Mostrando postagens com marcador jornada de trabalho. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador jornada de trabalho. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Milhares fazem marcha em São Paulo por redução de jornada de trabalho

Integrantes de centrais sindicais saíram em passeata da Praça da Sé, no Centro de São Paulo, até o Museu de Arte de São Paulo (Masp), na Avenida Paulista. Nove mil pessoas participaram do ato, segundo a Polícia Militar. A Avenida Paulista chegou a ser bloqueada por uma hora, entre 12h e 13h.


Confira no G1 (com vídeo).

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Mesmo com frio intenso, trabalhadores "migram" para o Sul para colheita de batatas


Carro-chefe da economia de São José dos Ausentes (233 km de Porto Alegre), a produção de batata atrai, a cada ano, um exército de homens e mulheres que chegam para trabalhar na colheita da safra na região. No entanto, o frio intenso dessa época faz com que muitos abandonem seus postos mais cedo.
Durante a temporada –que vai de fevereiro a julho–, a população da cidade aumenta de 500 a mil habitantes. A maioria dos trabalhadores vem de São Paulo e Minas Gerais, mas muitos são naturais das regiões Norte e Nordeste do país.


Continue lendo no UOL Notícias

terça-feira, 13 de abril de 2010

Trabalhadores participam de manifestação em São Paulo em defesa da jornada de 40 horas

Trabalhadores ligados à Força Sindical participam, na capital paulista, de uma manifestação em defesa da jornada de 40 horas semanais. O ato ocorre em frente à sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), na avenida Paulista, região central da cidade.

Integrantes da Força Sindical esperam ser recebidos por representantes da Fiesp para negociar a redução da jornada de 44 para 40 horas por semana. Segundo a Polícia Militar, cerca de 500 pessoas participam do protesto.

Mais no UOL Notícias.

E é possível conferir também um álbum de fotos da manifestação.


Marcadores: "Força Sindical"

quinta-feira, 25 de março de 2010

Redução de jornada a 40 horas semanais beneficiaria 19 milhões no Brasil, diz OIT

A redução da jornada para 40 horas semanais, como defendem as centrais sindicais, atingiria diretamente um contingente de 18,7 milhões de trabalhadores brasileiros. Os dados estão presentes no livro “Duração do trabalho em todo o mundo: Tendências de jornadas de trabalho, legislação e políticas numa perspectiva global comparada”, que está sendo lançado pela Organização Internacional do Trabalho em um debate na Universidade de Brasília, na manhã desta quinta, aberto pela diretora da instituição no Brasil, Laís Abramo. Em todo o mundo, cerca de 22% da força de trabalho (cerca de 614 milhões) trabalham mais de 48 horas semanais.

De acordo com a OIT, a categoria ocupacional que será mais diretamente afetada por uma eventual redução da jornada legal de trabalho para 40 horas semanais são os empregados do setor privado com carteira de trabalho assinada. Eles compõem 33,2% das pessoas ocupadas no país, ou seja, 31,9 milhões de trabalhadores e trabalhadoras. Dentro desse grupo, 58,6% trabalhavam mais de 40 horas semanais em 2008 enquanto 41,4% trabalhavam 40 horas ou menos por semana.

Continue lendo no blog do Sakamoto.

quarta-feira, 10 de março de 2010

Profissional de TI em SP terá redução de jornada de trabalho

A partir de 1º de janeiro de 2011, os trabalhadores de tecnologia da informação do Estado de São Paulo passam a ter sua jornada semanal de trabalho reduzida de 44 para 40 horas semanais, sem redução dos salários.

A mudança é fruto de um acordo coletivo, fechado nesta terça-feira (9/3) entre o Sindicato dos Trabalhadores em Processamento de Dados e Empregados de Empresas de Processamento de Dados do Estado de São Paulo (Sindpd) e o Sindicato das Empresas de Processamento de Dados e Serviços de Informática do Estado de São Paulo (Seprosp).

Notícia completa na PC World.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Deputado diz que trabalhador é bêbado e sugere tutela

Este blog criou o Troféu Frango para premiar bizarrices em geral. Hoje, ele vai para o deputado federal Nelson Marquezelli (PTB-SP) por sua pouca fé nos trabalhadores do país.

(...)

Em entrevista à rádio CBN, Marquezelli defendeu que os deputados devem manter a jornada do jeito em que está para evitar que os empregados aproveitem as horas a mais de lazer para encher a cara:

“Se você reduzir a carga horária, o que vai fazer o trabalhador? Eles [os defensores da mudança na lei] dizem: vai para casa para ter lazer. Eu digo: vai para o boteco, beber álcool, vai para o jogo. Não vai para casa. Então, você veja bem, aí é que tá o mal: ele gastar o tempo onde ele quiser, se nós podemos deixá-lo produzindo para a sociedade brasileira.”

Preste atenção neste trecho “ele gastar o tempo onde ele quiser, se nós podemos deixá-lo produzindo para a sociedade brasileira”. Ou seja, nós, os iluminados, temos o dever de manter esses indolentes perdidos acorrentados ao trabalho. E mesmo que assim fosse, ou seja, que todos quisessem ficar bêbados nas horas vagas, que direito tem ele de interferir com a vida pessoal de cada um?

Texto completo no blog do Sakamoto.

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Funcionários públicos de Utah terão semana de trabalho de 4 dias

Washington, 1 jul (EFE).- Utah será a partir de agosto o primeiro estado americano onde os funcionários trabalharão apenas quatro dias por semana, em uma medida destinada a enfrentar os altos preços dos combustíveis.


O governador Jon Huntsman (republicano) declarou hoje que a política afetará a partir de 4 de agosto cerca de 17 mil empregados, quase 80% das pessoas que trabalham para o estado, onde as repartições públicas estarão abertas das 7h da manhã às 6h da tarde.


Os empregados estatais de Utah afetados pela medida poderão ficar em casa às sextas-feiras, disse o governador. As legislaturas de Arkansas, Idaho e Novo México consideram adotar medidas similares.

Matéria completa no G1. Como diria José Simão, "UEBA"!

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Campanha pela redução da jornada de trabalho

Seis centrais sindicais lançaram nesta segunda-feira, em São Paulo, uma campanha nacional pela redução da jornada de trabalho sem perdas salariais. Os sindicalistas definiram um calendário de mobilizações em todo o país para recolher 1 milhão de assinaturas e entregá-las ao Congresso Nacional. A proposta das centrais é reduzir a carga horária de 44 para 40 horas semanais. Essa medida, segundo os sindicalistas, possibilitará a criação de cerca de 2 milhões de novos empregos com carteira assinada e maior distribuição de renda no país. As centrais sindicais também querem que os empresários dividam os ganhos de produtividade com os trabalhadores. Participam da campanha a Central Única dos Trabalhadores (CUT), a Força Sindical, a Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB), a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST) e União Geral dos Trabalhadores (UGT).

Na Constituinte de 1988, a jornada de trabalho foi reduzida de 48 para 44 horas semanais. Essa jornada, assinalam os sindicalistas, ainda é maior que a de países desenvolvidos e de outros latino-americanos. Alguns exemplos: na Alemanha, a jornada semana é de 39 horas, nos Estados Unidos, 40 horas, no Canadá, 31 horas. No Chile, a jornada é de 43 horas e na Argentina, de 39 horas semanais. Em todos esses países, destacam as centrais sindicais, a jornada foi reduzida nos últimos 20 anos. Desde 2001, tramita no Congresso Nacional uma proposta de emenda à Constituição, de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), propondo a redução da jornada de trabalho no país para 40 horas semanais, com uma redução futura e gradual até chegar ao nível de 36 horas semanais. As entidades empresariais são contrárias à proposta.


Texto do RS Urgente. E você achando que lutas e disputas de classes eram coisa do passado. O grifo final é deste editor. Aliás, pensando em entidades empresariais, como falou o Cristóvão Feil, estamos esperando reportagem do Zé Agá, sobre quanto tempo o Dr. Sperotto ficou, e ficará, à frente da FARSUL.