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quarta-feira, 5 de junho de 2013
A MÍDIA E O SEQUESTRO EM MARCHA DE UMA NAÇÃO
O noticiário das últimas horas está salpicado de dados e fatos que
ensejam maior reflexão sobre os rumos do país. Eles não revogam os desafios que cercam a largada para um novo ciclo de crescimento. Os impulsos nesse sentido são objetivos. Encerram escolhas estratégicas. Seu escrutínio requer o discernimento engajado da sociedade. Mas, se não contradizem essa inflexão, os indicadores correntes exibem ao mesmo tempo uma vitalidade que desautoriza a sofreguidão do jogral conservador. Seu repertório para 2014 consiste em passar uma borracha nos avanços econômicos e democráticos dos últimos 11 anos, com um objetivo claro: revogar as balizas sociais que influenciaram a ordenação da economia na última década. Impedir que elas condicionem a pavimentação do novo ciclo. Ou seja, desconstruir a essência do que deve ser preservado. Trata-se de enfraquecer ou desmoralizar o esboço de Estado Social que vem sendo erguido desde 2003.
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segunda-feira, 13 de abril de 2009
AMÉRICA LATINA DESCONHECIDA
A América Latina é um continente em efervescência. Diariamente ocorrem fatos relevantes, praticamente ignorados pela mídia hegemônica. Há uns 20 anos nos países ricos, e mesmo na periferia, os jornais e noticiários de TV só se interessavam pelo continente latino-americano a partir de um fato com dez mortos. O tempo passou e com raras exceções a filosofia não se alterou, embora a região hoje seja um manancial informativo que daria tranqüilamente para editar uma ou mais páginas diárias, isso, claro, se houvesse vontade política.
Para se ter uma idéia, vale o exemplo da Bolívia, onde, além da greve de fome em favor de um regime eleitoral prevendo eleição em dezembro e que o presidente Evo Morales participou, está sendo inaugurada uma universidade indígena localizada em Chimoré. Outras duas, a de Warisata e Macharetí estão a postos, inclusive participaram de teleconferência no dia da inauguração. Os estudantes em Chimoré terão aulas em língua quechua e em Macharetí, em guarani.
Vejam o texto completo em Direto da Redação
Para se ter uma idéia, vale o exemplo da Bolívia, onde, além da greve de fome em favor de um regime eleitoral prevendo eleição em dezembro e que o presidente Evo Morales participou, está sendo inaugurada uma universidade indígena localizada em Chimoré. Outras duas, a de Warisata e Macharetí estão a postos, inclusive participaram de teleconferência no dia da inauguração. Os estudantes em Chimoré terão aulas em língua quechua e em Macharetí, em guarani.
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