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terça-feira, 7 de maio de 2013

As Damas de Branco e as sanções contra Cuba

Berta Soler, representante das "Damas de Branco”, defende manutenção do embargo contra Cuba 
 
 
Durante sua turnê pelos Estados Unidos em abril de 2013, a dissidente Berta Soler, que dirige o grupo Damas de Branco, se pronunciou publicamente a favor da manutenção das sanções econômicas contra Cuba. Durante sua fala no Congresso, ela fez conhecer sua oposição a uma mudança da política de Washington: “Respeito as opiniões de todo o mundo, mas a minha, a das Damas de Branco, é que não se tire o embargo”.

As sanções, vigentes desde 1960, afetam as categorias mais vulneráveis da sociedade, isto é, as mulheres, os idosos e as crianças, sem afetar os dirigentes da nação. Por isso, a imensa maioria da comunidade internacional se opõe ao que considera um anacronismo da Guerra Fria, ao mesmo tempo cruel e ineficaz. Em 2012, pela vigésima primeira vez consecutiva, 188 nações das 192 da Assembleia Geral das Nações Unidas condenaram o estado de sítio contra a população cubana.  
 
Visto em OPERA MUNDI

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

O acordo nuclear Brasil-Turquia

O acordo entre Brasil, Turquia e Irã vai aos poucos ganhando terreno, não obstante as sanções.

(...)

A Rússia acaba de declarar nessa sexta-feira (13/8/10) que irá suprir combustível nuclear à nova planta nuclear de Bushehr a partir do dia 21 deste mês, iniciando um processo que irá durar até o final do mês finalizando com o reator emitindo eletricidade para cidades iranianas; oficiais russos e iranianos declararam:

"A partir desse momento, o reator de Bushehr será oficialmente considerado como uma instalação nuclear produtora de energia elétrica".

Se a Rússia conseguir finalizar esse plano, irá colocar um fim em anos de arrastação-de-pé sobre o reator de Bushehr. Apesar de Moscou ter assinado um contrato de US$ 1 bilhão para construir a planta em 1995, a conclusão dela tem sido adiada durante todos esses anos.

Não ficou interessante a jogada? (...)


Continue lendo no blog do Luís Nassif.

terça-feira, 27 de julho de 2010

Rússia diz que sanções da UE contra Irã são "inaceitáveis"

A Rússia disse nesta terça-feira que novas sanções da União Europeia contra o Irã prejudicam as tentativas internacionais de resolver as preocupações sobre o programa nuclear do país, atrapalhando as esperanças de uma cooperação mais próxima entre Moscou e o Ocidente sobre a questão.

Continue lendo o texto da Reuters, no UOL.

domingo, 25 de julho de 2010

Brasil, Turquia e Irã retomam negociações sobre programa nuclear

Renata Giraldi
Repórter da Agência Brasil

Brasília – Um mês e meio depois que o Conselho de Segurança das Nações Unidas impôs uma série de sanções ao Irã, o Brasil e a Turquia voltam a discutir sobre o programa nuclear iraniano. Os ministros das Relações Exteriores iraniano, brasileiro e turco têm um almoço marcado para amanhã (25), em Istambul, na Turquia. Antes, os ministros brasileiro Celso Amorim e o turco, Ahmet Davutoglu, têm uma reunião separada.

Diplomatas brasileiros que acompanham o assunto afirmaram à Agência Brasil que o almoço entre os representantes dos três países é uma resposta a um pedido do ministro das Relações Exteriores do Irã, Manuchehr Mottaki. Ao final do encontro, os chanceleres deverão conceder uma entrevista coletiva.

Vejam mais na AGÊNCIA BRASIL

quarta-feira, 7 de julho de 2010

As novas sanções de Obama contra o Irã - Um ato de guerra

Quando o Conselho de Segurança das Nações Unidas se negou a aceitar as severas sanções desejadas pelos EE.UU., Obama reagiu com um típico estilo de Bush e optou por faze-lo só. As novas sanções dos EE.UU. contra o Irã - promulgadas por Obama em primeiro de julho - constitui um inconfundível ato de guerra.

Se impostas em sua totalidade, a economia do Irã será potencialmente destruida. O New York Times esboça as partes centrais das sanções:

"A lei assinada pelo senhor Obama impõe multas a entidades estrangeiras que vendem peróleo refinado ao Irã ou o ajudam com sua capacidade de refino interior. Também exige que empresas estadunidenses e estrangeiras buscam contratos com o governo dos EE.UU. certifiquem não participam de negocios proibidos com o Irã" (primeiro de julho de 2010).

O Irã tem que importar a maior parte de seu petróleo de corporações e nações estrangeiras que não tem a tecnologia necessária para refinar o combustível que extrai de seu solo. Ao cortar o suprimento de petróleo refinado, os EE.UU. causarão um dano massivo, irreparável, à economia iraniana, o que equivale a um ato de guerra.


Vejam mais em REBELIÓN.ORG



quarta-feira, 19 de maio de 2010

Brasil diz que não discute sanções propostas pelos Estados Unidos ao Irã

Thais Romanelli

Diante da resistência de Estados Unidos ao acordo firmado entre Turquia, Brasil e Irã e o anuncio feito pela secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, nesta terça-feira (18/5), sobre a aprovação de um rascunho com novas sanções ao país governado por Mahmoud Ahmadinejad, o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorim, disse que irá reivindicar diante do Conselho de Segurança da ONU uma atitude mais diplomática.

Amorim, que lembrou que o acordo é “resultado de uma negociação, e não de confrontação”, informou que enviará uma carta escrita em parceria com o primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan, aos membros do conselho solicitando a interrupção dos debates em torno das sanções. Em Nova York, a enviada brasileira à Organização das Nações Unidas afirmou que "o Brasil não está envolvido em qualquer discussão sobre um esboço neste momento porque sentimos que há uma nova situação".


Vejam mais em OPERA MUNDI

segunda-feira, 17 de maio de 2010

O acordo nuclear Brasil-Irã-Turquia

17/5/2010, Stephen Kinzer, The Guardian, UKhttp://www.guardian.co.uk/commentisfree/2010/may/17/iran-nuclear-brazil-turkey-deal

Os acontecimentos e notícias empolgantes que chegam de Teerã, de acordo afinal firmado, que pode ter evitado crise global em torno do programa nuclear iraniano é desenvolvimento altamente positivo para todos – exceto para os que, em Washington e Telavive, estavam à procura de qualquer pretexto para isolar ou atacar o Irã. Também marca o nascimento de uma nova força altamente promissora no cenário mundial: a parceria Brasil-Turquia.
Semana passada, o primeiro-ministro turco Recep Tayyip Erdogan e o presidente Luis Inácio Lula da Silva do Brasil adotaram, em conjunto, a abordagem clássica do “um gentil, outro durão”, para aproximarem-se dos líderes iranianos. Lula anunciou que iria a Teerã, o que deu aos iranianos esperança de algum acordo. Mas era indispensável também a presença da Turquia (onde o urânio será tratado), e Erdogan fez-se de difícil. Na 3ª-feira, Ahmet Davutoglu, o muito experiente ministro das Relações Estrangeiras da Turquia, anunciou que Erdogan não iria ao Irã, a menos que os iranianos manifestassem algum interesse em firmar algum acordo. “Não é hora para encontros trilaterais sem objetivo preciso”, disse. “Queremos resultados. Sem perspectiva de resultados, não iremos ao Irã.”

Vejam o texto completo em GRUPO BEATRICE

terça-feira, 9 de março de 2010

Por internet livre, EUA reduzem sanções contra Cuba, Sudão e Irã

O Departamento do Tesouro americano suspendeu nesta segunda-feira parte das sanções contra Irã, Cuba e Sudão com o objetivo de dar impulso à internet nesses países e, assim, apoiar grupos de oposição locais.

Segundo uma declaração no site do departamento, a partir de agora as companhias de tecnologia dos Estados Unidos poderão exportar serviços online como os de mensagens instantâneas e redes sociais para estes países.

Também passou a ser permitido oferecer serviços de blog, email e de compartilhamento de filmes e fotos.

Empresas dos Estados Unidos passarão ainda a poder exportar softwares americanos para comunicação online para Irã e Sudão, mas não para Cuba.

Continua na BBC Brasil.


sexta-feira, 29 de dezembro de 2006

O patético julgamento de Saddam, os criminosos de guerra

Corte de Apelações lê documento de 1.500 páginas da defesa do ditador em dois dias. (Via Keld Bach.)

O julgamento de Saddam não cobre todos os crimes de guerra cometidos no Iraque na última década. Segundo a UNICEF, as sanções econômicas impostas ao Iraque pela ONU entre 1990 e 2002 resultaram na morte de meio milhão de crianças iraquianas. (Novamente via Keld Bach.)

Nenhum governante ou diplomata precisou enviar sequer um bilhete a corte de apelação alguma. E Saddam não está sendo julgado pela morte dessas 500.000 crianças. Como seria leviano tratar tais mortes como naturais, seria de se esperar que os maiores defensores das sanções econômicas, os não tão amigos das crianças Estados Unidos e Inglaterra, respondessem por tais crimes.