Mostrando postagens com marcador banca européia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador banca européia. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

O assassinato de um país


A ultima novidade sobre a Grécia é que a troika externa que assumiu o controle das finanças  do país pretende  obrigar a população a trabalhar um dia a mais na semana – sem aumento de salário, é claro.
É um retrocesso histórico.
Depois de eliminar os empregos, derrubar o consumo, arrasar as aposentadorias, esvaziar as residências – o número de sem-teto em Atenas cresceu 25% durante a crise – agora os credores pretendem roubar um dia de descanso da população.
É indecente.


Confira a coluna de Paulo Moreira Leite. 

sábado, 30 de junho de 2012

O início nazista da OTAN: Como o Ocidente implementou os objetivos de Hitler

Quem deu a NATO o direito de governar o mundo? Este autor elucida como a elite ocidental, da qual muitos integrantes eram apoiadores de Hitler, resgatou uma grande parte da hierarquia nazista e a colocou em posição de continuar a luta de muitas décadas contra a Rússia. O "Um Por Cento" da época e o "Um Por Cento" de hoje enviou milhões para a morte, formulando e adotando a promessa de Winston Churchill de 1918 de "estrangular no seu nascimento" a ameaça bolchevique. O controle total dos ditos meios de comunicação tradicionais promoveu essa tarefa odiosa.

Robert S. Rodvik
Internet activist and the author of  


Vejam o texto integral em Red Voltaire

domingo, 11 de março de 2012

Como a Grécia foi enganada pelo Goldman Sachs

Goldman Sachs enganou os gregos duas vezes
 e estes vão trabalhar para pagar a dívida ao banco até 2037. 
 
Pela primeira vez, dois dos protagonistas do lado do governo de Atenas dão a sua versão deste negócio ruinoso e confessam que não sabiam o que estavam a assinar num contrato repleto de cláusulas complexas. O objectivo do negócio proposto pelo Goldman Sachs - o banco onde trabalhava o actual primeiro-ministro grego Lucas Papademos - era camuflar o endividamento da Grécia em 2% do PIB, através duma complexa troca de dívida emitida em ienes e dólares por euros. Ao usar uma taxa de câmbio que não traduzia o valor de mercado do euro. a Goldman Sachs tornou-se credora de 2,8 mil milhões de euros. E no próprio dia em que o acordo era assinado, em junho de 2001, a fatura já tinha aumentado 600 milhões.

Vejam o texto completo em ESQUERDA.NET

sexta-feira, 9 de março de 2012

GRÉCIA: MERCADOS FESTEJAM O FUNERAL DE UMA NAÇÃO

Mercados e bolsas festejam o acordo fechado nesta 5ª feira entre a Grécia e os bancos credores, que concederam ao país um desconto médio de 50%, em troca de garantias e reformas que asseguram o pagamento do passivo restante.

Há razões para a banca comemorar: a adesão dos bancos ao desconto de 50% representa, no fundo, o oposto do que transparece. Trata-se de uma gigantesca transfusão, talvez a mais radical desde o Tratado de Versalhes, do sangue de um povo a credores pantagruélicos. Uma derrota superlativa da democracia grega, que marcará a história do país por décadas; e provavelmente destruirá seu sistema representativo pela traição nacional maiúscula. 

Vejam o texto completo em CARTA MAIOR

sábado, 10 de setembro de 2011

A revolução em andamento na Islândia

Cinco anos de um regime puramente neoliberal fizeram da Islândia (população de 320 mil pessoas, sem exército), um dos países mais ricos do mundo. No ano de 2003, todos os bancos do país foram privatizados e, num esforço para atrair investidores estrangeiros, ofereceram empréstimos em linha, cujos custos mínimos lhes permitiram oferecer taxas relativamente altas de rendimentos. As contas, chamadas de “icesave”, atraíram muitos pequenos investidores ingleses e holandeses; mas, à medida que os investimentos cresceram, isso também aconteceu com a dívida dos bancos estrangeiros. Em 2003, a dívida da Islândia era igual a 200 vezes o seu PIB, mas em 2007 ela chegou a 900 vezes. A crise financeira mundial de 2008 foi o golpe de graça. Os três principais bancos islandeses, Landbanki, Kapthing e Glitnir, quebraram e foram nacionalizados, enquanto que a coroa islandesa perdeu 85% do seu valor em relação ao euro. No final do ano, a Islândia se declarou falida.

Contrariamente ao que se poderia esperar, a crise deu lugar à recuperação dos direitos soberanos dos islandeses, através de um processo de democracia direta participativa, que finalmente conduziu a uma nova Constituição, mas depois de muita dor.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

A Europa neo-liberal à beira do abismo

Juan Torres López
Rebelión

É impossível resolver os problemas financeiros conjunturais que vive a Europa (elevação da taxa de risco e perigo de falta de pagamentos generalizadas) simplesmente mediante a compra seletiva e pontual da dívida por parte do Banco Central Europeu. Os problemas são estruturais:

- Há que frear a atividade dos especuladores mediante taxas sobre as transações financeiras e, se for necessário, estabelecento controles sobre os movimentos do capital especulativo.


Vejam o texto original em REBELION.ORG ou uma tradução livre no blog NEBULOSA.DE.ÓRION

domingo, 31 de julho de 2011

A Italia perde no cassino dos mercados

Enquanto a crise da dívida é aproveitada pelos especuladores para sacar benefícios, a Itália aprova ajustes na linha da Grécia, Portugal e Espanha
CHRISTINE LAGARDE. A presidenta do FMI pediu uma rápida implementação das medidas de ajuste na Europa para acalmar "a pressão dos mercados"

O jôgo que se tem feito nos últimos dias nos mercados financeiros da média Europa não tem sido um acontecimento só para os adeptos das altas finanças. Enquanto as ações subiam e baixavam como nas montanhas russas, milhões de europeus (principalmente os que vivem nos paises "periféricos") se perguntavam sobre seu futuro tendo bem presente o que se passa na Grécia.

Na ponta da mira está a Itália, o que se tem demonstrado uma vez mais a proximidade entre especuladores financeiros e ajustes do tipo "sangue, suor e lágrimas": com o país no ôlho do furacão, o governo de Silvio Berlusconi conseguiu aprovar um plano de ajuste que beira os 70 bilhões em cortes no orçamento do setor público para os próximos três anos.

Vejam o texto original em PERIÓDICO DIAGONAL ou uma tradução livre no blog NEBULOSA.DE.ÓRION

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Os banqueiros aceleram a marcha para o saqueio da Grécia – e os sociais-democratas votam pelo suicídio nacional

A luta pelo futuro da Europa joga-se em Atenas e restantes cidades gregas, na sua resistência às exigências da finança, que são a versão do século XXI de um verdadeiro ataque militar. A ameaça de um absoluto domínio da banca não é certamente o tipo de política económica liquidatária que possibilite heróicos feitos de armas. As políticas financeiras destrutivas assemelham-se mais a um exercício da banalidade do mal – neste caso, os pressupostos pro-credores do Banco Central Europeu (BCE), União Europeia (UE) e FMI (incitado pelo Departamento do Tesouro dos Estados Unidos).

Como sublinhou Vladimir Putin há uns anos atrás, as reformas neoliberais postas nas mãos de Boris Yeltsin pelos Harvard Boys nos anos 90 causaram na Rússia uma descida da natalidade, da esperança média de vida, e uma vaga de emigração – a maior queda do crescimento populacional desde a II Guerra Mundial. A fuga de capitais é outra das consequências da austeridade financeira. A "solução" proposta pelo BCE para o problema da dívida grega assevera-se autodestrutiva. Procura apenas ganhar tempo para que o BCE se aproprie de mais dívida do governo grego, deixando a factura para todos os contribuintes europeus. Foi evitar esta transferência das perdas dos bancos para os contribuintes que Angela Merkel insistiu para que os accionistas privados absorvessem algumas das perdas resultantes dos seus maus investimentos. 


Vejam o texto completo em RESISTIR.INFO

Não se trata só do euro. É a própria democracia na Europa o que está em jogo

Por Amartya Sen [12.07.2011 19h50]

A Europa liderou o mundo no que se refere à pratica da democracia. É, portanto, preocupante que os perigos para o governo democrático de hoje, que escapam pela porta dos fundos das prioridades financeiras, não recebam a atenção que merecem. Há questões profundas que devem ser enfrentadas no que diz respeito à forma como os governos democráticos do continente poderiam se ver minados pelo papel exageradamente grande das instituições financeiras e das agências de qualificação de riscos, que hoje se apossam à vontade de certas partes do terreno político da Europa.


Vejam o texto completo em REVISTA FÓRUM

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Eslovénia pode ter de pedir resgate, diz governador do banco central

“A Eslovénia deve estar ciente de que está apenas a um passo de uma situação crítica”, declarou Marko Kranjec, governador do banco central da Eslovénia, deixando entrever que o país pode ficar na mesma situação de Grécia, Irlanda e Portugal.

Vejam mais detalhes em ESQUERDA.NET

sábado, 29 de maio de 2010

Ficções dos nossos dias: que mercados financeiros?

Na realidade, os mal denominados mercados têm muito pouco de mercado. São bancos com muito lucro e poucos riscos. Se os mercados financeiros fossem mercados de verdade, os bancos teriam de absorver as perdas em investimentos financeiros falidos. Esses bancos gozam de um grande protecionismo fornecido pelos estados, assim como por instituições como o FMI que garantem os seus exuberantes lucros à custa de enormes reduções dos gastos públicos e da proteção social das classes populares. O que o FMI faz é a transferência de fundos das classes populares para os bancos. O artigo é de Vicenç Navarro. Este artigo assinala que os mal denominados mercados financeiros não correspondem às características que definem os mercados, pois os seus agentes – os bancos – gozam dum grande protecionismo fornecido pelos estados, assim como por instituições internacionais – como o Fundo Monetário Internacional – que garantem os seus exuberantes lucros à custa de enormes reduções dos gastos públicos e da proteção social das classes populares. O artigo mostra exemplos deste protecionismo no caso dos EUA e na mal denominada “ajuda” do FMI-Euro aos países com elevados déficits e dívida pública, como a Grécia, que é em realidade ajuda primordialmente para os bancos europeus.


Vejam o artigo completo em CARTA MAIOR

domingo, 9 de maio de 2010

Bancos sem mitos

O humor veio colaborar com a compreensão desta e de crises financeiras anteriores. Com ironia, o humorista gráfico espanhol, conhecido como El Roto, fez uma ilustração na qual um banqueiro diz: “A operação foi um sucesso: fizemos parecer uma crise o que não passou de um saque”. Recessão, destruição de empregos, protestos populares e mortes, aumento de impostos regressivos e redução de salários e aposentadorias, que conformam um quadro de profunda deterioração social são considerados danos menores. O artigo é de Alfredo Zaiat, do Página 12.

domingo, 5 de outubro de 2008

G4 corre a salvar banca europeia


Os chefes de governo de quatro países europeus, reunidos em Paris a pretexto de serem os membros europeus do G8 (os oito países mais industrializados do Mundo) decidiram solenemente salvar a banca em dificuldades, mas não chegaram a anunciar nenhum plano de resgate europeu nos moldes do plano aprovado pelos Estados Unidos. Em vez disso, França, Grã-Bretanha, Alemanha e Itália decidiram que cada governo deve agir de acordo com os seus meios.

Nicolas Sarkozy, ao lado da chanceler Angela Merkel e dos primeiros-ministros britânico Gordon Brown e italiano Silvio Berlusconi, afirmou que os quatro países desejam realizar uma cimeira internacional o mais cedo possível para rever as regras do capitalismo financeiro. O presidente francês adiantou que "em caso de apoio público a um banco em dificuldades, cada país compromete-se a sancionar os dirigentes que falharam"


Vejam muito mais no Esquerda.Net