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sábado, 2 de julho de 2011

Vende-se o Partenon

Uma foto de Billy the Kid, tirada nos anos 80 do século XIX, a única existente do bandido cinematográfico, foi leiloada dias atrás nos Estados Unidos e arrematada por mais de 1 milhão de dólares. Pergunto aos meus botões quanto valeria o Partenon, ou um arquipélago do Mar Egeu. Inimaginável, respondem. Até um certo ponto, digo eu.

À deriva de uma Europa assolada pela crise econômica e financeira, à custa de um buraco negro, abismo vertiginoso de mais de 600 bilhões de euros, para cobri-lo a Grécia anuncia o propósito de pôr em leilão o seu inestimável patrimônio artístico e natural. Daí a lógica da pergunta acima. Poderia, porém, dirigir muitas outras ao Oráculo de Delfos. Que diria Homero? Ou, ao se falar no Egeu, o seu herói mais humano, o Odisseu? Ou a poetisa Safo, ou outro que versejava, Teócrito, a pressagiar Caymmi, escrevia “deixa que o mar azul quebre sobre a praia, mais doce a seu lado transcorrerei a noite”?

Continue lendo o editorial de Mino Carta na CartaCapital.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Las trabajadoras y trabajadores toman Madrid desde sus barrios y pueblos

Hacía muchos años que no se veía algo parecido en Madrid. Trabajadores de todas las edades y profesiones salían a las calles de sus barrios y pueblos para ir, todos juntos, hacia el Congreso de los Diputados, lugar donde se toman las decisiones que posteriormente afectan a todos, y donde adquieren fuerza de ley los recortes en materia laboral y social que están sufriendo las clases populares.
Desde primeras horas de la mañana comenzaron a moverse las 7 columnas principales, desde Plaza de Castilla (norte), Parque de Sta. María (Hortaleza y Corredor del Henares), Moratalaz, Villa de Vallecas (este), Getafe y Villaverde (sur-este), Leganés y Carabanchel (sur-oeste) y templo de Debod (oeste). A estas columnas se les fueron uniendo otras muchas iniciadas en multitud de barrios también periféricos.
Muchas vecinas y vecinos de estos barrios, por cuyas calles no es habitual ver el paso de manifestantes, contemplaban con cierto asombro la marea humana que les animaba a unirse. Y la emoción era más que evidente en los momentos que confluían las diversas marchas de miles y miles de personas.
El carácter trabajador que han tenido las marchas se ha expresado tanto en la composición principal de los manifestantes, salidos de sus pueblos y barrios periféricos, como por los lemas coreados mayoritariamente, entre los que destacan: “Lo llaman democracia y no lo es”; “que no nos representan”; “Viva la lucha de la clase obrera”; “el pueblo unido jamás será vencido”; “esta crisis no la pagamos”; “no hay pan para tanto chorizo”; “hace falta ya una huelga general”.

Continue exercitando seu espanhol, lendo a continuação do texto no Rebelión

Ou você pode tentar encarar a tradução automática do Google Tradutor.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Os crimes corporativos globais

O mundo está se afogando em fraude corporativa, e os problemas provavelmente são maiores nos países ricos – aqueles com suposta “boa governança”.
Os governos de países pobres provavelmente aceitam mais subornos e cometem mais crimes, mas são os países ricos que detêm as companhias globais que executam as maiores infrações. O dinheiro fala todas as línguas, e está corrompendo a política e mercados por todo o mundo.
Quase todo dia, há uma nova história sobre algum ato ilícito. Todas as empresas de Wall Street pagaram multas volumosas na década passada por contabilidade falsa, informação privilegiada, fraude de títulos, esquemas Ponzi, ou por simples desfalque de seus diretores. Um grande círculo de informação privilegiada está em julgamento em Nova York, envolvendo figuras influentes da indústria financeira. O que vem em seguida é uma série de multas pagas pelos maiores bancos de investimento dos Estados Unidos para retirar acusações de numerosas envolvendo títulos imobiliários.



Continue lendo no Blog do Luís Nassif.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Nas trincheiras da globalização

O exito de 'Inside Job' põe o foco sobre uma nova onda de documentários voltados para a descrição de um mundo em decomposição.

Influir sobre la realidade política é um dos sonhos molhados dos documentaristas sociais. Charles Ferguson, direitor de Inside Job, pode gabar-se de haver ressucitado o debate sobre a responsabilidade do crash financeiro de 2008. Mas Inside Job, que pôs em apertos alguns peixes gordos de Wall Street, não é o único filme com um enfoque inovador sobre as numerosas frentes da crise global. Dos bastidores do comércio mundial de mercadorias à gentrificação (*) dos bairros, o documentário contemporâneo tem se voltado para a descrição de um mundo em crise.

(*) recapitalização; transformação de lugares, ou vizinhanças, de baixo valor em alto valor.

Vejam o texto completo em PÚBLICO.ES

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Moratória de Dubai derruba mercados na Europa e Ásia

Os temores nos mercados foram detonados com a notícia, na quarta-feira, de que o conglomerado estatal Dubai World, responsável pela vasta expansão imobiliária do emirado, atrasará o pagamento de suas dívidas, avaliadas em US$ 58 bilhões – a maior parte da dívida do emirado, de US$ 80 bilhões.

O conglomerado avisou credores que suspenderia o pagamento da dívida como primeiro passo para tentar reestruturar seus negócios.

A ameaça do calote de Dubai sacudiu os mercados internacionais, que estavam ou ainda estão tentando se recuperar da crise global financeira iniciada com a crise de crédito do mercado imobiliário americano, em setembro de 2008.

Notícia completa na BBC Brasil.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

A primeira vítima das metas inflacionárias

A Islândia foi o primeiro país a ser duramente afetado pela crise, com bancos falindo, demissões e a constatação de que estava em um caos financeiro. O governo caiu no fim do ano passado.

Haarde garante que tirou pelo menos duas lições da turbulência: um sistema de metas de inflação e altas taxas de juros - como o que existe no Brasil - não funciona. Além disso, uma economia não pode simplesmente ficar à mercê dos fluxos internacionais.

Mais no blog do Luis Nassif.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Krugmann e as inovações financeiras

Seus exemplos de “ótimas inovações” na área de finanças eram:

1) os cartões de crédito - não exatamente uma ideia nova;
2) a proteção contra saques a descoberto; e
3) as hipotecas subprime. (Não estou inventando.)

Foram essas então as coisas pelas quais os banqueiros receberam toda aquela dinheirama?

Pode-se argumentar que temos uma economia de livre mercado e cabe ao setor privado decidir quanto valem seus funcionários. E isso me leva ao segundo ponto: na realidade, Wall Street deixou de fazer parte do setor privado. Agora, é um setor do Estado, tão dependente da ajuda oficial quanto os beneficiários da Assistência Temporária para as Famílias Necessitadas, ou seja, do Estado “previdenciário”.

Texto completo no blog de Luís Nassif.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Marcio Pochmann: Mudança de paradigma

Com o passar do tempo, percebe-se como os eventos de uma grande crise podem potencializar o surgimento de novas correntes de pensamento e ação. Dadas a manifestação inicial e a reação imediata por parte dos governos de diferentes países, a crise atual do capital globalizado já implica significativa mudança de paradigma.

Nas últimas duas décadas, o paradigma dominante era o das mudanças, que se expressou na reforma do Estado, com a privatização e a focalização do gasto social, na financeirização da riqueza, na desregulação dos mercados (financeiro, de bens e trabalho), entre outros. Isso provocou um enorme desbalanceamento na relação entre o Estado e o mercado, com extrema valorização do último.


Vejam mais no Portal da Fundação Perseu Abramo