domingo, 21 de abril de 2013
Paraguai: a narco-democracia e as eleições presidenciais
sábado, 29 de dezembro de 2012
Corte europeia rejeita caso de 1,8 mil expulsos de arquipélago no Índico
Confira no Opera Mundi.
quinta-feira, 15 de março de 2012
Fenômeno Kony: redes, manipulação e resposta
Como um documentário oportunista tornou-se maior viral da História. Que ele revela sobre ingenuidade na rede e antídotos da colaboração
Por Marina Barros
O ineditismo de um vídeo de 29 minutos não é o único fator que faz de KONY2012 um fenômeno da internet. Com mais de 100 milhões de “views” em menos de uma semana, o documentário produzido pela organização humanitária californiana Invisible Children tornou-se o “viral” de difusão mais rápida desde o surgimento da internet, e a campanha de captação de recursos mais bem sucedida dos últimos anos.
Vejam o texto completo em OUTRASPALAVRAS
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
EEUU instala base de drones no sul da Líbia
(Tomado de Resistencia Libia. Mais informação, em inglês em http://www.ronpaulforums.com/entry.php?486-URGENT!-US-HAS-ATTACKED-IRAN-!-DAY-OF-INFAMY-!-and-also-attacked-SYRIA! )
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
O mundo à beira do caos
domingo, 20 de março de 2011
De vuelta al canal
Los medios de comunicación panameños publicaron una breve nota informando que el martes pasado se iniciaba una “intervención militar” norteamericana sobre territorio nacional. La “invasión” se realizó en varias antiguas bases militares que ese país tenía en lo que antes se conocía como la Zona del Canal de Panamá. (Fuente: ALAI-AMLATINA) Vejam mais detalhes em CUBADEBATE
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Descubren una base secreta estadounidense gracias a Google Maps
Si es que no puede ser.
Se os deja el GoogleMaps y le localizáis las bases secretas al Ejército USA. Así no hay manera, hombre. Uno venga a llevar las cosas con discreción para que no se enteren los malos y resulta que tenemos a medio mundo que no sabe cómo combatir el aburrimiento venga a echar horas en el ordenador a buscar cosas raras en las fotos satélites. Sois malos… sois el enemigo. Y aún hay más.
En los Emiratos Árabes, a unos 150 kilómetros al suroeste de Abu Dhabi, los obreros trabajan afanosamente en una importante obra.
Mais no Rebelión.
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Lutar pela paz e denunciar os crimes de guerra do imperialismo
A solidariedade internacional e a luta dos povos contra o avanço das forças imperialistas são os temas da entrevista da presidente do Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz (Cebrapaz) e do Conselho Mundial da Paz (CMP), Socorro Gomes, ao Vermelho. Socorro destacou, entre o conjunto de atividades realizadas em 2010 por ambas as entidades, a atuação pelo desarmamento nuclear e a campanha pela retirada das bases militares dos EUA de territórios espalhados pelos cinco continentes.
Vejam a entrevista no PORTAL VERMELHO
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Alan Garcia abre os braços às tropas dos EE.UU.
"Em todos os temas que são humanos e universais, eu não faço questão de soberanias e patriotismo, isto é, se os ianques quiserem por tropas de treinamento, como tem helicópteros e simuladores de satélite e de comunicações aqui, em boa hora", assinalou García.
Vejam mais em PÁGINA/12
sábado, 31 de julho de 2010
O último conflito da era Uribe
Mas os tempos mudam. Quando Uribe chegou ao Palácio de Nariño, em 2002, a guerra contra o terrorismo estava em seu apogeu e as rachaduras do mundo unipolar recém começavam a se fazer visíveis. Em 2010, o Pentágono está atolado no Iraque e pode se arruinar no Afeganistão. A ex-superpotência não se recuperou da crise de 2008 e deve contemplar como se articulam potencias emergentes com países desenvolvidos com capacidade para impedir-lhes de realizar suas iniciativas mais importantes.
Vejam o texto completo em LA HAINE.ORG
terça-feira, 27 de julho de 2010
Uribismo e pentagonismo novamente se dão as mãos
Das mãos do pentágono e do governo de Álvaro Uribe na Colômbia se traça a estratégia do governo dos Estados Unidos da América, e do presidente Barak Obama, para dividir a América Latina e o Caribe em seu afã por recobrar a hegemonia perdida nos ultimos anos em nossa região.
Iludidos quem pensou que com Obama iria mudar a política exterior ianque. São inumeráveis os argumentos que desmentem tal apreciação. O primeiro deles é muito simples: nenhum presidente ianque pode governar contra o "Estado Profundo", Obama é prisioneiro de uma lógica que o impede de tomar decisões de forma independente, a realidade de um governo "de fato" detrás da presidência faz com que sua capacidade de manobra política seja pouco menos que uma imitação. Dito por Chomsky: "sob o controle do Pentágono, não há regras, tudo é válido".
No que respeita ao "pentagonismo", termo cunhado por Juan Bosch, presidente dominicano derrubado pela intervenção militar ianque de 1965, para designar o conteúdo das agressões e golpes militares contra governos democráticos na América Latina desde então, podemos dizer que parece recobrar nova vida com o governo de Barak Obama e seu secretário de defesa Robert Gates.
Vejam o texto completo em LA HAINE.ORG
segunda-feira, 26 de julho de 2010
O imperialismo planeja novas guerras
Por Ricardo Alemão Abreu
O imperialismo não está disposto a ceder poder sem opor resistência. Um exemplo recente é o que acontecido depois do Acordo Brasil-Irã-Turquia. O acordo diplomático foi uma vitória das forças defensoras da paz, da soberania e da autodeterminação dos povos, e desmascarou as reais intenções do imperialismo dos EUA e seus aliados europeus, que não estão interessados na paz, mas em limitar o desenvolvimento tecnológico de outras nações para assegurar o seu monopólio da energia nuclear, mesmo para fins pacíficos; e ainda promover a subordinação dos países a uma ordem internacional baseada na opressão e na guerra imperialista.
Vejam o texto completo em PRAVDA.RU
domingo, 18 de julho de 2010
Por que desembarcam os marines na Costa Rica?
É notável o silêncio da imprensa dos Estados Unidos sobre o tema e a ausência de qualquer referencia explícita a esta autorização nos boletins da imprensa diária dos departamentos de Estado e de Defesa, o que alimenta a suspeita de que foi a Casa Blanca que tomou a iniciativa favoravelmente acolhida pelo Congresso costarriquenho e para o qual exigiu a maior discrição. O que se comunicou ao país centro-americano foi que a situação imperante no México havia forçado aos carteis da droga a modificar suas rotas tradicionais de aproximação e entrada nos Estados Unidos e que para desbaratar essa manobra era preciso garantir o deslocamento de um sólido contingente de forças militares no istmo centro-americano, condição sine qua non para realizar uma efectiva batalha contra o narcotráfico. Como era previsível o governo da Presidenta Laura Chinchilla - estreitamente vinculada ao longo de muitos anos com a USAID, nada menos - deu todo seu apoio e os de seus parlamentares para que respondessem obedientemente à requisição de Washington.
A ninguém surpreende a apelação ao pretexto do narcotráfico pois é o que correntemente utiliza Washington - na falta de outros, com os que brindara o terremoto no... Haití - para justificar a intrusão do pessoal militar ianque nos paises de nossa América. Não obstante conspira contra a credibilidade desse argumento o fato de que sejam precisamente os paises caracterizados por uma forte presença militar dos Estados Unidos os que sobresaem pela sua produção e comercialização de narcóticos. Tal como ficou demonstrado em "O Lado Obscuro do Império". "A Violação dos Direitos Humanos pelos Estados Unidos", fontes inquestionáveis das Nações Unidas (a UNODOC, o Escritório da ONU Contra a Droga e o Crime) demonstram com estatísticas contundentes que desde que as tropas dos Estados Unidos se instalaram no Afeganistão se produziram grandes avanços na produção e exportação do ópio e na fabricação de heroína, e no caso da Colômbia a presença ianque não foi obstáculo (pelo contrário) para que se registrasse uma notável expansão dos cultivos de coca. [1]
Vejam o texto completo em LA HAINE.ORG
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Cem mil fazem ato público para retirada base americana de Okinawa
Quase cem mil pessoas participaram de um ato público em Okinawa, no sul do Japão, para exigir que uma base militar americana seja retirada da ilha. Por um acordo de 2006, a base de Futenma deverá ser transferida do centro da ilha para a costa, mas manifestantes querem que o primeiro-ministro Yukio Hatoyama cumpra uma promessa de campanha e retire a instalação americana de Okinawa.
Divergências sobre a base estão prejudicando as relações entre o governo de centro-esquerda de Hatoyama e os Estados Unidos.
Vejam mais em BBC BRASIL
quarta-feira, 14 de abril de 2010
EEUU inauguram uma base naval em Honduras
Como parte do golpe de estado em Honduras os Estados Unidos inauguram uma base militar, com o pretexto de lutar contra o narcotráfico. Os governos dos Estados Unidos e Honduras inauguraram uma base naval no departamento norte oriental de Gracias a Dios, na fronteira com a Nicarágua, com o anunciado propósito de combater o narcotráfico.
O embaixador estadunidense Hugo Llorens disse durante a cerimônia que seu país investiu dois milhões de dolares nas construções, além de doar quatro embarcações e facilitar assessores.
Llorens explicou que a base conta com um edifício multifuncional e um centro de operações que contribui com o aumento da capacidade de alocar mais pessoal e um cais para lanchas de patrulha.
Vejam mais em KAOSENLARED.NET
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Espírito de guerra importada percorre Haiti
Porto Príncipe, 21 jan (Prensa Latina) Com um sorriso irônico, e depois um movimento de mãos pedindo afastássemos-nos, respondeu hoje a Prensa Latina um dos soldados da 82 Divisão Aerotransporte dos Estados Unidos, à pergunta de em qual guerra participaria no Haiti.O militar viajava em uma das caravanas do Pentágono próximo ao aeroporto internacional Toussaint LÂ�Overture, armado, igualmente aos membros de sua unidade, com fuzil M-16, tal como se sua presença no devastado país estivesse motivada por um conflito bélico e não por um terremoto.
O comboio, com destino desconhecido, era integrado por vários caminhões e veículos Hummer, tradicionalmente utilizados pelas forças armadas norte-americanas em suas deslocamentos ofensivos ultramarinos.
"O que fazem vocês aqui, a qual guerra se dirigem com essas armas?, perguntamos-lhe, aproveitando que nosso veículo se cruzou com o caminhão militar em um dos tantos congestionamentos que por estes dias impõem a Porto Príncipe uma maior imagem de imobilidade.
Vejam mais em PRENSA LATINA-Agência Informativa Latinoamericana
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
EUA já têm 13 bases militares em torno da Venezuela
Ignacio Ramonet A chegada de Hugo Chávez ao poder, na Venezuela, em 2 de fevereiro de 1999, coincidiu com um acontecimento militar traumático para os Estados Unidos: o fechamento de sua principal instalação militar na região, a base Howard, situada no Panamá (fechada em virtude dos Tratados Torrijos-Carter, de 1977).
Em troca, o Pentágono escolheu quatro localidades para controlar a região: Manta, no Equador; Comalapa, em El Salvador, e as ilhas de Aruba e Curazao (de soberania holandesa). A suas – por assim dizer –“tradicionais” missões de espionagem, acrescentou novas atribuições oficiais a estas bases (vigiar o narcotráfico e combater a imigração clandestina para os EUA) e outras tarefas encobertas: lutar contra os insurgentes colombianos; controlar os fluxos de petróleo e minerais, os recursos de água doce e a biodiversidade. Mas, desde o início, seus principais objetivos foram vigiar a Venezuela e desestabilizar a Revolução Bolivariana.
Vejam o texto completo em CARTA MAIOR
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
O senador Joseph McCarthy, o cineasta Uribe e os sinais de fumaça de Macondo
Uribe em seu labirinto
Pobre povo de Macondo! Quando deixará de estar em solidão?
Todo mundo sabe que hoje existe um tema prioritario na Colômbia e na América Latina: as sete bases militres cedidas por Uribe ao Exército dos EEUU. Com elas os norteamericanos converterão a Colômbia numa cópia de Israel para a América Latina. Ponta de lança dos EEUU contra a Venezuela, as bases militares também apontam ao domínio estadunidense dos recursos naturais, a biodiversidade e a Amazônia, além de avançar na guerra contrainsurgente. Esse é "o tema". Tudo o mais é cortina de fumaça.
(...)
Com esse panorama tão pouco alentador, Uribe sai desaforado e transtornado (como é seu estilo) a contestar... uma película documental!
E não somente se aborrece com a película. Pretende algo mais. Ajudado por... seu ministro da cultura? Não! por seu ministro da defesa..., se propõe a perseguir a qualquer cineasta do mundo que se anime a projeta-la. Terrível delito! Projetar um documentário! (Adolfo Hitler, tomando cerveja alemã e piscando um ôlho, manda uma saudação do além).
Vejam o texto completo em LA HAINE.ORG
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Colombianos residentes na Venezuela criticam bases dos EUA
Caracas, 25 nov (Prensa Latina) O diretor da Associação de Colombianos na Venezuela (ACV), Juan Carlos Tanus, assegurou hoje que a instalação de sete bases militares estadunidenses em seu país só conseguirá aumentar os problemas sociais internos e a violência regional.Em declarações a Prensa Latina, antecipou um recrudescimento do conflito colombiano e a crise humanitária derivada do mesmo, como resultado da presença a mais efetivos norte-americanos nesse país.
Com segurança aumentarão os deslocados, um fenômeno alarmante se temos em conta que já são mais de quatro milhões os neogranadinos que fugiram de seus territórios pela insegurança e a falta de recursos para subsistir, lamentou.
Vejam mais em Prensa Latina-Agencia Informativa Latinoamericana
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Frei Betto: Reeleger Uribe é sacramentar corrupção e impunidade
A Unasul (União das Nações Sul-Americanas) enfrenta um impasse diante da teimosia do presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, de ampliar a instalação de bases usamericanas no território de seu país. Os demais presidentes estão contra. Preferem preservar a soberania e a independência da América do Sul.Por Frei Betto*
Na reunião de Bariloche, em agosto, o presidente Lula bem argumentou: se desde 1952 as tropas estadunidenses não conseguiram erradicar o narcotráfico na Colômbia, por que agora estariam aptas a fazê-lo?
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