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quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Analista revelou vírus de computador instalado pelos EUA no Irã

Diretor da empresa de segurança F-Secure, o finlandês Mikko Hyppönen, 45, atuou em uma força-tarefa de especialistas que revelou o vírus Stuxnet –instalado pelos Estados Unidos em uma usina iraniana. A descoberta parece histórias de espião, com pistas em fotos e paranoia por parte dos pesquisadores. Hyppönen esteve em São Paulo na segunda (25), para evento de cibersegurança, quando falou à Folha.


Confira no Colagens do Umbigo e da Mosca Azul, reproduzindo a Folha de São Paulo.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Obama ordenou criação do vírus Stuxnet, diz NYT


O presidente dos EUA, Barack Obama, ordenou ciberataques ao Irã com o vírusStuxnet, com o objetivo de atrasar o desenvolvimento do programa nuclear do país, de acordo com uma reportagem do jornal The New York Times. 
O veículo, citando fontes anônimas, informou que, nos primeiros dias de sua presidência, Obama acelerou os ataques, como forma de manter os esforços iniciados na administração de George W. Bush. O malware, que por muito tempo era creditado a Israel ou aos EUA, escapou dos computadores iranianos em 2010 e começou a infectar máquinas por toda Internet.

Confira no IDGNow!

A reportagem original do The New York Times (em inglês)

terça-feira, 29 de maio de 2012

Conheça o “Flame”, o malware espião que está se infiltrando nos computadores iranianos


Um enorme altamente sofisticado malware foi recentemente encontrado infectando sistemas no Irã e alguns outros lugares. Acredita-se que seja parte de uma operação de cyber espionagem em curso, bem coordenada e estatal.
O malware, descoberto pela empresa de anti-vírus com sede na Rússia, Kaspersky Lab, é uma ferramenta de espionagem que tem infectado sistemas no Irã, Libano, Síria, Súdão, os Territórios Ocupados por Israel e outros países no Oriente médio e Norte da África por pelo menos dois anos.
Chamado de “Flame” pela Kaspersky, o código malicioso é bem maior que o Stuxnet – o malware inovador de sabotagem de infraestrutura que acredita-se que tenha feito um estrago no programa nuclear do Irã em 2009 e 2010. Apesar do Flame ter um propósito e uma composição diferente do Stuxnet, e parecer ter sido escrito por um programador diferente, sua complexidade, o alcance geográfico de suas infecções e seu comportamento são fortes indícios de que um Estado-nação esteja por trás dele, ao invés de cyber criminosos comuns – marcando-o como outra ferramenta no crescente arsenal de cyber armamentos.


Leia mais no Gizmodo Brasil

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Virus infecta a frota de veículos aéreos não tripulados dos EEUU

Os EEUU possuem uma importante frota de veículos aéreos não tripulados que são utilizados tanto em missões de reconhecimento como em missões de ataque.  Um veículo aéreo não tripulado (ou UAV) é um pequeno avião controlado à distância por um piloto que, logicamente, fica resguardado em sua base e fora de todo perigo e, no caso dos EEUU, seus Predators e Reapers são bastante conhecidos por suas intervenções em sua luta particular contra o terrorismo. Tendo em conta seu uso em missões de combate, os sistemas destes aviões deveriam ser muito seguros mas dita segurança tornou-se suspeita após o conhecimento de que um vírus teria afetado os sistemas desta frota de aviões.

Vejam o texto original em BITELIA ou uma tradução livre no blog NEBULOSA.DE.ORION

sábado, 2 de julho de 2011

Especialistas descobrem rede 'indestrutível' de 'computadores zumbis'

A rede "botnet" - termo que define uma série de computadores infectados e controlados remotamente por meio de um vírus - conhecida como TDL tem como alvo as máquinas que usam o sistema operacional Windows e é muito difícil de ser detectada e fechada.
O código que sequestra os computadores para o uso nessa rede se esconde em locais em que os programas de segurança raramente fazem buscas. Além disso, a rede é controlada com um sistema de criptografia criado exclusivamente para ela.
Cerca de 4,5 milhões de computadores foram infectados por esta rede "botnet" nos últimos três meses, depois do surgimento de uma quarta versão do vírus TDL. 

Vejam mais detalhes em DEFESA.NET

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Irã afirma ser alvo de novo ciberataque

O general responsável por investigar o ataque Stuxnet ao programa nuclear do Irã afirma que o país recebeu um segundo ataque direcionado, chamado inicialmente de "Stars".

Até o momento, foram divulgados poucos detalhes sobre o suposto ataque, a não ser pelo fato de que ele parece ter sido direcionado a sistemas de computadores específicos do país. “Determinadas características sobre o worm Stars foram identificadas, incluindo o fato de que ele é compatível com o sistema (atingido)”, disse o general Gholam-Reza Jalali, diretor da Passive Defense Organization do Irã, em uma entrevista para a agência local Mehr News Agency.

O Irã está tentando reforçar suas ciberdefesas desde que foi atacado pelo vírus Stuxnet no ano passado. Acredita-se que esse worm teria sido escrito para sabotar o programa nuclear iraniano, ao atacar os sistemas de controle industrial das centrífugas de urânio do país.


Mais no IDGNow!

terça-feira, 19 de abril de 2011

Irã acusa Siemens pelo vírus Stuxnet

Um comandante militar iraniano acusou o conglomerado alemão Siemens de ajudar os Estados Unidos e Israel a lançar um ciberataque contra suas instalações nucleares, publicou o diário iraniano Kayhan.

Gholamreza Jalali, diretor da defesa civil iraniana, disse que o vírus Stuxnet, que tomou por alvo o programa nuclear iraniano, é obra dos dois maiores inimigos do país, e que a companhia alemã deve arcar com parte da culpa.

"As investigações mostram que a fonte do vírus Stuxnet está nos Estados Unidos e no regime sionista", teria dito Jalali.


Continue lendo a notícia da Reuters, que está disponível no UOL Tecnologia.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

STUXNET

El virus Stuxnet sigue destruyendo la capacidad nuclear de Irán

El virus informático que sabotea las centrifugadoras del programa nuclear iraní y que cibermilitares, ingenieros y científicos de Israel perfeccionan en el desierto del Negev (foto), donde Israel incluso ha reproducido centrifugadoras idénticas a las que tiene Irán, es el responsable de los retrasos en el programa nuclear del país que amenazó al Estado de Israel con borrarlo del mapa. Holocausto de un disparo… nuclear.

Vejam mais detalhes em NACIÓN RED


NYT: “verme informático Stuxnet, um projeto ianque-israelense"

Ya lo habíamos dicho en La pupila insomne el pasado 16 de noviembre, pero ahora el mundo se entera porque lo publica The New York Times: el gusano informático Stuxnet fue creado por Estados Unidos e Israel para sabotear el programa nuclear iraní.

Vejam mais detalhes em CUBADEBATE

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Referencias bíblicas são encontradas no Stuxnet

Uma investigação do New York Times sustenta que foi descoberto um código dentro do Stuxnet (vírus que está fazendo estragos nos sistemas de produção de energia e fábricas por toda a Ásia) uma referência bíblica que tem mirado Israel como responsável pelo ataque. como responsable del ataque.
Na medida em que aumenta a informação sobre o vírus Stuxnet, que tem atacado instalações industriais no Irã, também aumenta-se a confusão. O New York Times publicou que foi descoberto dentro do código do vírus uma críptica alusão ao Antigo Testamento. Concretamente, a palavra "Myrtus" nomeia um arquivo contido no código. Os experts o interpretam como uma alusão, em hebreu, a Esther.
O livro de Esther relata um complô persa para destruir Israel. Essa citação tanto pode ser interpretada como uma assinatura que implicaria o governo israelense na fabricação do vírus como, pelo contrário, uma intenção de seus reais autores de orientar falsas suspeitas sobre Israel e confundir os investigadores. Outra hipótese é que a palavra se refira ao mirto, um arbusto.

Vejam mais detalhes em URGENTE24

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Computador com vírus checava falhas em avião da Spanair; acidente matou 154 pessoas

O computador central Spanair, responsável por anotar as falhas registradas em aviões da companhia aérea, estava infectado por vírus na época do acidente do vôo JK 5022, quando um avião explodiu durante a decolagem no Aeroporto de Barajas (Espanha) matou 154 ocupantes. As informações foram publicadas pelo jornal “El País” nesta sexta (20), data em que o acidente completa dois anos.

Um relatório interno da companhia, datado do mesmo dia do acidente, indica que o sistema estava contaminado com cavalos de troia. Esse tipo de programa pode ocasionar danos e facilitar a invasão do sistema por hackers.

Várias falhas foram detectadas na véspera e no dia do acidente com o avião da Spanair no Aeroporto de Barajas. Cabia aos mecânicos que detectaram os problemas comunicá-los à Spanair em Palma. Ao acessar o sistema para registrar os incidentes, eles se deram conta que o ele estava inutilizável devido à infecção pelos cavalos de troia.

Além dos cavalos de troia, a Spanair demorou cerca de 24 horas para registrar em seu computador as falhas de seus aviões, conforme admitiram mecânicos da companhia aérea à Justiça do país.

A Associação de Vítimas do Acidente entrou com um pedido junto à Justiça espanhola para obter todos os dados registrados no computador anteriores e posteriores ao dia acidente.


Confira mais no UOL Tecnologia.

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Vírus bloqueia acesso a Mininova e PirateBay

Um cavalo-de-troia descoberto pela empresa de segurança Sophos bloqueia o acesso de usuários de redes P2P aos sites Mininova e The PirateBay.

O código malicioso, identificado por Troj/Qhost-AC, está disseminado dentro de pacotes de arquivos de filmes, músicas e aplicativos compartilhados em redes P2P.

Quem baixa um pacote infectado, tem a configuração de seu browser e seu cliente de torrent (Utorrent, por exemplo) reconfigurados, de forma o acesso a dois dos mais populares serviços de P2P, o Mininova e o The PirateBay ficam inacessíveis.

Notícia completa na INFO Exame. Que praga conveniente para gravadoras e estúdios cinematográficos.