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quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Videogame irregular é vendido em grandes redes de varejo

Às vésperas do Dia da Criança, o Instituto Brasil Legal, entidade formada por empresas do setor eletroeletrônico e de informática para combater a ilegalidade no país, identificou que grandes redes de varejo estão vendendo videogames sem respeitar normas exigidas pelo Código de Defesa do Consumidor, pela Anatel e pelo Inmetro e com indícios de irregularidadesna importação.

Na última segunda-feira, o instituto comprou no Carrefour Pamplona (bairro Jardins) e nas Lojas Americanas (shopping Iguatemi) modelos do Playstation 3 sem certificação obrigatória da Anatel para funcionar, sem fios, cabos e tomadas adequados e configurados em padrões que impossibilitam seu uso de acordo com as normas brasileiras. O termo de garantia também não atendia exigências da lei.


Continua na Folha.com .

"Baixa nas vendas não é só culpa da pirataria", diz presidente da Nintendo

O presidente da Nintendo, Satoru Iwata, disse em uma seção voltada a investidores que não atribui à pirataria o único motivo pelas quedas em vendas para jogos de DS e Wii. A notícia é do site Eurogamer.

Segundo o executivo, há outros motivos além da cópia ilegal que devem ser levados em conta "Eu não acredito que devemos atribuir a má fase na venda de softwares somente à pirataria. Apesar disso, há tempos que criamos produtos pensando em atrair a atenção da maior quantidade de consumidores e, se nosso produto o entreter bem, ele poderá atingir a primeira posição nos rankings de vendas", explica Iwata, que complementa "Temos que considerar duas perspectivas simultaneamente. É verdade que sempre haverá a influência da pirataria, mas é importante para nós aumentar o número de consumidores dispostos a investir o seu dinheiro para comprar os nossos produtos", finaliza.


Continua no UOL Jogos.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Você matou meu personagem no Counter-Strike, prepare-se para morrer



Depois que o seu personagem no Counter-Strike morreu em uma brica de facas, Julien Barreaux, de 20 anos, passou seis meses localizando o seu matador virtual. Aí ele pegou uma faca de verdade e foi visitar o cara.

A história continua no Gizmodo Brasil.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Justiça permite a volta do Counter-Strike

SÃO PAULO – O videogame Counter Strike, da Electronic Arts, foi liberado para comercialização por uma decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região.

A decisão, no entanto, não é final. Ainda cabe recurso, o que significa que a proibição pode voltar. A venda e distribuição do game havia sido proibida no Brasil em outubro de 2007. Naquela época, o jogo EverQuest, também da EA, teve sua comercialização vetada. Mesmo assim, foi só no dia 17 de janeiro do ano passado que a medida começou a ser cumprida pelo PROCON e tornou-se pública.

Leia mais na INFO Exame.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Videogame coloca jogador no papel de um prisioneiro em Guantánamo

A inglesa T-Enterprises está desenvolvendo um videogame em que o jogador é um prisioneiro de Guantanamo Bay. Ele tem que fugir e matar um bando de mercenários que comprou a prisao do Governo americano. É parcialmente inspirado nas experiências de Moazzam Begg, que esteve preso em Guantanamo, diz notícia do Gawker. A desenvolvedora rebate as criticas ao jogo com um argumento diplomático - diz que "os unicos que morrem sao os mercenários", e nao os soldados americanos.

Notícia do BlueBus.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Fotógrafo britânico registra expressões de crianças jogando videogames violentos


Observando a fixação de crianças e adolescentes com telas de computador em internet cafés, o foto-jornalista britânico Robbie Cooper teve a idéia de documentar as suas expressões durante atividades como jogar videogames ou navegar pela internet.

Assim nasceu o projeto Immersion (Imersão, em inglês), no qual ele utilizou uma técnica criativa para capturar “olho no olho” a reação das crianças ao jogarem videogames com certa dose de violência, como Halo 3, Grand Theft Auto 4 e Call of Duty.

O projeto, em andamento, prevê registrar um grupo de 75 crianças jogadoras de games, selecionadas com base em seus perfis sócio-econômicos, para registrar, ao longo de 18 meses, suas reações não somente aos jogos eletrônicos violentos, mas também a notícias de TV, vídeos na internet ou a filmes que retratem situações de guerra.

Continue a leitura na página da BBC.