Mostrando postagens com marcador Alberto Einstein. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Alberto Einstein. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 4 de abril de 2011

O futuro do tempo

O imediatismo e a urgência são a marca do nosso tempo. A instabilidade e a precariedade do trabalho encurtam o tempo presente. Essa situação impede qualquer projeto de longo prazo, fazendo prever grande incerteza sobre o futuro. É preciso estruturar uma ética do futuro, uma ética do tempo que reabilita o futuro, mas também o passado e o presente

Jérôme Deauvieau - (01/03/2002)

Com a teoria da relatividade, de Einstein, a noção de tempo modificou-se: o conceito espaço-tempo substituiu as noções separadas de espaço e de tempo

Por que suscitar a questão do tempo, do futuro do tempo e dos futuros possíveis? Porque nossa sociedade vive sob a tirania do tempo. Como mostra Milan Kundera, ela “está imobilizada na estreita passarela do presente”.


Vejam o texto completo em LE MONDE DIPLOMATIQUE-biblioteca diplô

sábado, 2 de outubro de 2010

Relatividade com os pés (quase) no chão

Experimentos provam, com medidas e velocidades corriqueiras no nosso dia a dia, as teorias de Einstein.

Olhe bem o seu relógio. Observe o visor, sinta o andar dos ponteiros. Agora, suba em uma cadeira ou um degrau. Acredite: o tempo está passando mais rapidamente.

Assim funciona a teoria da relatividade geral de Einstein. Ela diz: quanto maior a gravidade, mais lentamente o tempo passa para um objeto (em relação a outro). Então a lógica se impõe: o objeto mais distante do solo – e que sofre menos força da gravidade, portanto – tem o seu tempo dilatado.


Qual é a novidade? Antes, a teoria de Einstein era explicada por experimentos com medidas e proporções pouco mundanas e de difícil entendimento nas escalas do nosso dia a dia. De modo geral, as provas científicas da relatividade envolviam medições espaciais pouco concretas ao entendimento comum – como a observação do pulsar de estrelas, ou do passar do tempo a bordo de superjatos.


Vejam mais detalhes em CIÊNCIA HOJE-SPBC

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Experimento suíço contradiz teoria de Albert Einstein

Carlos Orsi

SÃO PAULO - Emitindo pares de fótons - partículas de luz - ao longo de uma fibra óptica estendida entre as cidades suíças de Satingny e Jussy, cientistas do Grupo de Física Aplicada da Universidade de Genebra determinaram que um fóton chegando a um extremo da linha é capaz de reagir instantaneamente a uma manipulação realizada no parceiro que foi para o lado oposto, a 18 quilômetros de distância. Os pesquisadores calcularam que, se essa reação for resultado de uma comunicação entre as partículas, o sinal teria de viajar a, no mínimo, 10 mil vezes a velocidade da luz.


Texto completo na Tribuna da imprensa online.