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segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Nelson Jobim: Um Golpista

Sua atitude irresponsável busca desgastar a candidatura de Dilma. Imagina-se candidato a presidente pelo PMDB ou no mínimo vice de Serra

(...)

Dilma chegou a sua vez

Fontes ligadas às Forças Armadas desde o final de novembro de 2009 informavam que o ministro Nelson Jobim estava apenas esperando a apresentação do 3º Programa Nacional de Direitos Humanos para lançar a “suspeita”, contra a ministra Dilma, de que sua candidatura e possível eleição seria o instrumento para o revanchismo contra os militares.

A imprensa paulista, principal interessada em evitar a instalação de uma Comissão que iria investigar sua participação e colaboração com o Golpe de 1964, já estava municiada de informações a respeito.

Vejam o texto completo no NOVO JORNAL

domingo, 3 de janeiro de 2010

A longa despedida da ditadura


(No flagrante, Brilhante Ustra, símbolo de uma
época que implora para deixar de existir)

Ainda não surgiu, infelizmente, um ministro da Defesa capaz de tomar para si a única e urgente responsabilidade do titular da pasta sobre as forças armadas brasileiras: desconectar uma dúzia de gerações de militares, sobretudo as mais novas, da história da ditadura militar brasileira. A omissão de sucessivos governos civis, de José Sarney a Luiz Inácio Lula da Silva, em relação à formação dos militares brasileiros tem garantido a perpetuação, quase intacta, da doutrina de segurança nacional dentro dos quartéis nacionais, de forma que é possível notar uma triste sintonia de discurso – anticomunista, reacionário e conservador – do tenente ao general, obrigados, sabe-se lá por que, a defender o indefensável. Trata-se de uma lógica histórica perversa que se alimenta de factóides e interpretações de má fé, como essa de que, ao instituir uma Comissão Nacional da Verdade, o governo pretende rever a Lei de Anistia, de 1979.


Essa Lei de Anistia, sobre a qual derramam lágrimas de sangue as viúvas da ditadura em rituais de loucura no Clube Militar do Rio de Janeiro, não serviu para pacificar o país, mas para enquadrá-lo em uma nova ordem política ditada pelos mesmos tutores que criaram a ditadura, os Estados Unidos. A sucessão de desastres sociais e econômicos, o desrespeito sistemático aos Direitos Humanos e a distensão política da Guerra Fria obrigaram os regimes de força da América Latina a ditarem, de forma unilateral, uma saída honrosa de modo a preservar instituições e pessoas envolvidas na selvageria que se seguiu aos golpes das décadas de 1960 e 1970. Não foi diferente no Brasil.

Vejam o texto completo no blog BRASILIA, EU VI

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Abin nega que agente acusado de coordenar escutas pertença aos seus quadros

Brasília - A Agência Brasileira de Inteligência (Abin) negou, em nota, que o ex-agente do Serviço Nacional de Informações (SNI) Francisco Ambrósio do Nascimento pertença aos quadros do órgão.

Nascimento foi citado em reportagem da revista IstoÉ desta semana como coordenador de uma operação da Abin que teria feito escutas telefônicas de autoridades, a pedido do delegado da Polícia Federal Protógenes Queiroz, ex-coordenador da Operação Satiagraha.

“Ex-servidor da Aeronáutica, Nascimento esteve no órgão que antecedeu a Abin, do qual se aposentou em 1998, portanto antes da criação da agência (Lei nº 9.883, de 7 de dezembro de 1999). Desde que se aposentou, Nascimento não participou de qualquer atividade da Abin”, de acordo com a nota.

Hoje (7), o ministro da Defesa, Nelson Jobim evitou comentar as novas denúncias sobre escutas telefônicas feitas pela revista. "Isso é assunto exclusivo para inquérito”, afirmou após participar do desfile cívico-militar em comemoração ao 7 de Setembro.


(Agência Brasil)