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quarta-feira, 30 de junho de 2010

Governo Yeda e deputados: à meia, o pé-de-meia e o troca-troca.

“Em troca de votar a favor do projeto de lei que cortou o ponto dos professores grevistas no ano passado, os deputados ganharam da governadora Yeda Crusius o direito de escolher uma obra. Eu escolhi a RS 403. Já a Zilá pediu pavimentação em uma estrada da cidade dela (Três Passos) e o Brito beneficiou a região centro-serra.”
Leia mais no RS Urgente.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Processo de impeachment é arquivado sem ter sido debatido na Assembléia Legislativa

O governo Yeda Crusius (PSDB) fez valer sua maioria na Assembléia Legislativa para arquivar, por 30 votos a 17, o processo de impeachment da governadora proposto pelo Fórum dos Servidores Públicos. A base governista aprovou o parecer da relatora da Comissão Especial do Impeachment, deputada Zilá Breitenbach (PSDB), que decidiu pelo arquivamento sem ter realizado uma reunião sequer com os demais integrantes da comissão para debater os documentos que embasavam o pedido de afastamento. A responsabilidade pelo arquivamento do processo de impeachment recai sobre o PSDB, PMDB, PTB, PP e PPS. Os deputados e lideranças desses partidos decidiram cerrar fileiras, tanto na Comissão do Impeachment quanto na CPI da Corrupção, para evitar que a Assembléia gaúcha seja um espaço de investigação das denúncias resultantes das operações Rodin e Solidária, que envolvem, segundo estimativa do Ministério Público Federal, um desvio de mais de 340 milhões de reais dos cofres públicos.

Veja mais no RS Urgente.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

As razões para o impeachment de Yeda Crusius

1) A governadora sabia dos acontecimentos no Detran

2) Mais do que saber, Yeda participou ativamente da reorganização do esquema quando passou de uma fundação para a outra.

Confira o texto completo no RS Urgente.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

O pedido de impeachment de Yeda


Por alex

ACEITO O PEDIDO DE IMPEACHMENT DE YEDA CRUSIUS

Ivar Pavan, presidente da Assembléia, aceita pedido de impeachment

O presidente da Assembleia, Ivar Pavan, acabou de anunciar que o pedido de impeachment da governadora Yeda Crusius, protocolado pelo Fórum dos Servidores Públicos Estaduais, está aceito pelo Poder Legislativo.

Continua no Luís Nassif.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

POSIÇÃO DA FEDERASUL

CORREIO DO POVO
PORTO ALEGRE, QUINTA-FEIRA, 18 DE DEZEMBRO DE 2008

Federasul critica pagamento integral

O presidente da Federasul, Paulo Cairoli, enviou ontem ao presidente da Assembléia uma carta protestando contra a aprovação do pagamento do salário integral a grevistas. Na carta, Cairoli diz que, em um momento em que o mundo vive uma crise sem precedentes, os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário precisam controlar e, especialmente, qualificar seus gastos. 'Não é possível admitir que o contribuinte pague para quem não trabalhe', escreveu Cairoli.
...

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Banrisul é eleito um dos melhores do País

O Banrisul foi eleito um dos cinco melhores bancos de varejo do País pela revista Balanço Financeiro 2008. O ranking foi elaborado pela agência Austin Rating e publicado na edição de hoje (02) do jornal Gazeta Mercantil, de São Paulo. O estudo lista os melhores em cada categoria nos segmentos de bancos, leasing, corretoras, distribuidoras, financeiras, seguros, previdência e capitalização. A publicação é uma radiografia completa do setor, com indicadores de 432 instituições.
Saiba mais no Jornal Já.

terça-feira, 24 de junho de 2008

RS: arquivado pedido de impeachment de governadora

A Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul arquivou o pedido de impeachment da governadora do Estado, Yeda Crusius (PSDB), encaminhado pelo Psol e pelo PV, no dia 10 de junho.


De acordo com o documento, a gravação de um diálogo entre o vice-governador, Paulo Feijó, e o ex-chefe da Casa Civil Cézar Busatto deixou evidente a utilização de órgãos públicos para financiamento de campanhas eleitorais, o que, segundo a deputada Luciana Genro (Psol), seria motivo suficiente e constitucional para encaminhar a ação ao Parlamento.

O presidente da assembléia, deputado Alceu Moreira (PMDB) disse que, do ponto de vista jurídico, o documento não apontou nenhum fato que justifique o impedimento da governadora. Sob a ótica política, ele destacou que a medida seria prejudicial ao Rio Grande do Sul, uma vez que o relatório da CPI do Detran ainda não foi concluído.

Texto completo no Terra. Meio atrasado, mas ainda relevante...


terça-feira, 15 de janeiro de 2008

A Matéria Sumiu!

Ontem a RBS veiculou uma reportagem investigativa de Giovane Grizzotti sobre as diárias de deputados na Assembléia gaúcha feita há mais de 20 dias. Giovane filmou o momento surrealista quando o deputado Abílio dos Santos (PTB) bateu a porta do seu gabinete na cara ao ser questionado do número de diárias consumidas pelo petebista.
Abílio não vai a Assembléia pela manhã. É ausente das comissões nas quais é membro titular, na verdade assistiu a 7 até hoje. Abílio apresenta sucessivos atestados médicos de tratamento para depressão que o impediriam de exercer o mandato conforme foi eleito. O atestado é só para o período da manhã.
Mesmo sem poder participar do processo parlamentar por motivo de doença, o parlamentar é o campeão de diárias. Impede de trabalhar pela manhã na Assembléia, mas não de viajar com o dinheiro do contribuinte. Detalhe: seu domicílio eleitoral é Gravataí distante 27 km da capital.
Na última eleição municipal de 2004 Abílio se notabilizou quando participou de debate na TVCom da mesma RBS, atestando que se fosse eleito "iria dar dente pra população!" Não levou.
Pois bem, a matéria foi ao ar na segunda no RBS Notícias e sumiu. Nenhuma repercussão nos demais jornais da empresa jornalística, nenhum comentário de Rosane Oliveira ou outro qualquer. Nenhuma linha. É como se não tivesse existido. E no site do RBS Notícias, não consta a matéria nem na sinopse. Muito estranho.
A quem a RBS quer proteger?

Do Agente 65.

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

Policia Federal intima três deputados estaduais gaúchos para depoimentos no escândalo dos selos

VIDE VERSUS:

A Polícia Federal intimou três deputados estaduais gaúchos, nesta segunda-feira, para que prestem depoimentos na superintendência do órgão, o prédio conhecido como Tio Patinhas, localizado na Avenida Ipiranga, em Porto Alegre, no inquérito que investiga a chamada fraude dos selos cometida na Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul. O comparecimento desses deputados estaduais deverá ocorrer nesta quarta-feira e na próxima segunda-feira. Os parlamentares intimidados para depor são os seguintes: Paulo Brum (PSDB), Kalil Sehbe (PDT) e Nelson Härter (PMDB). Os nomes de Paulo Brum e Kalil Sehbe aparecem em todos os rumores desde quando começaram as investigações da chamada fraude dos selos.

As autorizações para investigação dos deputados estaduais foram concedidas pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região. A Polícia Federal também já está pronta para chamar pessoas a depor em função da análise dos e-mails trocados dentro da Assembléia Legislativa, e que foram capturados pela Polícia Federal, a partir de ordem judicial emitida a pedido do Núcleo de Ações Originárias da Procuradoria-Geral da República. Fontes próximas à Polícia Federal indicam que estão envolvidos no escândalo dos selos sete deputados estaduais na ativa e outros sete que não conseguiram se reeleger.

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

Economia na Assembléia

Após o Escândalo dos Selos o presidente da Assembléia radicalizou, a ordem é economizar. O descaso com o dinheiro público e a falta de controle é o saldo das investigações, Macalão (PTB) mandava e todos obedeciam e mesmo trocando a presidência a cada ano o homem ali ficava. A trama toda está disponibilizada no Relatório Final da Comissão de Sindicância em PDF no site da ALERGS.
No relatório fica claro o caos da gestão de Frederico Antunes (PP) e de todos seus antecessores. A falsificação dos documentos oriundos dos Correios era grotesca, tanto como a figura de Macalão(PTB). A casa tinha centenas de aparelhos celulares "reserva" para uma eventualidade e não tinha noção de gastos elementares como água, café e açucar e muito menos onde eram gastos ou por quem. Aprendi na vida que o caos só é útil para quem quer roubar. O caos não é aleatório ou despretencioso, é determinado e visa um objetivo.


Continue lendo no Agente 65.

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

Macalão sem partido

Como eu havia dito antecipadamente, ZH fez uma matéria tentando resgatar o escândalo dos selos na Assembléia através de seus autores, e não citou o partido dos acusados e muito menos onde trabalhavam. Vamos ao que ZH não diz:
  • Ubirajara Amaral Macalão - filiado no PTB e brindado a altos cargos na Assembléia desde o tempo em que Zambiazi foi presidente (2001 e 2002);
  • Santa Izabel Paludo - filiada no PHS e cargo de confiança do palácio Piratini nomeada por Yeda;
  • Francisco Morelli - servidor da Assembléia ligado ao PMDB (sua esposa é filiada e dirigente, ex-CC da Assembléia);
  • Sérgio Jaeger - ex-assessor de Ônix Lorenzoni do DEMO.

Do Agente 65 via Animot.

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

PEDÁGIOS: DO JEITO QUE YEDA QUERIA

Maneco relata como terminou a CPI dos Pedágios:

"Na Ordem do Dia da Assembléia Legislativa, hoje, estava o relatório do deputado Berfran Rosado (PPS) sobre a CPI dos Pedágios. O mesmo não foi lido na íntegra aos deputados, o que fere, frontalmente, o Regimento Interno da Assembléia. Na leitura que fez do relatório na sessão de encerramento da CPI, Berfran omitiu 150 frases de um total de 69 parágrafos que apareceram, hoje, no documento apresentado ao plenário. Parlamentares do PDT, do PSB e do PT acusaram a manobra mas nem a apresentação, da tribuna, pelo deputado Paulo Azeredo (PDT), dos dois relatórios (o lido e o não lido), sensibilizou a base aliada de Yeda que, mesmo assim, aprovou o texto não lido por Berfran.

A CPI dos Pedágios só foi constituída porque a oposição pressionou. Sem alternativas, o presidente Frederico Antunes (PP) resolveu instalar a comissão, mas o fez a portas fechadas em seu gabinete, numa reunião que terminou sob protestos. A deputada Marisa Formolo (PT), que estava cotada para a relatoria, acabou substituída na função por Berfran que, na campanha eleitoral, recebeu contribuições de empresas de pedágios. O deputado do PPS aceitou, então, relatar uma CPI criada contra a sua vontade (não assinou o requerimento da mesma).

Marcada por acusações de coação de testemunhas, gravações patéticas, ofensas e denúncias gravíssimas, a comissão funcionou por 120 dias e, mesmo assim, conseguiu apurar diversas irregularidades na formação dos preços cobrados pelas concessionárias. A denúncia mais grave, porém, só foi descoberta ao final, quando surgiram mais de 400 notas fiscais falsas e/ou frias de uma das empresas. PT, PDT e PSB insistiram em prorrogar a CPI o que não foi aceito pelos aliados de Yeda. Por sete vezes, representantes dos partidos que apóiam Yeda, retiraram o quórum da Comissão de Constituição e Justiça onde se deveria votar a prorrogação. Resultado: o que havia de mais importante a ser investigado foi jogado para baixo do tapete.



Texto completo no RS Urgente. Vale ler também os comentários ao texto.

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

MACALÃO E O SILÊNCIO SELETIVO DA MÍDIA

Os jornais Zero Hora e Correio do Povo vêm utilizando um curioso critério para a publicação de nomes citados pelo ex-diretor de Serviços Administrativos da Assembléia Legislativa, Ubirajara Macalão, como envolvidos no esquema da fraude dos selos. Logo no início do escândalo, quando Macalão citou o suposto envolvimento de ex-deputados petistas, os nomes dos mesmos foram publicados, inclusive com quadros ilustrativos. Agora, reina o silêncio em torno do nome dos novos acusados. Ontem, Macalão prestou um depoimento de quatro horas na 6ª Delegacia da Polícia Civil, de Porto Alegre, quando entregou um CD com fotos, gravações e documentos sobre o caso. Segundo ele, esse material comprovaria a entrega de 120 mil a 130 mil selos a três deputados estaduais e de mais de 2 milhões de selos a um ex-vereador da capital (já falecido) para uso em campanhas eleitorais. Até aí, os jornais publicaram, sem citar os nomes, porém.

Os nomes citados por Macalão, conforme já noticiaram outros veículos de comunicação da capital, foram os dos deputados estaduais Paulo Brum (PSDB), atual vice-presidente da Assembléia, Kalil Sehbe (PDT), do ex-deputado Edmar Vargas (PTB) e do ex-vereador de Porto Alegre, Isaac Ainhorn, já falecido. Ao longo do processo, Macalão já mudou de versões várias vezes, o que justificaria a prudência na divulgação dos nomes. Cabe questionar, porém, porque nomes só foram divulgados quando havia petistas envolvidos.

Continue lendo no RS Urgente.

terça-feira, 18 de setembro de 2007

Ex-Assessor de Ônix Envolvido em Fraude dos Selos na Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul

O publicitário Sérgio Jaeger Junior, que trabalhava para o deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS), será indiciado esta semana pela Polícia Federal por peculato, informa a Central Band de Jornalismo. Segundo o delegado Andrei Passos Rodrigues, o ex-assessor de Onyx adquiriu selos da Assembléia Legislativa, desviados por Ubirajara Macalão e os utilizou na campanha de Adriano Bonaspetti a uma vaga no parlamento italiano. Durante a eleição, Sérgio utilizou os selos “cedidos” pelo ex-diretor administrativo da Assembléia gaúcha, sabendo que o material havia sido comprado irregularmente. Segundo o superintendente da Polícia Federal no RS, Ildo Gasparetto, a quebra do sigilo telefônico dos envolvidos comprovou o crime e o envolvimento de Jaeger.