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domingo, 1 de julho de 2012

Fora do ar “A Voz do Brasil”?

Os coronéis da mídia reunidos no 26º Congresso Brasileiro da Radiodifusão (Abert) querem a “flexibilização”(tirar do ar)do programa “A Voz do Brasil”.É a indefensável voracidade do grande empresariado do rádio em ter uma hora a mais de baixaria radiofônica, ou de rádio comercial e alienante.


Na semana passada, os coronéis da mídia reunidos no 26º Congresso Brasileiro da Radiodifusão (Abert) ouviram com gratidão o compromisso do Ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, em atuar para que o mais antigo programa de rádio do mundo, A Voz do Brasil, tenha o seu horário de veiculação flexibilizado. Esse é um sonho acalentado pelos empresários para dar um passo célere para a extinção desta experiência prática de regulamentação informativa no Brasil. O sonho dos barões da mídia é antigo, nova é a conversão de setores da esquerda à flexibilização. Em ano eleitoral, declarações em favor das teses liberais são ainda mais valorizadas.  

Vejam mais em KAOSENLARED.NET

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Comunicação: uma semana, duas derrotas da desregulamentação

Na semana passada, a luta pela regulamentação democrática da comunicação e por sua regulamentação, sofreu duas derrotas gravíssimas: na Câmara, o projeto que flexibiliza, sem fiscalização, portanto, desregulamenta, a veiculação da Voz do Brasil, foi aprovado sob monitoramento da ABERT, e , no Senado, aprovou-se o projeto 116 que transfere o oligopólio da TV paga no Brasil , até agora sob domínio de grupos nacionais, para o controle do capital estrangeiro que domina as empresas de telecomunicações. Ambos com aplausos da esquerda!.

No primeiro caso, o problema da veiculação do programa Voz do Brasil em horários inadequados para os estados amazônicos com fuso horário poderia ter sido perfeitamente resolvido com uma medida administrativa no âmbito da EBC. Uma portaria, uma orientação, que determinasse a gravação do programa para sua exibição às 19 horas, de acordo com o fuso horário local. Ou seja, não era necessário punir a esmagadora maioria do público ouvinte para atender uma necessidade do público minoritário amazônico, situação que poderia ter sido contornada sem a necessidade de lei que ameaça concretamente o futuro da Voz do Brasil. 

Vejam o texto completo em AMÉRICA LATINA EM MOVIMENTO

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Para Procuradoria da República de SP, restrições ao capital estrangeiro não se aplicam à internet

As limitações ao capital estrangeiro referentes às mídias tradicionais, como o rádio ou a televisão, não são aplicáveis à internet. Com essa posição, a Procuradoria da República de São Paulo defende o arquivamento da representação apresentada pelas associações das emissoras de rádio e televisão (Abert) e de jornais (ANJ), entidades em briga com os portais que divulgam conteúdo jornalístico. O alvo principal é o Terra.


Continua no Convergência Digital.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Empresas de comunicação impedem avanço da democracia no Brasil, diz Fenaj

A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) manifestou total apoio ao texto da 2ª Conferência Nacional de Cultura e criticou as grandes empresas de comunicação e suas entidades patronais que contestam o documento. Para a Fenaj, a postura reacionária contra qualquer proposta impede o avanço da democracia no País. O documento-base da Conferência diz que o monopólio das empresas de comunicação no Brasil é uma ameaça à democracia e aos direitos humanos.

“Toda iniciativa, venha de onde vier, é sempre rechaçada sem mesmo uma discussão. São propostas para o debate, não são resoluções, mas eles já atacam. Essa postura reacionária impede o avanço democrático no Brasil”, resumiu Sérgio Murillo de Andrade, presidente da Fenaj. As propostas apresentadas no texto da Conferência, observou ainda, não são novidades. “Isso não é nada novo nos Estados Unidos, na Europa. A comunicação no Brasil se concentra nos Marinho, Mesquita, Frias, Sirotsky e o poder deles tem que ser questionado”.

Continua no RS Urgente.

domingo, 20 de dezembro de 2009

Para ANJ e Abert, resultado da Confecom é “preocupante”

A Associação Nacional dos Jornais (ANJ) e a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), classificaram o resultado da 1ª Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), como “preocupante” e um “retrocesso”. As organizações se retiraram das discussões, por discordâncias com outras instituições e movimentos, durante os preparativos para o encontro, em setembro.

Para as entidades, a proposta que mais preocupa é a criação do Conselho Federal de Jornalistas, sugestão combatida no primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas aprovada durante a Conferência.

O texto continua no Comunique-se.


sexta-feira, 29 de junho de 2007

Entidades protestam pela vinda de concessionário da RCTV ao Brasil

Em oposição ao ato em ''defesa da liberdade de imprensa'', organizado pela Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), Associação Nacional de Jornais (ANJ) e outras entidades patronais do setor de comunicação, organizações e movimentos sociais realizaram hoje (28) um ato de repúdio ao concessionário da RCTV, Marcel Granier, em frente ao Meliá Mafarrej, em São Paulo, mesmo local onde aconteceu o ato organizado pelas patronais.
Leia mais aqui