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sábado, 3 de outubro de 2015

Como classificar o silêncio de Aécio e FHC sobre Cunha?

Sabe o silêncio que Cunha fez quando Chico Alencar perguntou a ele na Câmara se tinha mesmo contas na Suíça?
Como poderíamos classificá-lo?
Cínico. Cafajeste. Culpado. Canalha. Indecente. Patético. Debochado.
Bem, é só ir ao dicionário em busca de palavras negativas e você vai ver que cada uma delas caberá ao silêncio de Cunha diante de Chico Alencar.
Você verá, também, que cada um dos adjetivos vale, igualmente, para o silêncio de FHC, Aécio e Serra sobre o escândalo das contas de Cunha na Suíça.
É um silêncio particularmente revelador este dos tucanos porque mostra a natureza da sua pregação anticorrupção.
Como os golpistas de 1954 e 1964, que tanto usaram o “mar de lama” para derrubar governos democraticamente eleitos pelo povo, o que menos interessa aos tucanos hoje é acabar com a corrupção.

segunda-feira, 15 de junho de 2015

Réus graúdos levam Zelotes para longe dos holofotes

A investigação de crimes praticados por grandes empresários, detentores de fatia considerável do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, caminha relegada ao desinteresse por falta de associação a um escândalo que reverta em dividendos ou prejuízos políticos. O tratamento dado por parte do Judiciário e da imprensa à Operação Zelotes é uma amostra disso, se comparado à Lava Jato. Essa tem sido a constatação de parlamentares, representantes do Ministério Público, analistas econômicos e profissionais do meio jurídico, que se debruçam sobre a elucidação de um escândalo que pode chegar R$ 19 bilhões desviados do Tesouro Nacional.
A Operação Zelotes foi deflagrada em 28 de março por diversos órgãos de investigação em conjunto com a Polícia Federal. Resultou na descoberta de uma fraude com a Receita Federal, no período de 2005 a 2013 – grandes empresas subornavam integrantes do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), ligado à Fazenda, para serem absolvidas do pagamento de impostos ou reduzir de forma significativa o valor a ser pago. Entre as empresas investigadas estão grandes corporações, como RBS (maior afiliada da Rede Globo), Gerdau, Votorantim, Ford, Mitsubishi, BRF (antiga Brasil Foods), Camargo Corrêa, e os bancos Santander, Bradesco, Safra, BankBoston, Pactual, Brascan e Opportunity.

Continue lendo na Rede Brasil Atual, via Jornal GGN

terça-feira, 9 de junho de 2015

Onde estão os protestos de João Doria e Walter Feldman contra a corrupção na CBF?

Para os puxa sacos e desavisados de sempre, a gestão Del Nero era vendida como “renovação”. Duas contratações viraram símbolo disso. Walter Feldman, secretário-geral, veio com o mesmo papo magro que usou na campanha de Marina Silva, em que trabalhou como coordenador. Era preciso esquecer o passado, daqui pra frente tudo vai ser diferente etc.
Feldman teve um trajetória triste no PSDB antes de desembarcar na Rede. A ambição nunca se igualou à capacidade de ganhar votos. Foi serrista quando isso existia, saiu do partido atirando em Alckmin, voltou para a medicina — agradecendo a mamãe, naturalmente — e encontrou abrigo com Marina, tornando-se especialista automático em “sustentabilidade”.
Apanhado no tiroteio, pensou que retirar o nome de José Maria Marin da sede no Rio de Janeiro resolveria os problemas. Sua página no Facebook sumiu do ar na semana passada.
A situação de Feldman talvez só não seja tão complicada quanto a do chefe e a de outro personagem cuja nomeação causou surpresa até mesmo em Galvão Bueno: o lobista João Doria Jr..

sexta-feira, 13 de março de 2015

Fernando Rodrigues perdeu o monopólio da Swissleaks e mais dados são revelados

Depois de divulgar que empreiteiras envolvidas com a Lava Jato estavam na lista das contas secretas do HSBC da Suíça, com um hiato na divulgação de mais notícias e o ingresso de outros jornais nas tentativas independentes de investigação, o jornalista Fernando Rodrigues deixou para agora as informações de talvez maior impacto. Os dados são resultado da parceria de O Globo, que agora integra a equipe do ICIJ, consórcio de jornalistas que têm os arquivos suíços.
 
Dois ex-diretores do Metrô de São Paulo tinham contas na época em que foi firmado o acordo com a Alstom; assim como Paulo Roberto Grossi, denunciado de participação no mensalão petista e no mensalão tucano; dois advogados e o então procurador-geral do INSS, durante a Máfia do INSS; três condenados no caso SERPROS, de desvio do fundo de previdência complementar, entre 1999 e 2001.


Continue lendo no Jornal GGN

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

O que acontece quando Armínio encontra Eliane Catanhêde?

Qual o resultado da mistura de Armínio Fraga com Eliane Cantanhêde?
Bem, o resultado está no Estadão, numa entrevista.
É o apocalipse. O Brasil acabou, para os dois.
De um modo geral, quando leio esse tipo de coisa, me pergunto o que pessoas que pensam assim ainda fazem no país.
O que Armínio retrata, com a ajuda milionária de Catanhêde, é uma distopia que só será superada se pessoas como eles estiverem no poder.
É o triunfo do ressentimento e de falta de autoconhecimento. A não ser que consideremos que éramos o paraíso sob FHC.
Uma frase simboliza a entrevista: “Estamos vivendo uma enorme crise de valores e isto é gravíssimo.”
Pois acrescento: entrevistado e entrevistadora são amostras dessa “enorme crise de valores”.
Armínio fala, a certa altura, do horror que é um sistema em que “empresas doam centenas de milhões de reais para as campanhas”.
Concordo. Muita gente concorda, aliás. E é uma pequena tragédia que Gilmar Mendes segure há tanto tempo, em completa impunidade, uma proposta de mudança de financiamento de políticos.
Mas a questão é: como foi a campanha de Aécio? Na base de água e pão? E a de Alckmin?

Continue lendo no Diário do Centro do Mundo

domingo, 2 de agosto de 2009

Nos olhos dos outros

A Zero Hora de hoje defende com unhas e dentes o direito do "Estado de São Paulo" de divulgar informações sobre operação da Polícia Federal que revelou, através da gravação de conversas telefônicas, o envolvimento de José Sarney, presidente do Senado, na contratação de parentes e afilhados políticos por meio de atos secretos, sob censura desde que o desembargador Dácio Vieira, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), proibiu o jornal de publicar reportagens sobre a referida operação.

Trata-se de "censura prévia", subscreve ZH.


O engraçado é que, quando a justiça gaúcha impediu Wladimir Ungaretti de "estabelecer comparações como método de crítica à mídia corporativa" a partir de um processo movido por um seu "funcionário de carreira com 40 anos de firma" - como se sabe, "O jornalista, professor e blogueiro combativo Wladimir Ungaretti está sendo processado judicialmente por um empregado celetista da RBS, conhecido como Fotonaldo" -, ZH não se manifestou a respeito. Nenhuma linha sobre "censura prévia" ou "liberdade de expressão".

Veja mais em La Vieja Bruja.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

O nepotismo que a mídia protege

Mas se a intenção é moralizar, compare-se com outro nome. Guimar Feitosa de Albuquerque Lima. Irmã do ex-deputado Chiquinho Feitosa, do PSDB ( CE). Advogada da União ( aposentada em 18 de junho de 2009) e cedida ao STF ( não é concursada do Judiciário), onde foi chefe de gabinete do Ministro Marco Aurélio, que em 2001 a nomeou Secretária-Geral da Presidência da Corte Suprema. Atualmente desempenha o cargo em comissão de Secretária-Geral da Presidência do TSE.

Detalhe: seu nome atual é Guiomar Feitosa de Albuquerque Lima Mendes, já que é casada com o Presidente do STF, Gilmar Ferreira Mendes. Pois bem, pela Súmula número 13, do nepotismo, ela, como esposa do ” Chefe do Judiciário”, como Mendes se autoproclama, está incursa na proibição ali prevista. Justamente por ser casada com o chefe, que admite ser chefe. Se, ainda assim, afirmarem que não se trata de nepotismo por ela laborar em outro Tribunal, mister se faz lembrar que, por previsão do parágrafo único do art. 119 da Constituição Federal, o Presidente do TSE será, obrigatoriamente, um dos Ministros do STF que o compõem. Vislumbra-se, assim, o que se chama nepotismo cruzado ( solicitar a um colega que nomeie um parente). Como também se verifica a profunda vinculação do TSE ao STF.

Veja o texto no blog do Luís Nassif.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

A vergonha do senador Pedro Simon

Cena 1: Brasília: O presidente do Senado, José Sarney (PMDB), é alvo de uma série de denúncias. O Ministério Público Federal abre um processo para investigar o uso de dinheiro público pela Fundação José Sarney. Vários senadores pedem o afastamento de Sarney, entre eles o gaúcho Pedro Simon, companheiro de partido de Sarney. Enfático, Simon declara:

- Perdemos toda a credibilidade. O presidente Sarney tem de ter a grandeza de renunciar à presidência do Senado. Tenho vergonha. Estou pensando em ir para casa.

Cena 2: Porto Alegre: O governo Yeda Crusius (PSDB) é alvo de uma série de denúncias. O Ministério Público Federal, além de outras instituições, investiga o envolvimento de integrantes do governo em crimes como desvio de dinheiro público e fraude em licitações. A oposição defende a instalação de uma CPI na Assembléia para investigar as denúncias. O senador Pedro Simon é contra. Diz que a investigação do Ministério Público já é suficiente, argumento que deixa na gaveta no caso das denúncias no Senado.


Continua no Marco Weissheimer - RS Urgente.

Você sabia?

Voce sabia…

… que os jornalistas políticos de Brasília convivem diariamente com congressistas e funcionários?

… que as informações que hoje são divulgadas são de conhecimento do jornalismo político de Brasilia, e do Valdo Cruz, há anos?

… que, embora conhecidas, as bandalheiras não eram divulgadas porque não interessava naquele momentos aos jornais?

No blog do Luís Nassif, questões em cima do texto do Valdo, na Folha de hoje. Há linque para a indignação seletiva .

quinta-feira, 2 de julho de 2009

A ajuda de Virgílio a Sarney

Quem esteve hoje com José Sarney encontrou-o mais tranquilo do que em outros dias, graças a dois aliados inesperados: Arthur Virgilio e o Estadão.

A estratégia contra Sarney consistia em levantar os escândalos do Senado e fulanizar, jogar tudo nas costas do presidente da Casa. Quando surgiram as primeiras informações dos atos secretos, o Estadão passou a vazar seletivamente apenas o que atingia Sarney. A ideia seria não ampliar as denúncias por uma razão simples: não sobraria um e, não sobrando, não haveria como convencer o Senado a depor seu presidente.

Já descrevi várias vezes essa estratégia da escandalização. Com a falta de regras claras, o jogo político brasileiro dá margem a toda sorte de denúncias. A cada temporada, os jornais escolhem na gôndola dos escândalos aquele que lhe interessa e manda bala.

Texto completo no Luís Nassif.

terça-feira, 23 de junho de 2009

Escândalos de prateleira

Já escrevi algumas vezes sobre o modelo político-midiático brasileiro. Esse episódio do Senado vem apenas comprovar.

Tem-se um escândalo de 14 anos. Nesse período todo, o Senado foi coberto diariamente por jornalistas especializados dos principais jornais. Segundo o Estadão de hoje, os atos secretos beneficiaram 37 senadores, entre os quais o Pedro Simon, Demóstenes Torres, além de Renan, Sarney e companheiros, Delcídio e Augusto Botelho, do PT.

Esses episódios, além dos esquemas de terceirizações da casa (a propósito, investiguem como são as terceirizações em todos os grandes órgãos públicos federais e estaduais) são velhos conhecidos dos jornalistas.

Mas ficam pendentes, não são usados enquanto não têm utilidade. Quando interessa ao jogo político da mídia, vai-se na gôndola do Supermercado de Escândalos e saca-se aquele que melhor se adequa ao momento. Neste caso específico, o objetivo evidente não é o de moralizar a casa, caso contrário não teriam deixado passar em branco 14 anos de irregularidades: é desestabilizar politicamente o país.


Texto completo no blog do Luís Nassif.

terça-feira, 21 de abril de 2009

O grande festival de irrelevâncias

O festival de irrelevâncias que assola a mídia só é relevante pela dimensão. Ontem, o Globo abre manchete para o desvendamento do caixa dois de políticos. Um assessor do senador Gerson Camata, do Espírito Santo, dizendo que funcionários assinavam notas para justificar despesas bancadas pelo Congresso. Virou manchete principal, algo que Daniel Dantas jamais conseguiu no jornal nos últimos doze meses.

O Estadão dizendo que agora Protógenes está perdido m-e-s-m-o porque descobriram que ele viajou para palestras com passagens da cota do PSOL. A Folha volta com gastos com assagem de avião pelo TCU - como se fiscalização de obras pudesse ser feito de forma virtual.

O que é essa mixaria perto dos acordos que estão sendo fechados entre governos estaduais e editoras jornalísticas, forma direta de comprar apoio ou proteção? (...)

Texto completo no blog do Luís Nassif.

quarta-feira, 4 de março de 2009

Jarbas vira vidraça

O Deputado Federal Sílvio Costa fez pronunciamento na Câmara sobre o Senador Jarbas, ambos de PE, os principais pagágrafos são:

Os senhores sabem que o bravo Deputado do PMDB, Ulysses Guimarães, ajudou a aprovar aqui, em 1988, a Constituição Cidadã. E a Constituição diz, em seu art. 37, Inciso II, que emprego público, só pode existir por concurso.

Pois bem, de forma esdrúxula — e está aqui o documento, porque eu não sou leviano. Eu acuso e mostro as provas — , o Senador Jarbas, no dia 23 de julho de 1992 — portanto, 4 anos após a Constituição determinar que emprego público, só por ser por meio de concurso — foi nomeado Procurador da Assembleia Legislativa de Pernambuco. E pasmem, brasileiros, pasmem, jovens do Brasil: um ano depois,ele pediu a aposentadoria, no dia 14 de julho de 1993. Está aqui o documento, que eu vou entregar à imprensa. (Exibe documentos.)

O texto continua no blog do Luis Nassif.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

A estratégia Jarbas

Não é difícil entender as razões por trás da entrevista do senador Jarbas Vasconcellos à revista Veja.
Na entrevista ele acusa seu partido, o PMDB, de abrigar corruptos e lutar por cargos. Faltou explicar onde está a novidade.
No governo FHC, esse mesmo PMDB, tendo como pontas-de-lança o Ministro dos Transportes Eliseu Padilha e Gedel Vieira Lima, uma seleção enriquecida por Gilberto Miranda e outros notáveis, negociou cargos, benesses e massacrou Itamar Franco na convenção do partido. E os episódios ocorreram nos tempos em que Jarbas era dos grandes nomes do partido. É o mesmo PMDB de agora, com os mesmos personagens de antes.
O papel do PMDB e as formas de cooptá-lo fazem parte do know-how de governabilidade criado por FHC e apropriado por Lula. Então, qual a razão da indignação tardia de Jarbas? É aí que se entra na parte mais interessante da entrevista: a maneira como foi preparada.

O texto continua no blog do Luís Nassif.

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Os "correrias" do Primeiro Mundo

LUIZ GONZAGA BELLUZZO - Folha de São Paulo


"A falsificação de preços é um conluio entre os poderosos do mundo para lesar os mais fracos"

A POLÍCIA Federal conta: 70% das importações de produtos de informática e telecomunicações realizadas pela Cisco eram subfaturadas. A manipulação dos preços de transferência, com o propósito de burlar o fisco, era perpetrada, de acordo com o relatório da PF, na matriz americana. Digo manipulação porque as mercadorias entravam no país abaixo do custo de produção, incluída a margem de lucro da empresa.
Quem paga a diferença? A resposta é fácil: o Estado brasileiro não recolhe os impostos devidos, os concorrentes nativos ou estrangeiros são bigodeados pelos espertalhões e, finalmente, os trabalhadores brasileiros (com uma taxa cambial mais favorável) poderiam estar empregados na produção dos equipamentos, peças e componentes importados, o que geraria mais receita fiscal. Certo Mark Smith, diretor-gerente para o hemisfério ocidental da Câmara Americana de Comércio, declarou que "o subfaturamento é comum no Brasil".
No Brasil e no mundo, diria o empresário Raymond Baker, autor do livro "Capitalism's Achilles Heel", com o subtítulo "Dirty Money and How to Renew the Free Market System". Baker declara-se um entusiasta do livre comércio. Manifesta, no entanto, sua decepção e preocupação com as práticas das grandes empresas transnacionais que deformam o sadio exercício do intercâmbio de mercadorias.
Ele diz que aproximadamente 65 mil empresas internacionalizadas realizam operações transfronteiras. As transações entre matrizes e filiais representam, segundo Baker, de 50% a 60% das trocas internacionais. Uma fração importante das transações é feita com preços falseados. "Isso serve para eliminar impostos, evitar controles aduaneiros e acumular dinheiro secretamente.
A falsificação de preços é realizada diariamente, em todos os países, numa larga fração das operações de importação-exportação."
"Essa é a técnica mais comum para gerar e transferir dinheiro sujo, dinheiro que viola a lei na sua origem, em seu movimento e em seu uso. A falsificação de preços é um conluio entre os poderosos do mundo para lesar os mais fracos. O fato é que para cada dólar, euro, libra, peso, rublo ou outra moeda qualquer que se move para fora dos países mais pobres, há um produtor ou financista do Primeiro Mundo que facilita a operação."
Baker é impiedoso: a combinação entre falsificação de preços de transferência, paraísos fiscais, empresas fantasmas, jurisdições secretas pode ser comparada "ao tráfico de drogas, ao crime organizado, ao terrorismo e aos funcionários corruptos". Os executivos das múltis contribuem para a manutenção desse sistema.
Imagino que, à semelhança da controvérsia Huck-Ferréz, o deplorável episódio Cisco vá provocar um maremoto de indignação contra as malfeitorias dos "correrias" do Primeiro Mundo. Os impostos surrupiados aos brasileiros talvez servissem para financiar a educação, a saúde e a segurança dos cidadãos de Pindorama, fossem eles os "correrias" do Terceiro Mundo ou os legítimos e indefesos usuários de relógios Rolex.


LUIZ GONZAGA BELLUZZO , 64, é professor titular de Economia da Unicamp. Foi chefe da Secretaria Especial de Assuntos Econômicos do Ministério da Fazenda (governo Sarney) e secretário de Ciência e Tecnologia do Estado de São Paulo (governo Quércia).

Via Leituras e Opiniões.