Mostrando postagens com marcador Jogos Pan-Americanos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Jogos Pan-Americanos. Mostrar todas as postagens

domingo, 19 de julho de 2015

Para que serve a Veja?

Por projetar atletas como as irmãs Luana e Lohaynny é que o Pan é tão importante. Afinal é hora de adquirir mais experiência e confiança para o que vem pela frente: as Olimpíadas do Rio de Janeiro de 2016, a primeira realizada no Brasil. Mas não é assim que pensa a revista semanal Veja.
Em sua mais recente edição, a publicação estampou na capa a seguinte pergunta: Para que serve um Pan? No texto, desmerece a competição com argumentos conhecidos, como a de que alguns países, como os Estados Unidos e até o Brasil, não enviaram seus principais atletas para o Canadá, já que alguns são deslocados para competições específicas de seus esportes simultâneas ao evento. 
Veja lembra que atletas como o nadador Michael Phelps nunca participaram de um Pan, mas se esquece de outros nomes importantes que foram e são expressivos nas marcas dos Jogos. O nadador brasileiro Thiago Pereira não só está em Toronto como pode se tornar o maior medalhista de toda história dos Pan-Americanos.
Ao tentar desmerecer o Pan, Veja lança comparações descabidas com a NBA (liga de basquete profissional americana que inclui um time canadense) e aposta que o que ficará na memória será apenas a apresentação do Cirque du Soleil na abertura.

Veja ignora assim os esforços de todos os 590 atletas brasileiros enviados ao Pan, 314 homens e 276 mulheres que compõem nossa melhor geração olímpica. Despreza também casos impressionantes de superação muitas vezes escondidos pela euforia das vitórias.

Confira no R7

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Ricardo Teixeira expôs o Brasil a um vexame no Pan. Não quis que a Seleção fosse representada por um time de verdade. A vergonhosa eliminação na primeira fase é toda dele…


Estádio Omnilife, do Chivas...
A responsabilidade pela vergonha que a Seleção passou no México tem dono.
Nome e sobrenome.
Ricardo Terra Teixeira.
O presidente da CBF não se empenhou em mandar um time decente para o Pan-Americano.
Muito pelo contrário, até.
A desclassificação do Brasil ainda na primeira fase foi mais do que merecida.
Costa Rica, Argentina e até Cuba foram melhores do que esse arremedo de equipe.
O catado que Teixeira permitiu que Ney Franco convocasse foi mesmo para perder.
Não havia interesse dele na medalha de ouro.
A rede de televisão que mais mostrou denúncias contra Teixeira tem a exclusividade do Pan.
Por que transformar o futebol em atração desta emissora?

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

A vila do Pan

Gostaria que voce comentasse também o problema que está acontecendo na Vila do Pan, no Rio de Janeiro. Daqui há pouco vao desabar os prédios em cima das pessoas. Pois as ruas em volta estao cedendo e é cada buraco que só vendo.

É o mesmo lance de uso de material precário na construcao, numa obra superfaturada.. Vergonhoso!

Antes que vire um tragédia pública…

Do blog do Luís Nassif.

Outro "post" do mesmo assunto aqui.

segunda-feira, 2 de março de 2009

O fim do factóide dos pugilistas cubanos

Estou aproveitando este espaço para registrar o que acabei de ver na TV Globo a respeito dos dois cubanos que voltaram para Cuba. Alguém assistiu? Na entrevista da Globo, os pugilistas que agora moram em Maimi , declaram em alto e bom som que voltaram para Cuba por livre e espontânea vontade. Que chegaram a conversar com o Lula que lhe ofereceu garantias para ficarem no Brasil se assim o desejassem. Gostaria de saber se vão dar o mesmo espaço que deram na época para esclarecer o que ocorreu com os pugulistas…Vamos como que a Mídia se comporta …

Mais no Luís Nassif. Inclusive com vídeo da reportagem.

terça-feira, 11 de setembro de 2007

Rebeca Gusmão teria nível anormal de testosterona

Do Clic PRBS:
Um exame antidoping feito pela nadadora brasileira Rebeca Gusmão acusou índice anormal de testosterona, o hormônio masculino. A Federação Internacional de Natação (Fina) vai avaliar se isso ocorreu por uso de esteróide anabolizante. O caso já vem sendo tratado com sigilo há alguns meses, e na defesa da atleta foi alegada uma contaminação nas amostras A e B do exame de urina feito em 2006. A informação é do jornal O Globo
A contraprova foi aberta no último dia 10 de agosto, no Laboratório de Montreal (Canadá). O resultado da amostra A repetiu o resultado positivo. Isso ocorreu depois que Rebeca se tornou a primeira nadadora brasileira a ganhar medalha de ouro em Jogos Pan-Americanos de 2007.


Clique para a íntegra

N.E.: o ufanismo cega as pessoas. Não precisa nem fazer exame de sangue, é só olhar a fisionomia e ouvir a voz de Rebeca Gusmão. Está na cara que ela toma hormônios. Mas, não. Ninguém questiona, afinal, é "nossa" campeã pan-americana! Brasil-sil-sil....

segunda-feira, 30 de julho de 2007

Restos de Pan

O presidente também fez um balanço do evento. "Eu acredito que nós poderemos fazer um balanço sobre várias coisas que aconteceram no Pan. A primeira coisa, eu acho que foi a instalação dos centros esportivos feitos no Pan. Ou seja, valeu a pena gastar o dinheiro que tinha que gastar, valeu a pena aplicar o que tinha que aplicar, fazer parceria com o governo do Estado, com a prefeitura municipal para que a gente pudesse mostrar ao mundo a capacidade que o Brasil tem de realizar uns jogos dessa magnitude. Ou seja, no fundo, no fundo, isso credencia o Brasil para sediar a Copa do Mundo e credencia o Brasil para disputar uma olimpíada no Brasil." (Fonte: Folha de São Paulo Online).

N.E.: Quando o Brasil começará a mostrar ao mundo que pode realizar projetos humanos da magnitude que o Brasil precisa? Quando começará a provar aos demais países que tem a capacidade de solucionar os mais graves problemas internos? Quando autorizarão uma melhor afluência de verbas para tais projetos? Não, eu pergunto: quando mesmo?

quinta-feira, 26 de julho de 2007

Vaias

O que parece ocorrer é uma catarse coletiva, que se teve algum sentido no início parece ter ficado sem controle e sem propósito. Esta atitude hostil não é característica dos brasileiros, sempre receptivos a outros povos e ao espetáculo que o esporte proporciona. Gostamos de conhecer e conversar com gente de outros países e gostamos de esporte em geral. Então, por quê a vaia generalizada a qualquer atleta que não seja brasileiro? (Mair Pena Neto)

______________________
O que importa é comemorar e vaiar. Aliás esse Pan-Americano vai ficar marcado pela vaia institucionalizada. Começou com a vaia ao presidente na cerimônia de abertura, até hoje comemorada por boa parte da mídia, pelos adversários políticos e pelas centenas de textos e charges que circulam na internet, e continuou com a vaia sistemática a todos os adversários dos atletas brasileiros. Espírito olímpico? Nem pensar.

Curioso momento vive o Brasil. Enquanto alguns comemoram, outros enterram seus mortos. Ou o que restou de seus corpos. No episódio da tragédia com o avião da TAM, a mídia enlouqueceu. Nunca tanta desinformação foi transmitida ao consumidor de notícias. Especulou-se à vontade na busca do sensacionalismo barato. A cada dia descobria-se um culpado. Ora a pista, ora o piloto. Ora o defeito no avião, ora o governo. Todo mundo virou especialista em aviação. Palpiteiros de ocasião, isto sim. (Eliakim Araujo)


Fonte: Direto da Redação

Utilidades Esportivas com Halem Souza

Competições esportivas não ajudam a reduzir a taxa de juros; não tornam os políticos menos corruptos; não corrigem falhas do controle aéreo; não acabam com a Guerra do Iraque. São, se pensarmos de modo cru, inúteis. Como a Literatura, se estendermos o raciocínio. Mas como escreveu Hans Ulrich Gumbrecht*, "não há outro fenômeno na cultura contemporânea que leve o prazer da beleza a mais gente do que os esportes. Se deixamos de reconhecer esse fato é porque temos enormes dificuldades para separar a fruição da beleza dos rituais da 'cultura elevada'."

Fonte: Ração (Razão) das Letras

terça-feira, 24 de julho de 2007

Brasileiro com muito orgulho? Quadro de medalhas: 200 mortos.

Em torno do Pan, a omissão é medalha de diamantes. Thiago Pereira, que é um nadador digno de todo respeito e não tem a menor culpa do que se omite, é tratado como quem superou Mark Spitz. E, friamente, é verdade. Mas meia verdade, muitas vezes pior que a mentira pura, por mais difícil de ser desmascarada.
Ora, Spitz, ao ganhar cinco ouros no Pan de Winnipeg, em 1967, simplesmente bateu três recordes mundiais, como bateu outros sete ao ganhar mais sete medalhas de ouro em Munique, nos Jogos Olímpicos de 1972. Compará-lo a Pereira não honra nenhum dos dois.
Fiquemos por aqui, para falar do que é mais chocante, porque sempre com a cumplicidade da mídia. A tragédia da TAM, que obscureceu o Pan, é rica em ensinamentos. Começou não é de hoje, com o escândalo do Sivam, no governo anterior, e continuou impávida e colossal de lá para cá.
(...) Somos todos responsáveis, ou quase todos, que continuamos a voar como voamos, a votar como votamos, a festejar como festejamos e a reclamar mais dos que são rigorosos do que daqueles que são complacentes. Dar ao Pan-2007 sua verdadeira dimensão é, para muitos, sintoma ou de bairrismo ou de mau humor. E a crise aérea vira exploração política. Mas o que se vê na TV no Pan, e o que se viu e ainda se verá na TV sobre o avião da TAM, é de dar vergonha de como se faz jornalismo/sensacionalismo no Brasil.
Juca Kfoury na FSP, transcrito no blog do Marcelo F. Carvalho. A íntegra está aqui no Resumo da Chuva

segunda-feira, 23 de julho de 2007

Pan-American, baby

Até sexta-feira passada, a norte-americana Angie Akers (foto), jogadora de vôlei de praia, registrou em um blog suas impressões sobre os Jogos Pan-americanos do Rio.

Na quinta-feira, entre muitas queixas sobre a organização do evento, resumiu assim sua visão sobre o Rio: (Leiam mais no blog do Leonir, clicando aqui.)

segunda-feira, 16 de julho de 2007

Lula diz que ficou triste com vaia no Pan

Presidente afirmou que 'estava preparado para uma festa'.
Mas disse que reação não vai mudar sua relação com o Rio.


Em seu programa semanal de rádio ‘Café com o presidente’, nesta segunda-feira (16), Lula afirmou que “a vaia e o aplauso são dois momentos de reação do ser humano”, mas confessou ter ficado triste com a recepção do público.
“A única coisa que eu, particularmente, fico triste é que eu fui preparado para uma festa. É como se eu fosse convidado para o aniversário de um amigo meu, chegasse lá e encontrasse um grupo de pessoas que não queria a minha presença lá”, afirmou Lula.
O presidente disse que, depois de deixar o Maracanã, algumas pessoas afirmaram que o protesto teria sido organizado e que poderia ter acontecido por causa do sistema de distribuição dos convites para o evento.
Lula disse ainda que acha que a manifestação não reflete o pensamento do povo carioca sobre seu governo “Isso não muda um milímetro o meu comportamento com o Rio de Janeiro. O Rio de Janeiro, poderíamos dizer, continua lindo, e merece que o governo federal faça o que for possível para o Rio de Janeiro”, declarou. Deu no G1.





sexta-feira, 13 de julho de 2007

Esporte É o bicho

"O mascote Cauê virou Caô (mentira na gíria carioca), e o Pan se transformou em Pandemônio. Um protesto contra os gastos no Pan e a política de segurança às vésperas dos Jogos foi promovido na frente do prédio da Prefeitura carioca, nesta sexta, dia da festa de abertura da competição." (UOL)

N.E.: É o bicho. Quando eu disse isso, muitos “patriotinhas” me criticaram. DUH! A genialidade humana tem limites. A estupidez, não.

quinta-feira, 28 de junho de 2007

Denúncia aponta Pan como pretexto para extermínio

Uma megaoperação com 1.350 homens das polícias militar e civil, além da Força Nacional de Segurança, no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, deixou 19 de mortos.


Maurício Campos, membro da Rede de Comunidades e Movimentos Contra a Violência, denunciou em reuniões com entidades de direitos humanos e em entrevistas a rádios na Alemanha e na Suíça, que os Jogos Pan-Americanos estão sendo usados pelo governo do Rio como pretexto para a prática de uma política de extermínio e de limpeza social na cidade. Campos, que regressou ontem de viagem, aponta um aumento de 40% dos homicídios em confronto com a polícia no primeiro trimestre, enquanto a apreensão de drogas caiu 8%, o total de prisões diminuiu 21% e a retirada de armas de circulação baixou 9%. Ele utilizou dados do Instituto de Segurança Pública do governo. "Esses números são a prova de que a política do governo é do extermínio", disse ao jornal O Estado de S. Paulo.
O antropólogo Luiz Eduardo Soares, secretário de Valorização da Vida e Prevenção à Violência de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, diz que a atual política de segurança é ineficiente. Para Soares, às vésperas do Pan, o governo deve usar o total de mortes para tentar vender ao público que as autoridades estão trabalhando.
Para a coordenadora da ONG Justiça Global, Sandra Carvalho, apesar da brutalidade, a eficácia das políticas governamentais do Rio é nula. Publicado no Terra.

sábado, 23 de junho de 2007

Raiva do Pan

O jornalista Juca Kfouri está com raiva dos Jogos Pan-Americanos.
“Raiva da chance que o Brasil desperdiça ao não fazer do Pan uma oportunidade de inclusão social por meio do esporte.
Raiva de ver essa cartolagem que nos assola nadar de braçada no dinheiro público e mentir sem pudor.
(...) Estamos às portas do Pan. Não é para amá-lo nem deixá-lo, que não somos disso. Mas deveremos cobrá-lo. Até o fim”. Clique aqui e leia a íntegra do comentário de Juca na Caros Amigos.

Síndrome de Cabo Anselmo (*)

Greve durante o Pan é discutida por controladores. Com mais firmeza, os controladores de tráfego aéreo começaram ontem a discutir a possibilidade de fazer greve branca no início de julho, quando o fluxo nos aeroportos irá aumentar devido aos Jogos Pan--Americanos e às férias escolares. Mais aqui, no Terra.

(*) Cabo Anselmo foi o marinheiro que, fazendo-se passar por esquerdista, açulou a revolta dos marinheiros em 1964, favorecendo os golpistas. Depois do golpe, entregou vários companheiros às forças da repressão.