As sanções, vigentes desde 1960, afetam as categorias mais vulneráveis da sociedade, isto é, as mulheres, os idosos e as crianças, sem afetar os dirigentes da nação. Por isso, a imensa maioria da comunidade internacional se opõe ao que considera um anacronismo da Guerra Fria, ao mesmo tempo cruel e ineficaz. Em 2012, pela vigésima primeira vez consecutiva, 188 nações das 192 da Assembleia Geral das Nações Unidas condenaram o estado de sítio contra a população cubana.
terça-feira, 7 de maio de 2013
As Damas de Branco e as sanções contra Cuba
As sanções, vigentes desde 1960, afetam as categorias mais vulneráveis da sociedade, isto é, as mulheres, os idosos e as crianças, sem afetar os dirigentes da nação. Por isso, a imensa maioria da comunidade internacional se opõe ao que considera um anacronismo da Guerra Fria, ao mesmo tempo cruel e ineficaz. Em 2012, pela vigésima primeira vez consecutiva, 188 nações das 192 da Assembleia Geral das Nações Unidas condenaram o estado de sítio contra a população cubana.
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
O acordo nuclear Brasil-Turquia
A Rússia acaba de declarar nessa sexta-feira (13/8/10) que irá suprir combustível nuclear à nova planta nuclear de Bushehr a partir do dia 21 deste mês, iniciando um processo que irá durar até o final do mês finalizando com o reator emitindo eletricidade para cidades iranianas; oficiais russos e iranianos declararam:
"A partir desse momento, o reator de Bushehr será oficialmente considerado como uma instalação nuclear produtora de energia elétrica".
Se a Rússia conseguir finalizar esse plano, irá colocar um fim em anos de arrastação-de-pé sobre o reator de Bushehr. Apesar de Moscou ter assinado um contrato de US$ 1 bilhão para construir a planta em 1995, a conclusão dela tem sido adiada durante todos esses anos.
Não ficou interessante a jogada? (...)
Continue lendo no blog do Luís Nassif.
terça-feira, 27 de julho de 2010
Rússia diz que sanções da UE contra Irã são "inaceitáveis"
Continue lendo o texto da Reuters, no UOL.
domingo, 25 de julho de 2010
Brasil, Turquia e Irã retomam negociações sobre programa nuclear
Renata Giraldi
Repórter da Agência Brasil
Brasília – Um mês e meio depois que o Conselho de Segurança das Nações Unidas impôs uma série de sanções ao Irã, o Brasil e a Turquia voltam a discutir sobre o programa nuclear iraniano. Os ministros das Relações Exteriores iraniano, brasileiro e turco têm um almoço marcado para amanhã (25), em Istambul, na Turquia. Antes, os ministros brasileiro Celso Amorim e o turco, Ahmet Davutoglu, têm uma reunião separada.
Diplomatas brasileiros que acompanham o assunto afirmaram à Agência Brasil que o almoço entre os representantes dos três países é uma resposta a um pedido do ministro das Relações Exteriores do Irã, Manuchehr Mottaki. Ao final do encontro, os chanceleres deverão conceder uma entrevista coletiva.
Vejam mais na AGÊNCIA BRASIL
quarta-feira, 7 de julho de 2010
As novas sanções de Obama contra o Irã - Um ato de guerra
Se impostas em sua totalidade, a economia do Irã será potencialmente destruida. O New York Times esboça as partes centrais das sanções:
"A lei assinada pelo senhor Obama impõe multas a entidades estrangeiras que vendem peróleo refinado ao Irã ou o ajudam com sua capacidade de refino interior. Também exige que empresas estadunidenses e estrangeiras buscam contratos com o governo dos EE.UU. certifiquem não participam de negocios proibidos com o Irã" (primeiro de julho de 2010).
O Irã tem que importar a maior parte de seu petróleo de corporações e nações estrangeiras que não tem a tecnologia necessária para refinar o combustível que extrai de seu solo. Ao cortar o suprimento de petróleo refinado, os EE.UU. causarão um dano massivo, irreparável, à economia iraniana, o que equivale a um ato de guerra.
Vejam mais em REBELIÓN.ORG
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Brasil diz que não discute sanções propostas pelos Estados Unidos ao Irã
Thais Romanelli
Diante da resistência de Estados Unidos ao acordo firmado entre Turquia, Brasil e Irã e o anuncio feito pela secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, nesta terça-feira (18/5), sobre a aprovação de um rascunho com novas sanções ao país governado por Mahmoud Ahmadinejad, o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorim, disse que irá reivindicar diante do Conselho de Segurança da ONU uma atitude mais diplomática.
Vejam mais em OPERA MUNDI
segunda-feira, 17 de maio de 2010
O acordo nuclear Brasil-Irã-Turquia
17/5/2010, Stephen Kinzer, The Guardian, UKhttp://www.guardian.co.uk/commentisfree/2010/may/17/iran-nuclear-brazil-turkey-deal Vejam o texto completo em GRUPO BEATRICE
terça-feira, 9 de março de 2010
Por internet livre, EUA reduzem sanções contra Cuba, Sudão e Irã
O Departamento do Tesouro americano suspendeu nesta segunda-feira parte das sanções contra Irã, Cuba e Sudão com o objetivo de dar impulso à internet nesses países e, assim, apoiar grupos de oposição locais.
Segundo uma declaração no site do departamento, a partir de agora as companhias de tecnologia dos Estados Unidos poderão exportar serviços online como os de mensagens instantâneas e redes sociais para estes países.
Também passou a ser permitido oferecer serviços de blog, email e de compartilhamento de filmes e fotos.
Empresas dos Estados Unidos passarão ainda a poder exportar softwares americanos para comunicação online para Irã e Sudão, mas não para Cuba.
Continua na BBC Brasil.
sexta-feira, 29 de dezembro de 2006
O patético julgamento de Saddam, os criminosos de guerra
O julgamento de Saddam não cobre todos os crimes de guerra cometidos no Iraque na última década. Segundo a UNICEF, as sanções econômicas impostas ao Iraque pela ONU entre 1990 e 2002 resultaram na morte de meio milhão de crianças iraquianas. (Novamente via Keld Bach.)
Nenhum governante ou diplomata precisou enviar sequer um bilhete a corte de apelação alguma. E Saddam não está sendo julgado pela morte dessas 500.000 crianças. Como seria leviano tratar tais mortes como naturais, seria de se esperar que os maiores defensores das sanções econômicas, os não tão amigos das crianças Estados Unidos e Inglaterra, respondessem por tais crimes.