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terça-feira, 22 de junho de 2010

Projetando uma sociedade com todos os direitos para todas as pessoas

Várias organizações
Adital -
Por
Ivo Polleto, Programa Justiça Econômica
Ir. Delci Franzen, assessora das pastorais sociais da CNBB
Luciane Udovic e Luiz Bassegio, da coordenação Continental do Grito dos Excluídos
Ivo Lesbaupin, ISER Assessoria
José Moroni, INESC

No debate realizado na Assembléia Popular Nacional sobre a forma em que foi elaborada a sistematização da prática e da reflexão sobre o Brasil que Queremos apareceram algumas dúvidas que merecem um aprofundamento. É o que me proponho nesta breve reflexão.
Em primeiro lugar, mesmo sendo legítimo e usual, abordar toda a família de direitos como referência de avaliação das obrigações públicas em relação a eles, é uma forma redutiva de abordá-los. O ponto de referência está na forma em que são reconhecidos e garantidos os direitos na Constituição e as leis que a regulamentam. Mesmo quando a luta popular se faz presente, seu limite se encontra no exigir que a lei seja cumprida. Em outras palavras, o que se avalia é o funcionamento do Estado na relação com a população e/ou a pressão da população para que ele cumpra suas obrigações.

Vejam o texto completo em ADITAL

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Cartilha explica crise financeira para militância dos movimentos sociais

Adital -
Movimentos sociais cearenses, que fazem parte da Assembleia Popular, lançam hoje (10), em Fortaleza (CE), a cartilha Para Debater a Crise, que expõe de modo didático como a quebra do sistema financeiro mundial atingiu os trabalhadores de todo o mundo, em especial, do Brasil. O evento ocorre às 18h30, na sede do Sindicato dos Comerciários, no Centro da cidade.

A Assembleia Popular (AP) se reúne em várias cidades para debater e encaminhar temas comuns da população. Em Fortaleza, o lançamento contará com a presença de João Paulo Rodrigues, da Secretaria Operativa Nacional da AP e da Direção Nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).

"A cartilha mostra os desafios que os movimentos sociais têm nessa nova conjuntura mundial, que é impedir que essa crise caia nas costas do povo. As conseqüências dela são fortes em todo o mundo, mas muito mais profundas na América Latina", opina Leidiano Farias, integrante do movimento estudantil da Universidade Estadual do Ceará (Uece) e da AP.

Vejam mais em Adital