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terça-feira, 4 de novembro de 2014

Mesmo com porte, Eduardo Bolsonaro violou a Constituição ao levar arma a uma manifestação

“Sou Policial Federal e tenho porte de arma. Ñ caiam na desinformação por parte da esquerda p/ manchar as manifestações”.
Assim o deputado federal eleito Eduardo Bolsonaro respondeu a quem se interessou em saber como e por que ele carregava uma pistola na cintura durante protesto na Paulista.
Bolsonaro pode ter autorização, mas e daí? Ele precisa ler o que diz a Constituição.
“Todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público, independentemente de autorização, desde que não frustrem outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local, sendo apenas exigido prévio aviso à autoridade competente”.
Como lembra um jurista ouvido pelo DCM: “A Constituição Federal de 1988 é o livro que está hierarquicamente acima de todos os outros em nível de legislação no Brasil.”
O filho de Jair Bolsonaro, portanto, estava violando uma regra constitucional. Ponto.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Manipulación de fotos de Venezuela

pedroalvarez-torturadofalso
Arriba a la izquierda: Tuitero opositor divulga foto de supuesto estudiante venezolano golpeado por “fascistas asesinos” del PSUV. Derecha: La foto corresponde a Unai Romano, joven retenido, golpeado y torturado en 2005 por la policía española.
Decenas de imágenes circulan en estos momentos en redes sociales y medios de comunicación de diferentes países, como forma de alegar que existe una “cruel represión” por parte de los cuerpos de seguridad venezolanos contra los manifestantes opositores.  Alba Ciudad recopila algunas de estas imágenes como forma de ayudar a desmontar esta campaña de mentiras contra Venezuela. Todas las imágenes pueden ampliarse y descargarse haciéndoles click.


Vejam mais em REBELIÓN.ORG

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

O último julgamento de exceção e o fim de uma farsa

A direita, derrotada política e eleitoralmente, com partidos aos frangalhos, organiza o combate ideológico ao PT a partir do STF e da mídia monopólica. 


É cada vez mais consensual nos meios políticos, intelectuais e jurídicos honestos que o chamado caso do “mensalão” teve um julgamento de exceção. E é cada vez mais evidente que a maioria dos Ministros do STF fez desse julgamento um espetáculo político para destruir a imagem do PT e, correlatamente, reescrever a narrativa do período Lula.  

Vejam mais em CARTA MAIOR

quinta-feira, 30 de maio de 2013

DE GOLPES E LABAREDAS

      
(HD)- Certa militante de partido da oposição usa a internet para divulgar “golpe comunista” em 2014. Estudante pernambucano de 19 anos, para ridicularizar o gesto, cria, pelo mesmo meio, a frase “Eu Vou. Golpe Comunista em 2014. Os reacinhas piram!”, ilustrada com a foice e o martelo, e consegue milhares de “apoiadores” para  manifestação fictícia marcada para o começo do ano que vem. O banner passa a ser reproduzido em sites de direita e de extrema direita, como se tratasse de  ameaça real. Um farmacêutico de 34 anos “reage”, criando página no Facebook, sob o título “Golpe Militar 2014”.
        Desta vez, no entanto, não se trata de uma “brincadeira”. Trata-se, sim, segundo ele, de “testar o apoio a um golpe militar no Brasil”, e de defender a tese de que “nenhuma solução virá das urnas”. A página, ilustrada com fotos copiadas de um site oficial do Exército, torna-se desaguadouro de comentários radicais.   


Vejam mais no blog do MAURO SANTAYANA

terça-feira, 7 de maio de 2013

As Damas de Branco e as sanções contra Cuba

Berta Soler, representante das "Damas de Branco”, defende manutenção do embargo contra Cuba 
 
 
Durante sua turnê pelos Estados Unidos em abril de 2013, a dissidente Berta Soler, que dirige o grupo Damas de Branco, se pronunciou publicamente a favor da manutenção das sanções econômicas contra Cuba. Durante sua fala no Congresso, ela fez conhecer sua oposição a uma mudança da política de Washington: “Respeito as opiniões de todo o mundo, mas a minha, a das Damas de Branco, é que não se tire o embargo”.

As sanções, vigentes desde 1960, afetam as categorias mais vulneráveis da sociedade, isto é, as mulheres, os idosos e as crianças, sem afetar os dirigentes da nação. Por isso, a imensa maioria da comunidade internacional se opõe ao que considera um anacronismo da Guerra Fria, ao mesmo tempo cruel e ineficaz. Em 2012, pela vigésima primeira vez consecutiva, 188 nações das 192 da Assembleia Geral das Nações Unidas condenaram o estado de sítio contra a população cubana.  
 
Visto em OPERA MUNDI

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Uma imagem mente mais do que mil palavras


Dizem que uma imagem pode ser mais explícita que qualquer texto que se publique sobre um fato qualquer. Sim, é certo. Mas isso só vale se a imagem é verídica, se ela retrata um fato real. Editor da BBC relata como muitos dos seguidores da página da agência britânica no Facebook compartilharam (e cobraram a publicação) fotos de urnas de votação sendo queimadas que comprovariam a fraude eleitoral na Venezuela. Descobriu-se, porém, que tais fotos eram de eleições anteriores.

terça-feira, 30 de abril de 2013

É A IMPRENSA-EMPRESA, ESTÚPIDO!


Robert Parry, Consortium News

A imprensa-empresa nos EUA jamais foi “liberal” [no Brasil, a imprensa-empresa jamais foi, sequer, “de centro”: sempre foi da direita udenista mais fascista; depois passou a ser tucana-uspeana à moda Sorbonne & Chicago; ultimamente, já é sionista, Opus-Deizista e Danuza-Leão-sista, sempre fascista]. Na melhor das hipóteses, pode-se dizer que houve períodos, em passado não muito distante, quando as grandes empresas-imprensa faziam melhor serviço, ao apresentar os fatos. E havia alguma imprensa “underground” que publicava algum material que a grande imprensa-empresa evitava.  

Vejam mais em PATRIA LATINA

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Apátridas sem limites. Caprilistas em Londres: "A Venezuela tem petróleo, merece também uma invasão"

22 abril 2013 - Quando alguém acredita que já viu de tudo aparecem estas "manifestações" de ódio à pátria, ocorreu neste fim de semana em Londres, em frente à embaixada da Venezuela, um grupo de "venezuelanos" seguidores de Henrique Capriles quiseram mostrar seu descontentamento com o triunfo do candidato chavista e agora presidente da República Bolivariana da Venezuela Nicolás Maduro.
Alguns levavam pequenos letreiros e a câmera do coletivo amigo "Hands of Venezuela" pode captar uma mensagem que dizia "Venezuela tem petróleo, merece também uma invasão". 

Um bom exemplo de traição à pátria.
  
Visto em APORREA

domingo, 21 de abril de 2013

Paraguai: a narco-democracia e as eleições presidenciais

Coluna semanal
O poder de infecção pela corrupção é mais letal que o das pestes(Augusto Roa  Bastos, 1917-2005)
Passaram-se 10 meses desde que no Paraguai a quádrupla aliança MOICN (Monsanto, Oligarcas, Igreja Católica e os Narcos) estrearam um novo tipo de golpe de Estado, chamado "Golpe Express" ou "Golpe Preventivo" para tirar Fernando Lugo, legítimamente eleito por seu povo em 2008, da presidência do país. 
Sua cuidadosa aproximação a Hugo Chávez, suas tímidas intenções de fazer algo para aliviar a vida dos 3,7 milhões de pobres (53 por cento de toda a população), seu desejo nunca realizado de aumentar os impostos aos exportadores de soja e carne em três a quatro por cento (na Argentina paga-se 30 por cento) irritaram tanto os ricos e poderosos do país e estrangeiros que decidiram tirá-lo do poder em "nome da democracia". Com certeza a transnacional de transgênicos, Monsanto, participou desta confabulação  por desagradou-lhe a idéia de Fernando Lugo abolir as regalias de quatro dólares que devem pagar os produtores de soja por cada tonelada colhida com sua biotecnologia "Soja Roundup Ready RR1" e "Intenta RR2 Pro". Não há como esquecer que no quinto dia de sua presidência, o novo presidente Federico Franco outorgou novas facilidades à Monsanto para o uso das sementes transgênicas de algodão, milho e soja.   

Vejam em RIA NOVOSTI  e a tradução completa em NEBULOSA.DE.ÓRION

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Censura no Paraguai leva Repórteres Sem Fronteira a emitir nota mundial de repúdio


Carrillo Iramain é o candidato das esquerdas no Paraguai

Correio do Brasil / ACS
 
“A censura dos meios conservadores de comunicação no Paraguai ao candidato das esquerdas, Carrillo Iramain, foi alvo de um comunicado mundial de imprensa, nesta quinta-feira, da organização não governamental Repórteres Sem Fronteira. A instituição, embora ligada à direita francesa, saiu em defesa da liberdade de imprensa naquele país, dominado por um cartél midiático de ultradireita, patrocinado por instituições norte-americanas. Segundo a RSF, com sede em Paris, “agora que o Paraguai está se preparando para eleger um novo presidente e um novo Congresso nas eleições gerais de 21 de abril de 2013, a Repórteres Sem Fronteiras reitera o seu apelo para um verdadeiro pluralismo e democratização dos portadores de informação. A organização também alerta que as revelações pesadas pela imprensa durante a campanha sobre os dois principais candidatos à presidência: Horacio Cartes (Partido Colorado, direita conservadora) e Efrain Alegre (Partido Liberal Radical Autêntico, direita liberal), poderiam levar a acerto de contas e vingança”.

sábado, 23 de fevereiro de 2013

A ilha, seu povo, seu sonho

Mauro Santayana

Podemos  discordar do regime político de Cuba, que se mantém sob o domínio de um partido único. Mas é preciso seguir o conselho de Spinoza: não lisonjear, não detestar, mas entender. Entender, ou procurar entender. A história de Cuba — como, de resto, de quase todo o arquipélago do Caribe e da América Latina — tem sido a de saqueio dos bens naturais e do trabalho dos nativos, em benefício dos colonizadores europeus, substituídos depois pelos anglossaxões. 

E, nessa crônica, destaca-se a resistência e a luta pela soberania de seu povo não só contra os dominadores estrangeiros mas, também, contra  seus vassalos internos. 


 Vejam mais no JORNAL DO BRASIL

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Brasil: A nova direita. Saudades de 1964

Agrupados no Instituto Millenium, uma Organização Social de Interesse Público - Oscip,a nova direita, capitaneada por grandes conglomerados da mídia nacional e apoiada por empresas nacionais e transnacionais é apresentada na Galeria EXPOBESTAS

Agrupados no Instituto Millenium, uma Organização Social de Interesse Público - Oscip, essa nova direita, capitaneada por grandes conglomerados da mídia nacional e apoiada por empresas nacionais e transnacionais funda os seus princípios na liberdade dos mercados, na defesa da propriedade privada, na resistência a políticas públicas que não se orientam pelo princípio liberal da meritocracia e no medo de um suposto “avanço comunista” personificado no bolivarianismo de Chávez, Rafael Correa e Evo Morales.

Segundo Leandro Fortes, o Instituto é integrado por empresários, executivos, jornalistas, economistas, comentaristas políticos e até humoristas que trabalham para a grande imprensa e destilam um discurso que flerta com o moralismo udenista. O Instituto Millenium, opina o jornalista, criminaliza os movimentos sociais, ataca políticas como as quotas sociais e virou um bunker antiesquerda e principal irradiador do ódio de classe e do ressentimento eleitoral dedicado até hoje ao ex-presidente Lula. 

Vejam o texto completo em KAOSENLARED.NET

Brasil: O ódio da mídia conservadora

Os textos de Demétrio Magnoli, Ricardo Noblat, Merval Pereira, Reinaldo Azevedo, Augusto Nunes, Eliane Catanhede, entre outros, são fontes para as futuras gerações de jornalistas e estudiosos da comunicação entenderem o que Perseu Abramo chamou de “Padrões de Manipulação” na mídia brasileira.

Nunca houve tanto ódio na mídia conservadora do Brasil

Jaime Amparo Alves | No Pragmatismo Político
Os brasileiros no exterior que acompanham o noticiário brasileiro pela internet têm a impressão de que o país nunca esteve tão mal. Explodem os casos de corrupção, a crise ronda a economia, a inflação está de volta, e o país vive imerso no caos moral. Isso é o que querem nos fazer crer as redações jornalísticas do eixo Rio – São Paulo. Com seus gatekeepers escolhidos a dedo, Folha de S. Paulo, Estadão, Veja e O Globo investem pesadamente no caos com duas intenções: inviabilizar o governo da presidenta Dilma Rousseff e destruir a imagem pública do ex-presidente Lula da Silva. Até aí nada novo.
Tanto Lula quanto Dilma sabem que a mídia não lhes dará trégua, embora não tenham – nem terão – a coragem de uma Cristina Kirchner de levar a cabo uma nova legislação que democratize os meios de comunicação e redistribua as verbas para o setor. Pelo contrário, a Polícia Federal segue perseguindo as rádios comunitárias e os conglomerados de mídia Globo/Veja celebram os recordes de cotas de publicidade governamentais. O PT sofre da síndrome de Estocolmo (aquela na qual o sequestrado se apaixona pelo sequestrador) e o exemplo mais emblemático disso é a posição de Marta Suplicy como colunista de um jornal cuja marca tem sido o linchamento e a inviabilização política das duas administrações petistas em São Paulo.  


Vejam o texto completo em KAOSENLARED.NET

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

O STF. Por que não?

 Flávio Aguiar

Desde o golpe que levou Bush Filho ao poder contra Al Gore, há uma tendência de forças de direita se aglutinarem em torno do Judiciário para, sempre que possível, derrogar ou ameaçar a soberania do voto popular. Foi assim em Honduras. Por que não no Brasil? Na falta de outros argumentos, ou votos, a direita brasileira encastelou-se no Supremo.   

 

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sábado, 15 de dezembro de 2012

O MANUAL DO GOLPE DE ESTADO

    

Cúrzio Malaparte escreveu, em 1931, seu livro político mais importante, Técnica del colpo di Stato: envenenamento da opinião pública, organização de quadros, atos de provocação, terrorismo e intimidação, e, por fim, a conquista  do poder. Malaparte escreveu sua obra quando os Estados Unidos ainda não haviam aprimorado os seus serviços especiais, como o FBI - fundado sete anos antes - nem criado a CIA,  em 1947. De lá para cá, as coisas mudaram, e muito. Já há, no Brasil, elementos para a redação de um atualizado Manual do Golpe.
               Quando o golpe parte de quem ocupa o governo, o rito é diferente de quando o golpe se desfecha contra o governo. Nos dois casos, a ação liberticida é sempre justificada como legítima defesa: contra um governo arbitrário (ou corrupto, como é mais freqüente), ou do governo contra os inimigos da pátria. Em nosso caso, e de nossos vizinhos, todos os golpes contra o governo associaram as denúncias de ligações externas (com os países comunistas) às de corrupção interna.   
 
Vejam mais no blog do MAURO SANTAYANA

domingo, 4 de novembro de 2012

As raízes do golpismo da direita brasileira

Até 1930 a direita brasileira dispunha a seu bel prazer do Estado, colocava-o totalmente a serviço dos interesses primário-exportadores, desconhecendo as necessidades das classes populares. Getúlio fez a brusca transição de um presidente – Washington Luiz, carioca adotado pela elite paulista, como FHC – que afirmava que “Questão social é questão de polícia”, para o reconhecimento dos direitos dos trabalhadores pelo Estado.

Com o surgimento da primeira grande corrente de caráter popular, a direita passou a ficar acuada. A democratização econômica e social foi seguida da democratização politica, com o processo eleitoral consagrando as candidaturas com apoio popular, Sucessivamente, em 1945, 1950, 1955, a direita foi derrotada e acostumou-se a bater na porta dos quarteis, pedindo golpe militar. 

Vejam o texto completo no blog do EMIR

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

A guerra da Veja contra o retorno de Lula

Do ponto de vista político, a pauta da Veja, já devidamente abraçada pela oposição ao governo federal, parece ter um objetivo claramente definido. No momento em que Lula começa a voltar aos palanques, nas campanhas das eleições municipais, e em que o STF começará a julgar os réus do chamado “núcleo político do mensalão”, a tentativa é de colar uma coisa na outra. Colunistas políticos repercutiram amplamente supostas declarações de Marcos Valério. "Nada impede que uma denúncia seja feita contra Lula mais adiante", sugeriu Merval Pereira, de O Globo.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Paraguai: surpreendido por protesto, usurpador se esconde em um bar

Segundo um informe da rádio 780 AM, um grupo de manifestantes em torno de 40 pessoas, foram até o Panteão dos Heróis, onde se encontrava o presidente da República, Federico Franco participando de um ato.
FrancoDepois de terminar a atividade, Franco tratou de retirar-se do local mas os manifestantes começaram a gritar-lhe "golpista".
O presidente teve que entrar um bar do centro localizado em frente ao Panteão, onde permaneceu protegido dos que se manifestavam contra ele.
Federico Franco assumiu a Presidência da República em 22 de junho no lugar de Fernando Lugo Méndez, que foi destituído mediante um rápido processo político, promovido pelo Parlamento.
ULTIMA HORA

Texto original em CONTRAINJERENCIA

quarta-feira, 4 de julho de 2012

A "Frente Paraguaia" mostra os dentes

Bastou um golpe de Estado para catalisar a orfandade conservadora, que amargava indócil ostracismo no ambiente democrático e progressista que predomina no Brasil e na América do Sul. Veio do sofrido Paraguai - onde 2,5% da população detém 80% das terras - a senha para replicar cepas e esporões remanescentes de ditaduras e negócios contrariados ao longo desse processo.

O 'golpe democrático' contra Fernando Lugo aconteceu numa sexta-feira (22-06); rito expresso, cumprido em 33 horas. As bactérias conservadoras se alvoroçaram; mas ainda aguardariam o fim de semana para medir a espaço de adesão. Avaliado o risco, começaram a proliferar-se. A frente paraguaia pró-golpe manifestar-se-ia, primeiro, no Congresso.   

Vejam o texto completo em CARTA MAIOR

domingo, 10 de junho de 2012

Democracia e falência da moralidade da direita

A melhor forma de ajudar a recuperação da oposição direitista é transformar a CPI num repto moralista, aproveitando a “onda” anti-Demóstenes (a direita quer se livrar dele), apenas invertendo a mão do que vinha acontecendo contra Lula. Com isso deixa de lado a gravidade do que ocorreu: não apenas atos isolados de corrupção, mas uma conspiração criminosa que usava a luta contra a corrupção para promover uma corrupção ainda maior, a destruição no atacado do espaço político democrático. O artigo é de Tarso Genro.