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terça-feira, 29 de maio de 2012

Federação de Sindicatos da Síria denuncia atentado de terroristas pagos pelos EUA



Imagem com milhares na capital síria
 em manifestação a favor do presidente Al Assad  

O companheiro Adnan Azzouz, presidente da Federação Geral dos Sindicatos da República Árabe Síria, enviou para a CGTB a Declaração do Birô Executivo dessa entidade irmã, denunciando “a agressão das gangues armadas pelos países colonialistas”; os atos terroristas cometidos contra o povo sírio, em particular trabalhadores e estudantes, e destacando as duas bombas que causaram a morte de 55 pessoas e centenas de feridos em Damasco no dia 10 de maio.   

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terça-feira, 16 de março de 2010

Os 130 anos da imigração árabe

Em 2010, o Brasil celebra 130 anos do início da imigração árabe. Atualmente, mais de 12 milhões de árabes e descendentes vivem no país e contribuem cultural, econômica e politicamente para as sociedades locais; apenas em São Paulo, são ao menos 2,5 milhões de pessoas. Em outros países da América do Sul, a presença árabe também é expressiva.

O Festival Sul-Americano da Cultura Árabe tem como objetivo refletir sobre as manifestações culturais árabes e as contribuições dos imigrantes. A intenção é fortalecer o vínculo entre a América do Sul e os Países Árabes com base no respeito à diversidade cultural e nos laços históricos e culturais, além de incentivar a cultura da paz por meio da aproximação dos povos. A programação do Festival inclui cinema, literatura, teatro, música, dança, artes plásticas, contação de histórias, cordel, repente, arqueologia, fotografia, moda, gastronomia e intervenções artísticas.

O texto continua, com a programação do Festival, em São Paulo, no blog do Luís Nassif.


segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Acre, ensayo de un pogromo


Los disturbios entre árabes y fundamentalistas judíos en una ciudad de 50.000 habitantes han provocado segregaciones que evocan el nazismo

Las piedras como puños y los restos de los cócteles molotov aparecen entre los escombros calcinados. De la casa de Berta y Mohamed Ahmed queda el esqueleto. Negro. "Vivo aquí desde hace 28 años y quemaron hasta mi buzón. Los vi desde la ventana. Son gente de este barrio; los puedo reconocer", narra atropelladamente el cincuentón Mohamed. Grita y apenas resiste el llanto. "Reían mientras nos atacaban. Los vecinos habían retirado los coches para que no los quemaran. Estaba todo planeado. Los policías estaban a 100 metros; no hicieron nada, y los bomberos no apagaron las llamas".

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