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terça-feira, 21 de maio de 2013

Lula governou o Brasil com inteligência para não alarmar o império e receber seus golpes

Pedro Echeverría V.

1. Luiz Inácio Lula da Silva -ex-presidente do Brasil- converteu-se em figura internacional. Diz o jornal La Jornada depois de entrevistá-lo: "é um ser prático, intuitivo, que busca a resolução concreta dos problemas. Foi em boa medida graças a essa capacidade, que se desenvolveu no Brasil um complexo processo de articulação política que tornou possível a prioridade do social e a promoção de políticas igualitárias, a soberania externa e a recuperação do papel ativo do Estado na construção dos direitos dos cidadãos". No entanto, Lula teve que enfrentar as direitas e esquerdas no Brasil e no mundo pela força que teve em seu mandato. Não debochar de seu governo, nem tampouco bajulá-lo, assim pode trabalhar mais para o povo.  

Vejam uma tradução livre completa em NEBULOSA.DE.ORION

domingo, 8 de abril de 2012

Espanha na mira


Jean-Claude Juncker, primeiro-ministro do Luxemburgo e presidente
 do Eurogrupo, apertando o pescoço a Luis Guindos, ministro da 
Economia e da Competitividade do Governo espanhol de Mariano Rajoy

É a soberania e a democracia o que irrita os “mercados”. Mas, ainda que cada vez mais afundada na sua condição de protetorado, em Espanha todavia há eleições, greves e cidadania. A hora da verdade aproxima-se da Europa e a Espanha poderá ser o elo fraco da cadeia. Por Rafael Poch.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

O 'NÃO' DOS MILITARES EGÍPCIOS DENUNCIA O PREÇO DO 'SIM' PROFERIDO PELA GRÉCIA


"Preferimos passar fome a mendigar a essas instituições"(Conselho Supremo das Forças Armadas do Egito, em comunicado que explica rejeição às condicionalidades impostas pelo FMI para liberar um empréstimo de 3 bilhões de euros ao país, que incluíam a privatização de bancos e a maciça redução de subsídios a energia e alimentos de consumo de massa, sobretudo trigo. A decisão dos militares, que tutelam a chamada 'revolução egípcia', desautorizou membros do governo provisório que haviam acatado as ordens internacionais, sem informar suas consequências à população. LEIA mais nesta pág. A resistência egípcia ilumina, por contraste, a virulência do escalpo em marcha na Grécia,como admite Jean-Claude Juncker, chairman do Eurogroup, grupo de ministros de Finanças da zona do euro. Aspas para Juncker: "A soberania da Grécia será grandemente limitada. Para a onda de privatizações que virá, eles vão precisar, por exemplo, de uma solução baseada em um modelo da 'agência Treuhand' (agência de privatizações que vendeu 14 mil empresas da Alemanha Oriental entre 1990 e 1994, após a queda do Muro de Berlim).Não podemos deixar que alguém insulte os gregos. Mas alguém tem que ajudá-los..." afirmou o burocrata, a sério, segundo a Reuters.  Quatro milhões de alemães estavam empregados em empresas controladas pela Treuhand em 1990. Feitas as privatizações,restavam  1,5 milhão em 1994. Vai por aí a coisa --se for.


(Carta Maior; 2º feira, 04/07/ 2011)

quinta-feira, 9 de junho de 2011

O HORIZONTE QUE NOS PROTEGE


Desde que o governo Lula consolidou a soberania brasileira na exploração das reservas do pré-sal, os rentistas da dívida pública e a coalizão demotucana sabem que história brasileira iniciou a contagem regressiva de um novo ciclo. Dois gargalos que constrangem o desenvolvimento do país e o combate a sua desigualdade --as contas externas e o déficit público que torna a economia refém da armadilha dos juros, como se viu de novo nesta semana-- ganham um notável contraponto emancipador. O Plano Decenal de Expansão de Energia 2020, divulgado agora, traz números que explicam esse horizonte alentador. Um deles resume todos os demais: em 2020 a produção brasileria de petróleo atingirá seis milhões de barris/dia. Três vezes superior a atual. O excedente de petróleo previsto em 2020 --que deverá ser exportado, preferencialmente com agregação de valor pelo refino-- será superior a 3 milhões de barris/dia. Ao preço de US$ 100 o barril, um cálculo moderado, significa uma receita de exportações superior a US$ 100 bilhões por ano. Ademais do gigantesco impulso industrializante que essa exploração vai desencadear, as receitas cambiais e fiscais inscritas nesses números permitirão ao Estado brasileiro: a) guarnecer-se de reservas soberanas efetivas, a salvo de fugas especulativas porque superiores aos ingressos de fluxos erráticos no país; b) formar um superávit fiscal e recomprar títulos da dívida pública hoje em mãos do mercado financeiro, libertando-se assim da dependência de se financiar junto aos rentistas que exploram essa subordinação impondo juros obscenos à sociedade. Não estranha, portanto, o empenho com o qual o dispositivo midiático conservador tentou impedir a regulação soberana das reservas do pré-sal.O que a ortodoxia e seus interesses temem, com razão, é a dinâmica abolicionista embutida nesse processo. Não deve estranhar, pelo mesmo motivo, o furor com o qual a oposição tentará abortar esse desfecho nos próximos anos. À medida em que o relógio anda e os investimentos da Petrobrás pavimentam esse futuro, a única chance que lhes resta é atalhar o percurso com uma cunha que derrote as bases políticas desse projeto, impedindo a sua continuidade em 2014 --ou antes, se o movimento social piscar e não construir uma agenda para a travessia dessa década.

(Carta Maior; 6º feira, 10/06/ 2011)


terça-feira, 5 de abril de 2011

FMI QUER IMPOR LIMITES ÀS POLÍTICAS SOBERANAS DE CONTROLE DE CAPITAIS

*No momento em que o Brasil discute ações
mais duras contra a avalanche especulativa*


"Nós nos opomos fortemente a qualquer diretriz ou código de conduta que estabeleça, uniformize, priorize ou restrinja o conjunto de instrumentos dos países para enfrentar movimentos de capital de grande volume e voláteis (...) Seria interessante se o FMI examinasse os problemas criados pelos capitais (voláteis).Há países que adotam políticas monetárias ultra expansivas para sair da crise; provocam uma expansão de liquidez em escala global e, no FMI (seus representantes) dizem (agora) às nações que tentam se defender dessa tsunami (...) que é preciso criar um código de conduta para suas defesas. Não se fala do problema na origem.." (Paulo Nogueira Jr, representante brasileiro no FMI, denuncia manobras para restringir o direito de defesa das nações emergentes diante da avalanche especulativa originária dos países ricos; Valor).

(Carta Maior; 4º feira, 06/04/2011)

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Brasil terá laboratório em alto-mar para garantir direitos

O Brasil tem uma ambiciosa proposta de fincar um laboratório oceanográfico na mais remota fronteira marítima do país e, com isso, garantir o domínio territorial sobre uma área em que as riquezas naturais escondidas vão além do petróleo na camada do pré-sal. No limite da plataforma continental, a 350 milhas náuticas (648 quilômetros) da costa, o potencial de reservas minerais é imensurável
Com a implantação de um centro de pesquisas em alto-mar e o investimento em satélites, embarcações de patrulhamento e submarinos, a estratégia que vem sendo esboçada reservadamente pelo governo Dilma Rousseff é no sentido de afastar investidas de estrangeiros, como americanos, russos, alemães e japoneses, nos cobiçados mares do Atlântico Sul.

O instrumento de pesquisa, cujo projeto envolve os ministérios da Defesa, da Ciência e Tecnologia, do Meio Ambiente e investidores privados brasileiros, passará a ser usado para marcar a presença do Brasil dentro e fora das 200 milhas (370 quilômetros) hoje delimitadas. É o mesmo espírito que move a ocupação de pesquisadores do minúsculo arquipélago de São Pedro e São Paulo, a 1.010 quilômetros de Natal (RN). Os cientistas atualmente se revezam a cada 15 dias no arquipélago.

Vejam mais detalhes no blog OS AMIGOS DA PRESIDENTE DILMA

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

CAMPANHA CONTRA A CAPITALIZAÇÃO DA PETROBRAS: ELES NÃO DESISTIRAM DE IMPEDIR A SOBERANIA NO PRÉ-SAL

"Desde a descoberta das jazidas do pré-sal, a coalizão eleitoral conservadora tentou barrar o debate e a aprovação dos marcos regulatórias que pudessem dificultar o avanço das petroleiras mundiais sobre essas riquezas. Serra mais de uma vez advogou o adiamento da discussão para 2011, na esperança de que sua eventual vitória fornecesse a margem de manobra ideológica para reverter a estratégia de soberania formulada pelo governo Lula. A ofensiva conservadora foi derrotada, primeiro, na Câmara e, no dia 10 de junho também no Senado. Com o voto contrário dos demotucanos, o poder Legislativo aprovou o projeto de lei que cria a Pré-Sal Petróleo S.A, a estatal que assumirá a gestão das maiores jazidas de petróleo descobertas no planeta nas últimas décadas. No último dia 2 de agosto, o Presidente Lula sancionou na criação da nova empresa. Mas eles não desistiram. O objetivo agora é sabotar a capitalização da Petrobras, passo financeiro indispensável para reunir os recursos que permitirão à empresa exercer o comando efetivo da pesquisa e exploração dos novos campo. Se a capitalização fracassar, a soberania aprovada democraticamente vira letra morta. Os interesses petroleiros, então, poderão alegar ‘incapacidade financeira’ da estatal brasileira para exercer suas atribuições. Contarão, naturalmente, com o amparo da mídia e dos consultores para ecoar os tambores da 'abertura eficiente e racional do setor'. Um aperitivo pode ser saboreado na manchete desta 5º feira da Folha de São Paulo, um jornalismo, como se sabe, 'a serviço do Brasil'. Aspas para o título garrafal da 1º página da Folha: "Procurador pede apuração que pode contestar o pré-sal ". No texto, a estratégia escancarada assinala: '(este é)... o primeiro sinal de que o pré-sal pode ir aos tribunais’. Resumindo, passo 1: tumultuar o mercado para inibir a capitalização através da emisssão de ações pela Petrobras --o que requer um ambiente de segurança para os investidores ; passo 2: requerer a anulação da soberania em tribunais aliados; passo 3: continuar bombando Serra; se ele vencer, tudo fica mais fácil... "

terça-feira, 7 de abril de 2009

El misil Taepodong y satélite Kwangmyongsong 2

Corea del Norte tiene todo el derecho a lanzar sus propios satélites. Tantos como quiera. Además, las armas defienden la paz y soberanía de la República, sin ellas, EE.UU. ya hubiera invadido Corea.

Vejam o texto completo no KAOSENLARED.NET



domingo, 25 de janeiro de 2009

Na resposta a Napolitano, Lula reafirma soberania brasileira

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fechou definitivamente a porta para qualquer interferência italiana na decisão do governo brasileiro, de conceder refúgio humanitário ao perseguido político Cesare Battisti.

Sua resposta à carta do presidente da Itália Giorgio Napolitano foi taxativa: "Esclareço a Vossa Excelência que a concessão da condição de refugiado ao senhor Battisti representa um ato de soberania do Estado brasileiro".

Fontes palacianas já haviam revelado que Lula se ofendera com o fato de Napolitano ter tornado pública sua carta antes mesmo que lhe chegasse às mãos, o que representaria uma indelicadeza para com qualquer destinatário e, muito mais, quando o destinatário é o presidente de uma nação.

Vejam mais na Consciência.Net

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Invasão da Venezuela?

O governo da Venezuela afirmou nesta segunda-feira que um avião militar dos Estados Unidos violou seu espaço aéreo no sábado, mesmo dia em que 60 militares colombianos teriam sido flagrados sem autorização dentro do território venezuelano.

O incidente com o avião foi qualificado como uma "provocação" pelas autoridades de Caracas.

Leia mais na BBC Brasil.


sábado, 17 de maio de 2008

Soberania Comunicacional é um Desafio da América Latina

A honestidade informativa não pode guardar relação com a estupidez política.
Não se falta à ética transmitindo a verdade como ela é e não como o público desejaria ou está acostumado a vê-la, lê-la e ouvi-la.
Não é desonesto ter uma visão parcial em favor dos explorados entanto a informação seja veraz. Faz parte da democracia ter uma visão crítica deste sistema e de qualquer outro que regule ou ordene a sociedade.
Não precisamos estar dando prova da nossa honestidade oferecendo duas versões, quando uma delas, geralmente a da oligarquia, está prenhe de mentiras, interesses fraudulentos e é proferida por bandos de delinqüentes que têm se apoderado deste continente faz mais de 500 anos.
Não é possível entender como uma falta de democracia e ataque à liberdade de expressão o retiro das concessões daquelas emissoras que, usando as ondas de domínio público, se dedicam a perpetrar toda a desinformação e ataques à maioria da população em benefício de interesses oligárquicos, racistas, sectários, apátridas e transnacionais.
Continue AQUI.

terça-feira, 6 de maio de 2008

A Amazônia é nossa ?

Entidades e representações da sociedade civil lançaram dia 28 de abril, na sede da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), o Movimento Nacional em Defesa da Amazônia. O objetivo é promover a integração, a preservação da biodiversidade, a defesa e o desenvolvimento sustentável da Amazônia brasileira, disse a médica Maria Augusta Tibiriçá, presidente do Movimento em Defesa da Economia Nacional (Modecon), uma das 20 instituições responsáveis pela iniciativa. Mais na Radiobras.