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quarta-feira, 3 de abril de 2013

Forjemos nossas armas

Mauro Santayana,
“O governo da Presidente Dilma Roussef decidiu alterar as leis sobre a indústria bélica e editar normas para a política de defesa, que incentivam a produção nacional de armas e o desenvolvimento de processos tecnológicos autônomos. Os nossos leitores habituais devem recordar-se de matéria sobre o assunto que publicamos neste mesmo Jornal do Brasil sobre o tema em 16 de agosto do ano passado. No texto, citávamos a dramática advertência do general Maynard Santa Rosa: em caso de agressão estrangeira, só dispomos de munição para uma hora de resistência.

Um dos maiores erros dos governos de Fernando Collor e Fernando Henrique Cardoso, se não o mais grave, foi desarmar o Brasil. A doutrina FHC se baseava no falso conformismo de que jamais poderíamos nos defender do poderio bélico norte-americano e seria melhor transformar as forças armadas em corpos policiais destinados ao combate ao tráfico de drogas, sob o comando continental dos Estados Unidos, of course.     
  

Vejam mais no blog BRASIL! BRASIL!
 

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

É Pentágono/OTAN versus BRICS

Poucos prestaram atenção, quando, semana passada, a porta-voz do Departamento de Estado dos EUA Victoria Nuland anunciou, em linguagem cifrada, que Washington “deixará de atender a alguns dos dispositivos do Tratado das Forças Militares Convencionais na Europa [ing. Conventional Armed Forces in Europe (CFE) Treaty], no que tenha a ver com Rússia.”[1]

Tradução: Washington deixará de informar a Rússia sobre deslocamentos de sua armada global. A estratégia de “reposicionamento” planetário do Pentágono virou segredo.

É preciso atualizar algumas informações de fundo. Esse tratado, CFE, foi assinado nos anos 1990 – quando o Pacto de Varsóvia ainda era vigente, e cabia à OTAN defender o ocidente “livre” contra o que então estava sendo pintado como um muito ameaçador Exército Vermelho. 


Vejam mais no blog GRUPO BEATRICE (01.12.2011)

domingo, 14 de novembro de 2010

2017: O BRIC+3 substitui o G-7

Antes de começar
É interessante ver que nas atuais cúpulas do G20 ou melhor dito G19+1 (já que são 19 paises mais o Banco Central Europeu)[1], sete paises emergentes destacam-se pelos seus grandes avanços economicos o qual os tem permitido ser atores importantes na construção de uma nova ordem econômica multipolar. Estes paises emergentes são o BRIC (Brasil, Russia, India e China) mais Turquia, Coréia do sul e Indonésia, a este conjunto de nações nomearemos como BRIC+3. O mundo econômico se dirige para uma nova ordem de onde podemos observar o declive do G-7 político[2] enquanto que o BRIC+3 segue avançando e ocupando os espaços que ostentam os paises membros do G-7 político.
Nestas cúpulas pode-se ressaltar quatro elementos que sustentam a importância da participação das economia emergentes: 1) são credoras dos paises desenvolvidos[3], 2) há uma maior confiança financeira e econômica nestes paises em virtude do manejo responsável de suas políticas fiscais e monetárias durante e depois da crise; ao contrário dos paises desenvolvidos que a partir de suas políticas monetárias e fiscais flexíveis tem provocado a instabilidade do sistema monetário, de commodities e de ativos a nível internacional, y fiscales flexibles han provocado la inestabilidad del sistema monetario, de commodities y de activos a nivel internacional, 3) são o motor do crescimento mundial, 4) as economias emergentes não começaram a crise economica-financeira mundial.

1.-- O grande salto do Brasil
Os dados do FMI nos permite ver que o verdadeiro G-7 em 2009, medido pelo PIB-PPP[4], são os paises que aparecem no quadro 1; esse ano reflete uma estrutura econômica mundial onde aparecem quatro paises do antigo G-7, o fim desta estrutura chega neste ano. em 2010 com prognósticos do Fundo Monetário Internacional (FMI) observamos que a Grã Bretanha desaparece das sete economias mais importantes do mundo medidas em PIB PPP, enquanto que o Brasil daria o grande salto passando da nona posição para a sétima rebaixando as economias da França e Grã Bretanha. Outro dado a ressaltar é que em 2007 a economia brasileira rebaixou a italiana.

Então, temos que de 2007 a 2010 o Brasil se encontra rebaixando a três potencias economicas, a italiana, a francesa e a inglesa.


Vejam mais detalhes (e o quadro mencionado) em ALAI-Agencia Latinoamericana de Informação


segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Os EUA interpretam mal a política mundial do Brasil

Quando, por volta de 1970, os Estados Unidos se deram conta pela primeira vez que o seu domínio hegemónico era ameaçada pela crescente força económica (e, por consequência, geopolítica) da Europa Ocidental e do Japão, alteraram a sua postura, procurando evitar que tanto Europa Ocidental quanto Japão assumissem uma posição demasiado independente nos assuntos mundiais.

Ainda que não com palavras, a mensagem dos EUA foi: até agora tratámo-vos como satélites, exigindo que seguissem, sem questionamentos, a nossa liderança na cena mundial. Mas agora vocês estão mais fortes. Assim, convidamo-vos a ser sócios, sócios minoritários, que participarão na tomada de decisão colectiva desde que não se desviem demasiado por conta própria. Esta nova política dos EUA foi institucionalizada de diferentes maneiras - nomeadamente com a criação do G-7, com o estabelecimento da Comissão Trilateral e com a invenção do Fórum Económico Mundial de Davos como espaço de encontro da "amigável" elite mundial.

Vejam o texto completo em ESQUERDA.NET

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Brasil – Ser Grande entre Gigantes

Ten. Brig. Sergio Xavier Ferolla

Apesar de decorridos dois séculos da transformação do nosso país em sede de portentoso império, com a chegada da Corte portuguesa em 1808, ainda persiste uma luta de poucos e destemidos cidadãos buscando despertar, na sociedade, reais objetivos e sentimentos de nacionalidade, num sentido mais amplo e profundo que as entusiasmadas manifestações de patriotismo nas competições esportivas.
Além da falta de visão de boa parte das nossas lideranças políticas e empresariais, esse esforço vem sendo obstaculizado por interesses particularistas e pressões além fronteiras, que buscam perpetuar uma cultura colonial e dependente. Tal fato se mostra mais pernicioso nesse limiar do Século XXI, marcado por um jogo de gigantes no cenário mundial, com ambiciosas manobras geoestratégicas entre pretensos impérios.

Vejam o texto completo em PATRIA LATINA

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Reflexões de um ex-vira-lata, por Paulo Nogueira Batista Jr

Antonio Patriota, até recentemente embaixador brasileiro aqui em Washington, reclamou comigo: "Para de falar em complexo de vira-lata! O Brasil passou dessa fase". Talvez o nosso embaixador tenha razão. O Brasil vem ganhando autoconfiança com uma rapidez surpreendente.

Nas recentes reuniões do G20, em Londres e Pittsburgh, e na última reunião anual do FMI, em Istambul, o Brasil bateu um bolão. Somos subdesenvolvidos? Sim. Temos equipes pequenas? Sim, muito menores do que as dos países desenvolvidos. E, no entanto, as delegações brasileiras têm sido das mais atuantes e -correndo o risco de soar presunçoso- acrescento: das mais influentes.



Vejam o texto completo no PORTAL DA FUNDAÇÃO PERSEU ABRAMO

quarta-feira, 8 de julho de 2009

G-8: pressão do Brasil influi na pauta

RIO - A maior aproximação entre Brasil, França e Estados Unidos – após a eleição de Obama – rendeu frutos para o encontro do G-8 (grupo dos países mais ricos do mundo mais a Rússia), que começa quarta-feira em Áquila, na Itália. Especialistas afirmam que a pressão brasileira contra medidas protecionistas, a ajuda aos países mais pobres e a adoção global de uma moeda alternativa ao dólar – assunto discutido constantemente pelos Brics (Brasil, Rússia, Índia e China) – definiram a agenda do encontro do grupo. Além disso, os resultados das medidas adotadas pelo governo brasileiro para combater a tormenta econômica chamaram a atenção dos países do G-8.

A especialista em Comércio Exterior da Fundação Getulio Vargas (FGV) Lia Valls diz que a prova da maior voz do Brasil sobre o G-8 são as consultas feitas pelos líderes do grupo ao presidente Lula antes dos encontros.


Vejam mais no JB Online

sexta-feira, 12 de junho de 2009

'O G8 morreu', afirma Celso Amorim em Paris

Daniela Fernandes
De Paris para a BBC Brasil

O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, afirmou nesta sexta-feira que o G8, o grupo que reúne os sete países mais industrializados do mundo e mais a Rússia, "morreu".

"O G8 morreu. Não representa mais nada", disse Amorim, após um evento no Instituto de Estudos Políticos de Paris. "Eu não sei como vai ser o enterro, às vezes o enterro ocorre lentamente."

terça-feira, 8 de abril de 2008

SÓ NÃO VALE NOS AEROPORTOS

EFE:

Brasil é desafio estratégico para economia espanhola, diz relatório

O Brasil, junto com a Rússia, são os principais desafios estratégicos para a economia espanhola, segundo o 3º Índice Elcano de oportunidades e riscos estratégicos para a economia espanhola, apresentado hoje em Madri.

A atual edição do estudo elaborado pelo Real Instituto Elcano mostra que nenhum país está na zona de riscos estratégicos para a Espanha, embora Argentina, Venezuela, Irã, Iraque, Líbia e Nigéria tenham aparecido como perigos potenciais para a economia espanhola em finais de 2006.

Junto com os resultados espanhóis, o estudo reúne os dados de Estados Unidos, Alemanha e, como principal novidade, os do Brasil. Leia a íntegra no portal Terra.