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segunda-feira, 9 de março de 2015

Extremistas do EI degolam quatro acusados de homossexualismo

O movimento extremista Estado Islâmico degolou em público, nesta segunda-feira, quatro jovens que acusou de homossexualidade, na cidade de Mossul, no Iraque. O local é controlado pelos jihadistas desde o verão passado. Um funcionário da administração local, Mohamed Fares, disse que os combatentes da organização convocaram os habitantes do bairro Al Rashidia, no norte de Mossul, para assistir à execução dos quatro jovens, com idades entre 20 e 30 anos.


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terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Escravas sexuais do Estado Islâmico tentam suicídio no Iraque

apturadas pelo grupo Estado Islâmico (EI) no Iraque, mulheres e meninas da minoria yazidi preferem se suicidar, ou tentar o suicídio, antes de serem transformadas em escravas sexuais dos jihadistas - denunciou a Anistia Internacional em nota divulgada nesta terça-feira.

A minoria yazidi, considerada herege pelos jihadistas do EI, é vítima das atrocidades cometidas por esses extremistas sunitas. Este ano, o EI se apoderou de amplas faixas de território no norte do Iraque, incluindo a região de Sinjar, povoada pelos yazidis.


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sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Turquia bombardeia posições dos rebeldes curdos no sudeste do país

Aviões turcos bombardearam nessa segunda-feira bases do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), no sudeste do país, pela primeira vez desde o cessar-fogo decretado pelos rebeldes curdos em março de 2013. Os caças do exército turco apontaram contra posições do PKK, que atacava há três dias um posto das forças de segurança turcas em Daglica (sudeste), segundo uma fonte militar.

A operação aconteceu poucos dias depois das manifestações da comunidade curda na Turquia que terminaram em violência e deixaram 34 mortos, centenas de feridos e muitos danos. Os manifestantes protestavam contra a recusa do governo islamita conservador a intervir militarmente para salvar a cidade curda síria de Kobane, cercada há várias semanas pelos jihadistas do grupo Estado Islâmico (EI).


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terça-feira, 12 de agosto de 2014

Supervisores da ONU advertem para risco de genocídio no Iraque

A minoria religiosa yazidi do Iraque enfrenta um possível genocídio, advertiram nesta terça-feira os supervisores de Direitos Humanos da ONU, que pediram uma ação global urgente para evitar um massacre. "Todas as medidas possíveis devem ser tomadas de forma urgente para evitar uma atrocidade em massa e um potencial genocídio em dias ou horas", declarou a especialista em direitos das minorias da ONU, Rita Izsak.

"Os civis precisam ser protegidos em terra e escoltados para fora de situações de extremo perigo", declarou Izsak em um comunicado conjunto com outros quatro supervisores. "Tanto o governo iraquiano quanto a comunidade internacional são responsáveis por proteger as populações em risco de sofrer crimes atrozes", ressaltou.


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quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Após começo tenso, encontro sobre a Síria terá uma pausa

A conferência de paz Genebra II sobre a Síria faz uma breve pausa nesta quinta-feira depois de um primeiro encontro entre representantes da oposição síria e do regime na Suíça. A encontro transcorreu nessa quarta em um ambiente de tensão e divergências entre o regime e a oposição, que deixou pouca margem para o otimismo visando as negociações previstas para sexta-feira. Reunidos na pequena cidade suíça, 40 representantes de países e organizações não tiveram que esperar muito para comprovar o fosso gigantesco que separa o regime de Bashar al-Assad e seus adversários no exílio.


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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

RJ: fragata brasileira retorna depois de servir em missão de paz no Líbano


A fragata Liberal, da Marinha brasileira, que participou por oito meses da Força-Tarefa Marítima da Missão das Nações Unidas no Líbano (Unifil), voltará ao Rio de Janeiro neste domingo. O navio serviu como base de comando da força-tarefa, na costa libanesa, entre maio de 2012 e janeiro deste ano, quando iniciou o retorno ao Brasil.
A Marinha brasileira passou a comandar a força-tarefa em novembro de 2011. Até maio de 2012, a base de comando da força era a fragata União, o primeiro navio brasileiro a participar de uma missão de paz da Organização das Nações Unidas (ONU).
Durante a missão no Líbano, a fragata Liberal fez patrulhas durante 120 dias, abordou 661 navios e encaminhou 266 navios mercantes para serem inspecionados pelas autoridades libanesas. A embarcação foi substituída em 16 de janeiro pela fragata Constituição, também da Marinha brasileira.

Leia mais no Terra

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

A última escaramuça palestiniana: um novo jogo?


O mundo inteiro observou o último e violento conflito entre Israel e os palestinianos. Toda a gente reteve a respiração quando o presidente Morsi do Egito mediou uma trégua, que, até o momento, está a durar. E todos, exceto os israelitas, aplaudiram Morsi por ter conseguido chegar à trégua, o que parecia difícil.
Mas qual o seu significado? Para responder, temos de nos perguntar o que cada um dos quatro principais intervenientes desejava ganhar. Os quatro eram o primeiro-ministro Bibi Netanyahu de Israel, o presidente Obama, o presidente Morsi, e a liderança do Hamas. Cada um deles queria coisas diferentes.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Primeiro-ministro de Israel se irrita com vazamento sobre Irã

O primeiro-ministro de Israel Binyamin Netanyahu encerrou abruptamente uma reunião do gabinete de segurança nesta quarta-feira, 5, dizendo que alguém no fórum traiu a confiança nacional ao vazar para um jornal israelense detalhes de discussões altamente secretas sobre o Irã. Citando uma fonte anônima que participou da primeira reunião do gabinete, na terça-feira, o jornal Yedioth Ahronoth informou que as agências de inteligência israelenses ofereceram ao grupo de 14 membros opiniões conflitantes sobre o programa nuclear iraniano.


Mais no Estadão.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Irã convoca protesto contra união da Arábia Saudita com o Bahrein

As autoridades iranianas convocaram manifestações na próxima sexta-feira em todo o país contra o projeto previsto de união entre Arábia Saudita e Bahrein, chamando os regimes dos dois países de "lacaios" dos Estados Unidos.




A notícia da France Presse está disponível na Folha.com

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

O mito do efeito dominó no Oriente Médio

Os poderosos e tiranos árabes sobreviventes passaram uma segunda noite de insônia. Em quanto os tempo os libertadores de Trípoli se metamorfosearão nos libertadores de Damasco, Alepo e Homs? Ou de Amã? Ou de Jerusalém? Ou de Bahrein ou Riad? Não é a mesma coisa, claro.

A primavera-verão-outono árabe não só demonstrou que as velhas fronteiras coloniais permanecem invioladas --espantoso tributo ao imperialismo, suponho --, como também que cada revolução tem características próprias. Isso já foi dito por Saif Kadafi no princípio de sua própria queda: “A Líbia não é a Tunísia...será uma guerra civil. Haverá banho de sangue nas ruas”. E assim ocorreu.





Continue lendo o texto de Robert Fisk, no Opera Mundi.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Robert Fisk: Por que nenhuma denúncia sobre estes tiranos torturadores?

Christopher Hill, um ex-sub-secretário de Estado EUA para a Ásia Oriental, que foi embaixador no Iraque - e, geralmente, um diplomata americano muito obediente e não-eloqüente - escreveu outro dia que "a noção de que um ditador pode reivindicar o direito soberano de abuso de seu povo tornou-se inaceitável".

A menos, claro - eo Sr. Hill não mencionou isso - que aconteça de você viver no Bahrein. Nesta pequena ilha, uma monarquia sunita, a al-Khalifa, governa sobre uma maioria xiita da população e têm respondido aos protestos democráticos com sentenças de morte, detenções em massa, a prisão de médicos por deixar os pacientes morrerem depois de protestos e um "convite" para as forças sauditas entrarem no país. Eles também destruíram dezenas de mesquitas xiitas com todo o rigor de um piloto de 11/09. Mas então, vamos lembrar que a maioria dos assassinos de 11/09 eram realmente sauditas.


O texto de Robert Fisk está no The Independent, em inglês. Se você quiser pode conferir a versão fornecida pelo Google Tradutor. A tradução acima foi quase totalmente feita pelo Google Tradutor.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

“É preciso respeitar a decisão do povo de cada país”

Em entrevista exclusiva à Carta Maior, o embaixador Celso Amorim, ex-ministro das Relações Exteriores do Brasil, analisa os recentes acontecimentos no Oriente Médio e norte da África e suas possíveis repercussões. O ex-chanceler chama a atenção para o fato de que as revoltas populares ocorrem em países considerados “amigos do Ocidente” que não eram alvo de nenhum tipo de crítica ou sanção. “Há algumas lições a serem tiradas destes episódios. A primeira delas é que é preciso respeitar os movimentos internos e não querer impor mudanças a partir de fora”, diz Amorim, defendendo a postura adotada pela diplomacia brasileira nos últimos anos.

Vejam a entrevista em CARTA MAIOR

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Xiitas do Líbano recebem Ahmadinejad como herói

Milhares de xiitas libaneses ofereceram nesta quarta-feira uma exaltada recepção ao presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, no início de uma visita que deve agravar as preocupações do Ocidente com a crescente influência iraniana no Líbano.

Jogando flores e arroz sobre o sorridente Ahmadinejad, que acenava num carro aberto, os xiitas tomaram o percurso do aeroporto ao palácio presidencial de Beirute, onde o iraniano seria recebido pelo presidente do Líbano, Michel Suleiman.


A notícia, da Reuters, continua no Terra.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Os reatores nucleares de Israel

Israel foge de 'vistoria' da AIEA acusando programa nuclear do Irã

O diretor da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) da ONU chegou na última segunda-feira a Israel com a missão de discutir com o governo local uma resolução, tomada por países árabes, que coloca o reator nuclear de Dimona sob inspeção internacional.

Para escapar da pressão internacional, o governo israelense evitou ao máximo a incômoda visita, além de pressionar para que a Agência apontasse o Irã como "ameaça" à não proliferação de armas nucleares no Oriente Médio.

O Estado judeu está na mira da organização chefiada por Yukiya Amano por causa do seu arsenal atômico. A resolução deverá ser debatida novamente no mês que vem na assembleia da AIEA em Viena.

Nestes três dias de visita os israelenses não fizeram menções à capacidade nuclear do país, procurando evadir-se da questão acusando o Irã.


Texto originalmente do Vermelho, mas vindo do blog do Luís Nassif.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

No Líbano, discriminação está contemplada por lei

Apesar de divergir de outros países do Oriente Médio em relação à liberdade da mulher, o Líbano também é conhecido e reconhecido por ser um país intolerante com mulheres estrangeiras. De acordo com integrante de ONG, discriminação é culpa da legislação.

Por Mona Alami
[11 de agosto de 2010 - 15h47]
O Líbano tem certa reputação de abertura devido à relativa liberdade que gozam suas mulheres em comparação com outros países do Oriente Médio. Porém, muitas estrangeiras sofrem uma grande discriminação. É comum ver em Beirute mulheres dirigindo caros veículos, acompanhadas de uma asiática ou uma africana no assento de trás. São suas empregadas domésticas, a maioria procedente de lugares como Etiópia, Filipinas, Nepal e Sri Lanka.

Estas não são apenas maltratadas por seus empregadores, que retêm seus passaportes e as obrigam a trabalhar sete dias por semana, como também sofrem discriminação em lugares públicos. Nos balneários podem ser vistas babás estrangeiras completamente vestidas apesar do calor, enquanto as crianças sob seus cuidados brincam felizes na piscina. “Reservei um quarto para a babá da minha filha no ano passado em um dos balneários do norte do Líbano. Fiquei indignada quando soube que ela não poderia ir à piscina conosco”, contou Nayla Saab, que emprega uma filipina.


Vejam mais em REVISTA FÓRUM

domingo, 30 de maio de 2010

Israel rejeita reunião sobre armas nucleares no Oriente Médio

O governo de Israel divulgou uma nota neste sábado na qual afirma que não participará da conferência para discutir a transformação do Oriente Médio em uma zona livre de armas nucleares, proposta durante um encontro das Nações Unidas em Nova York.

Representantes dos 189 países signatários do Tratado de Não-Proliferação Nuclear (TNP) assinaram na sexta-feira um documento concordando em realizar o encontro em 2012. Na declaração, o único país citado nominalmente é Israel, que não assinou o TNPN.

Leia mais na BBC.

sexta-feira, 26 de março de 2010

Infeliz Iêmen

O Iêmen é país sóbrio, diferente dos postos imperiais de gasolina espalhados por outras partes da península arábica, onde as elites dominantes vivem em arranha-céus construídos em prazos sempre recordes, projetados por arquitetos-celebridades, cercados por shopping-centers em que se vendem produtos com todas as griffes ocidentais, atendidos por escravos que chegam em ondas do Sul da Ásia e das Filipinas. Sana’a, capital do Iêmen, foi fundada em tempos em que o Velho Testamento ainda estava em produção, sendo escrito, editado e costurado. É verdade que o novo hotel Mövenpick, no coração do enclave diplomático que há na cidade, faz lembrar o pior de Dubai (estive lá quando todos eram obrigados a engolir um menu “Valentine’s Day Dinner Menu”), mas a elite iemenita é cuidadosa e não ostenta riqueza.

A velha cidade murada foi resgatada da extinção-por-modernização, pela Unesco (depois, também pelo Aga Khan Trust) nos anos 80s, e a antiga muralha foi reconstruída. A Grande Mesquita do século 9º está atualmente sendo restaurada por equipe de especialistas italianos associados a arqueólogos locais e têm encontrado objetos e imagens do passado pré-islâmico daquela região. Se vão ou não localizar uma pequena estrutura que se diz que teria sido construída ainda em vida do profeta Maomé, não se sabe.


Confira o texto completo, escrito por Tariq Ali, no Vi o Mundo.

Marcadores: "Iêmen", "Yêmen", "Tariq Ali"


sexta-feira, 12 de março de 2010

Para jornal israelense, presidente brasileiro é o “profeta do diálogo”

O jornal israelense Haaretz publicou nesta sexta-feira (12/3) ampla reportagem sobre a entrevista que fez com o presidente Lula em Brasília no início da semana, tratando de dois temas centrais: as negociações de paz no Oriente Médio e o programa nuclear do Irã.

Sob o título “Profeta do diálogo”, o texto que ocupa o alto da primeira página do caderno de fim de semana – e está na capa da edição online do jornal - afirma que o presidente brasileiro está convicto de que é possível obter sucesso na solução de conflitos por meio do diálogo.

(...)

Ao ser perguntado pelo jornalista se teria o mesmo diálogo com Adolph Hitler se estivesse no poder entre 1938/39, Lula foi enfático: quem faz tal comparação da Alemanha nazista com o Irã de hoje, está tendo o mesmo comportamento radical que acha que o Irã tem.

Vejam a entrevista no BLOG DO PLANALTO


quarta-feira, 11 de novembro de 2009

A última guerra árabe: Arábia Saudita bombardeia rebeldes xiitas no Iêmen

Segundo Riad, a aviação saudita só operou dentro de seu território, mas os rebeldes denunciam que também foram bombardeados no Iêmen e que capturaram soldados sauditas em seu território. O governo do Iêmen não permite o acesso à região dos combates, de onde se diz que 150 mil civis tiveram de fugir.

A notícia está no El País, reproduzido no UOL.


sexta-feira, 5 de junho de 2009

Por todo o Oriente Médio, elogios e críticas ao discurso de Obama

Em um nível, o discurso do presidente Barack Obama teve sucesso em tocar os muçulmanos de todo o Oriente Médio, obtendo muitos elogios por sua abordagem respeitosa, suas citações do Alcorão e suas referências francas a conflitos políticos altamente carregados.

Mas os comentários calibrados do presidente também pediam aos ouvintes, em uma região repleta de ódio, que dessem dois passos que há muito são anátemas: esquecer o passado e entender o ponto de vista oposto. Para um presidente que proclamava a meta de pedir às pessoas que escutassem verdades desconfortáveis, estava claro que partes de seu discurso repercutiram profundamente junto ao seu público pretendido e outras caíram em ouvidos moucos, em Israel assim como no mundo muçulmano.

Confira o texto do The New York Times, reproduzido no UOL Notícias. A página oferece ainda o vídeo com o discurso, com uma dublagem algo precária (na minha opinião teria sido melhor providenciarem legendas, mas enfim...).

Na Folha Online, algumas repercussões.