segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Karl Marx tinha razão
Como efeito secundário da crise financeira, mais e mais pessoas estão percebendo que Karl Marx estava certo
O grande filósofo alemão do século XIX, economista e revolucionário, pensava que o capitalismo era radicalmente instável.
Tinha incorporada a tendência de produzir altas e baixas cada vez maiores e profundas e, a longo prazo, estava destinado a destruir-se a si mesmo.
Comprazia a Marx essa característica: estava seguro de que haveria uma revolução popular, a qual engendraria um sistema comunista que seria mais produtivo e muito mais humano.
Vejam o texto original em KAOSENLARED.NET e uma tradução livre no blog NEBULOSA.DE.ÓRION
domingo, 3 de julho de 2011
É possível fabricar ódio midiático?
Rebelión/ Universidad de la Filosofía
O "ódio de classe" sim será televisado. Virtualmente não há discurso nas mass media oligarcas, nem explícito nem implícito, que não contenha, direta ou indiretamente, alguma forma, caduca ou rejuvenescida, do ódio burguês contra o proletariado. Trata-se de uma espécie de obsessão patológica que, consciente ou inconscientemente, inocula-se como moral histórica desqualificadora, persecutória, repressora ou francamente criminosa. Trata-se de um ódio maleável e rentável que serve tanto para satanizar como para invisibilizar o proletariado e suas lutas emancipadoras. Alguns tem feito disto uma "arte", inclusive publicitária.
Cada vez que se denunciam as ofensivas midiáticas da direita, consegue-se caracterizar o comportamento de um grupo, geralmente destabilizador e golpista, ao mesmo tempo que se evidenciam as mil e uma debilidades com que os povos assistem a uma batalha assimétrica e descomunal mas ao mesmo tempo indispensável. Com as advertencias não alcança. A guerra midiática é um cenário de luta de classes que, também, reproduz todos os problemas gerais da guerra histórica pela emancipação dos povos. É um cenário que evidencia agudamente as necessidades de programa revolucionário, de formação de quadros, de liberação das vanguardas e retaguardas e de transformação revolucionária das linguagens. Mas é principalmente mais um cenário da guerra ideológica na qual se trava uma luta de morte contra o modo burguês na produção de símbolos.
Vejam o texto original (castelhano) em REBELIÓN.ORG e uma tradução livre no blog NEBULOSA.DE.ÓRION
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
'Desinformação' não serve à democracia, diz Marilena Chauí
Em entrevista exclusiva à Rede Brasil Atual, a professora de filosofia da USP aponta setores ruralistas e classe média urbana como focos de anti-Lula. Ela faz reiteradas críticas à ameaça à liberdade de expressão provocada pela concentração dos meios de comunicação(...)
Marilena Chauí - Duas coisas são muito importantes com relação ao atual governo. A primeira é que o governo Lula jamais será perdoado por ter enfrentado a questão da desigualdade social. Lula enfrentou a partir da própria figura dele. O fato de você ter um presidente operário, que tem o curso primário (Lula tem o ensino médio completo), significou a ruína da ideologia burguesa. Todos os critérios da ideologia burguesa para ocupar este posto (Presidência da República), que é ser da elite financeira, ter formação universitária, falar línguas estrangeiras, ter desempenho de gourmet... Enfim, foi descomposta uma série de atrativos que compõem a figura que a burguesia compôs para ocupar a Presidência. Ponto por ponto.
"Alguém tinha de vir das classes trabalhadoras para dizer o que precisa fazer no Brasil. Os governos anteriores sequer levavam em conta que isso (desigualdade social) existia." – Marilena Chauí, professora de filosofia da USP
Vejam a entrevista completa em REDE BRASIL ATUAL
terça-feira, 19 de agosto de 2008
A armadilha eleitoral
No entanto, uma análise rigorosa mostrará que, de fato, só existem duas propostas na praça: de um lado, as propostas dos "partidos da ordem", talhadas para não entrar em choque com os interesses do grande capital monopolista; de outro lado, as propostas dos partidos de esquerda, cujas soluções balizam-se pelos interesses da classe trabalhadora.
Contudo, o eleitor encontrará grande dificuldade para discernir entre umas e outras porque a burguesia dispõe de um aparato de mídia que dificulta a percepção das diferenças.
O formato dos programas de debates entre os candidatos faz com que o confronto entre as propostas dos candidatos gire exclusivamente em torno de soluções ditas "técnicas". O propósito evidente é fazer o eleitor crer que não pode haver soluções para seus problemas fora da ordem capitalista.
Texto completo no Correio da Cidadania.
terça-feira, 18 de dezembro de 2007
La Vieja VIP, Entidades Patronais Classistas...
Uma das principais tarefas da mídia no modo de produção capitalista é o escamoteamento da luta de classes, ou bem pela invisibilidade, ou bem pela criminalização de reivindicações e de movimentos sociais marginalizados.
A estratégia da invisibilidade é utilizada quando, por exemplo, ou bem simplesmente não se discute determinada questão, como no caso dos problemas da concentração fundiária e da exploração da mão-de-obra na metade sul do estado, ou bem dela se trata de modo falaciosamente caricatural, como no recente caso da 12ª Marcha do Sem, realizada há pouco em Porto Alegre e tratada pela Zero Hora como um mero "problema de trânsito". Assim, através de tal estratégia, tanto se esvazia o debate público em torno das demandas de tais movimentos sociais quanto se escamoteia o conflito de classes e de interesses por trás de tais legítimas e justas reivindicações.
sexta-feira, 27 de julho de 2007
Movimento "Cansei" convoca protesto para agosto
(...)
Confira as associações que apóiam o movimento "Cansei":
OAB-SP
Associação Brasileira das Empresas de Rádio e TV (Abert)
Associação Brasileira dos Pilotos de Helicóptero (Abraphe)
Associação Comercial de São Paulo
ADVB
Aescon-SP
CJE Fiesp
Crea
Conaje
Conselho Regional de Medicina
Febraban
Fiesp
Fiesp - Jovens Líderes
Fundação PIO XII
Grupo de Mídia
Grupo de Jovens da Associação Comercial
Instituto de Estudos Empresariais - IEE
JLIDE
Lide
Lidem
Sescon-SP
No Portal Terra.