domingo, 25 de março de 2012
quinta-feira, 28 de abril de 2011
O IMPÉRIO AVISA: NÃO TEM REFRESCO
(Carta Maior; 5º feira, 28/04/2011)
domingo, 24 de abril de 2011
O declínio do capitalismo e o fim do crescimento global
O início do século XXI assinala um paradoxo crucial: o capitalismo assumiu claramente uma dimensão global, mas iniciou igualmente o seu declínio. As turbulências de 2007-2008 podem ser consideradas como o ponto de partida para o crepúsculo do sistema; a multiplicidade de crises que explodiram nesse período (financeira, produtiva, alimentaria, energética) convergiram com outras como a ambiental ou a do Complexo Industrial Militar do Império, atolado nas suas guerras asiáticas. Esse somatório de crises não resolvidas travam, impedem, a reprodução ampliada do sistema. O artigo é de Jorge Beinstein.
Vejam o texto completo em CARTA MAIOR
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Moody's admite que contribuiu para crise financeira
Ex-analistas da agência disseram ter sido pressionados para melhorar a avaliação de certos produtos financeiros
O presidente da agência de classificação de risco Moody's, Raymond McDaniel, admitiu hoje os erros de seu sistema de análise, que contribuiu para a crise financeira por ter dado boas qualificações a títulos hipotecários de má qualidade. Em um comunicado apresentado à comissão de investigação sobre a crise financeira internacional criada pelo Governo e pelo Congresso americanos, McDaniel confessou que o nível de precisão das avaliações da companhia "foi profundamente desalentador".
"A Moody's certamente não está satisfeita", afirmou McDaniel, em um testemunho por escrito apresentado à comissão, que realizou uma audiência em Nova York. Na audiência, ex-analistas da companhia disseram ter sido pressionados pela gerência da agência para melhorar a avaliação de certos produtos financeiros em benefício de seus emissores, que são os que pagam pelos serviços da Moody's. Além da Moody's, as agências de classificação de risco Standard & Poor's e Fitch, principais do mundo, atribuíram avaliações de alta qualidade a títulos imobiliários que acabaram por conter hipotecas subprime. [Segue no iG AQUI.]
#moody's
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
El nivel de vida de los países de Europa oriental sigue descendiendo - Veinte años después de la vuelta al capitalismo
Con el título de “La crisis mundial afecta a los hogares en la Europa emergente y Asia Central”, habla de “un agudo aumento del paro y de la pobreza” en toda la región.
(...)
La vuelta a las relaciones económicas capitalistas ha producido, asimismo, la aparición de una reducida clase media, especialmente en las principales zonas urbanas. La pobreza, el paro y el subempleo prevalecen, sin embargo, en las grandes metrópolis, y las condiciones de vida en las áreas más remotas del país son consideradas, en general, catastróficas.
A pesar del crecimiento económico de los últimos años, la situación de la economía de Rusia hoy supone alrededor de tres cuartos de lo que era en 1989, antes de la reintroducción del libre mercado capitalista. La bajada del PIB en otros antiguos Estados satélites soviéticos es mucho más dramática. En 2008- antes de la crisis mundial- las economías de Georgia y Moldavia habían disminuido alrededor del 40 por ciento de lo que producían en 1989.
Simultáneamente, el aumento de las desigualdades sociales en Rusia ha producido un enorme coste social. Según el British Medical Journal, el colapso de la Unión Soviética en 1991 ocasionó un gran aumento del índice de mortalidad en Rusia, con los mayores incrementos de muertes por alcoholismo, seguidas por las resultantes de accidentes y violencia.
Vejam o texto completo em REBELION
sábado, 25 de abril de 2009
Leituras do Manifesto Comunista fazem sucesso na Alemanha
Segundo um artigo publicado no semanário Freitag, o actor alemão Rolf Becker tem-se dedicado à iniciativa de realizar sessões de leitura públicas do "Manifesto do Partido Comunista", escrito por Karl Marx e Friedrich Engels em 1848. Cada sessão de leitura demora cerca de duas horas, durante os quais Becker transmite ao público partes do conteúdo do texto.(...)
Vejam o texto completo em Esquerda.Net