quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Apple e queda do PC são ameaças para a inovação, diz especialista
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Análises americanas sobre o Brasil também vazaram no WikiLeaks
A notícia continua na Folha.com .
sexta-feira, 26 de março de 2010
Google deixa a China: o bem venceu o mal?
Depois que o Google e outras empresas tiveram seus servidores invadidos por hackers — ataques provenientes da China e possivelmente ligados ao governo chinês — o gigante das buscas ameaçou parar de censurar os resultados de busca, contrariando as regras do país. Depois de trocas de acusações, o Google finalmente acabou com as pesquisas na China, redirecionando quem visitasse o Google.cn para a página não-censurada de Hong Kong. O governo chinês, em questão de dias, passou a censurar resultados do Google.hk. Agora surgem relatos de que empresas como a Dell e a GoDaddy estão saindo da China. Será esta uma vitória sobre a liberdade de expressão? Ou corporações americanas estão tentando impor valores ocidentais à China?
É o editor-chefe do Gizmodo americano, Brian Lam, que defende a segunda alternativa. Para ele, o fato de que o Google tentou desrespeitar a censura do governo chinês foi uma tentativa de forçar, goela abaixo, valores ocidentais em um país com cultura diferente. Algo semelhante, segundo comentaristas, ao que os EUA fizeram com o Iraque.
Continue lendo no Gizmodo Brasil.
quinta-feira, 25 de março de 2010
Maior empresa de registro de domínios do mundo deixará de atuar na China
Se você acha que registrar domínios no Brasil tem requisitos demais, espere para ver abaixo o que é necessário na China!
A GoDaddy, maior empresa de registros de endereços de internet do mundo, deixará de atuar na China, informa o Washington Post. Executivos da empresa disseram a congressistas dos Estados Unidos que a decisão é motivada pela crescente vigilância do governo chinês sobre a internet.
Segundo a GoDaddy, que gerencia 35 milhões de endereços em todo o mundo, a China implantou recentemente novas regras de registro de domínio no país. Para registrar um endereço com terminação .cn, o prefixo chinês, um indivíduo tem que fornecer informações pessoais detalhadas e até uma foto. Com a decisão, a GoDaddy deixará de registrar domínios com terminação .cn.
Mais no BR-Linux.
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
¿Por qué la izquierda debe defender el Software Libre?
(...)
El concepto de Software Libre
La clave para entender la importancia del Software Libre está en lo que llaman “La Propiedad Intelectual” y su implicación en la acumulación de capital. El Software Libre habla de 4 libertades en este sentido:
0 La libertad de usar el programa, con cualquier propósito.
1 La libertad de estudiar cómo funciona el programa y modificarlo, adaptándolo a tus necesidades.
2 La libertad de distribuir copias del programa, con lo cual puedes ayudar a tu prójimo.
3 La libertad de mejorar el programa y hacer públicas esas mejoras a los demás, de modo que toda la comunidad se beneficie.
(...)
Tenemos un ejemplo claro con lo que pasó con Petróleos de Venezuela, PDVSA, en el año 2003. Ante la inminente nacionalización de la industria petrolera por parte del gobierno venezolano, la derecha organizó un paro petrolero que durante varios meses paralizó la economía del país. El PIB llegó a bajar más de un 20%. El estado trató de recuperar el control de su industria pero el “cerebro” de PDVSA estaba controlado por empresas privadas de software privativo que impedían la recuperación del control de la industria. Un país entero sometido a través del control del Software.
El control del conocimiento y la tecnología es una forma de dominación tan poderosa como la económica o, incluso, la militar.
Vejam o texto completo em CUBADEBATE - Contra o Terrorismo Midiático
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Entidade condena controle dos EUA sobre imprensa no Afeganistão
A Federação Internacional de Jornalistas (IFJ, sigla em inglês) divulgou comunicado condenando o controle exercido pelos militares americanos sobre os jornalistas que cobrem o conflito no Afeganistão.
De acordo com a entidade, profissionais da imprensa que buscam proteção das tropas americanas para cobrir a escalada da violência no país estão sendo submetidos a investigação feita por uma agência de relações públicas contratada pelo Pentágono. O objetivo é determinar se a cobertura será favorável às forças americanas.
Mais no Comunique-se.
quinta-feira, 12 de março de 2009
Tim Berners-Lee criticou a coleta de dados sobre atividades dos usuários
12/03 Blue Bus
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
A popularidade de Obama e o complexo militar industrial

Certamente, Obama tem um popularidade tão grande quanto o volume de problemas sócio-econômicos acumulados pelo capitalismo norte-americano ao longo de décadas, mas agudizados fortemente pela nefasta administração delinquencial de George W Bush.
Esta popularidade, em fase de crescimento, é não apenas resultado de um jogo midiático cevado pelo poder econômico que o apoiou, cujo leque de participantes vai de segmentos ligados ao complexo militar industrial, a poder sionista composto pela ditadura financeira, a indústria bélica e mídia pré-paga. Afinal, eleição presidencial nos EUA é sempre um palco de bilionárias movimentações financeiras em busca de espaço no jogo do poder. E este poder econômico busca influenciar toda a cena política, os dois grandes partidos, e também controlar por meio das finanças o funcionamento do Congresso. Há idiotas que chamam isto de democracia. Os sindicatos estão sempre reprimidos, ou marginalizados, ou corrompidos. O controle midiático é fortíssimo.
Vejam o texto completo na Patria Latina
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Condenada táctica
¿A qué le teme Israel? Usar la excusa de “áreas militares cerradas” para evitar la cobertura de su ocupación de la tierra palestina es algo que sucede desde hace muchos años. Pero la última vez que Israel jugó este juego –en Jenin, en 2000– fue un desastre. Imposibilitados de constatar la verdad con sus propios ojos, los periodistas citaban a los palestinos que afirmaban que los soldados israelíes habían cometido una masacre –e Israel se pasó años negándolo–. En realidad hubo una masacre, pero no a la escala que originalmente se informó.
Ahora el ejército israelí está intentando nuevamente la misma condenada táctica. Prohíban la prensa. Mantengan fuera a las cámaras. Hace pocos días, sólo horas después de que el ejército israelí entrara a Gaza para matar a más miembros de Hamas –y más civiles, por supuesto– Hamas estaba informando la captura de dos soldados israelíes. Los periodistas en el terreno podrían haber aclarado la verdad o la mentira sobre esto. Pero al no haber ni un solo periodista occidental en Gaza, los israelíes tuvieron que decirle al mundo que no sabían si la versión era verdadera o no.
Mais na Página/12.
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
A futilidade do mal
Revelou-se um tiro na água o esforço israelense de controlar a informação sobre a ofensiva na Faixa de Gaza. Nem o uso intensivo da blogosfera e das novas mídias – comparadas a um “campo de batalha” por um porta-voz do exército de Israel – para justificar a guerra ao Hamas parecem ter dado ao país o apoio da opinião pública internacional, nem o bloqueio do acesso da imprensa ao território atacado a impediu de relatar a destruição e o sofrimento infligidos ao seu 1,5 milhão de habitantes.
Vejam mais no Observatório da Imprensa