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domingo, 29 de julho de 2012

Deriva?

Em 1921, o antropólogo e linguista alemão Edward Sapir propôs a tese de que há mudanças previsíveis na língua. Em sua coluna de julho, Sírio Possenti discute a questão e arrisca algumas previsões de mudanças no português do Brasil. 


Uma das poucas coisas que se sabem com absoluta segurança sobre as línguas é que, aconteça o que acontecer, nenhuma será no futuro como é hoje. Ou seja, é certo que as línguas mudam. As variações que podem ser facilmente observadas são sua origem e seu mais forte sintoma.
Vejamos um exemplo: coexistem formas como [peixe] e [pexe], [outro] e [otro]. A queda da semivogal (i, u) implica a eliminação de ditongos. Mas o fenômeno não é linear; obedece a certas restrições que levam em conta uma relação entre a semivogal e a consoante que a segue. Por exemplo, ocorre [otro] (outro), mas não [oto] (oito). Ou seja, o /u/ cai antes de /t/, mas o /i/ não.

Vejam mais em CIÊNCIA HOJE

domingo, 6 de setembro de 2009

Agora responda em português mesmo - Quantos brasileiros falam inglês?

Falando em consumidores, de acordo com o TGI, Target Group Index (olha aí mais uma expressao em inglês), do Ibope, 12% dos brasileiros dizem entender um programa de TV em inglês e 13% conseguem ler um jornal ou livro nesse idioma. Parece muito, nao acha? Vale lembrar que o TGI pesquisa uma amostra correspondente a 45% da populaçao brasileira nos principais centros consumidores. Quando a gente cruza essa informaçao do Ibope por classe social, percebe que nas classes A e B, o percentual dos que entendem inglês sobe para 26%. Mas na classe C, que representa 52% da populaçao esse índice cai para 6% e nas classes D e E desce ainda mais, para 2%.

A notícia completa é do BlueBus.