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quinta-feira, 20 de junho de 2013

PETIÇAO: EU APOIO A PRESIDENTA DILMA CONTRA A TENTATIVA DE GOLPE DE SETORES DA ELITE BURGUESA DO BRASIL

A presidente Dilma, que foi eleita pelo povo brasileiro, está dando continuidade e aprimorando importantes conquistas nas áreas sociais. A elite burguesa do Brasil está tentando distorcer as reais motivações das manifestações que ocorrem em nosso país desde o início do mês de junho de 2013, manifestações que são apartidárias e reivindicam melhorias nas áreas do transporte coletivo, educação, saúde e segurança a todos os políticos deste país, independente da legenda partidária.

http://www.avaaz.org/po/petition/EU_APOIO_A_PRESIDENTE_DILMA_CONTRA_A_TENTATIVA_
DE_GOLPE_DE_SETORES_DA_ELITE_BURGUESA_DO_BRASIL/?wfEZjeb

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Marina Silva e as novas florestas

Gilson Caroni Filho

O verdadeiro mestre não é somente o professor que sabe dar a aula com a lição na ponta da língua – é, sobretudo, aquele que sabe fazer discípulos. Quanto ao discípulo, é este mais do que o aluno que aproveita a lição na sala de aula. Na verdade, corresponde ao prolongamento do mestre, retendo-lhe o fascínio pelo resto da vida, como se o saber do professor continuasse a acompanhá-lo além do curso, alongando-lhe a presença. É tensa a relação entre o legado de Chico Mendes e os desvios de sua seguidora.

Cortejada pela grande imprensa como possibilidade de levar a eleição para o segundo turno, Marina parece bailar nas decisões hamletianas: faz que vai e volta do meio para trás como cantilena do Grande Sertão. Já não convida mais seu coração para dar batalha. Quando está madura a oportunidade de colocar o Brasil na trilha das aspirações populares, a "cabocla de tantas malárias e alergias" coloca-se como linha auxiliar de uma elite desprovida de projeto de consenso para o país.

Rifando sua biografia, tergiversa sobre questões caras ao campo democrático-popular do qual, até bem pouco tempo, foi militante expressiva. A mulher que apostava na organização do povo como único agente capaz de resolver seus próprios problemas, elegendo suas prioridades e lutando para atingi-las, deu lugar a uma "celebridade" que, pretextando buscar um novo espaço político, reproduz o discurso dos editoriais reacionários. Deixou de dar valor ao partido político, ao sindicato, aos movimentos populacionais, às ações associativas. Esqueceu que são essas as instâncias capazes de superar um modo de vida que não corresponde às expectativas reais dos seres humanos de verdade.

Vejam o texto completo em PRAVDA.RU

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Lincoln Gordon e a origem dos "desaparecidos" - A elite americana


Lincoln Gordon morreu há poucas semanas com a idade de 96 anos. Licenciara-se summa cum laude em Harvard aos 19 anos, doutorara-se em Oxford como bolsista Rhodes, publicara o seu primeiro livro aos 22 anos, com dúzias mais a seguir sobre governo, economia e política externa na Europa e América Latina. Entrou [como professor] na Faculdade de Harvard aos 23 anos. O dr. Gordon foi executivo no Gabinete de Produção de Guerra durante a II Guerra Mundial, administrador de topo dos programas do Plano Marshall na Europa do pós guerra, embaixador no Brasil, teve outras altas posições no Departamento de Estado e na Casa Branca, foi investigador no Centro Internacional Woodrow Wilson para Académicos, economista na Brookings Institution, presidente da Johns Hopkins University. O presidente Lyndon B. Johnson louvou o serviço diplomático de Gordon como "uma rara combinação de experiência, idealismo e julgamento prático".

Está a ver o quadro? O rapaz maravilha, intelectual brilhante, líder notável de homens, patriota americano destacado.

Abraham Lincoln Gordon foi também o homem de Washington no Brasil, e muito activo, como director do golpe militar de 1964 que derrubou o governo moderadamente de esquerda de João Goulart e condenou o povo brasileiro a mais de 20 anos de uma ditadura terrivelmente brutal.
(...)
Naturalmente, nem todos os nossos responsáveis pela política externa são como este. Alguns são piores.

E recorde as palavras do espião condenado Alger Hiss: A prisão é "um bom correctivo para três anos de Harvard".


Vejam o texto completo em RESISTIR.INFO

quarta-feira, 24 de junho de 2009

La revolución ‘de color’ fracasa en Irán

M K Bhadrakumar
Asia Times Online

Los israelíes son realistas por excelencia. Por eso siempre vale la pena buscar a un homólogo israelí para tomar un buen whiskey en el circuito diplomático. Invariablemente tejerá un hilo de nylon que no se veía a primera vista en el tapiz de una historia sencilla.

Por lo tanto, la primera advertencia de que el proyecto aventurero de hacer una “revolución Twitter” en Irán estaba condenado al fracaso tenía que venir de los israelíes. Combina bien con las indicaciones de que la capacidad del supremo líder Ali Jamenei de controlar una situación política aparentemente explosiva nunca estuvo realmente en duda, no importa hasta qué punto los medios occidentales hayan exagerado cuando propagaron que Teherán estaba ‘sobre el filo de la navaja’.

(...)
Taheri, quien se codea con entusiasmo con las elites políticas árabes y occidentales, ofrece una visión del campo de Mousavi. Recuerda que el hombre que dirigió las prolongadas conversaciones en Argel, que llevaron a la liberación de los rehenes estadounidenses en 1981, Behzad Nabvi, sigue colaborando con Mousavi. También Abbas Kangarioo, quien mantuvo negociaciones secretas con el gobierno de Ronald Reagan en lo que llegó a ser conocido como el acuerdo Irán-Contra. Kangarioo, asesor clave y amigo de Mousavi, también tiene la distinción de haber “desarrollado una red de contactos en círculos de inteligencia y diplomacia en Europa y EE.UU.”


Vejam o texto integral em REBELIÓN