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terça-feira, 21 de abril de 2015

Fui preso suspeito de roubar o meu próprio carro

Era 19h de segunda-feira, dia 30/03, quando cheguei à Faculdade de Políticas Públicas da Universidade Estadual de Minas Gerais, onde sou aluno. Ao trancar o meu carro, fui abordado por uma viatura da PM. “O que você está fazendo aí?”. Respondi que era trabalhador.


Um sargento e um cabo, ambos da 124a. cia, do 22o BPM, saíram com armas em punho: “mão na cabeça, vagabundo, e cala a sua boca”“Conheço meus direitos, não podem me abordar dessa forma e já vou fazer uma representação contra vocês na corregedoria”, argumentei. Foi o suficiente para que a truculência aumentasse. Com violência, me algemaram. Em minha volta, colegas, professores e vizinhos começaram a protestar.


Leia a matéria completa em: Fui preso suspeito de roubar o meu próprio carro - Geledés 

domingo, 22 de agosto de 2010

RACISMO DE ESTADO

França expulsa mais 130 ciganos para a Romênia

PARIS, 20 Ago 2010 (AFP) - Mais 130 ciganos foram expulsos nesta sexta-feira a bordo de um avião que partiu do aeroporto parisiense de Roissy rumo à cidade de Timisoara, na Romênia.

Trata-se da segunda expulsão em 48 horas, já que, na véspera, 86 ciganos, segundo o governo francês, foram enviados a Bucarest em dois voo diferentes, a partir de Lyon, centro-leste da França, e Paris.

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quarta-feira, 29 de julho de 2009

Professor da UnB diz que DEM quer negros fora da universidade


Para o professor José Jorge de Carvalho, que junto com a professora Rita Lauro Segatto, ambos do Departamento de Antropologia da Universidade de Brasília (UnB) elaborou a proposta de política afirmativa, a ação do DEM - que pede a suspensão do sistema de cotas na Universidade - é uma repetição do Manifesto dos 113 enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF), em 30 de abril do ano passado, e assinado por um grupo pequeno que tem acesso mídia. A ação, segundo ele, apresenta argumentos frágeis.


Eles (o partido Democratas e quem assinou o Manifesto dos 113) estão querendo jogar na rua um contingente de mais de 20 mil estudantes, critica José Jorge de Carvalho afirmando que a ação no STF é uma tentativa de ganhar no “tapetão”.


“Eles estão dizendo que 90 universidades (onde há política afirmativa) vão ter que jogar para fora todos os estudantes que entraram e não deixarão entrar nunca mais nenhum deles?” pergunta.


“O universo acadêmico brasileiro está em uma luta para incluir os negros e os indígenas que estiveram excluídos sempre. Como eles não conseguem mais influenciar na decisão sobre o processo de inclusão, eles entraram com uma ação no judiciário. No fundo eles não querem negros na universidade”, acusa o professor.


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