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quinta-feira, 20 de outubro de 2011

O Holocausto silenciado

Gays nos campos de concentração.
O parágrafo 175 do Código Penal Alemão de 1871 afirmava o seguinte:
"Os atos sexuais contra a natureza cometidos entre pessoas de sexo masculinos ou por humanos com animais serão castigados com prisão; essas pessoas poderão também perder os direitos civis."

Historia 16, n. 374, 2007.
Um mês depois da chegada de Hitler ao poder, em fevereiro de 1933, todos os bares gays de Berlim são fechados por ordem das novas autoridades nazistas. Milhares de pessoas foram perseguidas pelos nazistas por serem homossexuais. Mas ao contrário de outras minorias, após a guerra não tiveram sequer o direito ao reconhecimento pela repressão que haviam sofrido e foram condenados para sempre ao esquecimento.

Vejam o texto original em SARE ANTIFAXISTA
ou uma tradução livre do texto no BLOG NEBULOSA.DE.ORION

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Ecos da IIª Guerra Mundial - EUA: judeus foram pagos para se passar por vítima do Holocausto

Cerca de 5,5 mil judeus receberam de forma fraudulenta US$ 42 milhões nos Estados Unidos pagos pela Alemanha, fazendo-se passar por vítimas do Holocausto, informou nesta terça-feira a promotoria de Nova York. Dezessete pessoas, responsáveis pela armação do golpe, foram acusadas de usar um fundo destinado a ajudar vítimas da perseguição nazista na Segunda Guerra Mundial, informou em um comunicado a promotoria.

Os supostos golpistas, em maioria de origem russa, aprovaram "mais de 5,5 mil candidaturas fraudulentas, que resultaram no pagamento a candidatos que não se qualificavam para os programas", acrescentou. "Se há uma instituição que se poderia supor imune à ganância e à fraude criminal é a Claims Conference, que ajuda diariamente milhares de pobres e idosos vítimas da perseguição nazista", disse o promotor do distrito sul de Nova York, Preet Bharara.

Vejam mais detalhes em DEFESA.NET

quarta-feira, 17 de março de 2010

O que é o Sionismo?Entrevista Ralph Schoenman

A comunidade judaica internacional deve repudiar o Estado de Israel, fundado por amigos de nazistas e colaboradores do Holocausto. O tenebroso Holocausto de judeus na Europa na década de 40 jamais foi combatido pelo movimento sionista (fundador do Estado de Israel). Ao contrário, o movimento sionista colaborou (inclusive financeiramente) com a Alemanha nazista em diversos momentos, e chegou a fazer acordos com os nazistas na Hungria para que o Holocausto fosse levado adiante, com a liberação de apenas uma "elite" de alguns poucos judeus "jovens, saudáveis e inteligentes" dispostos a ir participar da invasão da Palestina, enquanto o restante poderia perecer nas câmeras de gás. O sionistas tinham interesse no Holocausto, pois servia para afugentar os judeus da Europa, em direção ao Oriente Médio, para participarem da invasão da Palestina e do conseqüente massacre terrorista contra os habitantes daquela terra, os árabes palestinos. Essas afirmações, que podem chocar algumas pessoas pelo seu "ineditismo", são baseadas em verdades históricas puras e simples, ignoradas durante décadas pela grande mídia. Não se trata de "revisionismo" (o porco movimento neonazista que afirma que o "Holocausto não existiu"), pelo contrário, trata-se do reconhecimento de que o Holocausto nazista de judeus existiu, foi um enorme crime contra a humanidade, e que foi apoiado pelo movimento sionista (fundador de Israel).


Vejam o texto e a entrevista completa em KAOSENLARED.NET

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

O holocausto haitiano - dossiê da ESQUERDA.NET

Dez dias depois do terramoto que arrasou o Haiti, ainda não se sabe quantas pessoas morreram, a ajuda chega apenas a conta-gotas, os riscos de epidemias são cada vez maiores. O povo haitiano continua a morrer por causa do terramoto, mas também em consequência de séculos de exploração colonial.
Começamos este dossier recordando a Revolução haitiana (1791-1803) que levou à eliminação da escravatura e ao estabelecimento do Haiti como a primeira república governada por um descendente africano. Em seguida, Bill Quigley afirma que os EUA devem milhares de milhões ao Haiti.

Vejam o dossiê em ESQUERDA.NET

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Sobrevivente do Holocausto faz greve de fome por Gaza

Hedy Epstein, uma norte-americana de 85 anos, participa no Cairo do protesto contra a decisão do governo de Mubarak de impedir a entrada de auxílio ao território palestino. "Chega um momento na vida em que é preciso dar um passo extraordinário", diz.

A veterana ativista, cujos pais morreram no campo de concentração de Auschwitz em 1942, diz que com o seu gesto quer pressionar o governo egípcio "que está impedindo que 1.400 pessoas de 42 países entrem em Gaza".


Vejam mais na REVISTA FÓRUM

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Auschwitz, memorial em perigo

Uma inscrição sobre uma lápide preta se destaca sobre a espessa camada de neve. "Que este lugar, onde os nazistas assassinaram um milhão e meio de homens, mulheres e crianças, a maioria judeus de vários países da Europa, seja para sempre um grito de desespero e um alerta para a humanidade". Essa epígrafe, escrita em 21 idiomas, está gravada no memorial de Auschwitz-II-Birkenau.

Logo a neve vai derreter e a terra descongelará. Os destroços dos galpões de madeira e das câmaras de gás e crematórios serão, mais uma vez, submetidos aos movimentos do solo. É preciso protegê-los para evitar que acabem desmoronando.

É somente um dos trabalhos indispensáveis para a preservação do antigo campo de concentração e de extermínio de Auschwitz-Birkenau. Em janeiro, o Museu do Estado Auschwitz-Birkenau, que administra os antigos campos, as visitas e as exposições, tornou públicas suas necessidades: 60 milhões de euros para as reformas mais urgentes, 120 milhões para o financiamento total da conservação. Se nada for feito, o local está simplesmente ameaçado de desaparecer.

Texto completo do Le Monde, no UOL Mídia Global.

sábado, 7 de fevereiro de 2009

"El gas sería peligroso para los que sacaban cadáveres"

Extracto de la entrevista de la televisión sueca al obispo Richard Williamson, rehabilitado por Ratzinger La entrevista de la televisión pública sueca (STV) fue realizada por los periodistas Ali Fegan y Lars- Göran Svensson. Ha recibido miles de visitas en YouTube.

Pregunta. Obispo Williamson, ¿son éstas sus palabras?: "No hubo ningún judío que muriera en las cámaras de gas, son todo mentiras, mentiras, mentiras". ¿Son éstas sus palabras?

Respuesta. Sí, creo que está citando algo que dije en Canadá hace muchos años. Creo que las pruebas históricas están seriamente, enormemente, en contra de que se gaseara deliberadamente a seis millones de judíos en las cámaras de gas, como política deliberada de Adolf Hitler.

Vejam mais no ELPAIS.COM