quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Israel desmantela o acampamento palestino de Bab o Shams
Segundo o porta-voz da polícia israelense, Miki Rosenfeld, declarou à Agência de Notícias Efe, "foram retiradas todas as tendas do local, em uma operação rápida, que durou uma hora e meia e na qual não houve incidentes relevantes".
O desmantelamento do acampamento, levantado pelos Comitês de Coordenação de Resistência Popular (PSCC), acontece um dia depois que mais de 50 ativistas palestinos tentaram se instalar de novo nele.
Notícia da EFE, disponível no UOL.
sábado, 12 de janeiro de 2013
A grande virada da resistência palestina
Logo depois que a maioria dos países presentes à Assembleia Geral da ONU de 29 de novembro de 2012 reconheceram o Estado da Palestina nos limites anteriores à ocupação militar israelense de 1967, com Jerusalém oriental como capital, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyhau, decidiu desafiar a decisão. Em represália às Nações Unidas, anunciou a construção de três mil unidades habitacionais para colonos judeus, duas mil delas, além de centro comercial e educacional, em al-Tur, área próxima a Jerusalém oriental que Israel denomina E1.
Al-Tur fica no Estado da Palestina. E é importantíssima do ponto de vista geoestratégico. Construir ali uma extensão da colônia judaica de Ma’ale Adumin – ela também erigida ilegalmente em território palestino –, como quer o governo israelense, significaria dividir a Cisjordânia em duas partes.
A Palestina ficaria, então, com três blocos geograficamente separados: Cisjordânia do norte, Cisjordânia do sul e Gaza. Todas elas sem nenhum tipo de comunicação umas com as outras. E sem acesso a Jerusalém.
Confira na Agência Carta Maior.
segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
Belém festejará primeiro natal como Estado palestino
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
Forças de Defesa de Israel invadem ONGs palestinas na Cisjordânia
Confira no Opera Mundi.
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Palestinos lançam campanha oficial para obter reconhecimento na ONU
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Colonos na Cisjordânia recebem treinamento e armas do exército de Israel
De acordo com a reportagem, as forças armadas israelenses estão fornecendo gás lacrimogêneo e bombas de efeito moral aos responsáveis pela segurança dos assentamentos e fixando "linhas vermelhas" ao redor de cada colônia, a partir das quais as tropas poderão disparar contra os manifestantes palestinos.
Continue lendo no Opera Mundi.
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Supremo israelense ordena dissolvição de colônia judaica na Cisjordânia
A Corte exigiu do Exército que a colônia, localizada próxima a Ramallah e composta por aproximadamente 70 casas, seja dissolvida até março do ano que vem. Segundo Yariv Oppenheimer, diretor da ONG israelense "Peace Now", ela abriga 250 colonos.
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quinta-feira, 28 de julho de 2011
terça-feira, 19 de julho de 2011
Israel abre licitação para construção de 6,9 mil casas, muitas na Cisjordânia
O plano prevê a construção de 294 habitações na colônia de Beitar Illit, no sul da Cisjordânia, e de 42 casas na de Karnei Shomron, no norte, informa nesta segunda-feira o site do jornal Yedioth Ahronoth.
Continua no Opera Mundi.
ONG denuncia condenação de menores palestinos que atacam israelenses
Segundo um relatório publicado nesta segunda-feira (18/07) pela organização, os outros 852 foram declarados culpados em um acordo fora dos tribunais.
O motivo desse alto número se deve à pressão à qual se vêem submetidos os menores e suas famílias e ao fato de que, se não se declaram culpados e o processo judicial tem continuidade, as condenações se tornam piores.
Dos 853 menores, 34 tinham entre 12 e 13 anos; 255 entre 14 e 15; e os outros entre 16 e 17.
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quarta-feira, 28 de abril de 2010
Abbas decreta boicote a produtos de assentamentos israelenses
O presidente palestino, Mahmoud Abbas, assinou um decreto proibindo a venda, nos territórios palestinos, de produtos fabricados nos assentamentos israelenses.
Os comerciantes que violarem a ordem, que entrará em vigor na semana que vem, estarão sujeitos a multas de até US$ 14 mil e a penas de até cinco anos de prisão.
O porta-voz do presidente palestino, Mohamed Edwan, disse à BBC Brasil, que o objetivo do decreto do presidente Abbas é "por um fim à situação atual" em que nos mercados e lojas das cidades palestinas são vendidos desde frutas e legumes até enlatados, brinquedos infantis e produtos cosméticos provenientes dos assentamentos.
Continua na BBC Brasil.
quinta-feira, 25 de março de 2010
Levantamento inédito revela 57 mil imóveis israelenses na Cisjordânia
Um levantamento inédito realizado por um instituto de pesquisa israelense revela que há pelo menos 57.309 imóveis de colonos ou do governo israelenses nos territórios palestinos ocupados na Cisjordânia.
São 32.711 apartamentos, 22.997 casas, 187 shopping centers, 127 sinagogas, 717 instalações industriais, 15 salões de festas, 344 jardins de infância e 211 escolas.
Cerca de 500 mil cidadãos israelenses moram em assentamentos nos territórios ocupados, 300 mil deles na Cisjordânia e 200 mil em Jerusalém Oriental, que não foi mapeada.
A pesquisa foi realizada pela instituto de economia política Macro, que usou imagens de satélite pra registrar todos os assentamentos.
Continua na BBC Brasil, com uma pequena série de slides de assentamentos.
quinta-feira, 18 de março de 2010
Lula diz que palestinos sofrem 'bloqueio cruel' de Israel
quinta-feira, 11 de março de 2010
Israel, os assentamentos ilegais na Cisjordânia e a visita de Joe Biden (3): Palestinos desistem de novas negociações com Israel
O presidente palestino Mahmoud Abbas anunciou que desistiu de iniciar negociações indiretas com Israel, depois da crise gerada pelo projeto de construção de 1,6 mil casas em Jerusalém Oriental.
O principal negociador palestino, Saeb Erekat, disse nesta quinta-feira que o presidente Abbas telefonou ao secretário-geral da Liga Árabe, Amer Moussa, avisando que voltou atrás da intenção de iniciar negociações indiretas com Israel, em decorrência da construção israelense em Jerusalém Oriental.
De acordo com Erekat, Abbas não quer retomar as negociações de paz com Israel sem o congelamento total da construção de assentamentos israelenses, inclusive em Jerusalém Oriental.
Continua na BBC Brasil.
Apesar de tudo, o vice-presidente dos Estados Unidos ainda fez uma "conclamação à volta às negociações". Isto também pode ser conferido na BBC Brasil.
quarta-feira, 10 de março de 2010
Israel, os assentamentos ilegais na Cisjordânia e a visita de Joe Biden (2): Israel se desculpa por aprovar casas durante visita de Biden
"Peço desculpas pela inquietação que este assunto causou", declarou o ministro à "Rádio Israel".
Yishai disse na manhã desta quarta-feira que não sabia que um comitê de seu ministério pretendia aprovar ontem o plano para a ampliação do assentamento judaico de Ramat Shlomo, em Jerusalém Oriental.
Notícia da EFE, disponível no UOL.
Israel, os assentamentos ilegais na Cisjordânia e a visita de Joe Biden (1): Ampliação de assentamentos gera crise durante visita de Biden a Israel
O anúncio do governo israelense sobre a construção de mais 1.600 casas em Jerusalém Oriental gerou uma crise de confiança entre Israel e o governo dos Estados Unidos durante a visita do vice-presidente americano, Joe Biden, a Israel.
Nesta quarta-feira, Joe Biden é aguardado em Ramallah, na Cisjordânia, para se encontrar com o presidente palestino, Mahmoud Abbas, e com o primeiro ministro da Autoridade Palestina, Salam Fayad.
Continua na BBC Brasil.
Outro texto sobre o mesmo assunto, desta com Biden já se encontrando com Abbas, também na BBC Brasil, confira aqui.
segunda-feira, 8 de março de 2010
Israel autoriza novas construções em assentamento na Cisjordânia
O Ministério da Defesa de Israel aprovou a construção de 112 apartamentos no assentamento ultraortodoxo de Beitar Ilit, na Cisjordânia, às vésperas da retomada das negociações de paz com os palestinos.
O anúncio do governo israelense, feito no mesmo dia em que o vice-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, inicia sua visita ao Oriente Médio, pode afetar a retomada das negociações entre israelenses e palestinos, que estava prevista durante a visita.
A ampliação do assentamento de Beitar Ilit contradiz a decisão do governo israelense, anunciada pelo primeiro-ministro Benjamin Netanyahu em novembro de 2009, de congelar a construção na Cisjordânia "para facilitar a retomada das negociações".
Continua na BBC Brasil.
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Guerra pela água
A Cruz Vermelha afirma que cerca de cem mil famílias palestinas dependem da colheita de azeitonas para sua subsistência, mas a cada ano o produto está mais escasso.
Segundo os agricultores, 2009 foi um ano particularmente ruim.
A seca não ajudou, mas os eles dizem que na raiz do problema estão as restrições impostas por Israel à circulação dos palestinos da Cisjordânia, assim como o muro construído pelo governo israelense.
Mais na BBC Brasil, com vídeo.
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Justiça de Israel manda abrir estrada a carros palestinos
A Suprema Corte de Israel decidiu na terça-feira que a Rodovia 443, que corta a Cisjordânia ocupada e liga Jerusalém a Tel Aviv, deve ser aberta aos veículos palestinos, revertendo uma proibição imposta em 2002 por militares depois de ataques contra carros israelenses.
A Justiça deu ao Exército cinco meses para formular um novo esquema de segurança na estrada de quatro pistas. Até lá, a proibição ao trânsito de palestinos continua em vigor.
A notícia da Reuters está disponível no UOL .
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Colonos desafiam congelamento de assentamentos na Cisjordânia
Os líderes dos colonos israelenses na Cisjordânia anunciaram que vão combater a decisão do governo de congelar parcialmente e temporariamente a construção de novas casas nos assentamentos no território palestino.
Nesta terça-feira, colonos expulsaram fiscais que levavam ordens de suspensão de construções ao assentamento de Kiriat Arba, perto de Hebron.
De acordo com o anúncio do Conselho da Judeia e Samaria (nome bíblico para a Cisjordânia), o orgão que representa os colonos israelenses, a decisão do governo de congelar a construção é "desumana, imoral e antissionista".
"Vamos continuar a construção do país com ou sem o governo", anunciaram os líderes dos colonos. "A decisão do governo prejudica os direitos básicos de mais de 300 mil israelenses que moram em Judeia e Samaria e promove a criação de um Estado palestino no coração da terra de Israel".
Continua na BBC Brasil.