quinta-feira, 24 de julho de 2014
Brasil sobe uma posição em ranking de IDH e ocupa 79º lugar
Leia mais no Correio do Povo.
quarta-feira, 31 de julho de 2013
Expectativa de vida do brasileiro aumenta para 73,9 anos
Em 1991, 85,5% das cidades brasileiras tinham IDHM considerado muito baixo. Em 2010, o percentual passou para 0,6% dos municípios. De acordo com o levantamento, em 2010, o índice de municípios com IDHM considerado alto e médio chegou a 74%, enquanto em 1991, não havia nenhuma cidade brasileira com IDHM considerado alto e 0,8% apresentavam índice médio. Pela escala do estudo, é considerado muito baixo o IDHM entre 0 e 0,49, baixo entre 0,5 e 0,59; médio de 0,6 e 0,69, alto 0,7 e 0,79 e muito alto entre 0,8 e 1,0.
Principal responsável pelo crescimento do índice absoluto brasileiro, o IDHM Longevidade acumulou alta de 23,2%, entre 1991 e 2010. O índice ficou em 0,816, em 2010. Com o crescimento, a expectativa de vida do brasileiro aumentou em 9,2 anos, passando de 64,7, em 1991, para 73,9 anos, em 2010.
Leia mais no Correio do Povo.
domingo, 6 de novembro de 2011
IDH: Lula está certo, venderam jornal velho
“Vocês devem ter lido que o ex-presidente Lula, no meio de um sério tratamento de saúde, abalou-se para reclamar dos números do Índice de Desenvolvimento Humano divulgados quarta-feira, com grande estardalhaço.
Nele, o Brasil subia apenas uma posição, ficando em 84° lugar, entre 187 países. E ainda caía, quando levados em conta os indicadores de igualdade/desigualdade social.
Prato feito para nossa imprensa.
Se não é Lula, sem voz, estrilar, virava verdade.
Mas, como ele estrilou, é só convidar os jornalistas a visitarem, no site da própria ONU, a página que dá a informação sobre de onde eles tiraram estes dados.
Vejam o texto completo no blog TIJOLAÇO
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Brasil é o 84º do ranking de IDH da ONU
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
O Brasil no novo IDH
Confira no blog do Luís Nassif.
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Apesar de progresso, Brasil permanece um dos mais desiguais do mundo, diz ONU
Apesar dos progressos sociais registrados no início da década passada, o Brasil continua entre os países mais desiguais do mundo, segundo atesta um relatório do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), que será divulgado nesta sexta-feira.
O índice de Gini - medição do grau de desigualdade a partir da renda per capita - para o Brasil ficou em torno de 0,56 por volta de 2006 – quanto mais próximo de um, maior a desigualdade.
Isto apesar de o país ter elevado consideravelmente o seu índice de desenvolvimento humano – de 0,71 em 1990 para 0,81 em 2007 – e ter entrado no grupo dos países com alto índice neste quesito.
Continua na BBC Brasil.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Bloguera paradójica en país desarrollado
Artículo absolutamente imprescindible de Pascual Serrano en Público sobre la famosa blogera cubana Yoani y las paradojas en torno a su trascendente figura política y periodística. Es especialmente interesante porque en estos tiempos posmodernos, en los que se alza a los cuatro vientos las bondades de la web 2.0, es aún más fácil colar determinados goles en determinadas porterías. Y me refiero a todas aquellas personas identificadas con la "izquierda progresista" (¡vaya concepto más ambiguo!) que centran su actividad en la crítica pormenorizada al país cubano, aprovechando cualquier noticia o rumor sin constrastar para atacar sin piedad al pequeño país socialista; olvidándose, obvio es, de los más de 150 países capitalistas en los que sobrevivir es prácticamente imposible para la mayoría de la población.
Vejam o texto completo em REBELIÓN.ORG
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
IDH do Brasil cresce puxado por taxa de alfabetização
De acordo com os dados divulgados nesta quinta-feira pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), o Brasil manteve a 70ª posição no ranking de 179 nações (dois países a mais que no ano anterior).
Leia MAIS.
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
Brasil reduz desigualdade de renda de trabalhadores, mas é campeão em mortes violentas, aponta Ipea
O estudo "Desenvolvimento e Experiências Internacionais Comparadas" foi apresentado na manhã desta quarta-feira na sede do Ipea, em Brasília, e mostrou também que em dez dos 11 países, as doenças cardiovasculares e os diversos tipos de câncer são as principais causas de morte. Com exceção da África do Sul, onde dispara a Aids. Na Índia, destacam-se as doenças parasitárias e infecciosas. O Brasil é o primeiro em mortes violentas; a Alemanha, a última.
Mais no UOL Notícias.
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Brasil tem terceiro maior índice de mortalidade infantil na América do Sul
De acordo com o estudo, a estimativa para este ano é que, em cada grupo de mil crianças nascidas vivas no país, 23 morram antes de completar 1 ano de idade. O índice brasileiro só não é maior do que o da Bolívia, com 45 mortes, e o do Paraguai, com 32.
Mais no UOL Ciência e Saúde. Ou seja, temos ainda por fazer...
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
Erro impede que Brasil suba no ranking do IDH
A ONU escolheu o Brasil como palco para apresentar ao mundo seu novo Relatório de Desenvolvimento Humano, mas cometeu, involuntariamente, uma injustiça com os anfitriões do evento. Graças a um erro metodológico, o país caiu no ranking da qualidade de vida do mundo - mas deveria ter subido.
O relatório divulgado hoje, com dados de 2005, mostra que o Brasil atingiu exatamente a "nota" mínima (0,800 numa escala de zero a um) para entrar no clube países de "alto desenvolvimento humano". A nota em questão é o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), adotado pela Organização das Nações Unidas para medir e comparar o progresso social em diferentes países.
De 2004 para 2005, o IDH do Brasil subiu de 0,792 para 0,800 - evidência de que houve avanços nos quesitos renda, educação e longevidade. Mas, no ranking oficial, o país caiu da posição 69 para a 70. Sinal de que outros países melhoraram mais? Nada disso.
Terra Magazine revisou as contas da ONU e descobriu uma distorção. Os cálculos foram feitos com base no "PIB velho" do país, ou seja, não levaram em conta a mudança de metologia do IBGE, promovida em março deste ano, que revelou um país mais rico - ou menos pobre - do que se imaginava (leia aqui). O FMI já cometeu esse erro (leia aqui), mas depois se corrigiu (leia aqui).
Texto completo no Terra Magazine.