Morte
Em 23 de julho de 2011 anunciaram que Dariush Rezai-Nejad foi assassinado a tiros em Teerã por dois homens em motocicletas.
Os assassinos perseguiram e dispararam contra sua mulher. Segundo a Al Jazeera, Rezai-Nejad trabalhava como investigador no campo da eletrônica e tinha conexões com o programa nuclear do Irã. Não é o primeiro ataque semelhante. Em novembro de 2010 houve ataques com bombas contra os automóveis de dois outros cientistas iranianos que tinham claros vínculos com o programa nuclear do país. Um deles, Majid Shahriari, morreu no ato e o outro, Fereydoun Abbasi, acabou ferido junto à esposa.
Vejam o texto original em REBELION.ORG e uma tradução livre no blog NEBULOSA.DE.ÓRION
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sexta-feira, 29 de julho de 2011
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Por que Washington odeia Chávez?
Porque este não está disposto a entregar os vastos recursos naturais da Venezuela às elites corporativas e banqueiras.
No final de novembro, a Venezuela foi golpeada por chuvas torrenciais e inundações que deixaram 35 mortos e cerca de 130.000 desalojados. Se George Bush fosse o presidente no lugar de Hugo Chávez, os desalojados teriam sido levados a ponta de pistola para campos de concentração improvisados - como o Superdomo (em Nova Orleans - como foram depois do furacão Katrina). Mas essa não é a forma de trabalho do Chávez. O Presidente venezuelano aprovou rapidamente "leis potencializadoras" que lhe davam poderes especiais para levar ajuda de emergência e habitação às vítimas das inundações. Logo em seguida, Chávez saiu do palácio presidencial e o converteu em habitação para 60 pessoas, o que equivale a converter a Casa Branca em um refúgio para indigentes. As vítimas do desastre agora estão bem alimentadas e atendidas até que possam reconstruir suas vidas.
Vejam o texto completo em LA HAINE.ORG
No final de novembro, a Venezuela foi golpeada por chuvas torrenciais e inundações que deixaram 35 mortos e cerca de 130.000 desalojados. Se George Bush fosse o presidente no lugar de Hugo Chávez, os desalojados teriam sido levados a ponta de pistola para campos de concentração improvisados - como o Superdomo (em Nova Orleans - como foram depois do furacão Katrina). Mas essa não é a forma de trabalho do Chávez. O Presidente venezuelano aprovou rapidamente "leis potencializadoras" que lhe davam poderes especiais para levar ajuda de emergência e habitação às vítimas das inundações. Logo em seguida, Chávez saiu do palácio presidencial e o converteu em habitação para 60 pessoas, o que equivale a converter a Casa Branca em um refúgio para indigentes. As vítimas do desastre agora estão bem alimentadas e atendidas até que possam reconstruir suas vidas.
Vejam o texto completo em LA HAINE.ORG
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Alerta: golpistas e terroristas de toda a América Latina se reunirão no Capitólio de Washington
A quase totalidade dos participantes a uma reunião que terá lugar nesta quarta-feira 17 de novembro, em uma sala de audiência do Capitólio de Washington, tem vínculos com o terrorismo e em muitos casos com golpes de Estado e atentados de magnicídio ocorridos na América latina. Tudo indica que a notícia não devia sair publicamente e que foi um conjurado indiscreto que a presentou à agência argentina Telam nesta sexta-feira. Cada detalhe foi logo confirmado pelos participantes bolivianos e outras fontes.
A lista dos principais participantes cujos nomes se conhecem por essa via conforme o princípio de um inventário de quem quer manejar o destino da América Latina de acordo com suas idéias de perfil neo-fascista. Aqui está:
5.- Surpresa! Aparece aqui junto a tão eminentes espécimens da fauna ultra-direitista de Washington, nada menos que Alejandro Aguirre, presidente da Sociedade Interamericana de Prensa (SIP). Filho de uma agente da CIA confesso, Aguirre dirige o Diario Las Américas de Miami e prega a "liberdade de imprensa" enquanto maneja este cartel de magnatas das comunicações, zelosos de seu monopólio da informação que impõem ao continente. Foi entre os que mais aplaudiram, com Ros-Lehtinen, o golpe de estado de Roberto Micheletti em Honduras e que mais repitiram que NÃO havia intenção de golpe de Estado no Equador.
Vejam mais detalhes (e o restante da lista) em KAOSENLARED.NET
domingo, 31 de outubro de 2010
Milhares marcham "pela sensatez" em Washington antes das eleições legislativas
“Sejam amáveis!”, pede uma alegre multidão nos jardins próximos à Casa Branca e ao Congresso. Washington. Dezenas de milhares de pessoas participam neste sábado em Washington de uma manifestação para "dar sensatez" ao debate político nos Estados Unidos e neutralizar o avanço dos ultra-conservadores do Tea Party, três dias antes das eleições de meio mandato.Vejam mais detalhes em LA JORNADA
domingo, 12 de setembro de 2010
11-S: Um milhão e meio de mortos iraquianos te contemplam
JM Ávarez
Em 2007, a agência de sondagens britânica Opinion Research Business apresentou os resultados de uma investigação realizada em conjunto com o Independent Institute for Administration and Civil Society Studies (IIACSS) de Iraq.
Os resultados foram arrepiantes: Um milhão e duzentas mil pessoas haviam perecido no Iraque desde março de 2003, quando os Estados Unidos invadiu um país que nada teve a ver com o 11-S. Atualmente, as vítimas superam o milhão e meio.
Esse genocídio é responsabilidade única e exclusiva de Washington, pois se a invasão não tivesse ocorrido, essas pessoas estariam vivas. Honrarão alquma vez esses mortos como fazem todos os anos com os do 11-S? Temo que não. Para o imperialismo existem mortos bons e mortos maus (ou invisíveis), da mesma maneira que existem terroristas bons e terroristas maus.
Blog del autor: http://jmalvarezblog.blogspot.com/ ]
Vejam também em REBELIÓN.ORG
Em 2007, a agência de sondagens britânica Opinion Research Business apresentou os resultados de uma investigação realizada em conjunto com o Independent Institute for Administration and Civil Society Studies (IIACSS) de Iraq.
Os resultados foram arrepiantes: Um milhão e duzentas mil pessoas haviam perecido no Iraque desde março de 2003, quando os Estados Unidos invadiu um país que nada teve a ver com o 11-S. Atualmente, as vítimas superam o milhão e meio.
Esse genocídio é responsabilidade única e exclusiva de Washington, pois se a invasão não tivesse ocorrido, essas pessoas estariam vivas. Honrarão alquma vez esses mortos como fazem todos os anos com os do 11-S? Temo que não. Para o imperialismo existem mortos bons e mortos maus (ou invisíveis), da mesma maneira que existem terroristas bons e terroristas maus.
Blog del autor: http://jmalvarezblog.blogspot.com/ ]
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segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Para destituir a um presidente
Por Atilio A. BoronNa criação das condições para produzir um "golpe de Estado institucional" com o que derrubou a Mel Zelaya em Honduras, o Congresso paraguaio parece disposto a converter-se na piada da América ao responsabilizar o ministro da Defesa, Luis Bareiro Spaini, pelo desaparecimento de... três fuzis no quartel do Comando do Estado Maior do Exército em Campo Grande! A acusação e o eventual ajuizamento político, que terá que ser aprovado pela Camara de Senadores de onde já foi expedido, ignora olimpicamente algo que os senhores deputados deveriam saber: no Paraguai, o ministro da Defesa não tem comando de tropa, de modo que não tem ingerência alguma nos quartéis ou destacamentos militares. O que neles ocorre é algo que excede suas atribuições. Mas essa nimiedade não dissuadiu aos conspiradores que necessitam valer-se de qualquer pretexto para despojar o presidente Fernando Lugo de um de seus mais leais colaboradores e, desse modo, abrir a porta para declarar sua inabilitação e, no caso do ex-bispo católico resistir, apelar às forças armadas para fazer cumprir a resolução do Congresso e executar sua ofensiva destituinte. Em outras palavras, reeditar o libreto preparado por Washington e exitosamente aplicado em Tegucigalpa, e dar um passo a mais na "normalização" da situação política nas indóceis comarcas ao sul do Rio Grande.
Vejam mais em PÁGINA/12
segunda-feira, 14 de abril de 2008
Financial Fuck Times
Em maio de 1995 iniciaram-se na OCDE negociações secretas para um Acordo Multilateral de Investimentos, que abolia a soberania dos Estados, substituindo-a pelas empresas multinacionais. Denunciado o seu teor, dois anos depois, reação popular, principalmente nos grandes países europeus e no Canadá, impediu a tentativa. Muitas de suas cláusulas, no entanto, foram impostas, mediante convênios bilaterais, a países como o Brasil. O governo brasileiro de então, já cooptado pelo Consenso de Washington, abriu, sem reciprocidade, o mercado interno aos estrangeiros. Desnacionalizou empresas estatais estratégicas – em troca de moedas podres e com financiamento público – e estimulou, direta e indiretamente, a transferência de grande parte do parque industrial privado ao controle externo. Leia o artigo de Mauro Santayana no JB .
segunda-feira, 18 de junho de 2007
A bomba gay
Pentágono pensou em produzir 'bomba gay' - Uma 'bomba gay' que transforma soldados inimigos em homossexuais foi proposta ao Pentágono em 1994. Um laboratório do Exército do Ar em Dayton (Ohio) solicitou ao governo americano 7,5 milhões de dólares para desenvolver a bomba, feita de produto químico que levaria os combatentes inimigos a adotar 'comportamento homossexual' que 'minaria sua disciplina'. O Pentágono confirmou a existência da proposta, mas minimizou seu alcance. 'Jamais incentivamos tal conceito', afirmou o tenente-coronel Brian Maka. 'Imaginar que borrifar um produto sobre alguém possa torná-lo homossexual é grotesco', disse o professor Aaron Belkin, da Universidade da Califórnia. Publicado no Correio do Povo, 17 de junho.,
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