terça-feira, 6 de setembro de 2011
José Paulo Bisol está vivo, passa bem e continua a pensar, para nosso gáudio
domingo, 21 de novembro de 2010
Qualquer miserável tem preconceito
Urariano MottaRecife (PE) - Em um vídeo que corre na internet, um miserável apresentador da RBS/TV Globo em Santa Catarina (foto) expressa miseráveis ideias, se assim podemos chamá-las sem faltar ao respeito ao adjetivo miserável e ao substantivo idéia. Suas pragas correm em um vídeo no YouTube, ( Veja o vídeo ) onde um animal raivoso vocifera, zurra, ao afirmar que a culpa do caos no trânsito se deve ao fato de que “hoje qualquer miserável tem um carro”.
E mais orneja, como se falasse: “o sujeito mora apertado numa gaiola,que hoje chamam de apartamento, não tem nenhuma qualidade de vida, mas tem um carro na garagem. E esse camarada casado, como não suporta a mulher dele, nem a mulher suporta ele, sai. Vão pra estrada. Vão se distrair, vão se divertir. E aí, inconscientemente, o cara quer compensar suas frustrações, com excesso de velocidade. Tem cabimento o camarada não vencer a curva? Como se curva fosse feita para vencer... Então é isso, estultícia, falta de respeito, frustração, casais que não se toleram, popularização do automóvel, resultado desse governo espúrio, que popularizou pelo crédito fácil o carro para quem nunca tinha lido um livro. É isso”.Vejam o texto completo em DIRETO DA REDAÇÃO
terça-feira, 14 de setembro de 2010
RBS tinha dez senhas do Governo Yeda para espionar desafetos
Continua no Cloaca News.
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Não vais ouvir na RBS, não vais ler na Zero.
E no blog do Sérgio Rubim.
Via Cloaca News.
Nota do Editor: o blog Tijoladas do Mosquito, de onde retiramos este trecho da publicação anunciada como uma carta de mães de alunos do Colégio Catarinense, saiu do ar por volta do meio dia). É possível ler a carta no blog Cinderela se Rebela, de Tania Nienkötter Rocha.
terça-feira, 6 de abril de 2010
FASE - Campanha na internet pode mudar rumo de projeto
Nota do editor: Governo do estado do RS, coragem para fazer, sem medo do xadrez.
quinta-feira, 28 de maio de 2009
Processo é um ovo de serpente
Diário Gauche
quarta-feira, 25 de março de 2009
Justiça censura blog de professor que criticou fotógrafo da RBS
Uma decisão judicial em primeira instância determinou que o jornalista Wladymir Ungaretti, professor da faculdade de Comunicação da UFRGS e figura tradicional do Bom Fim, retire do ar todas as referências e críticas que mantém em seu blog “Ponto de Vista” ao também jornalista e fotógrafo da RBS, Ronaldo Bernardi. No site, Ungaretti analisa diversas fotos de Bernardi, apelidado de Fotonaldo, e sugere que as imagens são armadas – a tradicional “cascata”, em termos jornalísticos.Mais no site do Jornal Já. A censura ao blog Ponto de Vista repercutiu em diversos outros blogs, como o coletivo Celeuma. Também é possível obter informações sobre o caso através do artigo Tristes retratos do jornalismo, publicado no fim do ano passado pelo jornalista Ronaldo Martins Botelho no Observatório da Imprensa.
Triste que ao invés de uma discussão sobre a ética da imprensa a série de posts publicados pelo professor Wladymir Ungaretti resulte em uma série de processos judiciais.
domingo, 5 de outubro de 2008
Aracruz divulga fato relevante e RBS sonega a informação

Atenção, a papeleira Aracruz está mal das pernas. E os jornais da RBS – tradicionais aliados da papeleira – estão sonegando a informação.
Como tem ações na Bovespa, a papeleira foi obrigada a publicar um fato relevante em jornais paulistanos. Hoje, alguns órgãos da mídia do Centro do País comentam o fato, embora não tenham tido contato com a empresa, que se recusa a receber a imprensa para ampliar as informações sobre as suas reais dificuldades.
A divulgação de fato relevante visa evitar futuras punições pela Comissão de Valores que defende os interesses dos investidores em bolsa no Brasil.
Segundo a Folha de hoje, a papeleira Aracruz informou ontem que suas operações cambiais significavam perdas de R$ 1,95 bilhão, considerando o câmbio e as condições de instabilidade de 30 de setembro.
Sem grandes detalhes sobre as perdas, o fato relevante causou confusão no mercado, segundo jornais paulistanos. Enquanto alguns analistas previam perdas gigantescas para a empresa, outros diziam que era impossível avaliar os impactos por falta de informações. A maior parte deles, no entanto, tem perspectivas negativas para a Aracruz. À Folha, Luiz Otávio Broad, analista da corretora Ágora, disse que as operações cambiais farão com que a companhia tenha prejuízo de R$ 730 milhões em 2008. Até então, a expectativa era de lucro de R$ 830 milhões neste ano.
Na esteira desses maus resultados, as ações da papeleira Votorantim Celulose, que semanas antes assinara acordo de fusão com a Aracruz, tiveram igualmente baixa de 10,71%.
"O anúncio [da Aracruz] surpreendeu pelo montante porque, no primeiro comunicado [divulgado na sexta, 26], a empresa informou que as perdas não afetariam seu caixa", diz Broad. "Pelo novo fato relevante, se houver a mesma volatilidade e taxa de câmbio, os contratos irão comer todo o caixa."
DIÁRIO GAUCHE
domingo, 15 de junho de 2008
sábado, 14 de junho de 2008
Este número não existe...
Também do RS Urgente, sobre a "pesquisa interativa" do programa Conversas Cruzadas na TV Com onde se perguntava sobre a ação da Brigada Militar na quarta-feira passada.
sábado, 7 de junho de 2008
Yeda confirma a saída de Martini, Busatto, Cavalcante e Bueno
terça-feira, 15 de janeiro de 2008
A Matéria Sumiu!
Abílio não vai a Assembléia pela manhã. É ausente das comissões nas quais é membro titular, na verdade assistiu a 7 até hoje. Abílio apresenta sucessivos atestados médicos de tratamento para depressão que o impediriam de exercer o mandato conforme foi eleito. O atestado é só para o período da manhã.
Mesmo sem poder participar do processo parlamentar por motivo de doença, o parlamentar é o campeão de diárias. Impede de trabalhar pela manhã na Assembléia, mas não de viajar com o dinheiro do contribuinte. Detalhe: seu domicílio eleitoral é Gravataí distante 27 km da capital.
Na última eleição municipal de 2004 Abílio se notabilizou quando participou de debate na TVCom da mesma RBS, atestando que se fosse eleito "iria dar dente pra população!" Não levou.
Pois bem, a matéria foi ao ar na segunda no RBS Notícias e sumiu. Nenhuma repercussão nos demais jornais da empresa jornalística, nenhum comentário de Rosane Oliveira ou outro qualquer. Nenhuma linha. É como se não tivesse existido. E no site do RBS Notícias, não consta a matéria nem na sinopse. Muito estranho.
A quem a RBS quer proteger?
Do Agente 65.
sábado, 29 de dezembro de 2007
Contemplar com eficiência
"O recurso às parcerias com o setor privado só se justifica se implicar diminuição da burocracia no fornecimento de um determinado serviço, com redução de custos para o poder público e melhoria da qualidade para o consumidor final. Obviamente, esse tipo de inovação irá se chocar sempre com os interesses de corporações influentes de servidores, na maioria das vezes mais preocupados em garantir privilégios do que em contemplar com eficiência as aspirações dos contribuintes" (Os grifos são meus).
Bem, se alguém ainda não sabia o que o Grupo RBS pensava sobre a maioria dos servidores do funcionalismo público gaúcho, que ao contrário dos jornalistas de ZH não precisam lamber as botas de ninguém em função do fato de terem sido aprovados em transparentes concursos públicos, o texto acima, extremamente preconceituoso, generalista e rançoso, acaba de deixar isso bem claro.
A maioria dos professores da rede estadual e da Uergs, dos servidores da saúde, do judiciário e do ministério público gaúcho, bem como de toda e qualquer área pública, seja estadual ou não, ingressa no serviço público mais com o objetivo de garantir privilégios do que contemplar com eficiência as aspirações dos contribuintes. Isso de contemplar com eficiência as aspirações alheias só quem faz é a iniciativa privada, claro. É por isso, e não pelo lucro, que as corporação privadas existem. O sentido da existência do Grupo RBS é contemplar com eficiência as aspirações alheias, inclusive.
De La Vieja Bruja.
quinta-feira, 27 de dezembro de 2007
"Hipocrisia na Mídia - Isso Tem que Ter Fim"
O que faz com que um certo número de abobados de relações públicas pense que um certo número de jornalistas abobados vestindo camisetas com determinada mensagem em vésperas de feriados irá de algum modo influenciar no comportamento do motorista brasileiro, há anos diariamente bombardeado pelos rebaixados apelos do álcool e da velocidade aliada à potência? O que faz com que tais abobados pensem que haveria alguma relação imediata e quase mágica de causa e efeito entre a verbalização de suas toscas pretensões, em um dia, e o comportamento dos condutores de veículos, em outro? Como estes sujeitos conseguem pensar que tal tipo de problema está sujeito à tal tipo de planejamento de relações públicas, que no final das contas só se preocupa com a imagem pública de seus idealizadores?
Bem, só mesmo visitando faculdades de comunicação social e rodinhas de publicitários e relações públicas para se saber como tais estrategistas pensam e agem. La Vieja já adianta que é preciso ter estômago para suportar a quantidade de chavões, simplificações, reducionismos, achismos e crenças irrefletidas em discussão. De suas pranchetas saem planejamentos brilhantes como o recente "Violência no Trânsito - Isso Tem que Ter Fim", do Grupo RBS. Trata-se mais ou menos de uma espécie de alívio de consciência, algo do tipo: "ufa, ainda bem que existimos para fazer com que as pessoas se dêem conta dos problemas do trânsito. Deveriam ser eternamente gratos por nossa perspicácia. Agora vamos todos para casa esperar pelas estatísticas, pois a mensagem está dada. Fizemos nossa parte".
Os raciocínios de relações públicas e de publicitários são de uma tosquice ímpar. Mais toscos, só os jornalistas de se prestam a vestir as camisetas criadas pelo brilhantismo intelectual de seus colegas.
LEIA MAIS CLICANDO NO TÍTULO..............
O macabro jogo da RBS
A empresa de mídia corporativa e conservadora RBS de Porto Alegre apostou um jogo com a morte. E perdeu. Um jogo faustiano perigoso, onde o prêmio seria mais prestígio social de superfície e mais humanitarismo postiço. Foi derrotada.
Semanas atrás, o grupo RBS lançou uma campanha institucional contra a violência no trânsito (leia-se violência do automóvel) com o rótulo "Isso tem que ter fim" (comentamos esse tema dias atrás, ver abaixo). Exigiu autoritariamente que todos os seus celetistas vestissem uma camiseta com os dizeres no peito e os estampou no seu principal diário, o jornal José Agá. Constrangido, o independente Luís Fernando Veríssimo saiu com cara de gato a cabresto.
Se arrependimento matasse, a sede da RBS na avenida Ipiranga seria um campo santo silencioso e reverente. Embarcaram, certamente, na conversa fácil e vazia de algum publicitário genial (plenonasmo, os publicitários sempre são "geniais"!) munido de dados seriados e curvas coloridas (que eles insistem em chamar de "estatística") para provar que este ano de 2007 haveria uma queda significativa de acidentes de trânsito e que a RBS poderia surfar essa onda positiva, já que os saldos anuais vinham de fato caindo lenta, mas constantemente. É simples, fácil, não requer prática nem habilidade, qualquer criança brinca, todo o adulto se diverte... só que o gênio esqueceu de dizer que o game era contra a morte. Um xadrez com a morte, dos outros. Resultado: morte 35, RBS zero. Nunca tantas vidas foram engolidas pelo automóvel, em tão poucos dias de feriados. O próprio editorial de José Agá admite a derrota acachapante.
PARA LER MAIS CLIQUE NO TÍTULO DESTA.
quarta-feira, 19 de dezembro de 2007
TAM e RBS, RBS e TAM
Leio que o Grupo RBS, que arrendou a Usina do Gasômetro, inaugurou uma árvore de Natal que rivaliza em tamanho com a chaminé. A iniciativa é patrocinada pelas Casas Bahia e pela companhia aérea TAM. O Natal está no ar, diz um anúncio da TAM veiculado nos meios de comunicação do Grupo.
Para refazer sua imagem após a tragédia-crime com o vôo jj 3054, em 17 de julho de 2007, a TAM não anunciou reforço nas medidas de segurança, mas despejou dinheiro na imprensa, anunciando novos vôos internacionais e patrocinando toda a sorte de eventos e campanhas, de futebol a árvore de Natal. A imprensa, que deveria cobrar por maior segurança no setor aéreo, voltou a exigir menos filas e maior rapidez nos aeroportos. Tudo ao gosto do anunciante.
No entanto, o caso do Grupo RBS é mais grave. Porque o seu executivo mais influente – Pedro Parente – ocupa uma cadeira no Conselho de Administração da TAM desde abril deste ano.
Ele entrou no lugar antes ocupado por Henri Philippe Reichstul. Na época, uma notícia do O Globo afirmava que a indicação se devia, segundo o então presidente da TAM, Marco Antonio Bologna, ao “currículo impressionante” e ao “histórico de eficiência” de Parente, que foi ministro no governo FHC, consultor do Fundo Monetário Internacional (FMI) e, depois, passou a ocupar o cargo de vice-presidente-executivo do Grupo RBS.
No site da TAM, está escrito que Pedro Parente integra o Conselho de Administração da empresa desde abril de 2007, tendo sido indicado pela TEP (TAM Empreendimentos e Participações).
Convocado por Lasier Martins, também estou aqui denunciando este caso, para cobrar transparência na coisa pública. Pois tanto a RBS como a TAM operam concessões públicas, compartilham um importante diretor e estão escancarando uma relação antes feita na esfera dos andares superiores das diretorias corporativas.
Por que motivo Pedro Parente está na TAM e na RBS? Qual é a influência disso na cobertura jornalística sobre a queda do Airbus da TAM pelos veículos do Grupo RBS? O patrocínio à arvore de Natal foi decidido no Conselho de Administração da TAM ou na diretoria do Grupo RBS? É possível acreditar no que a RBS fala sobre a tragédia com o avião da TAM?
Naquele terrível final de tarde de 17 de julho, 199 pessoas morreram vítimas da imperícia, da negligência, da omissão, da irresponsabilidade de agentes públicos e privados. A mídia colocou seus jornalistas para cobrir a tragédia e eles até ganharam prêmio com isso. Em seguida, foi a vez dos anúncios, gordos anúncios que encheram as páginas dos jornais e calaram a boca de quem deveria cobrar, exigir, fiscalizar.
Do Garambombo, via RS Urgentequinta-feira, 13 de dezembro de 2007
E agora, José Agá?
Muito bem, José Agá, o diário do grupo RBS, fez nos últimos dias uma radiografia dos sindicatos de empregados cujos dirigentes prevaricam e/ou se perpetuam no poder de suas entidades classistas. Muito bem. Aguarda-se, agora, que José Agá, faça a mesma radiografia no chamado Sistema S (Sebrae, Senac, Senai e Sesc), mantido com verbas estatais e das entidades patronais. Mais: pode aproveitar e passar um pente-fino também nos sindicatos patronais, federações e confederações de defesa dos interesses dos empregadores.
Os desvios encontrados nos sindicatos de empregados são lilliputianos, perto dos desvios gulliverianos dos patronais.
Aguardamos impacientes.
Do Diário Gauche.
terça-feira, 27 de novembro de 2007
Segurança no RS e a cobertura do grupo RBS
“Poucos temas têm ocupado tanto a atenção dos cidadãos gaúchos como os relacionados à segurança pública. Historicamente encarado como exceção dentre os principais Estados brasileiros devido aos reduzidos níveis de criminalidade, o Rio Grande do Sul enfrenta hoje um paradoxo inquietante. Enquanto o crime organizado se sofistica e fortalece, os órgãos de prevenção e de repressão passam a impressão de terem sido superados pela agilidade das organizações criminosas” (ZH, 19/04/2001, Editorial).
Do RS Urgente. Confira.
sexta-feira, 19 de outubro de 2007
Ainda a Manifestação diante da sede do Grupo RBS
Depois do MSM diante da Folha, a presença de manifestantes na portaria da RBS é um passo muito interessante.
O essencial é que todos saibam que queremos MAIS e não menos NOTÍCIA, queremos NOTÍCIAS de fontes diversas, notícias NACIONAIS e COMUNITÁRIAS, notícias de fontes representativas da pluralidade do Brasil, notícias que dêem voz aos movimentos sociais - e não os criminalizem - e queremos apitar na outorga e na renovação das concessões por que essas concessões são nossas.
São reivindicações simples, com as quais estou certo de que a grande maioria dos ouvintes, leitores e telespectadores brasileiros concordam.
Texto completo no Vi o Mundo.
terça-feira, 25 de setembro de 2007
O fim da concessão da TV Globo
O dia 5 de outubro terá enorme significado para todos os que lutam contra a ditadura da mídia e pela democratização das comunicações no país. Nesta data vence o prazo das concessões públicas de várias emissoras privadas da televisão brasileira, entre elas de cinco transmissoras da Rede Globo – São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Recife e Belo Horizonte. A Coordenação dos Movimentos Sociais (CMS), que reúne as principais entidades populares e sindicais brasileiras, já decidiu aproveitar o simbolismo desta data para realizar manifestações em todo o país contra as ilegalidades existentes no processo de concessão e renovação das outorgas de televisão.
De acordo com a Constituição de 1988, a concessão pública de TV tem validade de 15 anos. Para que ela seja renovada, o governo precisa encaminhar pedido ao Senado, que pode aprová-lo com o voto de 3/5 dos senadores. No caso de rejeição, a votação é mais difícil. A proposta do governo deve ser submetida ao Congresso Nacional, que pode acatar a não renovação da concessão da emissora com os votos de 2/5 dos deputados e senadores. Antes da Constituição de 1988, esta decisão cabia exclusivamente ao governo federal. A medida democratizante, porém, não superou a verdadeira “caixa-preta” vigente neste processo, sempre feito na surdina e sem transparência.
LEIA ESTE ARTIGO DO SÍTIO OFICIAL DO PC DO B QUE CONTRADIZ O DISCURSO PRÓ-RBS DA DEPUTADA MANUELA D'ÁVILA, TAMBÉM DO PC DO B, CLICANDO NO TÍTULO DESTA POSTAGEM.
