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domingo, 20 de setembro de 2015

Finlândia faz maior greve geral das últimas duas décadas

Paralisação foi convocada pelas três grandes centrais sindicais do país, que representam 80% da população ativa, contra um pacote de medidas de austeridade decretadas pelo governo após o fracasso das negociações com os sindicatos.


Confira no Esquerda.net, via Jornal GGN.

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Câmara aprova emenda que garante terceirização da atividade-fim

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, por 230 votos a 203, emenda aglutinativa do relator do projeto de lei sobre terceirização (PL 4330/04), deputado Arthur Oliveira Maia (SD-BA), e do PMDB, que garante a terceirização da atividade-fim. Em meio a fortes críticas da bancada de PT, que chegou a sacudir carteiras de trabalho em protesto, a votação da medida ainda foi contestada, mas revista pela aprovação pelo presidente da Casa, Eduardo Cunha. 


Leia mais no Correio do Povo

Sindicalistas protestam no Salgado Filho contra terceirizações

Integrantes da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) reuniram-se na manhã desta quarta-feira no saguão do Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre, para abordar os deputados federais gaúchos que viajaram a Brasília. O objetivo dos sindicalistas foi convencer os parlamentares a votarem contra o Projeto de Lei (PL) das Terceirizações. A Câmara dos Deputados deve retomar hoje a votação do texto que regulamenta as terceirizações nas atividades-fim. Os deputados já aprovaram o texto-base do PL 4330/2004, mas precisam concluir a análise dos destaques e das emendas apresentados.

Leia mais no Correio do Povo

sábado, 18 de abril de 2015

Ato contra PL da terceirização balança Câmara, que adia votações

Na noite desta quarta-feira (22), o balanço foi de milhares de trabalhadores que foram às ruas de todo o país, desde o início do dia, contra a aprovação do Projeto de Lei que prevê o aumento da terceirização. Convocada pela CUT (Central Única dos Trabalhadores), outras sindicais, movimentos, associações e partidos apoiaram e levaram os manifestantes à ocupar as ruas em ao menos 21 estados brasileiros. Ainda que sem impacto simbólico em repercussão midiática, o barulho chegou ao Congresso e a Câmara dos Deputados adiou em uma semana a discussão das emendas.
 
A CUT chegou a pedir que todos os trabalhadores deixassem seus postos no dia de ontem para aumentar a paralisação. “Para que continuemos a ter dignidade nos nosso trabalhos e não permitir que eles tirem nosso direitos”, conclamou o presidente da Central, Vagner Freitas.
 
No estado de São Paulo, diversas fábricas foram paralisadas. Embraer, General Motors, Honda, Toyota, Mercedez-Bens, Volks tiveram suas atividades interrrompidas pela manhã. 
 
Operários metalúrgicos, petroleiros, bancários, funcionalismo público, estudantes, e movimentos sociais e populares, reuniram-se também na avenida Paulista, em frente ao prédio da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo). 


Confira no Jornal GGN

sexta-feira, 17 de abril de 2015

O que dizem terceirizados sobre a terceirização? Fomos ouvi-los

O melhor método de formar uma opinião sobre as terceirizações é conversar com funcionários terceirizados.
Fiz isso na unidade em que eu trabalho na UFRJ.
Num universo de cinqüenta funcionários terceirizados, vários deles estão na terceira, quarta, quinta ou sexta empresa. As anteriores decretaram falência, perderam contratos e os demitiram ou simplesmente, um belo dia, desapareceram.
Uma funcionária que prefere não se identificar com medo de represálias, mas trabalha há mais de 20 anos como terceirizada no setor de limpeza e já passou por seis empresas, relata situações absurdas e de muito sofrimento.
A mais forte talvez seja a da empresa Vidal Brasil, na qual trabalhou por um ano e oito meses, os três últimos sem receber. Entrou na Justiça, venceu a causa, mas nunca recebeu nada.
Sim, os escritórios da empresa sumiram, os donos estão foragidos e os terceirizados ficam então sem receber, à espera de uma Justiça que nunca chega para os pobres. Ou quando chega é para prendê-los, por não terem suportado mais.

Continue lendo no Diário do Centro do Mundo

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Terceirização e política

No último dia 8, a Câmara dos Deputados aprovou o texto base do Projeto de Lei 4.330, que regulamenta a contratação de trabalho terceirizado para empresas privadas e o serviço público. Os destaques estão sendo votados no dia de hoje, momento em que escrevo esse artigo. O projeto é uma imensa derrota para os trabalhadores brasileiros, pois ao permitir a contratação de mão de obra terceirizada para o exercício de atividades fim, certamente contará com a adesão rápida de um sem número de empresas, inclusive de órgãos públicos. Essa modalidade de serviço é atrativa ao capitalista ou administrador, porque é mais barata. Mas esse é um barato que sai caro para os trabalhadores e para o país. Os sindicatos serão praticamente impossibilitados de usar a greve e sua ameaça como barganha, pois trabalhadores em greve podem ser facilmente trocados, sem maiores consequências para a empresa contratante. Acordos coletivos vão também desaparecer. A facilidade de demissão, a falta de planos de carreira nas empresas provedoras de trabalho de aluguel e de garantia de direitos trabalhistas são outros elementos que, somados ao enfraquecimento dos sindicatos, vai produzir acentuada queda dos níveis salariais.
Entusiastas da medida, entre eles o "Jornal Folha de S. Paulo", propalam a mitologia de que a liberalização e desregulação vão expandir o emprego. O provável é que ocorra o contrário. (...)

Leia mais no SRZD, via Jornal GGN

sexta-feira, 10 de abril de 2015

O projeto da terceirização mostra que teria sido uma tragédia social uma vitória de Aécio

Certas situações deixam subitamente claras coisas que pouca gente enxergava.
A votação da terceirização, por exemplo.
Ela expôs espetacularmente o retrocesso social que significaria a eleição de Aécio.
Os deputados do PSDB votaram pela terceirização.
Isso quer dizer o seguinte: votaram contra o povo. Contra os chamados 99%.
Terceirização não é daquelas coisas que têm prós e contras para diferenças grupos da sociedade.
É imensamente favorável para os empresários e imensamente desfavorável para os trabalhadores.
Uma pesquisa mostra que os terceirizados trabalham três horas a mais, ganham 25% a menos e ficam 3,1 anos a menos no emprego.
Que tal?

quinta-feira, 9 de abril de 2015

O PL da terceirização e o processo da mulher de Eduardo Cunha contra a Globo

Apesar de hoje Eduardo Cunha ser categórico na decisão contrária aos trabalhadores, no passado ele fez movimento inverso. Deu apoio à esposa Cláudia Cruz quando a jornalista decidiu comprar uma briga na Justiça contra a terceirização imposta a ela pela Rede Globo.
Nos anos 1990, Cláudia foi âncora do Jornal Hoje, apresentou o RJTV (telejornal local no Rio) e fez parte da bancada do Fantástico. No início daquela década, Cunha desfrutava do prestígio de ser presidente da Telerj - época, aliás, em que aditou um contrato que favoreceu uma das empresas do Grupo Globo (leia aqui). 
A jornalista deixou a emissora em 2001, após 12 anos. Segundo informações do Portal da Imprensa, na sentença o Tribunal Superior do Trabalho consta que Cláudia teve de criar uma empresa, a C3 Produções Artísticas e Jornalísticas, para prestar serviços à Globo. Em julho de 2000, após vários contratos de "locação de serviços", a emissora informou que o acordo não seria renovado, após ela ter sofrido uma faringite, considerada doença ocupacional.

Confira no Jornal GGN

domingo, 26 de outubro de 2014

Manifestação contra reforma trabalhista de Renzi reúne um milhão de pessoas em Roma

Um protesto de trabalhadores em Roma reuniu neste sábado (25/10) um milhão de pessoas, segundo estimativas da CGIL (Confederação Geral Italiana do Trabalho). O ato foi convocado pela entidade para marcar oposição contra a reforma trabalhista “Jobs Act”, proposta pelo primeiro-ministro italiano, Matteo Renzi. Com o slogan "Trabalho, Dignidade e Igualdade para mudar a Itália", o protesto teve a presença da secretária-geral da CGIL, Susanna Camusso, além de artistas e políticos da própria legenda do primeiro-ministro, o PD (Partido Democrático), que se opõem à reforma.


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segunda-feira, 25 de novembro de 2013

O horrível segredo por trás dos novos estádios do Catar: violação de direitos humanos

Não odeie o estádio de Zaha Hadid para a Copa do Mundo de 2022, no Catar, só porque ele parece uma vagina. Odeie porque provavelmente ele será construído com “escravidão moderna”, de acordo com um novo relatório da Anistia Internacional.
A internet ficou inflamada nos últimos dias por causa de algumas renderizações do Estádio Al Wakrah, uma arena de 45.000 lugares que ficará no deserto próximo a Doha, capital do Catar. Projetado por Zaha Hadid e AECOM, a estrutura do telhado é um pouco, digamos, anatômica. E, mesmo que as renderizações sejam bastante estranhas e divertidas, e de certa forma sensacionais (confira a foto que ilustra opost), há um lado muito mais sombrio por trás desta história.
O Catar planeja gastar US$ 140 bilhões para se preparar para a Copa do Mundo – e o Al Wakrah é apenas um dos nove estádios planejados pelo governo local para serem construídos durante os preparativos para o evento. E eles podem muito bem pagar por isso, já que o Catar é o país com maior riqueza per-capita do mundo. Mas o fato deles perpetuarem condições de trabalho extremamente abusivas fez com que o país entrasse no radar de organizações anti-exploração.

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quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Espanhola é demitida por faltar ao trabalho no dia do próprio despejo

“Você já tem idade suficiente para saber quais são as suas responsabilidades. Atente-se às consequências”. Foi assim que Amaya Muñoz, uma espanhola de 31 anos, soube de sua chefe que estava sendo demitida. A razão foi explicada pela seção de Recursos Humanos da empresa de marketing na qual trabalhava: havia faltado 20% das jornadas em dois meses consecutivos.


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terça-feira, 5 de março de 2013

Após resgate, paraguaios escravizados são forçados a sair do Brasil


A Polícia Federal notificou 13 trabalhadores paraguaios resgatados da escravidão em Mercedes, no Paraná, em 8 de fevereiro, a deixar o país em três dias sob ameaça de deportação. A medida contraria a Resolução Normativa número 93 do Conselho Nacional de Imigração, que prevê a concessão de vistos para “estrangeiros que estejam no país em situação de vulnerabilidade”.
Tal resolução foi criada em 2010 com o objetivo de fortalecer as denúncias e garantir direitos básicos a imigrantes em situação irregular. Muitos dos que são submetidos à escravidão contemporânea e ao tráfico de pessoas deixam de denunciar seus exploradores por temerem ser forçados a deixar o país ao contatar autoridades brasileiras.

Confira no Opera Mundi

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Na surdina, Congresso pode dar um golpe nos trabalhadores


Para atender à determinação do Supremo Tribunal Federal, de que o veto de Dilma Rousseff à alteração das regras de distribuição de royalties do petróleo só possa ser analisado após a análise de outros 3 mil vetos, o Congresso está desenterrando alguns esqueletos. Alguns com cara de bem feia.
Há parlamentares que, na surdina, estão se articulando para que um dos vetos presidencial, em especial, seja derrubado: o que trata da chamada Emenda 3.
A emenda, que integrou o projeto que criou a Super Receita, propõe que auditores fiscais federais não possam apontar vínculos empregatícios entre empregados e patrões, mesmo quando forem encontradas irregularidades. Apenas a Justiça do Trabalho, de acordo com o texto, é que estaria autorizada a resolver esses casos. Na prática, a nova legislação tiraria o poder da fiscalização do governo, o que dificultaria o combate ao tráfico de pessoas, ao trabalho escravo, ao trabalho infantil e a terceirizações ilegais que burlam direitos do trabalhador.
Originalmente, a emenda foi proposta atendendo à solicitação de empresas de comunicação e de entretenimento que contratam funcionários por meio de pessoas jurídicas, conhecidas como “empresas de uma pessoa só”. O problema é o efeito colateral que isso pode criar para o restante da sociedade.
O Congresso Nacional aprovou a emenda, mas o então presidente Lula a vetou em março de 2007. Na época, trabalhadores foram às ruas para apoiar o veto – milhares de metalúrgicos fizeram passeatas na região do ABC, metroviários cruzaram os braços e bancários protestaram na capital paulista. Com as manifestações, a medida foi posta em compasso de espera, uma vez que assustaram deputados e senadores favoráveis à medida. Agora, como parte da discussão sobre o pacote de vetos, reapareceram articulações, contando com a breve memória do brasileiro e com a dificuldade de analisar atentamente uma única matéria quando são milhares os vetos discutidos ao mesmo tempo.

O texto completo está no blog do Sakamoto

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Desigualdade para Todos: a história de como o capitalismo abandonou a classe média pode vir a ser o fenómeno do ano

Há bastante tempo que o economista norte-americano Robert Reich vem repetindo uma mensagem: os 400 americanos mais ricos têm, em conjunto, tanto dinheiro como os 150 milhões de americanos mais pobres. Agora Reich encontrou uma plataforma ideal para que esta mensagem chegue a mais gente. O documentário – “poderoso”, chamou-lhe o The Observer –Inequality for All (Desigualdade para Todos), que passou no Festival de Sundance, nos EUA, tem Reich como figura central e as suas ideias como fio condutor para contar a história da desigualdade económica que não tem parado de aumentar.


Confira no Público português

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Rede TV descumpre lei e deixa de pagar 1ª parcela do 13° salário

Sem 13° e horas extras. Os funcionários da Rede TV relatam que a situação na emissora não é das melhores. Segundo apuração do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo, a situação que atingia principalmente os funcionários contratados como pessoa jurídica (PJ), chegou aos que têm carteira assinada.


Mais no Comunique-se

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

O futuro do fast-food: esta máquina monta até 360 hambúrgueres por hora

O mais caro naquele deliciosos hambúrguer que você compra no seu restaurante preferido não é o que você coloca na boca, e sim as mãos humanas que juntam o pão e a carne. Mas este robô pode preparar, grelhar e montar um sanduíche automaticamente e futuramente até substituir humanos na cozinha enquanto economiza bilhões para a indústria de fast food.
Criado pela empresa Momentum Machines, de San Francisco, este robô-cozinheiro foi desenvolvido para fazer o trabalho de três equipes inteiras de cozinheiros em tempo integral. A atual versão alfa da máquina grelha os hambúrgueres, corta alface, cebola, picles, tomates e monta o sanduíche, depois embrulha e ele está pronto para o consumidor. O único trabalho humano envolvido é o de pegar o dinheiro da pessoa e entregar o sanduíche completo.


Continue lendo, e veja a máquina, no Gizmodo Brasil

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Como um robô roubará seu emprego


Em uma visita à linha de montagem do injetor de combustível da Standard Motor Products na Carolina do Sul, o escritor da Atlantic Adam Davidson perguntou por que uma trabalhadora de lá, Maddie, estava soldando tampas nos injetores. Por que não usar uma máquina? É assim que muitas das outras tarefas da fábrica são realizadas, afinal. O supervisor de Maddie, Tony, tinha uma resposta pronta e direta: “Maddie é mais barata do que uma máquina.”
A complexa e provocativa matéria de Davidson, Fazendo na América, revelou alguns dados chocantes sobre para onde a fabricação norte-americana caminha. É uma questão de matemática pura e simples. A Maddie produz, em dois anos, menos do que uma máquina de US$ 100 mil custaria, então seu emprego está garantido — por enquanto.


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sábado, 6 de outubro de 2012

África do Sul: Amplats demite 12 mil mineiros que estavam em greve


La empresa Amplats, filial de Anglo American Platinum, mayor productora de platino en el mundo, despidió este viernes a 12 mil mineros que realizaban una huelga no autorizada en Rustenburgo, norte de Sudáfrica, luego de que la policía mató a uno de los paristas.
Unos 12 mil empleados decidieron no presentarse (ante los consejos disciplinarios), no asistir a las audiencias, y por lo tanto fueron despedidos en ausencia, señala un comunicado de Amplats.

Confira na página do La Jornada (em espanhol).
Ou pelo Google Tradutor

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Europa: outro imenso passo atrás


A vastidão das propostas exigidas de Atenas levou o site World Socialist a enxergá-las como  ”um retrocesso às condições de trabalho que vigoravam nos países capitalistas durante o século 19″. Não parece haver exagero na imagem. A troika exige explicitamente, por exemplo, o fim da  jornada de 40 horas – que inspirou a maior parte das lutas sociais a partir de 1860 e foi gradualmente conquistada na virada para o século 20. A carta é clara: cobra “flexibilidade ampliada dos horários de trabalho” e especifica: em particular “aumento do número máximo de dias de trabalho, para seis por semana, em todos os setores”.
Estender a jornada laboral, num país onde toda a economia está deprimida, estimulará os empresários a produzir o mesmo com menos empregados. Sintomaticamente, o ultimato também exige que sejam reduzidos em 50% os prazos de aviso prévio e custos indenizatórios das demissões. Mas vai adiante. Pede nova compressão do valor nominal do salário mínimo – já achatado em 21% este ano. Chega ao detalhes: reivindica alterar as leis gregas que estabelecem intervalo mínimo entre as jornadas de trabalho. “A ideia é que os empregadores possam convocar os assalariados a qualquer momento, acabando com a estabilidade dos horários de trabalho”, afirma Panagiotis Sotiris, professor da Universidade do Egeu.

Confira no Sul21
Alguém se lembra do texto do Paulo Moreira Leite, "O assassinato de um país"?

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

O assassinato de um país


A ultima novidade sobre a Grécia é que a troika externa que assumiu o controle das finanças  do país pretende  obrigar a população a trabalhar um dia a mais na semana – sem aumento de salário, é claro.
É um retrocesso histórico.
Depois de eliminar os empregos, derrubar o consumo, arrasar as aposentadorias, esvaziar as residências – o número de sem-teto em Atenas cresceu 25% durante a crise – agora os credores pretendem roubar um dia de descanso da população.
É indecente.


Confira a coluna de Paulo Moreira Leite