bem porque as pessoas acreditam piamente naquilo que recebem em suas caixas de e-mail. Será que o anonimato das mensagens apócrifas é entendido como uma espécie de “sinal”? Do tipo: “Senhor, me dê os números vencedores do jogo do bicho” e, dias depois, você interpreta uma propaganda de um haras, que chegou acidentalmente por e-mail, como resposta para apostar no “cavalo”?! Vai que, da mesma forma que o Altíssimo escreve certo por linhas tortas, ele também “emeia” justo por internet frouxa, não é?

O mais interessante é que algumas dessas mensagens contam com mentiras tão bem construídas que tem mais gente acreditando nelas do que em boas matérias, com dezenas de fontes, feitas por jornalistas com décadas de credibilidade, que desmentem ou explicam o caso.

- Pô, o texto é super bem escrito. Não deve ser falso.
- O e-mail trouxe vários números. Ou seja, não pode ser mentira.
- Ele tem fotos. É mais difícil manipular fotos.
- Recebi isso do Ronaldo, irmão da Ritinha, casada com o Roberval, filho do seu Romeu, lembra? É, Ro-meu. Ele repassou um e-mail que recebeu do Rui, que é chefe dele na Ramos e Ramos, aquela empresa de retroescavadeiras. Homem decente o Ronaldo… então é coisa séria.

Vejam mais detalhes no BLOG DO SAKAMOTO

domingo, 4 de abril de 2010

MAIS UMA VEZ, CUBA


Existe um excelente filme chamado Edukators, que expõe de forma interessante o conflito entre o capitalismo e seus adversários e que deixa muito claro, ao final, a maneira de agir de cada um. O empresário seqüestrado involuntariamente se revela simpático, com as histórias de seu passado rebelde semelhantes às de seus algozes, mas uma vez livre age dentro do script de destruir, sem condescendência, o inimigo que o libertou.

Este filme me veio à mente por tudo que se tem visto nos meios de comunicação sobre o que se passa em Cuba. As pessoas ficam até comovidas com as Damas de Branco, pobres mães que só querem defender seus filhos contra as injustiças de um sistema cruel e assassino.

Mas o que se esconde por detrás disso é a máquina de manipular consciências novamente a todo vapor em mais uma tentativa de destruir Cuba. A ilhazinha a poucos quilômetros da costa dos Estados Unidos continua incomodando, embora não represente nenhuma ameaça militar ou econômica ao grande império vizinho ou ao capitalismo em geral.

Vejam o texto completo em DIRETO DA REDAÇÃO