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quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Cubanos chegam e já diagnosticam a doença do Brasil

Eles desembarcaram há apenas quatro dias.

Ainda nem começaram a trabalhar. Mas alguma coisa de essencial já foi diagnosticada entre nós, apenas com a sua presença.

Uma foto estampada na Folha de S. Paulo desta 3ª feira sintetiza a radiografia que essa visita adicionou ao diagnóstico da doença brasileira.

Um médico negro avança altivo pelo corredor polonês que espreme a sua passagem na chegada a Fortaleza, 2ª feira.

O funil do constrangimento é formado por jovens de jaleco da mesma cor alva da pele.

Uivam, vaiam, ofendem o recém-chegado.

Recitam um texto inoculado diuturnamente em sua mente pelas cantanhêdes, os gasparis e assemelhados.

Centuriões de um conservadorismo rasteiro, mas incessante.

Vejam mais no Blog das Frases-CARTA MAIOR

segunda-feira, 4 de março de 2013

Sobre o esculacho dado em Merval

O que mais chama a atenção é que o colunista pareceu ficar surpreso em saber que não é admirado fora de seu círculo.

Devemos entender que a violência dá as costas à esperança. Devemos preferir a esperança, a esperança da não violência. Este é o caminho que se deve aprender a trilhar.
Stéphane Hessel, autor de “Indignai-vos”.

A epígrafe acima fala sozinha. E reflete a alma do Diário.
Indignação, sim. Violência, não. Luther King é uma eterna inspiração.
Isto posto, algumas palavras sobre um tema que despertou apaixonada polêmica nas redes sociais neste final de semana: o esculacho dado por um grupo de manifestantes no colunista Merval Pereira.

Em sua coluna no Globo, Merval afirmou que teve seu “dia de Yoani”. Foi reconhecido, xingado e hostilizado, segundo seu relato. Chutaram seu carro, afirmou.

A versão dramática foi colocada em dúvida por alguns. “Merval teve seu atentado da bolinha de papel”, tuitou alguém.

Vejam mais no DIÁRIO DO CENTRO DO MUNDO




terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Policarpo Jr é processado criminalmente por Alfredo Nascimento e PCdoB

O senador Alfredo Nascimento (PR-AM) está processando os jornalistas da revista Veja, Policarpo Júnior, Rodrigo Rangel, Hugo Marques e Daniel Pereira. Trata-se de queixa-crime por Difamação, Injúria e Calúnia. A ação é penal, portanto é possível levar à condenação de até 3 anos e 6 meses de detenção, além de multa. 


Vejam mais (inclusive docs. do TJDFT) no blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA

domingo, 9 de dezembro de 2012

Quando o jornalismo é covarde





Por Kiko Nogueira, no blog Diário do Centro do Mundo:
“Qualquer jornalista que não seja demasiado obtuso ou cheio de si para perceber o que está acontecendo sabe que o que ele faz é moralmente indefensável”. Janet Malcolm
Uma das imagens mais revoltantes da história do jornalismo foi publicada hoje na capa do tabloide New York Post. Um homem tenta voltar à plataforma da estação na rua 49, enquanto o trem do metrô vem em sua direção. Seu nome era Ki Suk Han, imigrante coreano de 58 anos, casado, uma filha. Han morreria em decorrência dos ferimentos.
A reação foi instantânea. Por que o fotógrafo freelancer R. Umar Abbasi preferiu clicar ao invés de tentar salvar seu personagem? Por que o Post publicou? Por que ninguém presente à cena fez nada?  


Vejam mais em PATRIA LATINA

sábado, 24 de dezembro de 2011

Nada contra o ministro Orlando

Sem nenhuma prova, apenas com a palavra de um ex presidiário  acusado de  desvios de recursos do Ministério do Esporte, a  revista Veja publicou uma reportagem acusando Orlando Silva de integrar um suposto esquema de desvio de verbas. A imprensa repercutiu o caso, a oposição explorou políticamente e Orlando caiu. O  deputado pelo PCdoB paulista Aldo Rebelo assumiu a pasta e pediu auditoria nos convênios com ONGs.

Vejam mais em REDE BRASIL ATUAL

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Wikileaks aponta Wiliam Waack como informante do governo dos EUA

Blog Brasil que Vai cita documentos sigilosos divulgado pelo site de Julian Assange


O repórter William Waack, da Rede Globo de Televisão, foi apontado como informante do governo americano, segundo post do blog Brasil que Vai - citando documentos sigilosos trazidos a público pelo site Wikileaks há pouco menos de dois meses.
De acordo com o texto, Waack foi indicado por membros do governo dos EUA para “sustentar posições na mídia brasileira afinadas com as grandes linhas da política externa americana”.
- Por essa razão é que se sentiu à vontade de protagonizar insólitos episódios na programação que conduz, nos quais não faltaram sequer palavrões dirigidos a autoridades do governo brasileiro.

Vejam mais detalhes no R7

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Morre na Espanha preso em greve de fome... mas não era cubano

Cubainformación

Neste 25 de julho de 2011 faleceu em Teruel (Espanha) um preso que ficou cinco meses em greve de fome, quatro deles com alimentação forçada (1). O falecido, Tohuami Hamdaoui, era um imigrante marroquino de 41 anos que denunciava ser vítima de um êrro judicial após ser condenado a 16 anos por agressão sexual. A notícia foi apenas refletida pela grande mídia espanhola, enquanto para as cadeias internacionais, sequer havia existido.

Um tratamento que constrata radicalmente com o que as mídias espanholas deram ao falecimento, após uma greve de fome, do preso cubano Orlando Zapata, em fevereiro de 2010 (2). Sua morte ocupou, durante semanas, lugar destacado no noticiário de televisão e rádio, e encheu páginas inteiras dos grandes diários. Provocou declarações ameaçadoras contra o governo cubano por parte do presidente José Luis Rodríguez Zapatero (3), a condenação do Parlamento europeu (4), novas iniciativas de sanções econômicas contra Cuba, e inclusive o protesto de intelectuais e artistas espanhois (5).

Vejam o texto original em REBELION.ORG e uma tradução livre no blog NEBULOSA.DE.ÓRION

Charge do Vicman


Charge do Vicman vista em REBELION.ORG (29.07.2011)

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Paraguai: A agressão permanente do ABC Color através dos editoriais

O diário ABC Color, dirigido por Aldo Zuccolillo, intenta todos os tias - cada vez com menos decoro - instalar a agenda midiática, política, governamental e econômica.

Através de colunas editoriais e titulares da seção política. Se não consegue seu objetivo de forma imediata, então passa à agressão, à injúria e procura provocar a confrontaão constante entre paraguaios e eventualmente do Paraguai contra outras nações irmãs e algumas vizinhas de nossa América Latina.

Alguns editoriais publicados ao longo dos últimos 12 meses deixam entrever o ressentimento intrínseco dos editorialistas e do dono do periódico a todo projeto que não esteja enquadrado no libreto empresarial e ideológico do ABC. Transgridem reiteradametne as regras mais básicas do jornalismo, como por exemplo o contraditório das fontes, e em alguns casos violam as leis da República.

domingo, 24 de outubro de 2010

Educação superior em Lula x FHC: a prova dos números

Naomar de Almeida Filho (*)

Um jornalista que se apresenta como um dos mais acessados do Brasil pretendeu "desmontar" a política do governo Lula na educação superior. Fiquei interessado no tema. Fui reitor de uma universidade federal durante quatro meses no governo FHC e quase todo o tempo do Governo Lula, o que me permite a rara situação de, na condição de gestor público, poder comparar os distintos cenários de política de educação superior. Minha área de pesquisa é a Epidemiologia. Nessa condição, trabalho com modelagem numérica e técnicas quantitativas de análise, num campo onde exercitamos uma quase obsessiva busca de rigor, validade e credibilidade. O artigo é de Naomar de Almeida Filho.

Vejam o texto completo em CARTA MAIOR

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

“Idealistas”, à vanguarda!!!

Infâmias, aleivosias, manipulações, sofismas, casuísmos... Jamais vi comportamento tão escancaradamente vil, obsceno, despudorado e antiético por parte da grande imprensa.

Nunca, em tempo algum, nessas mais de duas décadas de militância na imprensa alternativa, jamais vi comportamento tão escancaradamente vil, obsceno, despudorado e antiético por parte da grande imprensa.

Infâmias, aleivosias, manipulações, sofismas, casuísmos, golpismo, “denuncismo” seletivo, “manchetismo” de ocasião [tão efêmeros quanto grandiloqüentes e estéreis]... A lista de ardis e procedimentos antiéticos utilizados pela grande mídia em nosso país nos dias que correm é vasta. Não resisto ao simbolismo da comparação: são como uma espécie de entulho moral, um monte de lixo de práticas escusas, sob o qual, “cavoucando” bem, encontraríamos aos tais [quiméricos?] princípios de pluralismo, da independência, do apartidarismo e do imparcialismo, que deveriam ser os fundamentos do exercício do jornalismo e ilustram, desgraçadamente como meros adornos, os Manuais de Redação.


Vejam o texto completo em KAOSENLARED.NET

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

2009: Uma Niágara no jornalismo pátrio

Chegou a hora de escolher a maior cascata de 2009! São 13 concorrentes ao troféu virtual King of the Kings e você pode votar na enquete aí do lado em até 3 opções. A votação termina em 5 de fevereiro. Abaixo, para dar uma refrescada na memória, vão os resumos das cascatas concorrentes. Não deixe de votar! (Podem ficar tranqüilos que não vou chatear vocês para votar tanto quanto o Ancelmo Gois, que abusa da paciência dos leitores pedindo para votarem nos tais mulatos e mulatas).

Confira mais no blog do Luís Nassif.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Os caricaturistas do grafite


Vejam no blog do Nassif e aproveitem também os comentários dos leitores. Trata-se de uma charge que foi espalhada pelos muros do Rio.

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

O lapso de um jornalismo relapso

Este artigo foi originalmente escrito para o Observatório da Imprensa. Publicá-lo, com versão ampliada em Carta Maior, é uma forma de aumentar os espaços de discussão para os que ainda acreditam que um outro jornalismo é possível. Aqueles profissionais que recusam, na medida do impossível, qualquer prática jornalística que solicite desvios éticos, distorcendo a realidade e caluniando quem considera adversário político. Uma aposta difícil, mas irrecusável.
Quando a imprensa abre mão de ser uma instância de afirmação republicana – e é preocupante a freqüência com que isso vem ocorrendo diariamente – não comete apenas um grande desvio: deixa mesmo de ser imprensa para se tornar departamento de negócios diversos.


Vejam mais no Partido dos Trabalhadores-Diretório Nacional

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Cómo EEUU financia órganos de prensa de todo mundo para comprar influencia mediática

Las campañas domésticas de propaganda como "el fiasco de los gurúes del Pentágono" resultaron expuestas al escarnio público. Los grandes medios emplearon a oficiales militares de alta graduación para escribir "análisis" sobre la guerra en Iraq. Pero se descubrió que tenían lazos con empresas contratistas del Pentágono interesadas en la prosecución de la guerra.

Vejam mais neste endereço.

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

Tô nem aí


Quando publicou a reportagem baseada em um dossiê falso, em 17 de maio de 2006, a revista Veja deu chamada de capa, falando de "suposta conta de Lula no exterior." Diz a Polícia Federal: o dossiê é falso. Daniel Dantas e a fonte da revista Veja, o espião Frank Holder, que trabalhou para a empresa de investigações Kroll, foram indiciados por calúnia. A Kroll processa Holder nos Estados Unidos alegando que, enquanto trabalhava para a empresa, ele fez um "extra" para Dantas.
A acusação de Veja era de que o presidente Lula, os ministros Luiz Gushiken, José Dirceu, Márcio Thomaz Bastos, Antônio Palocci, o senador Romeu Tuma e o então diretor da Polícia Federal, Paulo Lacerda, tinham contas no Exterior. Na reportagem, a revista informou que teve três encontros com Frank Holder, depois de ter recebido o dossiê de Dantas em setembro de 2005.
Na ocasião, o próprio repórter Marcio Aith escreveu:
"Por todos os meios legais, VEJA tentou confirmar a veracidade do material. Submetido a uma perícia contratada pela revista, o material apresentou inúmeras inconsistências, mas nenhuma suficientemente forte para eliminar completamente a possibilidade de os papéis conterem dados verídicos."
Ou seja, a revista publicou informação baseada em material confessadamente "inconsistente". Na minha escola de Jornalismo ensinavam que isso seria o suficiente para NÃO publicar, ainda mais quando a acusação era tão grave, envolvendo o presidente da República e alguns de seus mais importantes auxiliares.
Na época, Lula reagiu: "Vamos ser francos agora. Alguns jornalistas há já algum tempo estão merecendo o prêmio Nobel de irresponsabilidade. Eu só posso considerar isso um crime praticado por um jornalista ou por uma revista. Não posso comparar isso a jornalismo. Sinceramente, é de uma leviandade, de uma grosseria. (...) Não posso admitir isso. Não posso. É uma ofensa ao presidente da República, é uma ofensa ao povo brasileiro. Essa prática de jornalismo não leva a lugar nenhum. Acho uma insanidade. A 'Veja' vem assim há algum tempo. Não é de hoje, não, mas acho que ela chegou ao limite da podridão da imprensa. Chegou ao limite. Chegou ao limite. Não sei se o jornalista que escreve uma matéria daquelas tem a dignidade de dizer que é jornalista. Poderia dizer que é bandido, mau caráter, malfeitor, mentiroso. É até constrangedor para um presidente da República saber que tem uma mentira dessa grosseria numa revista que deveria respeitar os seus leitores."

No Vi o Mundo, do Luiz Carlos Azenha.