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quarta-feira, 9 de julho de 2014

A NSA armazena dados de pessoas inocentes dos EUA, incluindo conversas e fotos pessoais

De acordo com o The Washington Post, que publicou uma grande reportagem investigativa sobre a NSA, a agência norte-americana intercepta dados sem se preocupar com a origem deles: nove entre dez mensagens interceptadas pela NSA são de pessoas comuns, e não alvos de investigações, e as conversas privadas e fotos estão facilmente acessíveis nos bancos de dados da agência.
Quão ampla é a rede da NSA? A reportagem indica que a agência desafia os limites da razão e lógica ao determinar o que ela considera um “alvo estrangeiro”. Cidadãos dos EUA que escrevem emails em idiomas diferentes do inglês, ou que conversam com pessoas de outros países, ou que usam proxy para ver algo não disponível por lá são considerados alvos, e eles então passam a bisbilhotar as conversas. O Post diz que a agência pode considerar um endereço de IP de um servidor, acessado por centenas de pessoas, como um “alvo”.

Confira no Gizmodo Brasil

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Angry Birds é usado pela NSA para acessar dados de usuários de celulares

A NSA (Agência de Segurança Nacional) dos Estados Unidos utiliza aplicativos vulneráveis, como o jogo "Angry Birds", para acessar informação pessoal ou dados de localização no mundo todo , revelaram nesta segunda-feira (27) os jornais "New York Times" e "Guardian".

As agências de inteligência dos Estados Unidos e Reino Unido desde 2007 tentam explorar a grande quantidade de informação obtida por aplicativos móveis e as partilhadas em redes sociais, segundo novas revelações do ex-analista externo da NSA, Edward Snowden.


Confira a notícia da EFE disponível no UOL

sábado, 18 de janeiro de 2014

Como a NSA vigia os telefones e a internet

O presidente Barack Obama deve apresentar nesta sexta-feira as esperadas reformas do sistema de vigilância eletrônica da Agência Nacional de Segurança (NSA).

A seguir, os principais programas utilizados pela NSA para monitorar suspeitos de terrorismo.


Confira no UOL Notícias, via AFP

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Agência dos EUA espionou 100 mil computadores em todo o mundo, diz jornal

A Agência de Segurança Nacional (NSA, sigla em inglês) dos Estados Unidos implantou programas de vigilância em quase 100 mil computadores de todo o mundo, informou nesta terça-feira (15) o jornal "New York Times", a partir de documentos revelados pelo ex-técnico da agência, Edward Snowden.

A NSA colocou esses programas tanto em computadores conectados a uma rede como em computadores sem conexão, graças a uma centenária tecnologia adaptada aos tempos modernos: a radiofrequência, cujas ferramentas, normalmente um cartão USB, são instaladas fisicamente por uma pessoa no computador monitorado.

Segundo o "New York Times", entre os alvos mais frequentes de vigilância da NSA através desse sistema estão o Exército da China, as Forças Armadas da Rússia, a Polícia do México e os cartéis do tráfico de drogas, instituições de comércio da União Europeia e países aliados na luta contra o terrorismo como Arábia Saudita, Índia e Paquistão.


Confira no UOL Notícias

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

‘Catálogo’ da NSA expõe técnicas para espionar de iPhones a servidores

A publicação alemã “Spiegel Online” publicou uma reportagem com base em documentos vazados por Edward Snowden que contém um “catálogo” com as diversas ferramentas disponíveis para a realização de operações da Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos (NSA). As ferramentas incluem aparelhos físicos e software, e cobrem os mais diversos tipos de cenários e ataques, que vão da espionagem de iPhones a ataques em servidores da Dell.
No caso das máquinas da Dell, o ataque é chamado de “Deitybounce”. O código fica armazenado no BIOS (Sistema Básico de Entrada e Saída) da placa-mãe. O software da placa-mãe então instala o vírus no sistema operacional quando o servidor é ligado. O catálogo explica que o vírus pode ser instalado por meio de “acesso remoto ou interdição”, sendo “interdição” o termo da NSA para a interceptação de uma mercadoria antes de chegar ao cliente.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

A NSA negou o que você já sabia: é muito fácil identificar pessoas através de metadados

Quando foi revelado que a NSA rastreava telefones, a Agência Nacional de Inteligência foi rápida em afirmar que não estava escutando as ligações. Mas ela está espionando para quem você liga, quando você faz isso e por quanto tempo – em resumo, os seus metadados. As alegações de que os metadados são anônimos não deixaram ninguém mais tranquilo, especialmente agora: pesquisadores de Stanford afirmam que conectar os metadados aos usuários não é só fácil: é trivial.


Confira no Gizmodo Brasil

A NSA pode acessar e espionar muita coisa nos iPhones

Nós já sabíamos que a NSA desenvolveu um jeito de interceptar computadores comprados nos EUA para colocar grampos. Mas não é só isso: estes hacks também davam acesso quase completo aos iPhones.
Documentos compartilhados pelo pesquisador da área de segurança Jacob Appelbaum e pela revista alemã Der Spiegel revelam que a NSA pode espionar quase toda a comunicação enviada pelos smartphones da Apple. Usando um software chamado DROPOUTJEEP, a NSA pode: interceptar mensagens SMS, acessar listas de contatos, localizar o aparelho usando dados de torres de celular e até mesmo ativar o microfone e a câmera do aparelho.

Confira no Gizmodo Brasil

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Agência americana rastreou bilhões de celulares no exterior, diz jornal

A Agência de Segurança Nacional (NSA, na sigla em inglês) rastreou a localização de 5 bilhões de celulares por dia no exterior, incluindo aqueles pertencentes a norte-americanos em viagens internacionais, informou o Washington Post na noite dessa quarta-feira. 

A NSA reuniu dados de localização de "dezenas de milhões de norte-americanos que viajam para o exterior" anualmente, incluindo bilhões de outros registros coletados em operadoras ao redor do mundo, informou o jornal. Esses dados sugerem que a NSA pode monitorar o movimento de praticamente qualquer celular ao redor do mundo e mapear as relações do usuário do aparelho. O Washington Post disse que um programa de computador chamado CO-TRAVELER analisa dados de bilhões de pessoas e constrói padrões de relacionamentos baseado no movimento dos celulares.


Leia mais no Correio do Povo

sábado, 23 de novembro de 2013

30 anos depois, o primeiro delator da NSA conta todos os detalhes de sua história

Ouvi o nome de Perry Fellwock pela primeira vez algumas semanas após Edward Snowden, o antigo funcionário de inteligência de 26 anos, entrar na história com seus laptops cheios de segredos da NSA. Após o Guardian começar a publicar artigos baseados nos documentos de Snowden, o site anti-segredos Cryptome repostou o artigo original da Rampart de 1972,“Electronic Espionage: A Memoir” (Espionagem Eletrônica: Uma Memória, em tradução livre), no qual Fellwock havia denunciado a NSA.
Fellwock, sob seu pseudômino Winslow Peck, foi apresentado como:
um analista da NSA no posto de escuta da Istambul por dois anos e meio. Ele participou dos jogos mortais de esgrima internacional que acontecem diariamente com a União Soviética, traçando suas forças aéreas e terrestres e penetrando suas defesas.
Na época, apenas os contornos mais amplos das atividades da NSA haviam sido publicadas na imprensa. Sua sede não tinha nenhuma marca, sua descrição nos documentos oficiais do governo dos EUA era restrita e absurdamente vaga: “realiza funções altamente especializadas técnicas e coordenativas relacionadas à segurança nacional.” O espetáculo pós-Snowden do chefe da NSA dando explicações ao Congresso dos EUA, e então sendo desmentido por vazamentos posteriores, era inimaginável. Nenhum diretor havia falado publicamente sobre a missão da agência, ainda menos sobre o que ela fazia ou deixava de fazer.

Confira a longa reportagem no Gizmodo Brasil